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Henrique se pronuncia sobre rompimento anunciado pelo primo Garibaldi: “Só gratidão e respeito a Garibaldi. Sabemos o que vivemos juntos”

Henrique Eduardo Alves se pronuncia sobre o rompimento anunciado pelo primo Garibaldi Filho

O ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves se pronunciou sobre o rompimento anunciado pelo primo Garibaldi Filho na manhã desta segunda-feira (03).

Através de nota oficial, Henrique externou sua posição.

Eis a nota. Na íntegra:

Diz o ditado popular; “quando um não quer, dois não brigam”.

Por isso não esperem de mim uma resposta sequer agressiva em relação ao primo, amigo, companheiro de MDB de 51 anos.

Só gratidão e respeito a Garibaldi. Sabemos o que vivemos juntos!

Surpreso, sim.

Até porque nos falamos no meu aniversário em dezembro, Natal e Ano Novo quando nos desejamos fraternalmente boas festas e felicidades.

A vida e suas circunstâncias…

Realizei a vida política, partidária e pública na escola de meu pai.

Até no se levantar, no resistir às injustiças e vencê-las.

Assim, a bandeira verde, da esperança, sempre a tremular nas minhas mãos sob o julgamento do povo do Rio Grande do Norte, que me deu 11 mandatos de deputado federal.

Hoje não é diferente.

O carinho , o abraço e emoção no reencontro são alegrias que me fortalecem e estimulam na luta que sempre continua.

Sem ódio e sem medo. Como Aluízio, meu pai, nos ensinou desde 1970.

Em tempo, a única campanha que não pude ajudar a Garibaldi foi a última de 2018, quando ainda sofria absurdas limitações de brutal injustiça. O RN também sabe disso.

 

Aliados temem esvaziamento de Bolsonaro com polarização precoce entre Lula e Moro

Opinião

POR GERSON CAMAROTTI 

Do G1

Camarotti sobre PEC dos Precatórios: ‘Impasse está estabelecido’

Interlocutores políticos do presidente Jair Bolsonaro já demonstram preocupação com a polarização precoce entre o ex-juiz Sergio Moro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a Lava Jato muito antes do período eleitoral.

O temor de aliados próximos do presidente é de que esse debate antecipado entre Lula e Moro possa esvaziar o próprio Bolsonaro na corrida sucessória.

Nesta terça-feira (7), o pedido do Ministério Público Federal pelo arquivamento do processo contra Lula no caso triplex, sob o argumento de prescrição, trouxe um embate direto entre Moro e o ex-presidente.

Numa conversa recente, Moro disse que sua presença na eleição do próximo ano também teria o papel de defender o legado da Lava Jato, que passaria a sofrer ataques não só de Lula, mas também de Bolsonaro.

Até aqui, toda a estratégia de Bolsonaro era estabelecer o confronto direto com Lula. E com essa polarização, impedir o crescimento da chamada terceira via.

Mas numa “live” recente, o presidente passou a atacar Moro e disse que as trocas de mensagens entre o ex-juiz e procuradores da Lava Jato eram “vergonhosas”. Em entrevista à “Rádio O Povo CBN”, do Ceará, Moro disse que as pessoas sabem “quem é quem”.

ARTIGO: SÉRGIO MORO

SONHOS OU PESADELOS

Por Sergio Moro
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“Não podemos nos conformar com o pesadelo do passado que nos ronda e insiste em voltar. É impossível nos esquecermos das propinas, do assalto à Petrobras, do mensalão…” Leia a íntegra do meu artigo na

Presença de Moro em 22 pautará combate à corrupção e excessos

.OPINIÃO
POR GUILHERME AMADO
O candidato à presidência Sergio Moro concede coletiva no Senado Federal para apoiar o posicionamento do Podemos a favor dos programas de transferência de renda
candidatura de Sergio Moro pautará o tema do combate à corrupção na eleição de 2022, bem como os erros que foram cometidos em nome dele. Até a chegada de Moro, nenhuma campanha que havia se apresentado demonstrara predisposição de debater o tema.

