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O VELHO APACHE ANTENADO OPINA

SE PAULO MALUF TIVESSE PERSPECTIVA DE PODER FUTURO NINGUÉM O PRENDERIA 

Da série Stand Up Político-judicial.

Somente agora que o deputado federal Paulo Maluf apresenta dificuldades até para se locomover aparecem dois ou três “valentões” da Justiça para o mandar para a cadeia.

Alguém aí tem alguma dúvida de que, se Maluf ainda tivesse alguma perspectiva de poder futuro, ninguém o prenderia?

Querem um exemplo?

O líder do PT, Lula, segundo a Procuradoria Geral da República, comandou uma Organização Criminosa (ORCRIM) porém, continua a atacar a Polícia Federal, o Ministério Público e a própria Justiça.

Claro, como o Lula aparece liderando as pesquisas eleitorais para a presidência da República, ninguém manda prender o chefão da ORCRIM.

 

 

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TIÃO COUTO E JORGE DO ROSÁRIO REBATEM NOTÍCIAS SOBRE POSSÍVEL INELEGIBILIDADE

EMPRESÁRIOS EMITEM NOTA OFICIAL SOBRE SITUAÇÃO JURÍDICA 

Os empresários Tião Couto e Jorge do Rosário se posicionaram sobre notícias a respeito da possibilidade de se tornarem inelegíveis em face de pendências jurídicas na prestação de contas de suas respectivas campanhas para prefeito e vice de Mossoró, nas eleições municipais de 2016.

Confira a posição de Tião e Jorge:

Resultado de imagem para Tião Couto e Jorge do Rosário

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Tião Couto e Jorge do Rosário vem por meio desta repudiar a tentativa de manipular a opinião pública com notícias desencontradas acerca do processo judicial que tramita na 33ª zona eleitoral, tendo como autores a prefeita do município e sua coligação partidária, questionando a prestação de contas da campanha de Tião e Jorge.

Trata-se tão somente do inconformismo do grupo político da prefeita que teve suas contas de campanha de 2016 desaprovadas pela justiça eleitoral – decisão que não cabe mais recurso – e que tenta atrair para o mesmo noticiário negativo aqueles que tiveram suas contas devidamente aprovadas.

A ação ora em questão, completamente desnudada de provas, teve pedido dos advogados da prefeita para quebra dos sigilos bancário e fiscal de Tião e Jorge e de suas empresas, no intuito de descobrir algo que venha a dar sustentação ao fraco conteúdo acusatório dos autores. O Ministério Público, cumprindo seu papel, manifestou-se favorável, assim como o faz corriqueiramente em pedidos semelhantes.

Tião e Jorge acreditam que o juiz não concederá tal pedido, uma vez que a insuficiência de provas não enseja que tal medida desproporcional seja adotada.

A manipulação da notícia por parte dos autores da ação é tão evidente que chega ao absurdo de determinado blog postar entre suas manchetes a de que “ EMPRESÁRIO TEVE SIGILO BANCÁRIO E FISCAL QUEBRADOS PELA JUSTIÇA”, quando não existe nenhuma decisão judicial a respeito e na verdade se tratou apenas de uma tentativa apressada em dar falsa publicidade a atos do  Judiciário que não existiram.

Emissoras de rádios, jornais e blogs,  talvez influenciados pelo poderio econômico da Prefeitura Municipal de Mossoró,  trataram de desinformar a população com notícias apressadas e equivocadas, manipulando o conteúdo para criar na opinião pública uma condenação precoce.

Ao que parece, o grupo político que faz uso de tal expediente deve estar muito incomodado com algum dado político recente que lhe chegou as mãos, face as tentativas frequentes de macular o nome de quem tem pautado suas vidas pela honestidade dos seus atos e firmeza nos seus valores.

Tião e Jorge pedem a todos que estão tendo conhecimento do assunto, que não embarquem nas conclusões precipitadas de quem tenta manipular para esse fim, que aguardem o trâmite da ação judicial, pois existe não apenas a confiança, mas a convicção que no final de tudo, a verdade triunfará e o mal será derrotado.

