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BOLSONARO SEGUE LEVANDO LIDERANÇAS EVANGÉLICAS PARA O RALO

AGORA SEU NOVO ALIADO É O EX-PRESIDIÁRIO MICHEL TEMER

Que o presidente da República, Jair Bosonaro contou com apoio da grande maioria dos evangélicos do Brasil, isto é notório.

Então, seria natural que as lideranças evangélicas estivessem ao lado de Bolsonaro.

Todavia, com seguidos atos que desabonam qualquer manual de conduta cristã, Jair Bolsonaro vai levando, consigo, para a lama, inúmeros líderes evangélicos que esquecem que, insubstituível, somente Jesus.

Como explicar, então, que líderes evangélicos persistam em sua bajulação ao presidente que, mesmo diante dos mais de 101 mortos pela COVID-19, insiste e, persiste, em negar o inegável que é a devastação provocada pelo coronavírus?

E, depois de aliar-se ao Centrão – grupamento político que se esmera na defesa da corrupção -, tendo como novos aliados gente do nível de Roberto Jeferson e Valdemar Costa, ex-presidiários, agora o presidente convoca para o seu lado, o também ex-presidiário Michel Temer (ex-presidente).

Todavia, porém, entretanto, o entanto, a despeito de todas essas atitudes de Bolsonaro, continuamos a assistir renomados líderes evangélicos, até brigando nas redes sociais em defesa do presidente.

Vergonha alheia!

FELIZ DIA DOS PAIS

PARABÉNS!

A imagem pode conter: texto que diz "Pai, "Ensine seus filhos no caminho certo, e, mesmo quando envelhecerem, não se desviarão dele." Provérbios22:6 Feliz Dia dos Pais @ministeriosocristosalva josocrist osalva SALVA /socristosalva."

Rendemos Graças ao SENHOR por mais um Dia dos Pais, Parabenizando Todos os Papais: biológicos, adotivos, e os que representam a figura de Pai pra alguém, em Nome de JESUS, O PAI da Eternidade! PAI que nos adotou e que prometeu nunca nos abandonar!
Ao PAI dos Pais, CRISTO, a nossa Gratidão! E o pedido pra que Abençoe e Guarde todos os Pais da nossa Nação!!

Para procuradores, Aras explicitou a crise mais grave do Ministério Público Federal

Procurador escancara defesa de corruptos

POR GERSON CAMAROTTI

Integrantes do Ministério Público Federal (MPF) ouvidos pelo blog nesta quarta-feira (29) reconheceram que a instituição enfrenta sua mais grave crise desde que a estrutura atual do órgão foi estabelecida pela Constituição de 1988.

A percepção é a de que declarações do procurador-geral da República, Augusto Aras, nesta terça-feira (28) explicitaram a divisão no MPF. O PGR disse ser hora de “corrigir rumos” para que o “lavajatismo” passe e seja substituído no Ministério Público por outro modelo de enfrentamento à criminalidade.

“Há uma crise de desconfiança generalizada. A cúpula da PGR tenta controlar o órgão. Mas falta liderança na instituição. Ninguém aqui defende eventuais excessos. Mas isso não pode justificar um movimento para paralisar investigações e enfraquecer o combate à corrupção”, ressaltou um experiente subprocurador ouvido pelo blog, que pediu anonimato para evitar expor ainda mais a crise na instituição.

Aras deu a declaração ao participar de um debate virtual, promovido por um grupo de advogados.

Segundo o PGR, a “correção de rumos não significa redução do empenho no combate à corrupção”. Ainda no debate, Augusto Aras afirmou que a gestão dele visa acabar com o “punitivismo” do Ministério Público e que não pode existir “caixa-preta” no MP.

Fundeb melhorou porque o governo foi derrotado

A educação venceu

Sob Jair Bolsonaro, o Ministério da Educação amou o caos durante um ano e meio. E foi correspondido. Na estratégica votação em que a Câmara renovou e aperfeiçoou o Fundeb, fundo de financiamento do ensino básico, o governo fez o papel do jogador que levanta da mesa de pôquer sem dinheiro para o táxi. Perdeu todas as apostas. O Fundeb melhorou porque o governo fracassou nas suas tentativas de piorá-lo.

A emenda constitucional aprovada pela Câmara torna o Fundeb permanente e eleva de 10% para 23% a fatia da União no fundo. O governo quis adiar as novas regras para 2022. Perdeu. Tentou transferir 5% do fundo para um novo Bolsa Família, a ser criado. Não colou. Conseguiu destinar 5% para o ensino infantil. Mas teve de pingar 3% a mais no cesto. Propôs que a verba do salário dos professores pagasse aposentadorias. Foi ignorado.