Quando perguntado, o PT diz que essa não é uma aspiração do brasileiro — de fato, não é da maioria. Bolsonaro limita-se a dizer que lidera um governo limpo, por mais que os fatos apontem o contrário e ele tenha sido fundamental para o desmonte em curso do sistema de combate à corrupção. Moro agora chega com propostas nessa área e algo para mostrar. E é aí que começa a discussão.

Neste Diagnóstico, quadro da coluna com análises em vídeo, lembro que a Vaza Jato, conjunto de reportagens publicadas pelo Intercept Brasil e outros veículos com diálogos entre o então juiz e procuradores da Lava Jato, será ressuscitada ao longo da campanha como uma (grande) mancha no currículo de Moro. Sempre que falar em combater a corrupção, Moro será instado a responder sobre sua suspeição em relação a Lula e ao PT.

Por isso, o combate à corrupção é ao mesmo tempo um ativo e uma armadilha para o ex-juiz, o que fará com que Moro não o torne o principal argumento de sua campanha. Segundo um importante aliado, Moro vai focar mais no combate à fome, que as pesquisas indicam serem o tema de maior preocupação hoje da população.

DE SABOYA

DO TWITTER

POR CRISTIAN DE SABOYA 

Eu nunca serei um fio condutor da maldade.

Eu nunca divulgarei a dor do outro.

Fofocas não me cabem, latejos só me chegam quando existe a real necessidade deu sanar.

A vida gira.

E Deus está atento aos nossos atos – a todo instante.

África 🖤

A paixão do mercado por Moro

Opinião

POR DIOGO MAINARDI 

O Antagonista

A paixão do mercado por Moro

“Faria Lima está apaixonada por Moro”, diz Lauro Jardim, em O Globo.

O mercado financeiro vai se apaixonar por qualquer um que demonstre ser capaz de derrotar Lula e Jair Bolsonaro, ainda mais se ele tiver Affonso Celso Pastore como conselheiro.

economia não tem a menor chance de resistir a mais quatro anos com um desqualificado no Palácio do Planalto. O pessoal da Faria Lima, que sabe o que faz, deveria investir tempo e dinheiro para chutar o ex-presidiário e o futuro presidiário, unindo a candidatura da Terceira Via.

(RE)TWITANDO

OPINÃO

Julian Lemos Deputado Federal
@JulianLemosopb1

Quando Moro

atingir os 20% não ficará um, vai pular todo mundo desse Titanic. Eles já sabem, e o desespero já toma conta. Até Bolsonaro já deixou o Bolsonarismo, quanto mais os que só estão lá por vantagens e ilicitudes. Ao lado dele, não tem amor, só interesses.

Santos Cruz na sigla de Moro ameaça arruinar imagem “militar” de Bolsonaro

O general Carlos Alberto Santos Cruz se filiou hoje ao Podemos

POR THAÍS OYAMA

Uol.com.br

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A entrada do militar no partido do ex-juiz Sergio Moro, hoje rival político de Jair Bolsonaro, representa para o ex-capitão uma simbologia e uma ameaça.

Santos Cruz é o único general brasileiro que foi à guerra. Em 2013, ele liderou no Congo a primeira missão da história da ONU de caráter ofensivo (com licença para matar). Comandou 22 mil capacetes azuis numa experiência que mudou os parâmetros de ação da organização e resultou num manual batizado com seu nome, o “Santos Cruz Report”.

Em 2019, o militar resolveu emprestar suas estrelas ao nascente governo Bolsonaro. Quatro outros generais da reserva fizeram o mesmo: Augusto Heleno, Fernando Azevedo e Silva, Eduardo Villas Bôas e o vice-presidente, Hamilton Mourão.

À exceção de Heleno, todos os demais ou deixaram o governo ou se distanciaram de Bolsonaro, num processo que refletiu a degradação da relação do presidente com os militares em geral, sobretudo os do Exército.

Agora, a ida de Santos Cruz para o partido de Moro simboliza algo mais que o esfriamento da relação entre Bolsonaro e as Forças Armadas: significa a passagem de um general respeitado e influente para a trincheira oposta à do ex-capitão. E o general entra em campo disposto a abrir fogo.

Em conversa com esta coluna, Santos Cruz, habitualmente discreto, não poupou munição contra Bolsonaro, que, segundo ele, “não possui nenhuma característica militar, como o respeito à hierarquia, disciplina e lealdade”; projetou uma fotografia “grotesca” do Brasil no exterior; “fez tudo para desmoralizar a direita” e causou “um prejuízo incalculável para a imagem das Forças Armadas”.