Tião Couto e Jorge do Rosário

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REFLEXÃO: SÓ CRISTO SALVA

EM NENHUM OUTRO NOME HA SALVAÇÃO

POR CARLOS SKARLACK

Os anais da história da humanidade estão repletos de grandes vultos; de notáveis lideranças, especialmente, no campo espiritual. Figuras que legaram reminiscências de sabedoria e abnegação; de humildade, bondade e amor ao próximo. Seres simplesmente caroáveis. Exemplos emblemáticos. Verdadeiros ícones. Existem àqueles que até foram vítimas, porém, não se negaram a sacrificarem-se a favor do próximo; em benefício da posteridade. Deram suas vidas pela obra de Deus. E, quando falamos de grandes personagens, não estamos tratando particularmente de frágeis seres humanos, pois, assumir a responsabilidade de conduzir outros à batalha – espiritual -, não é para qualquer um. Mesmo assim, nomes de líderes são incontáveis. Ou alguém em sã consciência, poderia desconhecer – concordando, ou não com os mesmos – que figuras do passado como o Maomé, Buda, Confúcio, o Dalai Lama (Tenzin Gyatso – o 14º), Madre Tereza de Caucutá e outros, arrebataram e, ainda hoje arrebanham multidões? Igualmente, o ranking presente de notáveis lideranças religiosas pode ser composto por nomes como o do Papa Francisco (Mario Bergoglio) da Igreja Católica; Romana Rabino Ovadia Yosef, de Israel, do Judaismo Ultra-Ortodoxo;  do Arcebispo Peter Akinola, da Nigeria, Cristão Anglicano; o Grande Ayatollah Ali al-Sistani, Iraque, Islâmico Xiita; Pastor Rick Warren, nos Estados Unidos, da Igreja Batista do Sul e muitos outros.  Todavia, a Bíblia é clara, incisiva, taxativa até, ao apresentar Jesus de Nazaré, como o único nome com poder de perdoar o homem; de salvar a humanidade. Sem jamais querer satanizar qualquer outro líder espiritual, cumpre destacar: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos (At 4:12)”. Ou seja: Só Cristo Salva!

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LULA DELIRA E CONDENA PRISÃO DE EX-GOVERNADORES POR ELES TEREM ROUBADO DINHEIRO PÚBLICO

