Category Archives: Artigos

J. R. GUZZO: O ERRO DO PAPA AO ABENÇOAR UM CRIMINOSO

(RE)TWITTANDO

jrguzzo
@jrguzzofatos
Está havendo um equívoco por parte do Papa Francisco a respeito de sua própria relevância. Ele supõe que o mundo continua a concordar com cada silaba que diz— ao abençoar Lula, acha que está lhe dando uma certidão de inocência. Não está. Só a população brasileira pode fazer isso.

ESPAÇO DO GIVVA; NÚMEROS NOVOS

“PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL TOMAR A LIDERANÇA DA DOUTORA”

POR GIVANILDO SILVA

NÚMEROS 

Números novos, já de fevereiro, mas sem novidade.

Tomar a liderança da doutora é praticamente impossível, mesmo que tivesse um returno.

PERGUNTINHA

Neste exato momento, a partir dos levantamentos de fevereiro, cabe à oposição formular a si própria a seguinte pergunta:

O que eu fiz comigo? Na verdade, o que ficou de mim?

 

PARECE QUE FÁTIMA BEZERRA COMEÇA A GOVERNADORA E COMEÇA ATINGINDO

GOVERNO FAVORECE APENAS QUEM GANHA MAIS

Resultado de imagem para Fátima Bezerra

A governadora Fátima Bezerra (PT), parece que vai começar a governar – ou seria (des) governar?!

E, começa atingindo os servidores públicos estaduais de menores salários.

Sim, nesta quinta-feira, por meio de sua assessoria de comunicação e da notícia remunerada (em forma de opinião), propaga que baixou o teto da alíquota na proposta de reforma da Previdência, como se fosse um benefício aos servidores públicos.

Todavia, Fátima Bezerra não disse, e aí a propaganda oficial não tem compromisso com a verdade, que a redução atendeu a elite do funcionalismo público estadual.

Nas negociações com a equipe econômica do governo, sentarem apenas dirigentes de associações de juízes, promotores, delegados da Polícia Civil, auditores fiscais.

E, são estas categorias que recebem os maiores salários no Estado.

São essas categorias, que comandam o ritmo do governo.

Fátima Bezerra começa de forma equivocada.

 

CÂMARA JÁ CUMPRE RECOMENDAÇÃO DO MP SOBRE PUBLICIDADE

PODER LEGISLATIVO SE PRONUNCIA

A Câmara Municipal de Mossoró emitiu nota oficial, descartando uso de material publicitário, por parte dos vereadores, custeado com verba pública.

Confira a nota:

NOTA À IMPRENSA

Em razão do respeito da Câmara Municipal de Mossoró à impessoalidade na administração pública, os vereadores não utilizam material publicitário, custeado com verba pública, para promoção pessoal, sem o devido caráter institucional e de utilidade pública da ação parlamentar.

Inclusive, os vereadores de Mossoró, ao contrário de quase todas as Casas Legislativas do Brasil, não dispõem de verba indenizatória para divulgação das atividades legislativas há quase quatro anos, por decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN), acatada em 2016.

Tal situação leva, em alguns casos, vereadores a custear divulgação da ação parlamentar, com os próprios salários.

A Câmara Municipal de Mossoró, portanto, já cumpre a recomendação da 7ª Promotoria de Justiça de Mossoró, de que os vereadores devem se abster de utilizar fotografias pessoais, nomes, cores, símbolos ou imagens que configurem promoção pessoal, sem o devido caráter legal.

