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VERGONHA NACIONAL: STF TENTA LIVRAR LULA DA CADEIA

ALGUNS MINISTROS PARTEM PARA CIMA DA PRESIDENTE DA CORTE EM DEFESA DE CRIMINOSOS 

Leia um trecho da coluna de Eliane Cantanhêde:

“O nível de tensão no Supremo deve disparar ao grau máximo hoje, durante uma reunião da ministra Cármen Lúcia com um grupo de colegas, sem pauta, sem horário pré-marcado e sem confirmação de presentes, deixando no ar a pesada e desagradável sensação de que será uma tentativa de emparedar a presidente da Corte, firmemente decidida a não facilitar a revisão da prisão após condenação em segunda instância.

Quem pediu a reunião (ou teria sido destacado pelos demais para pedi-la?) foi Celso de Mello, que não tem apenas o status de decano como é efetivamente um dos ministros mais técnicos e apartidários do Supremo – além de ser o mais próximo amigo de Cármen Lúcia. O pedido, seu autor e o momento já dizem muito sobre o tema que deverá estar na mesa nesse encontro, com muitas especulações.

Daqui e dali, surgem notícias sobre o isolamento da presidente e isso começou numa data específica: a da condenação do ex-presidente Lula pelo TRF-4, abrindo a contagem de tempo para sua prisão. Quanto mais o cerco se fecha em torno de Lula, mais as pressões e as divergências internas aumentam no Supremo.”

O Brasil líder em mortes de ativistas dos direitos humanos é “face news”

Marielle era psolista

POR REINALDO AZEVEDO

Leio na Folha o seguinte:
“Relatórios de 2017 da Anistia Internacional, da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e da ONG Front Line, que monitoram direitos humanos no planeta, colocaram o Brasil entre os quatro líderes globais em homicídios de ativistas, ao lado de Colômbia, Filipinas e México.”

Sempre que o Brasil aparece acima do Sudão, do Norte e ou do Sul, nesses rankings que dizem respeito à agressão aos direitos humanos, fico um tanto espantado. Não se veem entre os quatro o Irã ou os países árabes. Nada de China, Rússia, Coréia do Norte, Venezuela ou Cuba. A lista seria gigantesca.

Pra começo de conversa, seria preciso definir exatamente o que é um “ativista” dos direitos humanos. O texto fornece algumas pistas. Transcrevo:
“Segundo a Comissão Interamericana, ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA), três a cada quatro assassinatos de defensores de direitos humanos no mundo aconteceram na América Latina em 2016, concentrados no Brasil e na Colômbia.
Naquele ano, 66 defensores foram assassinados por aqui –um a cada cinco dias, em média–, segundo o Comitê Brasileiro de Defensores e Defensoras de Direitos Humanos. Em 2015, foram 56.
‘Há um aumento evidente da violência contra quem luta por direitos no país, apesar da subnotificação desses casos’, avalia a advogada Layza Queiróz Santos, que integra o comitê
.”

Como se nota, ou os países em guerra civil da África são, não obstante, respeitadores de direitos humanos, ou a turma é meio fraca por lá nesse quesito. Poderíamos lembrar ainda as, como direi?, notáveis democracias árabes ou, mais amplamente, muçulmanas, para incluir paraísos como o Paquistão e o Afeganistão…

Mais uma vez, a militância política vem a serviço da distorção, e a “fake news” com pedigree se espalha.

No Brasil, os “ativistas” de direitos humanos” que são mortos costumam estar ligados, por exemplo, a conflitos agrários. Deveriam morrer por isso? Não! Nem matar! Mas luta por terra — e o MST é o dono dessa agenda — não é luta “por direitos humanos”. Até porque o movimento tem uma agenda política. O mesmo se diga sobre lideranças indígenas.

Não se trata de condescender com a morte dessas pessoas ou de afirmar: “Ah, quem está na chuva é mesmo pra se molhar”. Nada disso. É que aquele que luta por “direitos humanos” não pode estar atrelado a projetos de poder, inclusive partidários.

Não por acaso, a Colômbia, ainda sob a égide da luta contra a narcoguerrilha, aparece no topo da lista, junto com o Brasil. Militantes das Farc ou que serviam de porta-vozes informais da guerrilha eram e são tidos como “ativistas dos direitos humanos”.