LÍDER DO PT ASSUME PUBLICAMENTE O ROUBO DO DINHEIRO PÚBLICO 

POR CARLOS JOSÉ MARCOS

Da IstoÉ

Você, brasileiro honesto, cumpridor de seus deveres, que zela pela ética como princípio fundamental, que tenta educar os filhos com o objetivo de que eles cresçam como homens decentes e honrados, dentro de valores de retidão moral, que não aceita o império do crime instalado no País, que torce pela punição exemplar dos malfeitores e o extermínio definitivo da praga da corrupção, o que tem a dizer sobre essa frase: “O Rio de Janeiro não merece que governadores eleitos democraticamente estejam presos porque roubaram dinheiro público”. Roubar não deve levar à cadeia. Eis a nova lição dada pelo chefão do PT, o presidenciável Lula. É ou não é a pregação da bandidagem libertina como forma de governo? Dias atrás, na condição de réu em sete processos por lavagem de dinheiro, corrupção e formação de quadrilha, ele, Lula, disse essa dentre outras barbaridades a uma plateia de áulicos seguidores que o assistiam em outra de suas escalas, em campanha antecipada e ilegal, no Rio. Se já fala isso, imagine o que ele pode fazer caso volte a ocupar o Planalto. Lula nem se preocupa mais em disfarçar. O seu notório descaso pela ética chegou a tal ponto que ele coloca a “operação Lava Jato” como a grande vilã da história. A mesma Lava Jato que desbaratou o esquema de bilhões na Petrobras e colocou atrás das grades os responsáveis pela pilhéria seria assim uma espécie de afronta aos “homens do bem”. Acredite se quiser. Para a patota, benevolência irrestrita. Já para quem está do outro lado o tratamento é distinto. O juiz Sergio Moro, nas palavras do menestrel de lorotas, não passaria de “um cara do mal”. Dias antes Lula também o tachou de “surdo”. Achincalhar autoridades e instituições legalmente constituídas virou hobby para o petista. Ele desqualifica o Ministério Público, a Polícia Federal, e até os magistrados do Supremo, que já ouviram impropérios de sua língua afiada. Aos aliados do Congresso sugeriu na semana passada que, caso as “vossas excelências” fossem acusadas de ladrões, deveriam responder com um singelo: “vossa excelência é a puta que pariu”. Lula partiu realmente ao escracho. A coletânea de seus despautérios só não é maior que o pendor a falsear a verdade. Mesmo diante de evidências, dados e fatos que o desmentem de maneira categórica. Lula caçoa da realidade. Usa a negação lunática como tática para driblar o cerco de provas que se fecham contra ele e aposta no mantra de que uma mentira repetida várias vezes acaba por se tornar verdade. No resumo da cartilha petista a versão partidária vale mais que qualquer informação e ele, como mentor da regra e hábil manipulador de multidões, percebeu que pode conseguir por esse caminho alguma vantagem numa corrida eleitoral provavelmente marcada pela hegemonia de “fake news”. A questão ainda sem resposta é: por que são tão poucas as vozes da Justiça que se levantam contra as suas despudoradas agressões? Por incrível que pareça, Lula não recebe sequer punição pelo comportamento, no mínimo, afrontoso. Ele estaria realmente acima da lei? Qualquer um pode ser preso na esquina por desacato. Lula não, apesar de estarem tipificadas no código penal razões de sobra para a sua prisão até por risco à ordem pública. Há uma avalanche de insanidade no ar e a Constituição tem que imperar antes que a anarquia tome conta em meio a discursos populistas dos que se imaginam salvadores da Pátria. Não se pode desmoralizar o estado democrático de direito, pilar da civilização. Do contrário, o flerte com a ditadura e com os desmandos é imediato – tal qual se verificou na Venezuela, conduzida a mãos de ferro por Nicolás Maduro. Lá o simpatizante de Lula tenta instaurar agora uma eleição sem partidos opositores. É isso que o Brasil deseja para o seu futuro? Nas patranhas palanqueiras Lula parece vender isso. Ele simpatiza com o “modus operandi” do líder venezuelano e não esconde de ninguém. Tem na ponta dos dedos explicações para qualquer ato de transgressão do colega. O País precisa estar atento. Não existe sociedade que funcione adequadamente fora dos limites constitucionais. Lula tripudia de apurações legais. Recorre a toda sorte de embargos e subterfúgios para evitar o juízo de seus desvios. Na semana passada foi marcada finalmente a data do julgamento na 8ª Turma do TRF-4 para um de seus processos. A primeira reação do bloco petista foi questionar a celeridade. Almejam postergar ao máximo o confronto com a lei. Espernearam no Congresso reclamando da decisão. Vários juristas comentaram, em tom de ironia, que nunca viram “reclamação por rapidez” como ocorreu no caso. O ministro Gilmar Mendes pontuou que o julgamento de Lula trará finalmente segurança jurídica ao País. Para quem, como Lula, classificou a onda de corrupção como uma grande invencionice para minar sua candidatura, ter de encarar os fatos deve ser mesmo insuportável.

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KENNEDY SALVADOR: “VIVER EM SOCIEDADE É RESPEITAR OS DEMAIS”

ADVOGADO OPINA SOBRE CIUMEIRA CONTRA OUTDOOR DE BOLSONARO

POR KENNEDY SALVADOR

A palavra que mais se fala na atualidade é RESPEITO à raça; credo; opção sexual; política e a tudo mais. Andamos “pisando em ovos”, tudo agora é preconceito! O que vejo é que há um enorme abismo de conveniências entre o pensamento ético e a ação. Pro incrível que pareça os grupos que pregam esse tal respeito são os mais intolerantes. O que tem demais um simples outdoor? Os simpatizantes do Deputado Bolsonaro têm todo o direito de manifestar a sua preferência, obviamente respeitando os contrários e igualmente tem que ser respeitados. Viver em sociedade é respeitar os demais, as diferenças. A maior prova de idiotice é querer imputar a sua verdade como absoluta e irrefutável. As redes sociais estão abarrotadas de agressões/ataques entre pessoas pelo simples fato de um grupo ter resolvido fazer uma homenagem ao seu preferido em futura corrida presidencial. Coisa mais besta e sem propósito! É salutar a exposição de idéias oportunizando o debate. Precisamos pensar, refletir, discutir e agir, mas tudo isso deve acontecer respeitando opiniões diferentes, crenças, valores que cada um carrega. Está incomodado com o outdoor do Bolsonaro? Faça um; dois; dez; do seu candidato e comemore também, qual o problema?

Fonte: Face de Kennedy

 

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CIRO GOMES: “NÃO VOU CHAMAR NINGUÉM DE FILHO DA P***”

UM PRESIDENCIÁVEL E SEU “DISCURSO IMPRÓPRIO PARA MENORES”

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Pasmem: Ciro Gomes avisou que não vai mais desfilar impropérios contra desafetos – Foto:iPad Skarlack

“É pauta, é pedra é o fim do caminho”.