Câmara Municipal de Mossoró
Palácio Rodolfo Fernandes

EM DEFESA DE MOSSORÓ

SOBRE EXEMPLOS

POR ZAIDEM HERONILDES 

Todos os dias estarei aqui para defender a cidade querida e amada de Mossoró. Aqui passei minha infância e minha adolescência. Fiz-me empresário sem descuidar dos meus estudos instigados por Deus e por um homem chamado Francisco Heronildes da Silva cognominado de Nías. Que sendo um empresário bem sucedido não deixava dizer aos filhos vão estudar. Mesmo tendo muita coisa ele dizia como um recado porque se for dividir pelos números de filhos o que tenho não dar um carroço de café para cada um. Eu via 500 sacas de café e diante dessa exemplo: Cá com os meus pensamentos este homem tem razão. Um dia ele chegou para mim e disse: Você vai tomar conta dessa Fábrica de Mosaicos. Quem tinha Fábrica de Mosaicos era o prefeito de Mossoró chamado Joaquim Felício de Moura. Entrei lá no dia 17 de fevereiro de 1964 novinho. Ele acreditava em mim Desmanchei a viagem para o Rio de Janeiro e fui trabalhar sem descuidar dos estudos. A frase dele tinha ferando a minha mente. Deus me dizia estudo. estudo. Não podia sair de Mossoró direito era o que eu queria não tinha essa faculdade em Mossoró. Fiz história estarei passei no vestibular. Redação: ” Todo Trabalho Dignifica o Homem. Uern pequena eu estudava e ensinava. Fui trabalhando estudo cresci a firma. os ricos de Mossoró andavam de bicicleta eu de carro. Era um estudante rico.Fiz-me Juiz Classista ganhava bem. Ensinando na Uern. e cheguei a ser professor titular das disciplinas: História moderna e contemporânea. Lá me aposentei como professor titular e como juiz classista. Me formei em direito estudando, estudando. Advoguei ganhei dinheiro. Criei meus quatro filhos hoje advogados. Pai morre. Renunciei a herança em nome de meus irmãos. Eles não puderam melhorar o que receberam dos país. Hoje digo aos meus filhos. Em francês eu digo a eles hoje: Feci quod Potui, Faciant Meliora Potentes. Fiz o Que Pude Quem Quiser Que Faça Melhor.Essa lição eu recebi de meu pai Fracisco Heronildes da Silva. 

MUITO BOM PARA O RIO GRANDE DO NORTE

ROGÉRIO MARINHO MINISTRO

POR CÉSAR SANTOS 

De Fato 

A nomeação de Rogério Marinho (PSDB) para o primeiro escalão do ministério do presidente Jair Bolsonaro não surpreende. Talvez a novidade tenha sido a pasta do Desenvolvimento Regional. Mas, todos sabiam que a qualquer momento o ex-deputado federal potiguar escalaria a rampa da Esplanada dos Ministérios.

Marinho ganhou força em Brasília quando foi escalado para ser o relator da reforma trabalhista. Realizou um trabalho consistente em defesa da modernização das leis trabalhistas. Ele cumpria o terceiro mandato na Câmara, onde conheceu e ganhou a simpatia de Jair Bolsonaro, também deputado naquele momento.

A reforma trabalhista deu a Rogério Marinho o estandarte do movimento reformista, apoiado pelo PIB brasileiro e acolhido no projeto econômico do governo Bolsonaro, conduzido pelo ministro Paulo Guedes. O prestígio de Marinho ganhou ainda mais força como um dos principais articuladores da reforma da Previdência, aprovada em 2019, já na condição de secretário especial da Previdência e do Trabalho do Ministério da Economia.

Vale lembrar que a relatoria da reforma trabalhista derrotou Marinho nas eleições de 2018. Ele foi rejeitado nas urnas pelo eleitor potiguar, interrompendo, dessa forma, três mandatos consecutivos na Câmara — entre 2007 e 2018. Políticos de esquerda, adversários da reforma trabalhista, vibraram e anunciaram o seu fim na vida pública. Não observaram, porém, que Rogério sacrificou a sua reeleição, mas estava convicto de que alçaria voo maior com a sua colaboração no processo de modernização das relações do trabalho no País.

Foi preciso ter coragem. Ele teve. Outros parlamentares do RN correram léguas da reforma trabalhista, se posicionando contra para não perder votos, sem levar em conta a importância de preparar o País para o futuro. Esses políticos, os que ficaram contra a reforma, se elegeram em 2018, mas a história vai contar que eles não acrescentaram absolutamente nada ao Brasil.

Agora,  Marinho está assumindo a pasta que comanda programas importantes do Governo Federal como o Minha Casa, Minha Vida, habitação popular, infraestrutura urbana e de segurança hídrica. Está muito mais forte do que era, sendo visto em Brasília como um dos auxiliares mais influentes do presidente Bolsonaro.

E, como tudo na vida o mundo dá voltas, o momento de Rogério Marinho reluz essa máxima popular. Exemplo: O Governo do Estado do RN, capitaneado por aqueles que “satanizaram” Marinho por conta da reforma trabalhista, agora terá que bater à porta do novo ministro do Desenvolvimento Regional para pedir a liberação de recursos para habitação popular, obras de recursos hídricos e infraestrutura urbana.

