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CONTRA O POPULISMO

ARTIGO

POR SÉRGIO MORO

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QUE PAÍS É ESTE?

BRASIL!

VERGONHA (com imagens) | Imagens de carros antigos, Emojis novos ...

Vergonhoso, inescrupuloso, desonroso?

Ou que outro termo podemos utilizar, para definir a casta que comanda o Brasil?

Hoje, enquanto o País contabiliza mais de 32 mil mortes pela COVID-19, os ilustres dirigentes do TSE ordenam que os partidos políticos preparem e realizem suas convenções.

Não estivessem, estes senhores, em uma bolha, eles já teriam cancelado o processo eleitoral programado para 2020.

Seria uma homenagem minima aos que já foram vitimados pelo coronavírus, aos contaminados e seus familiares.

Que País É Este?

 

Moro: “O populismo, com lampejos autoritários, está escancarado”

Sergio Moro atacou o populismo bolsonarista.

Ele publicou em O Globo:

“Os órgãos do Estado têm sua atuação regrada pela lei e por finalidade atender o bem-estar comum, e não cumprir os caprichos e arbítrios do governante do momento.

Políticos populistas tendem a ignorar tal distinção.

Não é o caso de falar em totalitarismo ou mesmo em ditadura, no presente momento, mas o populismo, com lampejos autoritários, está escancarado (…).

O quadro é muito ruim. Mas quero deixar claro: o populismo é negativo por si mesmo, seja de direita, seja de esquerda. Manipular a opinião pública, estimulando ódio e divisão entre a população é péssimo. Temos mais coisas em comum do que divergências. Democracia é tolerância e entendimento.”

O BRASIL REAL NÃO SE CONFUNDE COM EXTREMISTAS NA RUA

OPINIÃO

POR JOSIAS DE SOUSA

O Brasil real, que ainda preza a sensatez, não está representado nas manifestações de rua mais recentes. Esse pedaço do país sabe que convive com uma pandemia incompatível com aglomerações.

Se vivêssemos um país lógico, nenhuma manifestação deveria ocorrer. Mas elas se repetem há sete finais de semana, com a participação do presidente da República. A novidade do último domingo foi o surgimento de um contraponto.

Os apoiadores extremistas de Jair Bolsonaro, muitos deles defensores do fechamento do Congresso e do Supremo, ganharam a companhia das extremadas torcidas organizadas de times de futebol, que têm entre os seus membros muitos apologistas da violência.

O resultado era previsível. Houve confusão na Avenida Paulista. A polícia interveio com uma chuva de bombas de gás. E o Brasil forneceu a si mesmo e ao mundo as imagens da sua insensatez.

No momento, o país precisa de saúde, estabilidade, emprego e probidade. Nada disso se obtém com desavenças de rua, mas com muito trabalho. Ao priorizar a raiva num instante em que deveria pacificar o país e coordenar a busca de solução para os problemas reais, Bolsonaro corre o risco de estimular nas pessoas a crença de que o presidente não está à altura dos desafios. Se essa crença se consolida, o Brasil que está em casa pode sair às ruas.

Nessa hipótese, Bolsonaro talvez verifique que a ebulição não interessa a ninguém, muito menos ao seu governo. O brasileiro já se mobilizou por muitas causas justas. E obteve sucesso.

Quando roncou pelas eleições diretas, o asfalto derrubou um regime. Depois, colocou para correr dois presidentes da República. Avalizou o esforço anticorrupção da Lava Jato, abrindo as portas da cadeia para a oligarquia política e empresarial corrupta.

Esse ambiente favoreceu a eleição de Bolsonaro. Mas se o presidente não aproveita a oportunidade que recebeu da história, as ruas podem se convencer de que precisam reivindicar alternativas.

Fonte: UOL

ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

Antes da pandemia, mascarado era palavra pejorativa, depreciativa.

Agora, somos todos marcados, com fé em Deus.

BANHO 

Minha conta de água caiu, extraordinariamente, de fevereiro para cá.

Todo santo dia, quase, tomo banho de chuva, como acontece, neste início da tarde da segunda feira (1).

A natureza é uma mãezona, porque, apesar de ser massacrada pelos filhos seus, não larga a generosidade, a imensa bondade, de quem ama incondicionalmente.

COMPASSO

Tem determinados “cidadãos” que costumam medir outros cidadãos, usando a própria régua.

Talvez, coitados, porque não saibam que inexiste lombo à prova de fogo.

 

Todos os caminhos levam ao TSE

OPINIÃO

POR HÉLIO GUROVITZ

“Todos os elementos do tabuleiro e todas as jogadas em Brasília apontam para a impugnação da chapa vitoriosa em 2018 pelo TSE”, diz Helio Gurovitz.

“O caminho do TSE é incerto, mas é o único que explica a atitude de todos os atores em Brasília.

Explica por que Moro pulou fora do governo e saiu atirando para o outro lado.

Explica por que Alexandre mirou nos empresários para coletar provas no Inquérito das Fake News.

Explica a própria existência desse inquérito, que garante ao STF uma estrutura de investigação e coleta de provas independente.

Explica por que Mourão, também ameaçado pelo processo, e os demais militares do governo cerraram fileiras em torno de Bolsonaro.

Explica por que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, até agora deu de ombros aos pedidos de impeachment – e foi até conversar com Bolsonaro (ambos têm interesse nas ações da PF no Rio de Janeiro).”

“Bolsonaro caminha para a inviabilidade”

OPINIÃO

POR MARCOS NOBRE 

O Estadão

Jair Bolsonaro “caminha para a inviabilidade”, diz Marcos Nobre, em entrevista ao Estadão.