Bem que a anáfora do poeta-escritor, Antônio Carlos Jobim, poderia ser adotada pelo marqueteiro do pré-candidato à presidência da República, Ciro Gomes (PDT), para definir o nível do discurso do mesmo.

Ele que já foi traído por sua verborragia, quando em outros carnavais – leia-se eleições -, começou bem, todavia, desandou a vociferar impróprios contra tudo e contra todos, bem que poderia ter aprendido com os próprios erros.

Porém, até mesmo quando avisa que não cometerá os erros pretéritos, descamba para a baixaria.

Prova?

Foi o próprio Ciro Gomes, que nos legou, na noite desta terça-feira, 5, ao ministrar, em Mossoró, uma palestra par a representantes da UFERSA.

– Eles (os adversários) vão tentar me assassinar na mídia, mas dessa vez não vou errar -, filosofou, emendando: “Mas dessa vez eu não vou mandar ninguém para a p*** que o p****”.

O mesmo nível (?) também foi mantido, em momentos como o que comentou sobre a atuação dos defensores do também presidenciável, Jair Bolsonaro: “Vão lá – nas redes sociais – dizer que vai votar no Bolsonaro para a m*** virar lama”.

Nem mesmo o ex e possível futuro aliado, Lula, escapou do linguajar impróprio para menores de idade.

“Quando o Lula começou a fazer m*** eu sai de perto e vaja no que foi que deu”, ironizou, ao comentar o período em que foi ministro em um dos governos do líder petista, antes de pedir para sair.

Ao ser questionados sobre um movimento especializado em triturar sua campanha nas redes sociais, Ciro Gomes não se fez de rogado, e mandou ver: “É o movimento dos bostinhas liberais”.

Por essas outras, talvez, seja mais apropriado, mesmo, ao discurso do presidenciável do PDT, o polissíndeto de Olavo Bilac: ‘Luta ensanguenta, e rola, e tomba, e se espedaça”.

Esse filme o Velho Apache Antenado já assistiu!!!

 

 

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NOTA DA UERN CONFIRMA O QUE ESTE BLOG NOTICIOU SOBRE INVASÃO DA REITORIA

INVASORES IMPEDEM SERVIDORES DE TEREM ACESSO AO SEUS RESPECTIVOS LOCAIS DE TRABALHO

Na semana passada, noticiei aqui que um grupo de invasores da Reitoria da UERN estavam proibindo funcionários de terem acesso aos seus locais de trabalho.

Logo, alguns bobalhões, começaram a relinchar nas redes sociais.

Hoje, a UERN, atavés de nota, confirma o que aqui noticiamos.

Confira a NOTA:

NOTA

Professores e estudantes acampados no prédio da reitoria da Uern desde a noite da última quinta-feira, decidiram manter a ocupação nesta segunda-feira e impedir a entrada dos servidores da universidade para trabalhar. A medida irá prejudicar o andamento de uma série de processos administrativos, já parados desde a sexta-feira, comprometendo inclusive o processamento da folha de pagamento dos servidores da universidade.

Neste domingo, a reitoria enviou ofício à presidente da Aduern, Rivânia Moura, pedindo uma resposta oficial sobre a continuidade ou não da ocupação. A resposta chegou na manhã desta segunda-feira, com a alteração na pauta de reivindicação e condicionando a desocupação do prédio a, entre outras coisas, a revisão do encerramento dos contratos dos professores provisórios, não renovados por cumprimento à legislação estadual e recomendação do Ministério Público Estadual.

A reitoria respeita a ocupação do prédio como forma de protesto, mas é totalmente contrária à restrição da entrada dos funcionários para trabalhar, imposta pelos ocupantes. No sábado, a comissão que lidera o movimento disse que permitiria a entrada de apenas algumas pessoas.

Por entender que tem negociado com os ocupantes desde a última quinta-feira, inclusive tendo feito um encaminhamento conjunto, com a Associação dos Docentes da Uern, para solução do problema, nesta semana, a reitoria não considera a medida dos ocupantes como uma forma de diálogo.

A ocupação é feita por professores substitutos da universidade, que reivindicam a renovação de seus contratos, impedida pelo que está previsto em lei estadual.

