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(RE)TWITTANDO

ROSA WEBER É DETONADA POR DISCURSO EM DIPLOMAÇÃO 

Rosa Weber deu “aula” de Constituição a Jair Bolsonaro — a mesma Constituição costumeiramente violada pelo tribunal a que ela pertence.

Quem é Rosa Weber para dar lição de moral a alguém? Antes de abrir a boca para falar o que é certo ou errado, ela deveria se lembrar que faz parte do STF, onde desfruta da companhia de Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e outros gigantes da virtude nacional. Porque não se cala ?

Diplomação de . Nosso presidente, agora diplomado, fez um discurso simples, de união, é de agradecimentos. Já a ministra Rosa Weber nos submeteu a uma longa aula de direitos humanos fora de tom e de propósito. Desnecessário. Mas nada tirou o brilho do momento 🇧🇷

O PROSTÍBULO DO JOÃO QUE NÃO TEM NADA DE DEUS

COMERCIANTE DEFENDE CONTINUAÇÃO DOS ATAQUES SEXUAIS 

Sobre uma série de acusações de mulheres que teriam sido molestadas pelo médium João – que de Deus nada tem -, em Goiás, o publicitário-jornalista potiguar, Ricardo Rosado, define:

Nas denúncias contra o charlatão/tarado João de Deus, em Goiania, o mais incrível argumento foi de um comerciante que tem negócios nas proximidades do agora quase prostíbulo: “não podemos ficar no prejuízo”. Se entendi, é pra manter o assédio e vender os miçangas do lado de fora

DE PESADELOS E SOBRESSALTOS

OPINIÃO 

POR PAULO LINHARES

Paulo Linhares é advogado e diretor das rádios Difusora de Mossoró e Costa Branca de Areia Branca

A despeito de toda a lógica, nas mentes das pessoas concretas remanescem sempre a esperança de que tudo pode ser diferente, bastando acreditar: às vezes sim, às vezes não, a depender de como os fatos e circunstâncias são encadeados. Daí que, nas coisas humanas, a incerteza tende a prevalecer e se faz uma definitiva alavanca para superação de vários obstáculos  que atravancam a concretização das expectativas projetada

É nesse eterno jogo de luz e sombra, de dúvidas e certezas, aliás, de compleição dialética, que as mentes humanas, na busca de uma zona de conforto, constroem atalhos e encontram saídas para os problemas que as afligem. Claro, os enganos, nas escolhas, são também inevitáveis.

No mundo da política o figurino é o mesmo. Nos governos hauridos das urnas, qualquer que seja a sua orientação ideológica, emerge uma noção  primária de que a legitimação conferida pelo corpo eleitoral  autoriza aos ‘ungidos’ (equiparáveis  a semi-deuses, de direita ou de esquerda, pouca importa) a fazer o quê ninguém imagina como apenas razoável.

A “entourage” do presidente eleito Jair Bolsonaro mostra isso. De princípio, bateu  duro nos parceiros do Mercosul e na China, tudo seguindo a fórmula Donald Trump, que estraçalhou todo o esforço diplomático norte-americano na difícil relação com tradicionais parceiros europeus, orientais e os do conturbado mundo árabe. Um detalhe que alguns podem até achar de somenos:  as costas de Trump são bem largas, presidente que é do Estado mais poderoso do planeta.

O Brasil não pode nem precisa abrir tantas frentes de conflito, sobretudo, com tradicionais parceiros comerciais imprescindíveis para o agronegócio do Centro-Oeste (as exportações de soja para a China) e do Sul, Paraná e Santa Catarina em especial (carnes para os países árabes e China), aliás, colégios eleitorais onde Bolsonaro  obteve resultados  superiores a 60% do votos válidos.

Assim, parece inevitável que chacoalhar chineses e árabes poderá resultar em enormes prejuízos para esses setores do agronegócio brasileiro. O pior de tudo é que não há razões plausíveis para isso: tudo decorrente de posturas ideológicas bocós ultradireitistas que desprezam a assertiva de que países não têm amigos, mas, interesses. E quais são os interesses do Brasil neste momento: vender o mais possível para chineses e asiáticos em geral, árabes, russos, europeus e nossos ‘hermanos’ latino-americanos, neste caso, inclusive, cubanos e venezuelanos.

Claro que os Estados Unidos da América são parceiros estratégicos do Brasil. No entanto, deve-se recordar que foi ogeneral Ernesto presidente Geisel, penúltimo dos generais-presidentes da ditadura militar implantada em 1964 – governou de 1974 a 1979 -, que botou um ponto final na política de alinhamento automático com os norte-americanos, inclusive, com o rompimento do acordo de cooperação militar, pelo qual os EUA ofereciam ao Brasil armamentos e treinamento militar.