Não! Não é para matar ninguém! Eu sou contra a pena de morte, ainda que aplicada por sistemas judiciais de países democráticos. Logo, não poderia condescender com justiçamentos e afins.

Ocorre que é preciso chamar as coisas pelo nome que elas têm.

Marielle Franco, por exemplo, era uma vereadora do PSOL. Pertencia a uma organização que tem um projeto de poder e que atua não segundo a ótica dos “direitos humanos”, como se esse fosse um conceito que habita no empíreo, de que ela, Marcelo Freixo, Chico Alencar e Jean Wyllys fossem a perfeita expressão terrena. Era uma política.

“Então ela merecia morrer?”

Reitero: ninguém merece morrer.

Ocorre que quem a matou estava pouco se lixando para a sua “militância em favor dos direitos humanos”. Ela só foi morta porque se tornou uma voz estridente contra a intervenção e porque seus assassinos, também contrários à dita-cuja, contavam que isso levaria as esquerdas para a luta”, com a adesão, sem filtro, da esmagadora maioria da imprensa.

Fonte: Rede TV

Marielle Franco, a mídia militante e uma lição para a Igreja

Os milhares que foram às ruas pedir justiça e homenagear a vereadora morta mostram que a capacidade de mobilização por uma causa ainda move muita gente

POR GOSPEL PRIME

A vereadora Marielle Franco, do PSOL, e seu motorista, Anderson Pedro Gomes, morreram assassinados. A polícia acredita que foi execução. Trata-se de mortes bárbaras e desnecessárias, como todas as mortes resultantes da violência urbana no país.

Não se sabe os motivos, mas as especulações abundam. A tragédia causou comoção no Rio, no Brasil e até no mundo. A cobertura da mídia foi desproporcional em um país onde pessoas morrem em situação similar todos os dias.

A palavra “Marielle” e a hashtag #MariellePresente ficaram no trending topics (assuntos mais comentados) mundial do Twitter. No Facebook, o assunto parecia ser onipresente. O Google a homenageou, dizendo que se tratava de “Uma grande mulher na história do Brasil”.

Então vieram as manifestações. De políticos, intelectuais, artistas e de gente comum. Embora ela fosse uma vereadora na cidade do Rio de Janeiro, foram feitas homenagens em diversas capitais do país e até em cidades como Nova York e Lisboa, atraindo centenas de pessoas.

Todos os meios de comunicação do país falaram do assunto exaustivamente, com o Jornal Nacional dedicando praticamente a edição inteira a ela. A maioria dos jornais e sites, seja em matérias ou artigos de opinião, mostrou-se claramente militante, comprovando que não há neutralidade alguma. Alguns atacavam frontalmente a polícia, a “direita branca”, sugerindo uma responsabilidade pelas mortes que não fazem sentido sem a apuração dos fatos.

No campo político, a reação chegouao extremo quando mais de 50 deputados do Parlamento Europeu pediram a suspensão “imediata” das negociações para um acordo comercial entre União Europeia e Mercosul por conta do assassinato da vereadora.

Independentemente do fato de ela ser uma política de esquerda, homossexual, ligada à defesa do aborto e das causas LGBT, há uma grande lição para a igreja brasileira em meio a tudo que se viu nos últimos dois dias.

A capacidade de mobilização dos movimentos sociais e partidos de esquerda é impressionante. O que alimentou, em grande parte, a cobertura do caso – que deverá se estender possivelmente até depois de o crime ser esclarecido – foi a reação das pessoas.

Os milhares que foram às ruas pedir justiça e homenagear a vereadora morta mostram que a capacidade de mobilização por uma causa ainda move muita gente.

Mas o que isso tem a ver com a igreja brasileira?

Se considerarmos que os evangélicos são cerca de um terço da população e outros 60% são católicos, e levarmos em conta a situação do país, fica claro que a disposição de se lutar por justiça e protestar contra o que “está errado” não está na pauta da maioria das denominações.

Cristãos estão sendo perseguidos e mortos em números cada vez maiores na última década. Organizações como Portas Abertas e Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) publicam relatórios frequentes sobre a situação da perseguição religiosa no mundo.