Líder do centrão e novo herói da resistência de Bolsonaro, o deputado Arthur Lira (PP-AL) tentou adiar a sessão. Foi avisado pela sua tropa de que, entre a Educação e Bolsonaro, ficariam com as verbas que o Fundeb envia para as prefeituras dos municípios onde estão os votos. Bolsonaro aprendeu que a maneira mais rápida de acabar com a guerra ideológica na Educação é perdê-la. E a derrota foi feia. Votaram a favor de Bolsonaro, contra o Fundeb, apenas sete deputados.

Ironicamente, o pedaço do governo que entrou com a cara na surra da Câmara foi o Ministério da Economia. Coube à pasta chefiada por Paulo Guedes realizar as manobras que os deputados desmontaram. Empossado na semana passada, o novo ministro da Educação, Milton Ribeiro, virou um figurante com Covid-19.

 

Postagens pedindo a morte de Bolsonaro aborrecem Carluxo: “Não terão êxito”

Opinião

POR JOSIAS DE SOUZA

Apontado como chefe do chamado gabinete do ódio, o vereador carioca Carlos Bolsonaro irritou-se com “a imensa quantidade de pessoas” que viu nas redes sociais “pedindo a morte” do presidente da República. Lamentou a ausência de reação dos “líderes dos outros Poderes”. Absteve-se de citar nominalmente Dias Toffoli, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, presidentes do Supremo, da Câmara e do Senado.

Horas antes da manifestação de Carluxo, Jair Bolsonaro fizera um novo exame para saber se foi infectado pelo coronavírus. Estava febril. Sentira mal-estar. “Eu vim do hospital, fiz uma chapa do pulmão, tá limpo o pulmão”, disse o presidente a apoiadores, no cercadinho do Alvorada. “Fui fazer exame do Covid agora há pouco, mas está tudo bem.”

Para Carluxo, as postagens desejando a morte do seu pai deveriam ser “motivo de solidariedade imediata dos líderes dos outros Poderes.” Espetou: “O que vemos novamente é a seletividade da indignação e ninguém chama os tais ‘desumanos’ de robôs. Não terão êxito!”

 

O PAPEL DA CIÊNCIA NA CURA DA COVID-19

ARTIGO

E a ciência?

Durante este período de pandemia, muito tem se escutado falar sobre a Organização Mundial da Saúde (OMS), suas recomendações e posições frente a Covid-19. Vamos entender um pouco melhor as responsabilidades compartilhadas.

Em 2005, foi aprovado o Regulamento Sanitário Internacional (RSI), entre a OMS e seus Estados membros. Este regulamento define responsabilidades frente aos eventos inusitados de saúde pública, cabendo aos estados membros desenvolver, fortalecer e manter as capacidades exigidas no RSI e a mobilizar os recursos necessários para colaborar ativamente entre si e com a OMS, em conformidade com as disposições regulamentadas.

Alguns países, entre eles o Brasil, tem cogitado deixar a OMS neste período, devido a divergências de posições frente a esta crise. Semanas atrás, a organização fez uma recomendação, e depois voltou atrás no seu posicionamento, motivos que fizeram a população, líderes e a comunidade científica questionarem a posição da OMS.

No RSI, a OMS tem responsabilidade de consolidar as informações, implementar medidas, promover a cooperação para a atualização de suas normas e padrões e coordenar as atividades, com o objetivo de garantir a aplicação de medidas para a proteção da saúde pública e o fortalecimento da resposta mundial quanto à propagação de doenças no âmbito internacional.

O RSI estabelece a instituição de um Cadastro de Peritos, por indicação de estados membros e organizações intergovernamentais, que definem, estudam e buscam as melhores medidas a serem adotadas. Para falarmos do papel da OMS neste momento, precisamos também entender qual é o papel da ciência.

É fascinante aquela imagem do cientista de cabelos arrepiados, jaleco branco surrado, vários recipientes com líquido borbulhante e um ar de que tudo é possível. Saibam que isso não é ciência. É fantasia! Sim, cientistas usam jaleco em seus laboratórios e sabem muito, sobre um determinado assunto ou área, mas não são donos da verdade. Cientistas sempre buscam a verdade.

A ciência tem como princípio o querer saber, e para isto, o cientista faz perguntas: Por quê? Como? Quando? Com que frequência? Qual intensidade? Entre outras que irão apresentar diversas respostas que serão postas a prova, mostrando que não é um acontecimento ao acaso. Enfim, na ciência busca-se através das respostas, da observação e da análise do que foi feito, verdades que podem ou não confirmar premissas prévias.

O que você espera da ciência? A cura para a Covid-19?

A ciência te dará a cura, porém, por ser algo muito novo, ela ainda está na fase do “como?” “quando?” “com que frequência?”. Vidas estão sendo perdidas e infelizmente não há como acelerar mais os trabalhos, mesmo que recordes tenham sido batidos nos últimos três meses. Genoma sequenciado, formas de diagnóstico determinadas, mecanismo de infecção descrito, inúmeros grupos de pesquisa trabalhando em novos fármacos, empresas também com o mesmo investimento e por fim, sim, teremos rapidamente uma vacina.