Os prédios da reitoria e Epílogo de Campos abrigam a vice-reitoria, o Gabinete da reitoria, as Pró-reitorias de Recursos Humanos e Estudantis (Prorhae), Planejamento (Proplan), Administração (Proad), Assessoria Jurídica, Diretorias de Informática (DINF) e Obras, Agência de Comunicação (AGECOM), Comissão de Controle Interno (CCI), Cerimonial, Avaliação Institucional, Ouvidoria e UernTV.

Por estes setores passam, todos os dias, processos jurídicos, administrativos, de licitações, de compras, de obras, de pagamentos, de colações de grau, entre outras coisas.

A paralisação dos serviços compromete ações importantes para toda a universidade. O processamento da segunda parcela do salário de outubro e do 13º salário, por exemplo, fica comprometido.

Na Assessoria Jurídica, 136 processos de convocação, dentre os quais 125 de professores,  podem ser revogados se não forem concluídos e encaminhados ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) a tempo, assim como o envio ao tribunal das análises financeiras que possibilitarão a convocação de mais 43 concursados para a instituição.

Pedro Fernades Ribeiro Neto

Reitor

Fátima Raquel Rosado Morais

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Grupo Globo precisa usar consigo mesmo critérios e práticas que empregou com governo Temer

A TV Globo deveria escalar seus repórteres investigativos para conseguir o áudio das acusações que envolvem o nome da emissora e colocá-los em horário nobre, repetindo em todos os jornalísticos. Em nome da isenção

POR REINALDO AZEVEDO

 

Buzarco, o homem da TyC: o que ele ganharia se mentisse sobre a TV Globo

O grupo Globo precisa começar a usar consigo mesmo os critérios que emprega com alguns terceiros — critérios que o levaram a pedir a cabeça de Michel Temer antes mesmo de uma investigação formal.

O envolvimento no nome da empresa em pagamento de propina referente à transmissão de jogos da Copa do Mundo e da Copa América preocupa, claro, o principal braço do conglomerado de comunicação: a TV Globo. Quem levou tão longe a histeria persecutória vê-se em lençóis quando menos incômodos quando recebe uma acusação formal de pagamento de propina.

Há indícios suficientes de que, naquele ambiente, as coisas seguiam padrões éticos muito peculiares. Leiam o que informa o Estadão. Volto em seguida.
*
O ex-funcionário da empresa argentina Torneos y Competencias José Eladio Rodríguez, testemunha de acusação no julgamento do ex-presidente da CBF José Maria Marin, apresentou nesta quinta-feira no Tribunal Federal do Brooklin, em Nova York, planilhas que registram pagamento de US$ 1 milhão ao ex-executivo da Rede Globo, Marcelo Campos Pinto. O atual presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, também aparece como destinatário de pagamentos ilícitos.

Campos Pinto negociou a compra de direitos de transmissão para o Grupo Globo até o final de 2015, quando deixou a empresa. De acordo com documentos apresentados por Rodríguez, ele seria o ‘MCP’ que consta na planilha de pagamentos ilegais da empresa argentina — inicialmente havia dito que a sigla era referente a Del Nero; depois corrigiu. Os pagamentos teriam sido feitos em 2013. Mas o ex-funcionário da TyC, encarregado de fazer as remessas da empresa, disse ao júri que não conhecia Campos Pinto.

Nas planilhas também apareceu referência a ‘MP’, que seria Del Nero.  Ao depor no dia anterior, quarta-feira, Eladio Rodríguez afirmou ter pago US$ 4,8 milhões em propinas para Del Nero e Marin. Nesta quinta, a defesa do ex-presidente da CBF, que cumpre prisão domiciliar em Nova York, voltou a dizer ao júri que era Del Nero, e não Marin, que recebia propinas.

Para isso, exibiu alguns documentos, entre eles um e-mail de 6 de junho de 2013, enviado por Rodríguez a ele mesmo como um lembrete de atividades que teria de fazer. Entre elas consta ‘telefonar para Marco Polo para transferência’. Isso levou James Mitchell, advogado de Marin, a perguntar ao ex-funcionário da TyC se ele havia pago propina a Del Nero. A resposta foi positiva.

Rodríguez disse também que o termo ‘brasileiro’ usado nas planilhas indicavam pagamentos feitos a presidentes da CBF e que, para ele, Marin e Del Nero eram um só, pois ‘estavam sempre juntos’. A testemunha também foi confrontada por dois documentos, igualmente apresentados por James Mitchell. Num deles, havia referência a pagamento de US$ 900 mil feito a ‘brasileiro’ (MP) e outra pagamento no valor US$ 2 milhões pela Copa América de 2015 — US$ 1 milhão teria sido pago.