Fundada por evangélicos, a Portas Abertas mostrou logo no início do ano que o número de cristãos assassinados por sua fé cresceu mais de 150% em 2017.

A AIS, ligada ao Vaticano, mostrou um levantamento indicando que a perseguição entre 2015 e 2017 é a “pior da história”.

Quantas igrejas reuniram pessoas para ir às ruas e chamar a atenção para isso? Quantos deputados fizeram pronunciamentos enfáticos ou mobilizaram seus pares para que o Brasil se manifestasse contrário a isso nas organizações que faz parte, como a ONU, por exemplo?

A bem da verdade houve exceções, como o deputado federal Marco Feliciano (Pode/SP), que se manifestou várias vezes sobre o tema em suas redes sociais e chegou a pedir que o Brasil fechasse a embaixada na Coreia do Norte.

Mesmo assim, a exposição do problema foi pífia. E como a igreja não se manifestou, não atraiu o interesse da mídia. Já nos Estados Unidos, o Congress,o por outro lado, o Congresso americano aprovou por 393 a 0 o reconhecimento que o genocídio de cristãos no Oriente Médio. Decisão similar foi feita pelo Parlamento Europeu.

Obviamente o genocídio de cristãos não é a única questão premente em nossos dias.

Em vários países, como Peru e Panamá, milhares foram às ruas marchar contra a imposição da ideologia de gênero sobre a sociedade. No Brasil, a última coisa parecida com isso foram os movimentos de rua pelo impeachment onde alguns pastores se envolveram de forma mais clara.

Os motivos para a igreja protestante protestar são muitos. Os movimentos de esquerda “sequestraram” algumas pautas que deveriam interessar a todo cidadão de bem. Ainda que distorçam o sentido de “direitos humanos”, historicamente esse é um termo que também diz respeito à “liberdade de pensamento, de consciência e de religião” (Artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da ONU).

O Brasil está afundado em corrupção, a violência grassa em todas as regiões do país, o desemprego e a crise deixam milhões de famílias em situação de pobreza. No Congresso, se multiplicam as pautas que seguem a cartilha do marxismo cultural, que viram projetos de lei e eventualmente serão leis.

Porém, via de regra, não há manifestações de massa, não há hashtag #IgrejaPresente nas redes sociais, não há pressão política de peso que mude efetivamente os rumos do país.

Sem dúvidas, a morte de Marielle Franco e do seu motorista foi uma tragédia. Mas o silêncio da Igreja brasileira sobre a situação do mundo é uma tragédia maior ainda.

Perigoso no Rio não é ser mulher, negra, lésbica e favelada. Morre-se mais por ser PM

Matemática para a esquerda amoral 

POR REINALDO AZEVEDO

Protesto realizado no Rio em 2009 contra o assassinato de PMs. De lá pra cá, a coisa só piorou. A esquerda nunca protestou. Ao contrário: pede a extinção da Polícia e silencia sobre o narcotráfico

“Não acabou, tem que acabar; eu quero o fim da Polícia Militar”. Ouviu-se, nesta quinta, esse grito em várias cidades brasileiras, especialmente no Rio e em São Paulo. Como antevi que aconteceria em textos nesta madrugada, as esquerdas foram às ruas e às praças para acusar as forças oficiais de segurança pelo assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, do PSOL. Seu partido, em coro com o PT, tentou jogar a tragédia nas costas da intervenção no Estado, como se a ocorrência não reforçasse a necessidade da ação do governo federal.

É claro que o debate sobre o assunto pode ser travado no terreno dos valores, da ideologia, da política. Mas pretendo aqui evidenciar a vigarice moral dessa gente com números, com a matemática. Entrar na rinha puramente valorativa corresponde a dar aos esquerdistas o seu palco predileto, que é o da autovitimização triunfante. Ou vocês, como eu, não cansaram de ler textos a lembrar que Marielle era mulher, negra, favelada, socialista, lésbica e contra a intervenção”? Isso faz supor que a eventual morte de um homem branco, do asfalto, liberal, hétero e favorável à intervenção mereceria indignação menor.