No momento, o principal problema é o imediatismo, o “fakevírus” de redes sociais e o excesso de informações desnecessárias e imprecisas. Neste momento, melhor seria uma ampla campanha informando à população: “parem, protejam-se, estamos trabalhando por vocês, assim que conseguirmos definir o medicamento e produzir a vacina, avisamos o quanto antes, assinado, A Ciência”. Seria manchete nos dois primeiros dias. E depois? As pessoas e a mídia teriam paciência para esperar o trabalho da ciência?

Os últimos acontecimentos sobre a produção científica, OMS e profissionais que seguem e os que não seguem a ciência, deixaram a população com pulgas atrás da orelha. Para alguns, a ciência perdeu a credibilidade. Para outros, a coisa está “enrolada” demais. Isso mostra que as pessoas não aprendem sobre ciência na escola ficando restrita aos que entraram no ensino superior. Por não ser ainda uma realidade para muitos, a grande população não entende como ela funciona.  Se existe um problema, este não é da ciência e sim das pessoas.

A dinâmica científica funciona assim: depois de uma pergunta ou hipótese, iniciam-se os testes e experimentos; depois os resultados devem ser analisados; os cientistas chegam a uma conclusão, publicando uma comunicação científica do seu estudo e resultados em uma revista; a revista apresenta ao mundo o que foi pesquisado; o mundo agora vai analisar e tentar reproduzir; neste momento podem surgir outros cientistas contestando o estudo mostrando que houve falhas ou todos mostram que estão de acordo e que de fato algo novo surgiu.

Publicações são contestadas todos os anos, faz parte esse alto nível de exigência no que é produzido e isso mantem o controle da qualidade de produção científica. Muito foi comentado nos últimos dias sobre a publicação da Lancet e o pedido de desculpas dos cientistas. Só para deixar claro, isso é ciência. Nós cientistas, não torcemos pelo grupo A ou pelo grupo B, queremos neste momento que apresentem algo eficaz para nosso problema, se foi mostrado que houve erro, de forma digna usa-se o “desculpe” e a ciência continua seu trabalho.

O grande público, por não conhecer como funciona, de forma equivocada culpa qualquer coisa, inclusive a ciência. Usa seus smartphones para dispersar informações falsas, inúteis e nada científicas. Seu smartphone é fruto da ciência, lembre-se disso! As pessoas querem algo simples, fácil, eficiente e isso não é obtido pela ciência. Será esse o motivo de tanta desconfiança e bagunça ultimamente?

A OMS usa a ciência para atender seus objetivos, que são melhorar a equidade na saúde, reduzir os riscos, promover estilos de vida e ambientes saudáveis ​​e responder aos determinantes subjacentes da saúde. Tem um papel fundamental neste momento, reunindo informações, colaborando com pesquisas, entre outros feitos para que o mundo possa enfrentar essa pandemia. Ressaltamos que estados membros também estão falhando quando há competição por insumos essenciais, quando não realizam vigilância adequada de seus países, e não fornecem informações de forma transparente. Percebemos que será necessária uma revisão do RSI com a Covid-19.

Este é um momento em que tudo pode virar uma bola de neve, os ignorantes usam a ciência como escudo, as pessoas acreditam nos ignorantes, eles cometem erros e depois cobram da ciência. Já temos problemas demais pela nossa precária educação, se continuarmos apedrejando a ciência injustamente, iremos incentivar cada vez menos futuros jovens a entrar e contribuir. Todos perdem, inclusive a ciência!

 

Autores:

Benisio Ferreira da Silva Filho é doutor em Biotecnologia, coordenador do Curso de Biomedicina do Centro Universitário Internacional Uninter.

Vinícius Bednarczuk de Oliveira é doutor em Ciências Farmacêuticas, coordenador do Curso de Farmácia do Centro Universitário Internacional Uninter.

Ivana Maria Saes Busato é doutora em Odontologia, coordenadora dos Cursos de Tecnologia em Gestão Hospitalar e Gestão de Saúde Pública do Centro Universitário Internacional Uninter.

MAIS INFORMAÇÕES

Justificativa de Bolsonaro para presença de Queiroz em imóvel de advogado surpreende aliados

Comentário foi feito durante Live em uma rede social

POR GERSON CAMAROTTI

Até aliados mais próximos do presidente da República, Jair Bolsonaro, foram surpreendidos pela iniciativa dele de tentar justificar a presença de Fabrício Queiroz em um imóvel de Frederick Wassef, advogado da família Bolsonaro.