A governadora Fátima Bezerra (PT) já pode pedir a primeira audiência. O ministro Rogério Marinho é do RN e do Brasil.

ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

AJUDINHA 

A doutora Rosalba Ciarlini já pode comprar o costume para a quinta posse, no comando da Prefeitura de Mossoró.

Levando-se em conta o comportamento inconsequente da oposição e que, pelo visto, tende a permanecer carente de lógica e de reflexão, tamanhos são os absurdos que comete, sucessivamente.

DESESPERO

Desespero é sofrimento moral extremo. Misto de aflição, angústia, descontrole e tormento. Quase sempre, ligado à sensação de perda.

ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

REFLEXÃO 

Qual de vós, por mais que se preocupe, pode acescentar algum tempo à jornada da sua vida?

MATEUS 6:27

RN 2222

O nome é ROGÉRIO MARINHO.

No Rio Grande do Norte, 2022 já começa a correr paralelamente, sob os auspícios do capitão Bolsonaro.

REALIDADE

Compreendam-se os incautos, pois assim sendo, não há necessidade de perdoá-los.

No Rio Grande do Norte, o que existe, de bom e de ruim, foi trazido pelas oligarquias.

Aliás, quem não faz parte delas, nesse estado? Quem não é Bezerra, Mota, Faria, Maia, Marinho, Rosado ou Alves?

 

ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

FANTASIA

Por que o coração é constantemente romanceado, quando, na verdade, o comando e/ou o descontrole dos sentimentos são unicamente do cérebro?

“DE CORAÇÃO, eu só queria que você fosse feliz
Que outro consiga ter fazer o que eu não fiz
Que você tenha tudo aquilo que sonhou
Mas vá embora antes que que a dor machuque mais meu…”

QUEM NUNCA?

Compreendam-se os incautos, pois assim sendo, não há necessidade de perdoá-los.

No Rio Grande do Norte, o que existe, de bom e de ruim, foi trazido pelas oligarquias.

Aliás, quem não faz parte delas, nesse estado? Quem não é Bezerra, Mota, Faria, Maia, Marinho, Rosado ou Alves?

NÃO AMARGURE-SE

Não amargure-se, não seja severo consigo, de si para si mesmo, por achar que deveria ter feito mais.

Porque o possível, em cada ente, introduz grau superlativo. E nada mais.

 

Na fritura de Moro, Bolsonaro se une a amigo dos filhos e secretário do PT

Presidente trabalha na tentativa de enfraquecer o ministro da Justiça

POR JOSIAS DE SOUZA

Jair Bolsonaro esforçou-se para terceirizar a secretários de Segurança dos Estados a articulação que devolveu Sergio Moro à frigideira. Fracassou. As digitais do Planalto estão impressas na manobra que ressuscitou a ideia de desmembrar a pasta da Justiça, retirando de Moro a área da Segurança Pública. Atento à movimentação, o ex-juiz da Lava Jato nunca esteve tão próximo da porta de saída do governo.

O epicentro da ação anti-Moro foi um gabinete do Planalto. Com a anuência do chefe, o ministro palaciano Jorge Oliveira (Secretário-Geral da Presidência) negociou o encontro dos secretários estaduais com Bolsonaro, sem a presença de Moro. Providenciou para que o teatro fosse ensaiado previamente numa conversa do presidente com o secretário de Segurança do Distrito Federal, Anderson Gustavo Torres.

Delegado federal de carreira, Anderson Torres é amigo de Flávio e Eduardo Bolsonaro, os filhos Zero Um e Zero Três do presidente da República. Utilizou como barriga de aluguel da proposta de cisão da pasta de Moro o Consesp, Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública. Sob o patrocínio do governador de Brasília, Ibaneis Rocha (MDB), o grupo reuniu-se na Capital, na quarta-feira.

O desejo de Bolsonaro de desgastar Moro é tão intenso que ele deu de ombros para o fato de que o Consesp é presidido por Maurício Teles Barbosa, um personagem vinculado ao petismo. Trata-se de outro delegado federal. Comanda a Secretaria de Segurança do governo petista da Bahia.