Bolsonaro e seus “super heróis do Whatsapp”, afirmou Santos Cruz, apenas fingem ser patriotas. “Patriota são os que unem o país, não esse bando de loucos”.

O militar ainda irá decidir se disputará uma vaga na Câmara ou no Senado. É certo, porém, que discursará com gosto nos comícios de Moro.

Será uma das primeiras vezes que um general falará num palanque o que há muito a categoria diz de Bolsonaro na surdina — e isso inclui aliados tão próximos do presidente quanto o general Heleno.

Em agosto de 2018, num encontro que reuniu o então candidato Jair Bolsonaro e uma dúzia de empresários pesos-pesado de São Paulo na casa do ex-secretário de governo Fabio Wajngarten, o general Heleno foi flagrado por um dos presentes no momento em que, comentando com um interlocutor desconhecido a performance do ex-capitão junto à plateia, disse dele coisas pouco lisonjeiras, entre as quais a de que era “muito despreparado”. A conversa, que Heleno não percebeu estar sendo gravada e filmada por celular, chegou ao presidente, que na época decidiu relevá-la.

A filiação de Santos Cruz ao Podemos é para Bolsonaro um marco simbólico e mal-vindo. Mas representa para o ex-capitão também uma ameaça: a de se ver despido das credenciais militares que nunca teve, só que agora em público.

 

“Minhas esperanças renasceram quando ouvi o plá do Moro”

Lucas Mendes comentou para O Antagonista o discurso de Sergio Moro e se ofereceu como voluntário na campanha presidencial

POR LUCAS MENDES 

O ANTAGONISTA

“Minhas esperanças renasceram quando ouvi o plá do Moro”

Lucas Mendes enviou para o site o seguinte comentário sobre o discurso de Sergio Moro:

Neste cenário americano, sem Trump, mas infestado de trumpistas no horizonte, e no brasileiro, infestado de lulistas e bolsonaristas, eu tinha perdido minha fé nos dois países, e não saí para Portugal porque curto minha família. Minhas esperanças renasceram quando ouvi o plá do Moro. Onde este cara aprendeu a falar em público com carisma e eloquência? Acho que fez um curso escondido aqui, mas isto não importa. Aprendeu a colocar o raio na garrafa, vai arrastar multidões, inclusive esta manhatazana, que será voluntária na campanha dele. Carrego a maleta, distribuo panfletos e canto em coreto. Sem acabar com a corrupção o Brasil nunca vai acabar com a miséria.

O bom senso antissistema

Firme sem ser agressivo, o ex-juiz enviou recados a rivais e transformou seus pontos fracos em ativo político, seguindo o manual do marketing político

POR CLÁUDIO DANTAS 

O Antagonista 

O bom senso antissistema

Sergio Moro surpreendeu positivamente em seu primeiro discurso público como pré-candidato. Sim, ele já está em campanha para a Presidência da República, não para o Senado como querem tucanos e bolsonaristas — os petistas querem vê-lo preso, a propósito. Exceto por alguns ajustes sugeridos pela esposa Rosângela e assessores mais próximos, foi o próprio Moro quem escreveu o texto, lido no ato de filiação ao Podemos.

A cerimônia em si deixou a desejar, com erros técnicos e falhas de cerimonial, confirmando minha impressão sobre a falta de estrutura da legenda para levar uma campanha presidencial até o fim. Mas há tempo para ajustes.

Demonstrando firmeza, sem ser agressivo, o ex-juiz enviou recados a todos os rivais e transformou seus pontos fracos em ativo político, seguindo o manual do marketing político.

“Não tenho uma carreira política e não sou treinado em discursos políticos (…) o Brasil não precisa de líderes que tenham voz bonita. O Brasil precisa de líderes que ouçam a voz do povo brasileiro”, disse, logo no início.

Como reza a cartilha eleitoral, especialmente em tempos de mídias sociais e informação descentralizada, Moro aposta na autenticidade e reforça a impressão de que não será um candidato domável. Não vestirá, portanto, o figurino “paz e amor” para ser aceito no debate.