Não é de hoje que as esquerdas fazem hierarquia de vítimas e mortos, desde que isso possa servir à sua causa. Há quantos anos escrevo no meu blog contra a barbárie nos presídios e cadeias? Sempre existiu tortura no Brasil. Os camaradas vermelhos só lutaram por indenizações para os torturados com pedigree ideológico. A propósito: se Marielle, ainda que negra e favelada, fosse hétero e de direita, a indignação já seria menor. Se lésbica, mas branca, ainda que socialista, também a comoção industriada seria mais contida. Esses papa-defuntos precisam de uma morta que seja, ao menos tempo, um “combo” de opressões para que, como dizem, “seu martírio não seja em vão”.

O conjunto é nauseante. Essa gente é incapaz de expressar o luto, palavra oriunda do vocábulo latino “luctus”, que deriva do verbo “lugeo”, que quer dizer chorar a perda de alguém. Antes mesmo que possa demonstrar sofrimento, o cadáver é logo carregado em triunfo em nome de uma causa.

Sim, só Marielle trazia tantas marcas distintivas da militância e portava tantas bandeiras — inclusive o equivocado estandarte contra a intervenção. Mas sabem quantos outros seres humanos, a exemplo dela, que também tinha essa condição, foram assassinados no Estado no ano passado? 6.371! O que fez com que a taxa de homicídios chegasse à escandalosa marca de 40 por 100 mil habitantes. Sim, há unidades da federação com números ainda piores. E as esquerdas ficaram em casa.

Ataca-se a Polícia? Com efeito, desse total, 1.124 mortes se deram em decorrência de ações policiais, uma taxa de 6,7 mortes por 100 mil habitantes — o número é realmente escandaloso. Mas nada, meus caros, nada mesmo se equipara ao que acontece com os próprios policiais militares, eleitos os vilões da hora. Em 2017, foram assassinados 134, de um total de 45.429 homens.

Preste atenção, leitor, para o tamanho da delinquência moral da esquerda que grita “Não acabou, tem que acabar; eu quero o fim da Polícia Militar”. Relembro: houve 40 homicídios por 100 mil habitantes no Rio; a PM matou 6,7 pessoas por 100 mil habitantes. É tudo estúpido e assustador. Ocorre que a taxa de mortalidade dos polícias, se convertida a essa relação, atinge a marca insana de 249,6 mortos por 100 mil.

Confrontar um esquerdista com a verdade pode não ser nem fácil nem difícil, mas apenas inútil. Mas sou obrigado a fazê-lo.

Que se vá até o fim para saber quem matou Marielle. Até porque aquele que o fez sabia que a esquerda botaria a boca no trombone contra a intervenção. Era o que queriam os assassinos. Os companheiros vermelhos, também contrários à ação federal, cumprem rigorosamente a vontade do crime organizado. Contra o narcotráfico, nem um miserável pio.

“Marielle, presente!”

Essa mesma esquerda deveria ter saído às ruas, no ano passado, para dizer “Washington, presente”; “Claudenilson, presente!”; “Wilson, presente”, “Josés da Silva sem Pedigree Militante, presente!” Poderia tê-lo feito q cada uma das 134 vezes em que o crime organizado matou um PM. Também ele, quase sempre, preto de tão pobre e pobre de tão preto.

Sei que um esquerdista diante da verdade se comporta como o diabo diante da cruz, mas a verdade inescapável é que perigoso mesmo, arriscado mesmo, quase suicida, no Rio, não é ser mulher, homem, negro, branco, hétero, homo… Arriscar-se de verdade, no Rio, é ser policial militar. E isso os delinquentes não admitem porque lhes falta a moral necessária para consultar a matemática dos fatos e lhes falta a matemática dos fatos para instruir a sua amoralidade barulhenta.

Preferem atuar como propagandistas do narcotráfico.

