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TASSO ROSADO

EXEMPLO

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Em 12 de dezembro de 2017, Mossoró perdia o industrial Tasso Rosado. O ex-senador que deixava a esfera terrena, seguindo até o plano eterno para seu encontro com o Criador.

Amigo, Tasso Rosado, sinônimo de:

Humildade

Honradez

Equilíbrio

Trabalho

Compreensão

Temperança

Seriedade

Singeleza

Benevolência 

Positividade

Ética

Alegria

Simplicidade

Objetividade

Piedade

Eloquência 

Decência

Caridade

Cavalheirismo

Dignidade

Grandeza

Honestidade

Civilidade

Generosidade

Integridade

Delicadeza

Coragem

Nobreza

Grandiloquência

Probidade

Prudência

Sinceridade

Elegância

Retidão

Dinamismo

Austeridade

Beleza

Sabedoria

Valoroso

Simpatia

Eficiência

Moderação

Bondade

Saudades, amigo!!!

ROGÉRIO MARINHO FALA SOBRE CARGO NO GOVERNO BOLSONARO

DEPUTADO FEDERAL DO RN QUE NÃO SE REELEGEU SERÁ SECRETÁRIO 

O deputado federal, Rogério Marinho (PSDB-RN), que não se reelegeu, se pronunciou, através de suas redes sociais, sobre cargo que ocupará no governo do presidente, Jair Bolsonaro:

Aceitei convite feito pelo Ministro Paulo Guedes para participar do Governo Bolsonaro e ajudar no desafio da Previdência Social. Vamos agora aprofundar o trabalho já feito por uma competente equipe de técnicos que estão debruçados sobre o tema há algum tempo.

Chegamos para trabalhar em equipe e aprovar uma reforma ainda no primeiro semestre de 2019, capaz de contribuir para o equilíbrio fiscal do país, um projeto que permita ao Brasil voltar a crescer e se desenvolver, conforme as propostas de campanha do presidente Jair Bolsonaro.

Vamos trabalhar sempre a favor do povo brasileiro e contra os privilégios.

STAND-UP POLÍTICO

PT REALIZA UMA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL EM DEFESA DA DEMOCRACIA 

Se você anda sem algum motivo para gargalhar, o PT oferece um.

O partido de Lula, apoiador e financiador de ditaduras como a de Cuba e muitas outras, realiza um encontro.

Quer saber o nome da reunião?

Chama-se Conferência Internacional de Defesa da Democracia.

Mas, segure o riso que tem mais…

Entre os palestrantes estão Dilma e Eduardo Suplicy que foram derrotados nas disputas para o senado, respectivamente, em Minas Gerais e São Paulo…eheheh…

SÓ CRISTO SALVA!

REFLEXÃO 

ANTES DE MORRER

MAOMÉ, DISSE:

“Eu não sei o propósito da vida”

CONFÚCIO, DISSE:

“Eu não sou o caminho”

BUDA, DISSE:

“Procuro pela verdade”

JESUS, DISSE:

“Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (João 14.6)

(RE)TWITTANDO

ROSA WEBER É DETONADA POR DISCURSO EM DIPLOMAÇÃO 

Rosa Weber deu “aula” de Constituição a Jair Bolsonaro — a mesma Constituição costumeiramente violada pelo tribunal a que ela pertence.

Quem é Rosa Weber para dar lição de moral a alguém? Antes de abrir a boca para falar o que é certo ou errado, ela deveria se lembrar que faz parte do STF, onde desfruta da companhia de Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e outros gigantes da virtude nacional. Porque não se cala ?

Diplomação de . Nosso presidente, agora diplomado, fez um discurso simples, de união, é de agradecimentos. Já a ministra Rosa Weber nos submeteu a uma longa aula de direitos humanos fora de tom e de propósito. Desnecessário. Mas nada tirou o brilho do momento 🇧🇷

O PROSTÍBULO DO JOÃO QUE NÃO TEM NADA DE DEUS

COMERCIANTE DEFENDE CONTINUAÇÃO DOS ATAQUES SEXUAIS 

Sobre uma série de acusações de mulheres que teriam sido molestadas pelo médium João – que de Deus nada tem -, em Goiás, o publicitário-jornalista potiguar, Ricardo Rosado, define:

Nas denúncias contra o charlatão/tarado João de Deus, em Goiania, o mais incrível argumento foi de um comerciante que tem negócios nas proximidades do agora quase prostíbulo: “não podemos ficar no prejuízo”. Se entendi, é pra manter o assédio e vender os miçangas do lado de fora