Ressalte-se que esse rompimento do acordo militar EUA-Brasil inspirado na Guerra Fria dos anos 1950/1960, foi apenas um pretexto usado pelo hábil general-presidente e formatado pela competente equipe do Itamaraty, para camuflar o verdadeiro objetivo do governo brasileiro de então: a celebração do Acordo Nuclear Brasil-Alemanha, celebrado em 27 de junho de 1975, o que quebrou a supremacia no campo tecnológico-industrial do Tio Sam, em especial na utilização da energia nuclear.

Note-se que Geisel matou dois coelhos com uma só cajadada: possibilitou que o Brasil tivesse acesso à tecnologia nuclear, algo que o governo norte-americano fez tudo para impedir desde o início dos anos 1950, além de demonstrar que o Brasil tinha plena capacidade de buscar por si mesmo outros Estados parceiros nas suas relações bilaterais.

A atitude de Geisel causou enormes abalos no relacionamento dos EUA com o Brasil, mas, preservou a soberania nacional e inaugurou a postura independente da política externa brasileira que chegou aos dias atuais. Esse bom exemplo do presidente Geisel, a despeito de desvestido da legitimidade da Soberania Popular, merece ser observado nos dias que correm. A quem interessar possa, vale lembrar que o velho general Geisel jamais bateria continência para outra bandeira que não fosse a auriverde flâmula do Brasil, nem tampouco o faria para um funcionário civil de terceiro escalão do governo norte-americano…

Por estes exemplo históricos importantes é que seguramente não nos cabe assumir brigas bobas de Donald Trump que implicam enormes prejuízos à combalida economia brasileira. No mais, o  discurso de Bolsonaro e de seus filhos, ademais de alguns auxiliares, como os do futuro chanceler, podem causar estragos enormes na área internacional. Ainda bem que o general Mourão, vice-presidente eleito, tem demonstrado grande habilidade e parcimônia no trato com essas sensíveis questões da futura política exterior brasileira.

O futuro presidente Bolsonaro deve atentar que o Brasil tem uma das melhores diplomacias do mundo e que nada tem a ver com ideologias de ocasião. Na formulação inicial  do ícone maior das relações exteriores do Brasil, o vetusto Barão do Rio Branco, reside a altaneira postura que, nas últImas décadas, tem pautado a condução da defesa dos interesses nacionais. E  pelo belo legado de José Maria da Silva Paranhos, o Visconde do Rio Branco.

Com efeito, tem-se aqui a convivência pacífica de povos que, noutras latitudes, se fazem inimigos mortais. Em nada o. Brasil ganha em assumir um ou outro lado, por exemplo, da disputa territorial entre judeus e palestinos. A quem pertence Jerusalém? Esta será sempre um questão que tem de ser decidida pela comunidade internacional em justa equidistância dos lados envolvidos na disputa.

No front internacional já começa uma dura reação aos arroubos de Bolsonaro. Em recente passagem por Buenos Aires, por ocasião da COP-24, o presidente francês, Emanuel Macron, foi  incisivo em afirmar que a União Europeia não negocia com Estados que abandonem o Acordo de Paris (o Acordo de Paris é um tratado multilateral patrocinado pela ONU sobre a Mudança do Clima, que rege medidas de redução de emissão dióxido de carbono a partir de 2020.

O acordo foi negociado durante a COP-21, em Paris e foi aprovado em 12 de dezembro de 2015.), a exemplo do que fizeram os EUA, na gestão Donald Trump e, pelo Brasil, deverá fazer o futuro governo de Jair (se acostumando) Bolsonaro. Uma coisa é certa: o doido do Trump pode encarar brigas desse porte, algo que não pode ser dito do tatibitate capitão Bolsonaro. Na dúvida, valha-nos o ‘sensato’ general Mourão, cada vez mais a demonstrar que, nas organizações militares como na vida mesma, hierarquia é posto…

Tomar partido nessa inglória disputa que remonta aos tempos das Cruzadas, não deixa de ser um enorme equívoco.  O Brasil, nas suas relações com o mundo tem sido visceralmente plural e de respeito  às escolhas internas das nações amigas. Daí que, qualquer orientação que vulnere essa postura de respeito à soberania dos Estados com os quais o Brasil mantém relações diplomáticas, hoje e amanhã, será um enorme e grave equívoco. É o que o futuro próximo revelará

 

O STF É UMA SUPREMA VERGONHA NACIONAL

E O LEWANDOWSKI…

Ricardo Lewandowski tem a autoridade de um guarda-noturno — com a desvantagem de que o guarda sabe que não manda nada, e o ministro não sabe. O rapaz que mandou prender está livre, solto e virou herói. Ele deu mais um grande passo para tornar-se o sujeito mais desprezado do país.