A citação a Campos Pinto apareceu quando a promotoria mostrou um documento de pagamento de US$ 10 milhões feito pela Globo à empresa holandesa TyC por um contrato de transmissão. Uma anotação em especial indicava um pagamento da T&C a Campos Pinto no valor de US$ 1 milhão. Rodríguez disse à promotoria que o pagamento foi feito.

Marcelo Campos Pinto não foi localizado. O Grupo Globo se manifestou por nota:
“Sobre a afirmação de uma testemunha no julgamento que acontece em Nova Iork de que o ex-diretor do Grupo Globo, Marcelo de Campos Pinto, recebeu em 2013 pagamento de uma empresa do Grupo Torneos Competencias, que atua na área de marketing esportivo, o Grupo Globo esclarece que nunca teve conhecimento de tal pagamento. Caso tal pagamento tenha ocorrido, foi, evidentemente, contrário aos interesses da empresa. O Grupo Globo reafirma que não tolera nem paga propina’.

Marco Polo Del Nero também reagiu por meio de nota: “Com referência à citação feita pelo delator premiado José Eladio Rodríguez na Corte de Justiça do Brooklin, New York, EUA, o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, reitera que o depoimento se mostra contraditório, confuso e inverossímil, eis que afirma sequer saber quem era o presidente da CBF à época dos fatos ou identificar o significado de supostas iniciais lançadas em uma determinada planilha. Reitera definitivamente que não assinou nenhum contrato objeto das investigações seja pela CBF, entidade da qual não era o presidente à época, seja pela Conmebol, onde nunca exerceu nenhum cargo. Por fim, reafirma que nunca participou, direta ou indiretamente, de qualquer irregularidade ao longo de todas atividades de representação que exerce ou tenha exercido”’.

Voltei
Convém não confundir as coisas.

Em dois depoimentos, o executivo Alejandro Burzaco acusou a Globo, a mexicana Televisa e a empresa Torneos y Competencias de terem pagado propina em troca dos direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2026 e 2030. Juntas, teriam, como direi?, agraciado Julio Humberto Grondona, ex-chefe do futebol argentino, com US$ 15 milhões.

Burzaco disse ainda que ele conversou com Marcelo Campos Pinto, então o todo-poderoso do futebol na emissora a brasileira, sobre o pagamento de propinas para a Conmebol por intermédio da Torneos (empresa do argentino) em troca de direitos da Libertadores e da Copa Sul-Americana.

A partir de transferências bancárias à empresa holandesa, os valores eram repassados a dirigentes sul-americanos, como o ex-presidente da CBF José Maria Marin.

O tal José Eládio Rodriguez fez mais do que eventualmente dar a entender que o funcionário da Globo teria recebido propina em vez de pagar — como sugere nota da Globo. Braço direito de Burzaco, o dono da Torneos y Competencias (T&C), ele confirmou ao tribunal de Nova York que uma offshore dessa companhia foi criada na Holanda para receber os pagamentos de grupos de comunicação, inclusive a Globo.

Assim, a suspeita, referendada pela nota da Globo — de que o então representante da emissora possa ter recebido propina pessoal — não se sobrepõe ao fato de que a acusação principal de Burzaco é a de que a Globo integrou o grupo que pagou propina, coisa muito distinta de um desvio pessoal de funcionário.

Ao ponto
Vazamentos de depoimentos — áudios ou vídeos — viraram a coqueluche da Lava Jato. O jornalismo brasileiro, muito especialmente a Globo, nunca atentou para sua legalidade ou ilegalidade, não? Não assistimos a falas intermináveis de Ricardo Saud acusando Rodrigo Loures de aceitar os tais R$ 500 mil para dividir com Temer?

Se vocês se lembram, não há uma só gravação entre Saud e Loures em que isso seja dito. Nada! Convenham: se o deputado estava pegando propina para repassar ao presidente, seria, digamos, natural que abordasse o assunto com a fonte pagadora. Mas isso simplesmente inexiste. Como inexiste qualquer outra circunstância que aponte para algo semelhante.

O que há, de sobejo, são gravações de Saud com os procuradores, em que a acusação é feita. Então temos o seguinte mecanismo perverso:

1: o locutor do Jornal Nacional afirma que delator diz que dinheiro era para o presidente.

E a prova?

