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ESTADÃO: OS DESESPERADOS

EDITORIAL 

O Jornal Estadão atesta que o partido de Lula da Silva, o PT, foi desossado pelas urnas e pela Justiça:

“À medida que foi sendo desossado pelas urnas e pela Justiça, o partido de Lula da Silva recrudesceu seu autoritarismo, expondo cada vez mais seu desespero. Depois de passar a campanha inteira a denunciar como ‘golpe’ o impeachment constitucional de Dilma Rousseff, a exigir a libertação de Lula, como se este não tivesse que cumprir pena pelos crimes que cometeu, e a exigir apoio a seu candidato como única forma de ‘salvar a democracia’ ante o perigo do ‘fascismo’ supostamente representado pela candidatura de Bolsonaro, o PT agora trata de dizer que a vitória do oponente resultou de um processo ‘eivado de vícios e fraudes’, conforme declarou a presidente do partido, Gleisi Hoffmann.

Os petistas, assim, fazem exatamente aquilo que deles se esperava – isto é, em vez de aceitar o resultado das urnas e se organizar para fazer oposição decente e leal ao futuro governo, preferem deflagrar campanha para deslegitimar a vitória de Bolsonaro. Do alto de sua prepotência, os petistas dizem que Bolsonaro foi eleito depois de ‘uma campanha de ódio e de mentiras, que nos últimos anos manipulou o desespero e a insegurança da população’, como diz uma resolução da Executiva Nacional do PT aprovada logo após a eleição. Ou seja, para o PT, se não houvesse ‘manipulação’ e ‘mentiras’ o candidato petista seria eleito com folga.

Um partido que em documento oficial chama um presidente democraticamente eleito de ‘aventureiro fascista’, como faz o PT, não tem a menor intenção de fazer oposição. Para esta atitude verdadeiramente golpista já chamávamos a atenção no editorial Desespero, de 19 de outubro. Sua intenção é inviabilizar o governo e, por tabela, impedir que o País saia da crise que os próprios petistas criaram em sua desastrosa passagem pela Presidência. Os desesperados petistas prometem ‘construir uma frente de resistência pelas liberdades democráticas’, como se o País estivesse às portas da ditadura, e essa ‘resistência’ se estende a tudo o que interessa à maioria da população, a começar pela reforma da Previdência.

Enquanto isso, os grupelhos a serviço do lulopetismo mostram do que é feita a “democracia” que defendem: uma manifestação convocada pelo notório Guilherme Boulos para exigir que Bolsonaro ‘respeite a oposição’ e ‘as liberdades democráticas’ acabou em tumulto e depredação na terça-feira passada em São Paulo.

Não surpreende, assim, que a tal ‘frente de oposição’ que o PT pretende liderar não tenha apoio. O grave momento do País exige um esforço de todos para a superação da crise, o que implica a existência de uma oposição dura, porém prudente. Os sabotadores – aqueles que não se importam com o interesse público – devem ser isolados, para que fique patente de vez sua profunda irresponsabilidade.”

MORO DIZ QUE SE INSPIROU EM JUIZ DAS MÃOS LIMPAS

INSPIRAÇÃO DE MORO PARA DEIXAR A TOGA 

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Na última sexta-feira, Sergio Moro enviou uma mensagem aos magistrados da Ajufe em que diz ter se inspirado no juiz Giovanni Falcone, da Operação Mãos Limpas, para deixar a toga e assumir o ministério da Justiça.

Eis a íntegra da mensagem publicada pela Folha:

Prezados colegas magistrados federais,

A todos que me endereçaram congratulações aqui, meus agradecimentos.

Foi uma decisão muito difícil, mas ponderada.

Em Brasília, trabalharei para principalmente aprimorar o enfrentamento da corrupção e do crime organizado, com respeito à Constituição, às leis e aos direitos fundamentais.

Lembrei-me do juiz Falcone, muito melhor do que eu, que depois dos sucessos em romper a impunidade da Cosa Nostra, decidiu trocar Palermo por Roma, deixou a toga e assumiu o cargo de Diretor de Assuntos Penais no Ministério da Justiça, onde fez grande diferença mesmo em pouco tempo. Se tiver sorte, poderei fazer algo também importante.

Da minha parte, sempre terei orgulho de ter participado da Justiça Federal e os magistrados terão sempre o meu respeito e admiração. Continuem dignificando a Justiça com atuação independente (mesmo contra, se for o caso, o Ministério da Justiça).

Abs a todos,

Sergio Fernando Moro

RESPEITEM PADRE SÁTIRO

UMA HISTÓRIA DE RESPEITO 

POR MARCOS ARAÚJO

“JE SUIS” (somos todos) PADRE SÁTIRO!