(RE)TWITTANDO

OPINIÃO

Entrar no STF com sete recursos seguidos, abusivos e fraudulentos para sair da cadeia, como está fazendo Lula, não é apenas usar o direito de defesa com má fé. É mostrar sua recusa absoluta em respeitar a lei. É pisar em cima da população que tem de pagar as despesas disso tudo.

VERBA DE GABINETE SIM PARA VEREADORES DE MOSSORÓ

OS VEREADORES DA CIDADE ESTÃO SENDO PENALIZADOS 

Desde 2106, os vereadores de Mossoró vem sendo prejudicados diante de decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que suspendeu a chamada verba de gabinete.

Essa ajuda para custeio de atividades legislativas funciona no Senado Federal, na Câmara Federal, nas Assembleias Legislativos e na maioria das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte.

Então, é justo que a Câmara Municipal de Mossoró também volte a dispor dessa verba.

Caberá a cada um dos vereadores realizar a devida aplicação da verba de gabinete, e quem agir de forma ilegal, que seja punido na forma lei.

BOLSONARO TERÁ QUE DIVIDIR CARGOS COM PARTIDOS

DO CONTRÁRIO NÃO TERÁ COMO QUERER APOIO PARA APROVAR REFORMAS

Considero equivocado o discurso do presidente eleito, Jair Bolsonaro e de seus aliados, sobre a forma como estão tratando o relacionamento com os partidos e, a consequente busca de apoio para aprovação das reformas necessárias.

Defender uma nova forma de fazer política, é o que o eleitorado aprova, por exemplo, na maneira como foram nomeados os ministros.

Todavia, como pode Bolsonaro querer e, precisar, dos votos de parlamentares para aprovação de reformas, e ao mesmo tempo descartar dividir o poder com os partidos?

Essa conta não vai bater e, não considero que os partidos vão votar com o governo, simplesmente, por ser Bolsonaro presidente.

Se não dividir uma parte da estrutura com os partidos, com quem Bolsonaro espera contar?

 

Crítico da mídia, Bolsonaro elogia texto de Alexandre Garcia, da TV Globo

Aprovou ‘reflexão’ de jornalista. Agradece por ser mencionado

Jair M. Bolsonaro

@jairbolsonaro

Grato pela menção e reflexão, @alexandregarcia ! Um forte abraço!

Alexandre Garcia

@alexandregarcia

Mesmo antes da posse, a ideia vencedora começa a assumir.

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O presidente eleito, Jair Bolsonaro, compartilhou em seu Twitter 1 texto publicado por Alexandre Garcia, da TV Globo. Na rede social, o militar agradece a “menção e reflexão” do jornalista.

Bolsonaro referia-se ao texto “Nunca Antes”, publicado por Alexander Garcia no Facebook em 30 de novembro de 2018. Na publicação, o jornalista da Globo escreveu que sua mãe, aos 99 anos, “nunca viu nada igual ao que está testemunhando” ao avaliar que “antes mesmo de o vitorioso tomar posse, as ideias vencedoras da eleição já se impõem”. Leia a íntegra:

“Em dois meses, minha mãe completa 100 anos de vida e diz que nunca viu nada igual ao que está testemunhando hoje. Ela passou pela ditadura Vargas, pelas tentativas comunistas de tomada do poder, a começar em novembro de 1935, depois por tantos governos diferentes e tantos planos de salvação nacional, mas nunca viu uma reação como agora, contra o estado de coisas em que enterraram o país. Uma reação popular e pacífica, de uma maioria que cansou de ser enrolada, ludibriada, enganada – desculpem usar tantos sinônimos para a mesma mentira. Eu mesmo, em meus quase 80 anos de Brasil, nunca vi nada igual. Eu diria que se trata de uma revolução de ideias, tal a força do que surgiu do cansaço de sermos enganados.
Mencionei a primeira tentativa comunista de tomada do poder, há 83 anos. Naquele 1935, houve reação pelas armas. Nas outras tentativas, no início dos anos 60, a reação veio das ruas, que atraiu as armas dos quartéis. A última, veio pelo voto, na mesma linguagem desarmada, com que começou a sutil tentativa tucana, para desaguar nos anos petistas, já com a tomada das escolas, dos meios de informação, da cultura – com aquela conversa que todos conhecemos. De repente, acordamos com a família destroçada, as escolas dominadas, os brasileiros separados por cor e renda, a cultura nacional subjugada, a História transformada. Mas acordamos.
Reagimos no voto, 57 milhões, mais alguns milhões que tão descrentes estavam que nem sequer foram votar. O candidato havia sido esfaqueado para morrer, nem fez campanha, não tinha horário na TV, nem dinheiro para marqueteiro. Mas ficou à frente do outro em 10 milhões de votos. Ainda não se recuperou da facada, a nova intentona; precisa de mais uma cirurgia delicada, mas representou a reação da maioria que não quer aquelas ideias que fracassaram no mundo inteiro, que mataram milhões para se impor e ainda assim não se impuseram.
O que minha mãe nunca viu é que antes mesmo de o vitorioso tomar posse, as ideias vencedoras da eleição já se impõem. Policiais que tiram bandidos das ruas já são aplaudidos pela população; juízes se sentem mais confiantes; pregadores do mal já percebem que não são donos das consciências; as pessoas estão perdendo o medo da ditadura do politicamente correto, a sociedade por si vai retomando os caminhos perdidos, com a mesma iniciativa que teve na eleição de outubro, sem tutor, sem protetor, sem condutor. Ela se conduz. O exemplo mais claro desse movimento prévio ao novo governo é a retirada cubana, no rompimento unilateral de um acordo fajuto, de seus médicos, alugados como escravos ao Brasil. Cuba “passou recibo” na malandragem e tratou de retirá-los antes que assumisse o novo governo, na prática confessando uma imoralidade que vai precisar ser investigada no Brasil, para apontar as responsabilidades, tal como ainda precisam ser esclarecidos créditos do BNDES a ditaduras, doação de instalações da Petrobras à Bolívia, compra de refinaria enferrujada no Texas, e tantas outras falcatruas contra as quais a maioria dos brasileiros votou em outubro.”