2: ora, é o depoimento do próprio delator ao procurador, como se ele conferisse à coisa ares de verdade.

E aí esse depoimento é reproduzido no “Bom Dia Brasil”, no “Jornal Hoje”, no “Jornal Nacional”, no “Fantástico” e umas 35 vezes na GloboNews…

Esse tipo de jornalismo não se faria em nenhuma outra democracia do mundo. Quem usa a palavra do acusador como prova são regimes como o venezuelano, o turco, o russo… As ditaduras escancaradas matam e pronto.

É claro que não emprego aqui a palavra “prova” em sentido técnico. Afirmo que, aos olhos do telespectador, a gravação da acusação de Saud soava como prova provada. Era receita para derrubar presidente. Mas ele não caiu nem atendeu ao editorial do Globo, que mandou que renunciasse.

Para arrematar: será que as gravações em que a fica clara a tramoia, a urdidura, a conspiração a que se dedicou a turma da JBS, em pareceria com membros do MPF, mereceu o mesmo destaque? A pergunta é retórica. A resposta é “não”.

Agora ao ponto
A Globo deveria escalar seus repórteres investigativos para conseguir o áudio das acusações que envolvem o nome da emissora e colocá-los em horário nobre, repetindo em todos os jornalísticos. Em nome da isenção.

Na hora do “outro lado”, em vez de baixar a voz de Deus na figura do âncora, apareceria alguém de carne e osso para falar a respeito.

A propósito: já sabemos o que ganham os delatores brasileiros se acusam aqueles que estão na listinha previamente elaborada pelos procuradores. Ganham a impunidade. Cabe fazer a pergunta: o Buzarco ganha acusando a Globo?

Delator que mente, no Brasil, ganha direito a entrevista exclusive a veículos empenhados em derrubar o presidente. Nos EUA, se isso acontecer, ganha é uma cana feia.

Fonte: Site da Rede TV

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A “nova política” produziu só atraso; já a “velha” tirou o país do atoleiro petista

Já a “velha” tirou o país do atoleiro petista

POR REINALDO AZEVEDO

Aqui e ali leio e ouço reclamações sobre a “velha política”. Da extrema esquerda à extrema direita, reivindica-se a novidade como valor em si, como categoria política ou de pensamento. Até conservadores fazem dela um fetiche, o que é coisa de hospício.

Jair Bolsonaro, por exemplo, quer-se o novo, especialmente agora que arrumou um Paulo Guedes para chamar de seu, uma fórmula que, segundo o economista e financista, junta a “ordem” (suponho que seja o militar reformado) com o “progresso” (acho que se refere, com modéstia peculiar, a si mesmo).

A facilidade com que nossos “sedizentes” liberais se juntam a autoritários é já uma tradição. Lembrando um poema-piada de Oswald de Andrade, a um liberal à moda brasileira ocorreria vestir o índio, mas nunca despir o português.

Ao se referir ao rebento que nasceria do casamento (“hétero”, o deputado frisou; Deus do céu!) de Bolsonaro com Guedes, Elio Gaspari lembrou a suposta resposta de Bernard Shaw a Isadora Duncan quando esta lhe teria proposto que tivessem um filho, que nasceria, então, com o cérebro dele e o corpo dela. Teria declinado do convite alertando para o risco de a criança ter o corpo dele e o cérebro dela.

A história é boa, mas não aconteceu. Shaw a desmentiu. No máximo, admitiu que ela se ofereceu para dançar para ele sem véus. Segundo disse, esqueceu-se de comparecer ao encontro. Para Oswald, tudo indica, ela dançou ao passar por Banânia…

A minha metáfora é um pouco mais rural, caminhando também ela para o clichê. É a história do caipira que cruzou a vaca com o jumento para extrair de ambos o melhor. O híbrido nem dá leite nem puxa o arado. Pior: baba como um ruminante e dá coice como um asinino. O caipira do Mazzaropi, que, de tonto, só tinha o andado, não cairia nessa.
(…)

Foi a fantasia autoritária e dita modernizadora do “ilegalismo” militante da Lava Jato que conduziu o país, até aqui ao menos, a uma escolha entre Lula e Bolsonaro.
(…)
Já a “velha política” se encarregou de se articular com o Congresso para aprovar teto de gastos; mudança no marco do pré-sal; reestruturação do setor elétrico; reforma trabalhista; reconstrução do ensino médio e, quem sabe?, alguma reforma da Previdência.
(…)
Para ler a íntegra, clique aqui