Queiroz é ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e foi preso nesta quinta-feira (18) em Atibaia (SP). Ele é suspeito de envolvimento no suposto esquema de “rachadinha” no gabinete do parlamentar quando ele era deputado estadual no Rio de Janeiro

Na noite desta quinta-feira, em uma transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro disse que Queiroz estava no imóvel do advogado por ser perto do hospital em que o ex-assessor fazia tratamento de saúde.

“E por que estava naquela região de São Paulo? Porque é perto do hospital onde faz tratamento de câncer. Então, esse é o quadro. Da minha parte, está encerrado aí o caso Queiroz”, disse Bolsonaro.

Até a fala do presidente, essa explicação não tinha sido dada por nenhum dos envolvidos diretamente no caso: nem pela defesa de Queiroz e nem pelo próprio Wassef, que ficou em silêncio durante toda quinta-feira.

A tentativa de Bolsonaro de explicar o episódio causou estranhamento entre aliados e foi vista como uma fala defensiva.

O grande problema na justificativa de Bolsonaro é que a casa onde Queiroz foi encontrado fica a cerca de 90 quilômetros de distância do hospital onde o ex-assessor foi operado, em São Paulo.

ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

REPRIMENDA

A reprimenda aos colegas -“supremo não é sinônimo de absoluto” – dada pelo Ministro Marco Aurélio de Mello, do STF, nesta quinta-feira (18), evidencia a fragilidade mental do colegiado em relação ao inquérito do fim do mundo.

Os meninos birrentos ouviram o carão calados, mas amuados, naturalmente.

NULIDADE 

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte é de uma inutilidade tão impressionante, que chega a ser comovente.

Pois não é que convidou o secretário da Saúde, quando deveria ter convocado a governadora Fátima Bezerra para explicar o rumoroso caso da “compra” de respiradores a um bando da Bahia, envolvendo desvio de quase cinco milhões de reais.

Essa turma abusa e só abusa, se lixando ao povo.

FALTA

É certo que o Governo do Rio Grande não planejou devidamente as ações de combate aos efeitos da covid-19.

O completo descontrole verificado no estado não tem nada parecido, em nenhum outro canto do país.

Sem dúvida, os quatro milhões e novecentos mil reais que a professora Fátima Bezerra cedeu a um grupo organizado de bandidos estão fazendo a diferença em desfavor do povo potiguar.

Falando nisso, cadê o elevado Ministério Público?

 

ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

RITMO 

Vou ter de diminuir o ritmo de escrever. Depois de 50 anos de movimentos repetitivos, médico recomenda moderação.

Faz cerca de dez anos que travo luta contra artrose que, praticamente, degenerou as munhecas e enrijeceu quase todos os dedos, principalmente, os indicadores e os médios.

Mas não estou zangado. Apenas desavindo, porém resignado.

SORTE

A sorte é que ainda há tempo para cada um se colocar em seu quadrado. E neste momento, deve haver bombeiros atuando a evitar um fogaréu.

A democracia é clara quando diz que os poderes são independentes.

Portanto, qualquer intromissão indevida fere a ordem legal.

Se querem tirar Jair Bolsonaro do cargo, aguardem chegar o ano de 2022, a não ser que cometa algum ato desairoso ao exercício da presidência da República.

Fora disso, constitui tendência a igualar o Brasil à Venezuela e a outras tiranias da espécie.

Juízo, gente! Porque a pior das soluções seria a intervenção do braço armado, pela desproporcionalidade, mas a possibilidade existe, simplesmente, por não ser corpo estranho, nem inerte.

CARA

O Supremo Tribunal Federal, parte do Legislativo e setores da imprensa queriam derrubar o presidente da República com base em factoides, o que seria um completo absurdo, pela agressão grave ao estado democrático de direito.

Quebraram a cara.

ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

GALEGÃO

A imprensa brasileira está tão parecida com a norte-americana, que fica difícil saber-se qual é a original.

Nas últimas horas, o galegão Donald Trump tem levado mais pancada do que o tabaco do meu vô Joca Pequeno, para virar rapé.

BRIGA

Para que a esquerda de Lula e a direita de Bolsonaro estejam na disputa presidencial de 2022, basta que continuem brigando, nas redes sociais.

A influência da mídia tradicional, na próxima eleição presidencial, será igual a zero ou ficará perto de zero.

Daí, o desespero da imprensa com a esquizofrenia de fake news, tentando desmerecer as plataformas virtuais, por saber que o fim dos clássicos órgãos de comunicação é iminente, caso não se reinventem radicalmente.

CNN

A CNN Brasil, se insistir na prática de remoer os mesmos assuntos, indefinidamente, com certeza, não irá emplacar.

Coisa que dá para mastigar em 30 minutos, no máximo, leva três horas ruminando-a.

Chega a ser irritante. É enervante.