DE PESADELOS E SOBRESSALTOS

OPINIÃO 

POR PAULO LINHARES

Paulo Linhares é advogado e diretor das rádios Difusora de Mossoró e Costa Branca de Areia Branca

A despeito de toda a lógica, nas mentes das pessoas concretas remanescem sempre a esperança de que tudo pode ser diferente, bastando acreditar: às vezes sim, às vezes não, a depender de como os fatos e circunstâncias são encadeados. Daí que, nas coisas humanas, a incerteza tende a prevalecer e se faz uma definitiva alavanca para superação de vários obstáculos  que atravancam a concretização das expectativas projetada

É nesse eterno jogo de luz e sombra, de dúvidas e certezas, aliás, de compleição dialética, que as mentes humanas, na busca de uma zona de conforto, constroem atalhos e encontram saídas para os problemas que as afligem. Claro, os enganos, nas escolhas, são também inevitáveis.

No mundo da política o figurino é o mesmo. Nos governos hauridos das urnas, qualquer que seja a sua orientação ideológica, emerge uma noção  primária de que a legitimação conferida pelo corpo eleitoral  autoriza aos ‘ungidos’ (equiparáveis  a semi-deuses, de direita ou de esquerda, pouca importa) a fazer o quê ninguém imagina como apenas razoável.

A “entourage” do presidente eleito Jair Bolsonaro mostra isso. De princípio, bateu  duro nos parceiros do Mercosul e na China, tudo seguindo a fórmula Donald Trump, que estraçalhou todo o esforço diplomático norte-americano na difícil relação com tradicionais parceiros europeus, orientais e os do conturbado mundo árabe. Um detalhe que alguns podem até achar de somenos:  as costas de Trump são bem largas, presidente que é do Estado mais poderoso do planeta.

O Brasil não pode nem precisa abrir tantas frentes de conflito, sobretudo, com tradicionais parceiros comerciais imprescindíveis para o agronegócio do Centro-Oeste (as exportações de soja para a China) e do Sul, Paraná e Santa Catarina em especial (carnes para os países árabes e China), aliás, colégios eleitorais onde Bolsonaro  obteve resultados  superiores a 60% do votos válidos.

Assim, parece inevitável que chacoalhar chineses e árabes poderá resultar em enormes prejuízos para esses setores do agronegócio brasileiro. O pior de tudo é que não há razões plausíveis para isso: tudo decorrente de posturas ideológicas bocós ultradireitistas que desprezam a assertiva de que países não têm amigos, mas, interesses. E quais são os interesses do Brasil neste momento: vender o mais possível para chineses e asiáticos em geral, árabes, russos, europeus e nossos ‘hermanos’ latino-americanos, neste caso, inclusive, cubanos e venezuelanos.

Claro que os Estados Unidos da América são parceiros estratégicos do Brasil. No entanto, deve-se recordar que foi ogeneral Ernesto presidente Geisel, penúltimo dos generais-presidentes da ditadura militar implantada em 1964 – governou de 1974 a 1979 -, que botou um ponto final na política de alinhamento automático com os norte-americanos, inclusive, com o rompimento do acordo de cooperação militar, pelo qual os EUA ofereciam ao Brasil armamentos e treinamento militar.

Ressalte-se que esse rompimento do acordo militar EUA-Brasil inspirado na Guerra Fria dos anos 1950/1960, foi apenas um pretexto usado pelo hábil general-presidente e formatado pela competente equipe do Itamaraty, para camuflar o verdadeiro objetivo do governo brasileiro de então: a celebração do Acordo Nuclear Brasil-Alemanha, celebrado em 27 de junho de 1975, o que quebrou a supremacia no campo tecnológico-industrial do Tio Sam, em especial na utilização da energia nuclear.

Note-se que Geisel matou dois coelhos com uma só cajadada: possibilitou que o Brasil tivesse acesso à tecnologia nuclear, algo que o governo norte-americano fez tudo para impedir desde o início dos anos 1950, além de demonstrar que o Brasil tinha plena capacidade de buscar por si mesmo outros Estados parceiros nas suas relações bilaterais.