Fonte: Site da Rede TV

A MORTE DE MARIELLE 1: Assassinato interessa ao crime organizado, que se opõe à intervenção, como fazem o PT e o PSOL

Marielle, que foi brutalmente executada. Quem a matou quer atingir a intervenção, contra a qual ela também lutava

POR REINALDO AZEVEDO

A vereadora Marielle Franco, do PSOL do Rio, foi brutalmente assassinada na noite desta quarta na rua Joaquim Palhares, no Estácio, Zona Norte. Pelo menos 10 tiros foram disparados contra o carro em que estava. O motorista, Anderson Pedro Gomes, também morreu. Uma assessora que a acompanhava, embora atingida, escapou com vida. Não há evidência de que tenha havido uma tentativa de assalto. As características do evento apontam para uma execução. Todas as considerações que farei neste texto não devem perder de vista uma evidência: Marielle e Anderson são as vítimas. A primeira pergunta que se deve fazer — e, infelizmente, o próprio PSOL e o PT já se entregam a uma exploração política asquerosa da tragédia — é a seguinte: a quem interessa essa tragédia?

A resposta é simples: àqueles que estão tendo seus negócios atrapalhados pela intervenção federal. Isso é de uma clareza inquestionável. E quem repudia a ação no Rio? Além dos esquerdistas — e Marielle era uma delas —, contam-se os traficantes, a banda podre da polícia e as milícias. Vale dizer: as expressões do Estado paralelo que ainda dominam a cidade precisavam de um evento forte o bastante para ver se conseguem criar uma onda de opinião: “Ah, essa intervenção é inútil”. Qualquer indivíduo razoável logo chega à conclusão de que tal ousadia homicida só reforça a necessidade da intervenção. E as esquerdas, como razoáveis não são, já estão a concluir o contrário.

Marielle é uma das estrelas daquele vídeo moralmente doloso contra a intervenção, produzido pelo tal “Coletivo 342”. Afirma ela:
“Os favelados e as faveladas sabem exatamente o que é ter o direito à segurança pública negado. A ponta do fuzil, o barulho do tanque, as violações de direito, seja pela Força Nacional, com os seus fuzileiros, ou paraquedistas na Maré, exemplificou bem isso. Uma política cidadã, um processo de enfrentamento que seja um processo de enfrentamento não pelo fuzil, mas pelo lápis, é fundamental. Para isso, um plano nacional, estadual, que dê direitos a esses moradores, é fundamental”.

Infelizmente, a assassinato de Marielle evidencia quão errada estava a sua análise, que reproduz a de deu partido. De saída, note-se que nem ela nem seus companheiros de vídeo atacam o narcotráfico ou mesmo as milícias. Os alvos são as forças oficiais de segurança. Ela insiste no erro clássico das esquerdas de confundir pobreza com crime e de achar que a repressão à bandidagem pode ser substituída pelo lápis. Obviamente, Marielle não estava reconhecendo quem era, de fato, o inimigo.

Mas o inimigo sabia muito bem quem ela era. Nesta terça, com a ligeireza que as esquerdas costumam ter ao atacar pessoas e instituições, ela escreveu no Twitter:
“Mais um homicídio de um jovem que pode estar entrando para a conta da PM. Matheus Melo estava saindo da igreja. Quantos mais vão precisar morrer para que essa guerra acabe?

Notem: não havia e não há ainda nenhuma evidência de que o tal rapaz tenha sido morto pela Polícia ou que a ocorrência esteja relacionada à intervenção, mas é essa a ilação evidente que vai em seu texto. Não descarto que, ao indagar “quantos mais vão precisar morrer para que essa guerra acabe”, ela tenha se colocado na alça de mira do crime organizado. Não! Isso não a torna responsável pela própria morte: isso passou a fazer dela, ainda mais do que antes, um alvo preferencial porque, por óbvio, a repercussão seria, como está sendo, gigantesca.

É compreensível que se cobre da Polícia e da força interventora todos os esforços e dedicação possíveis para chegar aos autores desse desatino. Não custa lembrar, no entanto, que o Estado que está sob intervenção, na sua área de segurança, abrigou em 2016, em números já consolidados, 5.300 assassinatos. A esmagadora maioria segue sem autoria identificada. Caso não se chegue aos responsáveis pela morte de Marielle, isso não será exceção, mas regra.

Qualquer pessoa decente lamenta, e lamenta profundamente, que isso tenha acontecido. Há a tragédia humana em si. Há a dor dos familiares e amigos. E há também o potencial vil de exploração política do episódio, que já está em curso. É até possível que, sem a intervenção, os criminosos deixassem Marielle em paz. Outros negros e negras, no caso anônimos, continuariam a ser mortos, como vinham sendo, sem reação do poder público e, lamento dizer, sob o silêncio cúmplice dos esquerdistas que agora fazem barulho.