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Falei há pouco com Temer no Sírio-Libanês: “Four more years”. E a “Oração aos Moços”, de Rui

E a “Oração aos Moços”, de Rui

POR REINALDO AZEVEDO

Presidente Michel Temer: intervenção bem sucedida e bom humor. Eis uma boa mistura

— Presidente?
— Oi, Reinaldo, como vai?
— “Four more years”, só pra recomeçar?
— [risos] Pois é… A gente não é dono do futuro. Mas você sabe que me disseram que o coração, agora, ficou muito bom!
— Foi o Kalil quem disse?
— Foi, sim!
— Ele é um craque.
— O senhor está se sentindo bem?
— Muito bem! 
— A voz está firme, sem nenhum sinal de que o senhor passou por um procedimento delicado.
— Sabe que já me falaram isso?
— Estou aqui torcendo para que o senhor se recupere logo.
— Estou com dois stents. Li que são feitos de uma mistura de aço e cobalto.
— Então… Nós dois agora pertencemos aos reinos animal e mineral. Tenho molas de platina e tungstênio no cérebro.
— Isso deve ser bom. Seu cérebro parece ir muito bem…
— Os críticos dizem que não; que arrancaram o cérebro e só deixaram o aneurisma [risos].
— Essas coisas são assim mesmo… Você se lembra daquela passagem da “Oração aos Moços”, do Rui Barbosa, em que ele fala da dívida que temos com os inimigos? Segundo o Rui, por mais mal que nos façam, o bem será sempre maior porque, em razão do que nos fazem, a gente se depura.
— Lembro, sim. Nem sempre é fácil a gente exercitar aquela lição, mas ele estava certo.
— É verdade!
— Liguei para expressar os votos de pronto restabelecimento. Fico feliz e tranquilo ao perceber que o senhor está tão bem!
— Muito obrigado, Reinaldo!

Essa foi a conversa que mantive há pouco, ao telefone, com o presidente Michel Temer, que está internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele passou nesta sexta por um cateterismo para desobstrução de três artérias do coração — duas delas receberam stents, microtubos expansíveis que impedem futuras obstruções. A equipe que o atendeu é chefiada pelo cardiologista Roberto Kalil Filho, que cuida, com a competência habitual, também do meu coração de manteiga.

Sendo o procedimento bem-sucedido, e o de Temer foi, o portador de tal, digamos, “artefato” não corre risco adicional nenhum na comparação com pessoas que tenham o coração saudável. Ah, o mesmo vale para as tais “molas” empregadas na embolização de aneurismas.

Sempre a calma
Ao longo desses meses, desde a crise deflagrada pelo vazamento da conversa que não existiu entre Temer e Joesley Batista — não nos termos anunciados —, falei, sei lá, umas dez vezes com o presidente. Em duas delas, ele estava internado: o papo de há pouco e o da internação anterior. Nunca o vi alterado, bilioso, com ódio. Mas essa constatação poderia retratar apenas, digamos, interiores, sendo mera cena privada, sem consequências na vida pública.

Mas isso não é verdade. Nesse tempo, a agenda avançou, e o presidente se saiu vitorioso em todas as matérias que foram votadas pelo Congresso; atuou, a despeito das dificuldades, em parceria com o Poder Legislativo.

Impressiona-me a dificuldade que tem a imprensa de reconhecer esses avanços. Ou porque está atrelada a pressupostos ideológicos que vêm de longe ou porque é refém de uma doxa, imposta pelo Ministério Público Federal e pelo rancor disfarçado de moral elevada, que a impede de ver o óbvio.

Poucos políticos, em circunstâncias normais — isto é, sem suceder a um presidente deposto e sem ser assediado por duas denúncias escandalosamente ilegais —, teriam ido tão longe. Acho que eu mesmo preciso refazer a frase: nenhum dos que o antecederam, ainda que em condições absurdamente mais favoráveis, foram tão longe. A reforma trabalhista que o diga. As intervenções cirúrgicas na economia (sem trocadilho com o momento) repuseram o Brasil na trilha do crescimento.

Se o país fizer a coisa certa — as reformas — e se os brasileiros fizerem a escolha certa, teremos um longo período de crescimento pela frente. E o crescimento é sempre o melhor motor da justiça social, da elevação de renda da população, da autonomia dos indivíduos.

Temer já é o presidente mais injustiçado da história do país.

E torço, pois, para que o tempo se encarregue de corrigir essa distorção

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