A atitude de Geisel causou enormes abalos no relacionamento dos EUA com o Brasil, mas, preservou a soberania nacional e inaugurou a postura independente da política externa brasileira que chegou aos dias atuais. Esse bom exemplo do presidente Geisel, a despeito de desvestido da legitimidade da Soberania Popular, merece ser observado nos dias que correm. A quem interessar possa, vale lembrar que o velho general Geisel jamais bateria continência para outra bandeira que não fosse a auriverde flâmula do Brasil, nem tampouco o faria para um funcionário civil de terceiro escalão do governo norte-americano…

Por estes exemplo históricos importantes é que seguramente não nos cabe assumir brigas bobas de Donald Trump que implicam enormes prejuízos à combalida economia brasileira. No mais, o  discurso de Bolsonaro e de seus filhos, ademais de alguns auxiliares, como os do futuro chanceler, podem causar estragos enormes na área internacional. Ainda bem que o general Mourão, vice-presidente eleito, tem demonstrado grande habilidade e parcimônia no trato com essas sensíveis questões da futura política exterior brasileira.

O futuro presidente Bolsonaro deve atentar que o Brasil tem uma das melhores diplomacias do mundo e que nada tem a ver com ideologias de ocasião. Na formulação inicial  do ícone maior das relações exteriores do Brasil, o vetusto Barão do Rio Branco, reside a altaneira postura que, nas últImas décadas, tem pautado a condução da defesa dos interesses nacionais. E  pelo belo legado de José Maria da Silva Paranhos, o Visconde do Rio Branco.

Com efeito, tem-se aqui a convivência pacífica de povos que, noutras latitudes, se fazem inimigos mortais. Em nada o. Brasil ganha em assumir um ou outro lado, por exemplo, da disputa territorial entre judeus e palestinos. A quem pertence Jerusalém? Esta será sempre um questão que tem de ser decidida pela comunidade internacional em justa equidistância dos lados envolvidos na disputa.

No front internacional já começa uma dura reação aos arroubos de Bolsonaro. Em recente passagem por Buenos Aires, por ocasião da COP-24, o presidente francês, Emanuel Macron, foi  incisivo em afirmar que a União Europeia não negocia com Estados que abandonem o Acordo de Paris (o Acordo de Paris é um tratado multilateral patrocinado pela ONU sobre a Mudança do Clima, que rege medidas de redução de emissão dióxido de carbono a partir de 2020.

O acordo foi negociado durante a COP-21, em Paris e foi aprovado em 12 de dezembro de 2015.), a exemplo do que fizeram os EUA, na gestão Donald Trump e, pelo Brasil, deverá fazer o futuro governo de Jair (se acostumando) Bolsonaro. Uma coisa é certa: o doido do Trump pode encarar brigas desse porte, algo que não pode ser dito do tatibitate capitão Bolsonaro. Na dúvida, valha-nos o ‘sensato’ general Mourão, cada vez mais a demonstrar que, nas organizações militares como na vida mesma, hierarquia é posto…

Tomar partido nessa inglória disputa que remonta aos tempos das Cruzadas, não deixa de ser um enorme equívoco.  O Brasil, nas suas relações com o mundo tem sido visceralmente plural e de respeito  às escolhas internas das nações amigas. Daí que, qualquer orientação que vulnere essa postura de respeito à soberania dos Estados com os quais o Brasil mantém relações diplomáticas, hoje e amanhã, será um enorme e grave equívoco. É o que o futuro próximo revelará

 

O STF É UMA SUPREMA VERGONHA NACIONAL

E O LEWANDOWSKI…

Ricardo Lewandowski tem a autoridade de um guarda-noturno — com a desvantagem de que o guarda sabe que não manda nada, e o ministro não sabe. O rapaz que mandou prender está livre, solto e virou herói. Ele deu mais um grande passo para tornar-se o sujeito mais desprezado do país.

(RE)TWITTANDO

OPINIÃO

Entrar no STF com sete recursos seguidos, abusivos e fraudulentos para sair da cadeia, como está fazendo Lula, não é apenas usar o direito de defesa com má fé. É mostrar sua recusa absoluta em respeitar a lei. É pisar em cima da população que tem de pagar as despesas disso tudo.

VERBA DE GABINETE SIM PARA VEREADORES DE MOSSORÓ

OS VEREADORES DA CIDADE ESTÃO SENDO PENALIZADOS 

Desde 2106, os vereadores de Mossoró vem sendo prejudicados diante de decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que suspendeu a chamada verba de gabinete.

Essa ajuda para custeio de atividades legislativas funciona no Senado Federal, na Câmara Federal, nas Assembleias Legislativos e na maioria das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte.

Então, é justo que a Câmara Municipal de Mossoró também volte a dispor dessa verba.

Caberá a cada um dos vereadores realizar a devida aplicação da verba de gabinete, e quem agir de forma ilegal, que seja punido na forma lei.