Os companheiros de luta de Marielle deveriam pôr a mão na consciência e refletir se o caminho que escolheram, que demoniza a intervenção e poupa os criminosos, é o mais seguro. Porque, reitero, uma coisa é certa: quem matou a vereadora quer as forças interventoras fora do Rio. Como querem o PSOL e o PT.

OAB VIRA CHACOTA NACIONAL AO ATUAR CONTRA PRISÃO DE LULA

AINDA BEM QUE POR AQUI TEMOS ADVOGADOS HONRADOS 

Está cansativo o debate em torno da prisão do líder do PT, Lula.

Mesmo diante de todas as evidências de que o ex-presidente da República recebeu propinas e, que durante os 13 anos de governos do PT, Lula foi, no mínimo conivente com a roubalheira, o que se  assiste é uma grande articulação para livrar o mesmo da cadeia.

Hoje, para a vergonha geral do povo honrado, a OAB – nacional -, se reuniu em articulação para que o comando da entidade deflagre uma campanha contra a prisão de Lula.

De acordo com o noticiário da grande imprensa, uma turma comandada pelo presidente da OAB de Sergipe – tinha que ser gente do Nordeste -, exigiu que o presidente nacional, Cláudio Lamachia, ainda hoje, vá ao STF, intimar e intimidar, a presidente Cármem Lúcia, a pautar proposta em defesa de Lula.

Natural o berreiro do PT e seus esbirros – PC do B, PSB, PSOL, REDE, PDT – e puxadinhos – CUT, MST e outras estrovengas similares -, contra a prisão do ladravaz Lula; afinal, sem Lula, diminui enormemente, a chance da petralhada voltar do comando do Brasil.

Todavia, porém, entretanto, no entanto, assistir a entidades que deveriam primar pela defesa da honradez, como a OAB,  lutando contra a prisão de um bandido, não tem como silenciar.

Melhor remédio é uma gargalha para uma entidade assim – eheheh…

 

A ESQUERDA QUER TRANSFORMAR NOSSAS UNIVERSIDADES EM ANTRO DE GRUPELHOS

QUEREM FORMAR UMA NOVA GERAÇÃO DE ALIENADOS

É muito preocupante o que acontece nas nossas universidades públicas. É professor defendendo Maduro, é curso sobre golpe, é dominação de grupelhos socialistas nos diretórios acadêmicos e por aí vai. Querem formar uma nova geração de alienados de esquerda. Socorro!

Garibaldi Filho lidera todas as pesquisas para o Senado

E um “comentarista” opina que o líder do PMDB vive o ocaso

Por aqui, evitamos certos comentários, até por considerar que já existe comentarista demais por aí.

Mas, certas opiniões, especialmente, sobre o cenário político, seria melhor que fossem evitadas.

Por exemplo, um desses sabichões, mandou ver sobre números de uma daquelas pesquisas de aluguel.

Depois de apontar que o Garibaldi Filho, lidera em todos os cenários para o Senado, o meninão comentou, que o senador vive seu ocaso político.

Sem comentário…eheheh…

O VELHO APACHE ANTENADO INFORMA…

…KARLA VIEGAS ASSUME O CONTROLE ATÉ O DIA 6

O Velho Apache Antenado informa:

– Dias de folga no blog para compromissos de cunho espiritual e teológico.

Até o dia 6 de março, a jornalista-professora, Karla Viegas, assume interinamente o controle do blog.

Então, a partir de hoje, fiquem na agradável companhia de ‘Las Viegas’…

Fui!

 

Mensagem de Miller a advogada evidencia concertação para incriminar Temer e Aécio. Era flagrante armado. Acertei outra vez!

Cármem Lúcia, Fachin, Janot unidos na trama

POR REINALDO AZEVEDO

Marcelo Miller: eis aí o ex-procurador do barulho. Evidências de crimes se avolumam

Não há mais meias-palavras. O que vai abaixo, relatado em reportagem de Daniela Lima, na Folha, é o roteiro de uma ação criminosa da qual participaram o ex-procurador Marcelo Miller, o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot; o relator da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin; a presidente do tribunal, Cármen Lúcia e setores da imprensa.