QUEM É ALEXANDRE GARCIA

O jornalista de 78 anos soma mais de 50 anos de profissão. Natural de Cachoeira do Sul (RS), atuou na sucursal do Jornal do Brasil em Porto Alegre. No final dos anos 1970, mudou-se para Brasília.

Depois de 10 anos no Jornal do Brasil, assumiu o cargo de secretário de imprensa do governo de João Baptista Figueiredo, então presidente da República.

No fim do mandato de Figueiredo, já pela TV Manchete em Brasília, entrevistou o militar em 24 de janeiro de 1985. O encontro só foi possível após uma tentativa de visita de Alexandre “como amigo” ao presidente no período da ditadura militar, que estava internado devido a dores nas costas.

Ao ser barrado por ser repórter, recebeu 1 cartão de Figueiredo com o seguinte conteúdo: “Meu caro Alexandre, estou muito alegre com a sua carta, venha me visitar como amigo e não tenha receio de se portar como jornalista”. O episódio é relatado por Alexandre Garcia ao início da entrevista.

Assista:

 

COTAÇÃO DE ROGÉRIO MARINHO

POTIGUAR PODE ASSUMIR SECRETARIA NO GOVERNO BOLSONARO 

O deputado Rogério Marinho é um dos cotados para assumir Secretaria Adjunta do Trabalho e Previdência, dentro do Ministério da Economia. Foi relator da reforma trabalhista. Um dos melhores quadros do Congresso.

O PARAÍSO DE FÁTIMA BEZERRA

NO RN NÃO HAVERÁ “GÓRPI”

O que é isso, “cumpanheira”?

Sim, “cumpanheira” – deles petistas -, Fátima Bezerra, o que é isso?

Que história é esta de antecipar que vai aumentar a alíquota da Previdência do Estado?

E essa conversa de que “a situação é pior do que imaginávamos”?

Não, não, não, “cumpanheira” Fátima…

O que o povo do Rio Grande do Norte espera, é que a senhora e seu partido, o PT, façam o que sempre cobraram de todos os governadores do Estado de quem foram adversários – quando não estavam mamando nas tetas estaduais.

O que esperamos é que além de pagar rigorosamente em dia os salários dos servidores, a “cumpanheira” conceda generosos reajustes salárias. De forma indiscriminada.

O que aguardamos e, na certeza que a “cumpanheira” o fará, é que nos postos de saúde, não faltem médicos e muito menos, medicamentos.

Que no Rio Grande do Norte, a partir de 1º de janeiro, não exista nenhum trabalhador desempregado.

Que não exista aluno fora da sala de aula, com todos recebendo merenda, almoço e janta.

Que os impostos sejam reduzidos.

E, igualmente, que milhares de novos policiais, todos concursados, sejam colocados nas ruas e, dessa forma, acabemos com o crime…inclusive os praticados por bacanas engravatados iguais ao presidiário-condenado-corrupto, Lula. 

Esperar isto, não seria nada além do que o PT sempre prometeu e, defendeu, com unhas, dentes e, principalmente, muita greve.

Sim, e se isto não ocorrer, contamos com os sempre aguerridos, independentes e imparciais sindicatos, cutistas ou não.

Se tudo isto e mais um bocado de regalias não forem oferecidas ao povo do Estado, então, o Velho Apache Antenado estará no direito de acreditar, e gritar: “é górpi” – eheheh…