Não se nega que vivemos um momento de grave convulsão social, moral, política e econômica. Tempos difíceis em que são tênues (ou até inexistentes!) as linhas limítrofes da tolerância e da agressão desnecessária; do amor e do ódio; da educação e da incivilidade; do respeito e da barbárie…

Alguns dizem que vivemos uma “guerra”, dado aos altos índices da violência física e comunicacional. Porém, mesmo nas guerras (bélicas, sobretudo) existem limites morais intransponíveis. Quando a ONU organizou uma conferência diplomática que resultou no chamado Estatuto de Roma, em 1998, colocou como preceito a ser cumprido por todas as nações a proibição de “fazer ataques contra civis não engajados nas batalhas”.

Também há uma regra, um consenso internacional. de que nas guerras não se atacam ou se destroem obras de arte, monumentos e patrimônios culturais e educacionais, e que não se violam instituições…

Como exemplo, mais até do que as crianças e as jovens violentadas (o que é abominável!), quando o Estado Islâmico destruiu os monumentos históricos e culturais de Palmira, Nimhud e Hatra, o mundo inteiro chorou.

Se faz este preâmbulo para trazer à lembrança coletiva duas premissas: i) Padre Sátiro é um civil que não estava engajado na “batalha” política que vinha se travando nesses últimos dias; e, ii) ele é um “monumento”, um patrimônio cultural e educacional do nosso Estado, e além-fronteiras. Ele não pode ser atacado, ou utilizado maldosamente, ainda que em tempos de “guerra”.

Qualquer pessoa que o conheça minimamente saberia que ele nunca pronunciaria palavras ou ilações contra quem quer que seja.

Padre Sátiro, ao contrário, é comunicador da não-violência. A sua linguagem é do amor, respeito, compreensão, gratidão, compaixão e preocupação com os outros.

Seu prestigio intelectual, sua inatacável condição moral, sua insuspeição de intenções, sua voz altíssona em defesa da educação, o fizeram baluarte e pilastra da nossa sociedade. Não se destrói, em vão, uma base social.

A aridez espiritual do momento traz uma apatia a nós, ditos cristãos, que nem mesmo temos tido coragem para se pronunciar vivamente contra as injustiças praticadas, sejam elas individuais ou coletivas.

Tendo Padre Sátiro sido vítima de uma injusta armação, todos os mossoroenses que o amam devem pôr-se de pé, altíssonos, em repúdio aos injuriadores daquele que em toda sua vida foi refúgio de paz, amizade, apreço, orientação e tranquilidade.

Aproveitando a metáfora do dia de finados, devemos contribuir para o fim dessa cultura de morte, da comunicação violenta, da fake news, do desrespeito ao próximo…

Rogo a Cristo, o Senhor da vida, para que nos conduza a um mundo de paz e esperança. Se o mundo está obscuro, em trevas, resta esperar a ação profética trazida por Ezequiel, prometendo ele que Deus vai tomar conta das suas “ovelhas” e “resgatá-las de todos os lugares em que foram dispersadas, num dia de nuvens e escuridão.” E mais ainda, diz o Senhor Deus: “eu farei justiça entre uma ovelha e outra, entre carneiros e bodes”. (Ez 34, 11-19)

Padre Sátiro é a última unanimidade humana viva de Mossoró! Poor isso, reitero: Je suis Padre Sátiro!

*Marcos Araújo é jurista

 

(RE)TWITTANDO

OPINIÃO

Minutos após a vitória nas eleições iniciamos uma intensa agenda com propostas para fazermos diferente de tudo que governos anteriores fizeram, desde planos para fomentar a economia, mas principalmente, resgatar a confiança do brasileiro e do estrangeiro em nosso Brasil.

Ao conversar com o presidente nesses últimos dias, tenho verificado a sua preocupação em corresponder com a confiança que o povo depositou nele. Ele sabe que vai encontrar uma pedreira pela frente, mas está otimista, cheio de energia, com uma garra incrível para mudar o Brasil.

Efeitos imediatos da nomeação de Sergio Moro para o Ministério da Justiça: os homens de bem estão felizes, o Brasil que presta está otimista, o PT está em pânico e políticos bandidos estão sem dormir há três dias

Alguns criminalistas criticam Sérgio Moro no Ministério da Justiça porque foram derrotados nos autos e para agradar a vasta clientela que o juiz meteu na cadeia. Deveriam ser gratos a Moro, ganharam uma fortuna.

Alguns criminalistas criticam Sérgio Moro no Ministério da Justiça porque foram derrotados nos autos e para agradar a vasta clientela que o juiz meteu na cadeia. Deveriam ser gratos a Moro, ganharam uma fortuna.

A eleição terminou domingo. Não queremos terceiro turno. É preciso respeitar a vontade de 57 milhões de brasileiros e parar de olhar pelo retrovisor dessa disputa!