Nomeado pelo ex-governador Jaques Wagner, amigo de Lula, Maurício Barbosa foi mantido no posto pelo atual governador baiano, o também petista Rui Costa. Na gestão de Dilma Rousseff, esteve na bica de ser nomeado secretário Nacional de Segurança da pasta da Justiça, comandada à época por José Eduardo Cardozo.

Até bem pouco Bolsonaro tratava aliados de Lula na base do pontapé. Em julho do ano passado, foi flagrado despejando nos ouvidos do ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) um cochicho que escancarou sua visão sobre o pedaço do mapa do Nordeste que é governado por petistas e aliados do PT.

“Desses governadores de Paraíba, o pior é o do Maranhão”, balbuciou Bolsonaro, num lapso captado pelas câmeras da empresa oficial de comunicação, durante café da manhã oferecido a correspondentes estrangeiros. Referia-se ao governador maranhense Flávio Dino (PCdoB).

Comum no Rio de Janeiro, onde todo nordestino é um “paraíba”, a metonímia pingou dos lábios de Bolsonaro acompanhada de um complemento: “Tem que ter nada pra esse cara”. Foi contra esse pano de fundo que o capitão deu cartaz ao secretário petista. Não bastasse o vínculo com os arquirrivais, Maurício Barbosa defende proposta que provoca arrepios no inquilino do Planalto: a legalização da maconha.

Na fase de ensaio, Anderson Torres, o amigo do Zero Um e do Zero Três, combinou com o ministro Jorge Oliveira e com o próprio Bolsonaro, que os secretários de Defesa formalizariam um pedido de recriação da pasta da Segurança Pública, nos moldes em que funcionava sob Michel Temer.

Dos 27 secretários estaduais de segurança, 20 estavam em Brasília na quarta-feira. Muitos estão irritados com o fato de Sergio Moro se autoatribuir méritos pela queda de cerca de 22% no número de homicídios em todo país. Avaliam que o feito é dos Estados, não de Brasília.

A despeito do mal-estar, a cisão da pasta de Moro não estava entre as prioridades da reunião do Consesp. Os secretários reivindicavam verbas federais, bloqueio de celulares nos presídios e isenção de IPI na aquisição de equipamentos para as polícias. O que não impediu que o documento urdido no Planalto fosse providenciado.

Redigido em papel timbrado do Colégio Nacional de Secretários de Segurança Pública, o texto ocupa duas folhas. Trata apenas da recriação da pasta da Segurança Pública. Nem sinal das outras reivindicações. Traz a assinatura do presidente da entidade, Maurício Barbosa, o secretário da Bahia. Estampa também as rubricas de outros 12 secretários. Ou seja: de duas dezenas de presentes, apenas 13 firmaram o documento.

Datado de quarta-feira (22/01), o texto foi formalmente protocolado no Planalto. Em condições normais, deveria ter sido entregue na Casa Civil. Mas quem assina o protocolo de recebimento é o ministro Jorge Oliveira. Curiosamente, ele imprimiu sobre sua assinatura um carimbo que usava na função que ocupava antes de ser nomeado ministro: subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil.

Quem lê o documento fica com a impressão de que Sergio Moro trata a segurança com descaso: “O colégio manifesta o entendimento de que a criação de uma pasta dedicada exclusivamente à Segurança Pública revela-se medida de grande acerto, pois dará ao tema a importância que merece, colocando-o ao lado de outros temas igualmente importantes, como a saúde e educação.”

O texto enaltece realizações da gestão de Michel Temer, quando Justiça e segurança eram pastas separadas: “Experiências recentes mostraram que quando a segurança pública recebeu a atenção devida nas mais elevadas instâncias políticas, resultados estruturantes foram alcançados, a exemplo da criação de uma política e um plano nacional de segurança pública, ou mesmo com a criação de Sistema Único de Segurança Pública, com suas formas de financiamento”.

Nesta quinta-feira (23/01), antes de embarcar para uma viagem à Índia. Bolsonaro repetiu o que dissera na reunião da véspera, transmitida pelas redes sociais: cogita a sério recriar a pasta da Segurança. Fez dois acréscimos: 1) Confirmando-se a mudança, Moro ficará com o Ministério da Justiça, sem a Polícia Federal. 2) Sabe que o ministro será “contra” o desmembramento.