Resta caracterizar o papel de cada um na concertação e o grau de consciência que tinham de que se estavam violando os princípios mais comezinhos do direito. O fato é que a tramoia levou o presidente da República a enfrentar duas denúncias oferecidas pela PGR e levou um senador da República a ser afastado do seu cargo.

Como vocês sabem, desde o começo, chamei a atenção para o fato de que a urdidura toda tinha cheiro e jeito de flagrante armado. A esta altura, parece não restar mais dúvidas. Eis aí a qualidade dos patriotas que falam em moralização da vida pública nacional.

E, como é certo, a concertação criminosa restará impune. Leiam trecho da reportagem.
*
O ex-procurador Marcello Miller recebeu com ao menos um dia de antecedência, e quando já atuava como advogado da J&F, a informação de que a força tarefa da Lava Jato deflagraria uma de suas mais importantes operações: a que levou à prisão de Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), e do primo do tucano, o empresário Frederico Pacheco.

O vazamento foi registrado por ele mesmo, em mensagem a uma advogada que era sua parceira no caso.

Miller discutia com Esther Flesch um contrato que ampliaria os valores de honorários pagos pela JBS à dupla.

Às 8h15 de 17 de maio, o ex-procurador foi informado de que o escritório Trench Rossi Watanabe, no qual estava atuando, não aceitaria os termos propostos por ele numa minuta do trato.

Neste momento, ele diz a Esther que ela deveria readequar a proposta, e avisa: “Vamos correr, porque a informação insider é a de que a operação pode ser deflagrada amanhã” (sic).

Às 19h30 do mesmo dia, o jornal “O Globo” publicou em seu site a informação de que os donos da JBS haviam fechado um acordo de delação premiada. A matéria dizia que Joesley Batista havia gravado uma conversa com o presidente Michel Temer e que o empresário também havia apresentado grampos de um encontro em que Aécio pedia R$ 2 milhões a ele.

Às 6h do dia seguinte, 18, a Lava Jato deflagrou a operação Patmos, prendendo a irmã do tucano, seu primo e um assessor do senador Zezé Perrela (MDB-MG) sob a acusação de que teriam ajudado Aécio a obter o dinheiro.

A Patmos disparou 41 mandados de busca e apreensão em quatro Estados. A irmã do doleiro Lúcio Funaro também foi encarcerada. Já Aécio foi afastado do mandato pelo ministro Edson Fachin.

A conversa que registra o vazamento de informação da Lava Jato foi obtida em mensagens de WhatsApp trocadas por Miller e Flesch. Os dados foram coletados em um telefone funcional da advogada pelo Trench Rossi Watanabe. Fachin autorizou a quebra do sigilo telefônico.

Na mensagem à colega, Miller não diz quem lhe repassou a informação de que a operação seria deflagrada. Mas ao usar o termo “insider”, o ex-procurador dá a entender que obteve o relato junto aos investigadores.

Àquela altura, a participação de Miller nas tratativas da JBS com a Procuradoria ainda não havia sido explorada pelos políticos que foram alvo da delação do grupo.

VÍNCULO
O vínculo dele com o gabinete do ex-procurador-geral Rodrigo Janot foi escancarado dias depois pelo presidente Michel Temer, em um pronunciamento. Quando a crise escalou, Miller começou a discutir com Flesch sua própria estratégia de defesa.

No dia 20 de maio, ele escreveu: “Pellela acabou de confirmar: PGR solta nota agora. Curta. Negando minha participação em delação”.

Eduardo Pellela era chefe de gabinete de Janot. Miller informou sobre a nota às 10h57. O texto só foi tornado público às 13h45 daquele dia.

Enquanto atuou na Procuradoria, Miller era visto como um quadro muito próximo a Janot. Ele teve atuação decisiva em delações que envolveram gravações ocultas de autoridades, como o ex-senador Delcídio do Amaral e a cúpula do MDB, grampeada por Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro.

Miller foi contratado pela J&F, por meio do Trench Rossi Watanabe, para cuidar do acordo de leniência do grupo –instrumento diverso da delação. No entanto, há evidências de que ele também orientou a colaboração dos irmãos Batista, inclusive enquanto ainda estava na PGR.
(…)