QUEM VOTA HADDAD VOTA FÁTIMA

NÃO QUEIRAM ENROLAR O VELHO APACHE COM A HISTÓRIA DE QUE VOTOU EM HADDAD E CARLOS EDUARDO

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POR VELHO APACHE 

O Velho Apache Antenado foi afetado por uma rouquidão aguda, efeito de tanto ouvir, uns meninões & meninonas que estão a arguir o direito de voto que teriam exercido nas eleições 2018, na mossoroen (cidade).

Ocupantes de postos de destaque na administração municipal, os meninões & meninonas até brigaram – existem comprovantes – ao defender o voto no candidato do PT, Fernando Haddad.

Todavia, porém, entretanto, no entanto, (re) afirmam, de pés juntos e olhos rútilos que para o Governo do Estado, votaram em Carlos Eduardo Alves.

Em face da insistência da interlocução para que seja emitida uma opinião sobre a questão em epígrafe, o Velho Apache Antenado apenas repete o que já reverberou:

– Quem fez questão de externar voto em Haddad, também votou em Fátima, pois, jamais votaria em Carlos Eduardo. 

Votar ou não, em candidato A ou B, é um direito inalheável de todo e qualquer eleitor, no processo democrático. 

Só não me venham embromar!

 

 

CIRO PARABENIZA BOLSONARO

NOTA

Através de suas plataformas virtuais o ex-ministro Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, parabenizou o presidente eleito, Jair Bolsonaro através de nota:

(RE)TWITTANDO

OPINIÃO

Houve muita histeria da esquerda, muitos cenários apocalípticos apresentados pela imprensa, até mesmo a mídia mundial embarcou nessa onda de plantar o terror. Pois a vitória de Bolsonaro veio, a população celebrou, e hoje todos estão tocando suas vidas. O Brasil não acabou.

Pergunta na sacristia: Haddad e Manuela D’Ávila vão comungar na missa de domingo?

Parabéns ao presidente eleito democraticamente, . Vence a democracia e a disposição de colocar o Brasil nos trilhos. Temos TODOS um caminho longo e difícil pela frente. Devemos TODOS construir o Brasil que queremos. Vou continuar firme em minha luta.

KADU CIARLINI: NASCE UM NOVO LÍDER

OS GRANDES VENCEDORES TAMBÉM SÃO FORJADOS NAS DERROTAS 

POR CARLOS SKARLACK

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Se se revelar perseverante o quanto humilde, competente, centrado, digno, ético e, honrado, como se mostrou na disputa eleitoral que se encerra e, na qual debutou como candidato a vice-governador, o publicitário, Kadu Ciarlini se transformará em uma das novas lideranças político-partidárias de Mossoró – quiçá do Estado.

Com facilidade em adaptar-se às mudanças e à nova realidade, como comprovado por sua atuação nas redes sociais, decerto, a perseverança lhe será de grande valia ao futuro que já é um presente.

Sabendo-se que preservar é antônimo de desistir, característica, qualidade de quem se revela constante, com a experiência que, certamente, acumula inclusive neste insucesso urnístico de 2018, Kadu credencia-se a perfilar-se entre os novos e grandes líderes como nenhum outro de sua geração.

A humildade constatada em cada panfletagem que realizou; acrescida da garra externada no curto período de campanha eleitoral e, somada ao carisma inato que lhe é inente, deverão inspirar-lhe a persistir no alvo de servir ao povo.

A vitória, assim, será apenas questão de tempo. E, merecida!

Avante, Kadu Ciarlini

(RE)TWITTANDO

OPINIÃO

Jair Bolsonaro fez um discurso de vitória oposto ao que o Brasil tem ouvido ha anos de Lula e seus postes. Pregou a união dos brasileiros, a paz e a defesa da democracia, da lei e da liberdade. A esquerda fica convidada a apontar que palavra fascista ou totalitária ele disse.

DISCURSO DE JAIR BOLSONARO

ÍNTEGRA

“Conhecereis a verdade e a verdade os libertará. Nunca estive sozinho, sempre senti a presença de Deus e a força do povo brasileiro, orações de homens, mulheres, crianças, famílias inteiras, que diante da ameaça de seguirmos por um caminho que não é o que os brasileiros desejam e merecem, colocaram o Brasil acima de tudo. Faço de vocês minhas testemunhas de que esse governo será um defensor da Constituição, da democracia e da liberdade. Isso é uma promessa não de um partido não é a palavra de homem, é um juramento a Deus. A verdade vai liberar esse grande país e vai nos transformar em uma grande nação. A verdade foi o farol que nos guiou até aqui e vai seguir iluminando nosso caminho.