“Desde o início do governo Bolsonaro, houve uma divisão do eleitorado em três terços: um terço de aprovação, um terço de rejeição e um terço que nem aprova nem rejeita. Isso levava a uma lógica que imobilizava a política brasileira, porque nenhum dos terços conversava com outro. Cada terço só fazia esforço para fidelizar seu próprio terço. Isso era algo que estava levando Bolsonaro à reeleição porque ele vive também da divisão do campo democrático. As pesquisas mostram que foi rompida essa lógica, porque houve um aumento da rejeição a Bolsonaro e uma diminuição da parcela que não o aprova nem o rejeita. Acho que isso é uma tendência e que o apoio a Bolsonaro tende a se reduzir ao núcleo mais fanático. Ele é um presidente que caminha para a inviabilidade. O governo de guerra está servindo para ele ganhar tempo, em cima de uma pilha de cadáveres, para negociar com o Centrão na Câmara para que não seja aberto um processo de impeachment.”

“Como resistir ao golpe de Estado”

OPINIÃO

POR FERNANDO GABEIRA 

“As Forças Armadas não só encamparam a política da morte de Bolsonaro”, diz Fernando Gabeira. “Elas tiraram de centro da cena o Ibama e outros organismos que fazem cumprir nossa legislação ambiental, conquistada ao longo de anos de democracia.

O governo brasileiro vai se tornar uma grande ameaça ambiental e biológica simultaneamente. Lutar contra ele em todos os cantos do planeta é uma luta pela vida, pela própria sobrevivência (…).

A única coisa que posso dizer produtivamente agora é isto: não percam tempo. É urgente falar com amigos, estabelecer contatos, discutir como atuar adiante, como resistir ao golpe de Estado. Posso estar enganado, mas jamais me perdoaria, com a experiência que tenho, se deixasse de alertar a tempo e também não me preparasse para esta que talvez seja a última grande luta da minha vida.”

MORO: BOLSONARO IGNOROU PEDIDO DE VETOS DO PACOTE ANTICRIME

EX-MINISTRO DIZ QUE ESSA POSIÇÃO DE BOLSONARO CHAMOU A ATENÇÃO

POR CROSUÉ 

Na entrevista de Sergio Moro a Rodrigo Rangel, publicada na edição desta semana da Crusoé, Sergio Moro disse que Jair Bolsonaro não vetou alguns pontos do texto do pacote anticrime modificado pelo Congresso “no mesmo mês em que foram feitas buscas relacionadas” a Flávio Bolsonaro, o 01.

“Me chamou a atenção um fato quando o projeto anticrime foi aprovado pelo Congresso. Infelizmente, houve algumas mudanças no texto que acho que não favorecem a atuação da Justiça criminal. Tirando a questão do juiz de garantias, houve restrições à decretação de prisão preventiva e também restrições a acordos de colaboração premiada. Propusemos vetos, e me chamou muita atenção o presidente não ter acolhido essas propostas de veto, especialmente se levarmos em conta o discurso dele tão incisivo contra a corrupção e a impunidade. Limitar acordos e prisão preventiva bate de frente com esse discurso. Isso aconteceu em dezembro de 2019, mesmo mês em que foram feitas buscas relacionadas ao filho do presidente”, disse Moro.

Questionado se Bolsonaro demonstrava preocupação, nos bastidores, com as investigações envolvendo Flávio ou se o cobrava em relação ao assunto, Moro respondeu:

“Essa é uma investigação da polícia estadual e do Ministério Público estadual. Não cabia ao Ministério da Justiça realizar qualquer espécie de interferência. […] Para mim não poderia fazer [cobranças] porque não é da minha área. Ele não pediria a mim nada ilegal porque eu não faria nada ilegal. Seria inútil fazer solicitação a mim ou ao [Maurício] Valeixo porque não cumpriríamos solicitação de índole ilegal.”

Moro disse ainda:

“Me chamou atenção porque é incoerente com o discurso. Assim como são incoerentes com o discurso as alianças recentes que o presidente tem feito com personagens do nosso mundo partidário que não se destacam exatamente pela imagem de probidade. Acho isso um tanto peculiar porque o discurso para os eleitores é um, e a prática é outra bastante diferente.”

 

GIVANILDO SILVA DE VOLTA AO RÁDIO

SEXTA-FEIRA NO PROGRAMA DE CARLOS NASCIMENTO NA RÁDIO DIFUSORA

O radialista-jornalista, Givanildo Silva, anuncia seu retorno ao rádio.

A partir desta sexta-feira (29), ele faz participação especial no programa A Voz do Povo, apresentado pelo radialista, Carlos Nascimento, das 6h às 17h, na Rádio Difusora de Mossoró.

Através de Facebook, Givanildo Silva confirmou o retorno:

GIVANILDO SILVA

Facebook

Sexta-feira vindoura (29), estarei estreando, no programa de Carlos Nascimento, na Difusora, às seis da manhã.

Talvez, seja a quarta ou a quinta tentativa, mais por conta do personalismo dele, um traço marcante que nunca deixei de respeitar.

Desta vez, é possível que der certo, visto que me encontro confinado e, logo, não vamos nos bicar ou nos pegaremos apenas à distância.

Porém, não é bem sobre isso que desejo falar.

Desde que aceitei o convite, acha-mo nervoso, ansioso, como se tivesse se repetindo o primeiro dia de um cinquentenário de intimidade com o microfone, o que pode caracterizar efeito de mais de sessenta dias de isolamento, colocando-me, psicologicamente, em frangalhos.

É tanto, que ando imaginando largar o computador durante esses próximos dias, objetivando me concentrar e respirar.

Barra-pesada.