O que ocorreu hoje nas urnas não foi a vitória de um partido, mas a celebração de um país pela liberdade. O compromisso que assumimos com os brasileiros foi de fazer um governo decente, comprometido exclusivamente com o país e o nosso povo e eu garanto que assim o será. Nosso governo será formado por pessoas que tenham o mesmo propósito de cada um que me ouve nesse momento, o propósito de transformar o Brasil em uma grande, livre e próspera nação. Podem ter certeza de que nós trabalharemos dia e noite para isso. Liberdade é um princípio fundamental. Liberdade de ir e vir, andar nas ruas em todos os lugares desse país, liberdade de empreender, liberdade política e religiosa, liberdade de fazer, formar e ter opinião, liberdade de escolhas e ser respeitado por elas. Esse é um país de todos nós, brasileiros natos ou de coração. Um Brasil de diversas opiniões, cores e orientações.

Como defensor da liberdade, vou guiar um governo que defenda, proteja os direitos do cidadão que cumpre seus deveres e respeita as leis. Elas são para todos, assim será o nosso governo constitucional e democrático: acredito na capacidade do povo brasileiro que trabalha de forma honesta, de que podemos juntos, governo e sociedade, construir um futuro melhor. Esse futuro de que falo e acredito passa por um governo que crie condições para que todos cresçam. Isso significa que o governo dará um passo atrás, reduzindo sua estrutura e a burocracia, cortando desperdícios e privilégios para que as pessoas possam dar muitos passos à frente. Nosso governo vai quebrar paradigmas, vamos confiar nas pessoas, vamos desburocratizar, simplificar, desburocratizar e permitir que o cidadão, o empreendedor, tenha menos dificuldades para criar e construir o seu futuro. Vamos desamarrar o Brasil. Outro paradigma que vamos quebrar: o governo respeitará de verdade a federação, as pessoas vivem nos municípios, portanto os recursos irão para os estados e municípios. colocaremos de pé a federação brasileira. Nesse sentido, repetimos que precisamos de mais Brasil e menos Brasília. Muito do que estamos fundando no presente trará conquistas no futuro. As sementes serão lançadas e regadas para que a prosperidade seja o desígnio dos brasileiros do presente e do futuro.

Esse não será um governo de resposta apenas às necessidades imediatas, as reformas que nos propomos são para criar um novo futuro para os brasileiros. E quando digo isso falo com uma mão voltada ao seringueiro no coração da selva amazônica e a outra para o empreendedor suando para criar e desenvolver sua empresa. Porque não existem brasileiros do sul e do norte, somos todos um só país, uma só nação, uma nação democrática.

O Estado democrático de direito tem como um dos seus pilares o direito à propriedade. Reafirmamos aqui o respeito e a defesa desse princípio constitucional e fundador das principais nações democráticas do mundo. Emprego, renda e equilíbrio fiscal é o nosso compromisso para ficarmos mais próximos de oportunidades e trabalho para todos. Quebraremos o ciclo vicioso do crescimento da dívida, substituindo-o pelo ciclo virtuoso de menores déficits, dívida decrescente e juros mais baixos. Isso estimulará os investimentos, o crescimento e a consequente geração de empregos. O déficit público primário precisa ser eliminado o mais rápido possível e convertido em superávit, esse é o nosso propósito.

Aos jovens, palavra do fundo do meu coração: vocês têm vivido um período de incerteza e estagnação econômica, vocês foram e estão sendo testados a provar sua capacidade de resistir. Prometo que isso vai mudar, essa é a nossa missão. Governaremos com os olhos nas futuras gerações e não na próxima eleição.

Libertaremos o Brasil e o Itamaraty das relações internacionais com viés ideológico a que fomos submetidos nos últimos anos. O Brasil deixará de estar apartado das nações mais desenvolvidas, buscaremos relações bilaterais com países que possam agregar valor econômico e tecnológico aos produtos brasileiros. Recuperaremos o respeito internacional pelo nosso amado Brasil. Durante a nossa caminhada de quatro anos pelo Brasil, uma frase se repetiu muitas vezes: ‘Bolsonaro, você é a nossa esperança’. Cada abraço, cada aperto de mão, cada palavra ou manifestação de estímulo que recebemos nessa caminhada fortaleceram o nosso propósito de colocar o Brasil no lugar que merece. Nesse projeto que construímos cabem todos aqueles que têm o mesmo objetivo que o nosso. Mesmo no momento mais difícil dessa caminhada, quando, por obra de Deus e da equipe médica de Juiz de Fora e do Albert Einstein, ganhei uma nossa certidão de nascimento, não perdemos a convicção de que juntos poderíamos chegar à vitória. É com essa mesma convicção que afirmo: ofereceremos a vocês um governo decente, que trabalhará verdadeiramente por todos os brasileiros. Somos um grande país e agora vamos, juntos, transformar esse país em uma grande nação, uma nação livre, democrática e próspera.

Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.”