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ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

GALEGÃO

A imprensa brasileira está tão parecida com a norte-americana, que fica difícil saber-se qual é a original.

Nas últimas horas, o galegão Donald Trump tem levado mais pancada do que o tabaco do meu vô Joca Pequeno, para virar rapé.

BRIGA

Para que a esquerda de Lula e a direita de Bolsonaro estejam na disputa presidencial de 2022, basta que continuem brigando, nas redes sociais.

A influência da mídia tradicional, na próxima eleição presidencial, será igual a zero ou ficará perto de zero.

Daí, o desespero da imprensa com a esquizofrenia de fake news, tentando desmerecer as plataformas virtuais, por saber que o fim dos clássicos órgãos de comunicação é iminente, caso não se reinventem radicalmente.

CNN

A CNN Brasil, se insistir na prática de remoer os mesmos assuntos, indefinidamente, com certeza, não irá emplacar.

Coisa que dá para mastigar em 30 minutos, no máximo, leva três horas ruminando-a.

Chega a ser irritante. É enervante.

Bolsonaro aposta em Faria para agradar ao centrão e Maia, temendo impeachment

Argumento oficial é de que precisar melhorar a comunicação

POR ANDRÉIA SADI 

Do G1

A nomeação de Fabio Faria (PSD-RN) para o Ministério das Comunicações – recém-criado – é uma aposta pessoal do presidente Bolsonaro para agradar, ao mesmo tempo, o centrão e Rodrigo Maia em meio ao temor do Planalto de que Bolsonaro poderá sofrer um processo de impeachment no Congresso.

O argumento oficial de Bolsonaro é de que o governo precisa melhorar a comunicação – e, por isso, escolheu Faria, com trânsito entre os Poderes.

O deputado tem interlocução também com o presidente do STF, Dias Toffoli e outros ministros da corte.

A aliados, Faria diz que sua missão política será “pacificar” a relação entre Congresso e Planalto, embora admita que a situação seja difícil. Mas sua indicação agradou a cúpula do Congresso e deputados do centrão. A dúvida, admitem parlamentares ouvidos pelo blog, será a reação da ala ideológica à entrega do poder da área da comunicação- cara ao grupo- ao deputado federal.

O deputado do PSD, que é genro do empresário e comunicador Silvio Santos, sempre teve excelente trânsito com Bolsonaro – mas é amigo de Maia, o que incomodava palacianos já que é o presidente da Câmara pode dar aval à abertura de um impeachment contra Bolsonaro.

Faria, no pior momento da relação Maia e Bolsonaro, atuou como bombeiro. Tentou reaproximar Maia e Bolsonaro, e aconselhou ambos a diminuírem o tom de críticas e ataques.

Assim que Bolsonaro bateu o martelo sobre sua escolha ontem, Faria telefonou para Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia- e o presidente falou com ambos. Ao sair do encontro com Bolsonaro, Faria foi à residência oficial da Câmara- e avisou a Bolsonaro que se encontraria com Maia na noite de ontem.

Maia comemorou a indicação do amigo- apesar de ser do centrão, hoje rachado no apoio a Maia. O presidente da Câmara repetia a deputados que o procuraram ontem à noite que Faria fazia parte do centrão que é aliado, por isso, estava feliz com a nomeação do amigo. Na visão do grupo de Maia, Bolsonaro acena com a bandeira branca- pelo menos por ora- por estar com medo do impeachment e do cenário econômico do pós-pandemia.

Aliados de Bolsonaro já haviam cogitado transformar Faria em líder do governo, ou outro cargo de articulação política- mas ele se recusou. Na quinta passada, Bolsonaro se queixou a ele da comunicação do governo, e Faria disse ao presidente que ele focou nas redes sociais e esqueceu o resto. Bolsonaro, então, sugeriu que ele assumisse a pasta das Comunicações, que poderia ser recriada. É nas redes sociais que o presidente provoca polêmicas e seus apoiadores atacam adversários, por exemplo, como o próprio Congresso e o STF.

Após a conversa, Faria ficou de consultar a família no final de semana e deu a resposta positiva ao presidente nesta terça-feira.

Bolsonaro fez a indicação na quarta-feira.

Para evitar saia justa no governo, Faria também procurou Fabio Wajgarten, responsavel pela Secom e que, agora, responderá a Faria. O deputado disse ao chefe da Secom que quer trabalhar em conjunto.

Wajgarten chegou ao governo com a saída de Gustavo Bebianno, ex-ministro que morreu no começo do ano- e teve a benção dos filhos do presidente Bolsonaro e de integrantes da ala ideológica do governo.

Para deputados, haverá choque entre ambos.

“O BRASIL DAS MIL OPORTUNIDADES'”, POR ELVIRO REBOUÇAS

OPINIÃO

O economista e presidente da PREVI-Mossoró, Elviro Rebouças, considera que o Brasil é o país das mil oportunidades.

Artigo publicado pelo jornal Tribuna do Norte, de Natal:

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(RE)TWITTER

OPINIÃO

Cristiana Lôbo
@cristilobo
Manifestações contra o governo, neste domingo, não tiveram grande público, como já era de se esperar porque partidos de oposição não se engajaram, mas foram capazes de demonstrar que o pres. Bolsonaro não mais tem o monopólio das ruas. Até aqui, só ele levava apoiadores às ruas.

UM PROVADOR IRRESPONSÁVEL ESTÁ SOLTO NAS RUAS

MAS HÁ RESISTÊNCIA

POR RICARDO KOTSCHO

UOL

Até quando? Ninguém vai parar esse homem? Como é que o povo pode aguentar isso? Aonde ele está querendo chegar com essas loucuras?

Essas são as perguntas que mais tenho ouvido nestes tempos de quarentena, e já não sei mais o que responder.

Os analistas políticos daqui e de fora também não sabem, assim como as Forças Armadas. Ninguém sabe.

Os analistas políticos daqui e de fora também não sabem, assim como as Forças Armadas. Ninguém sabe.

Militar reformado pelo Exército por insubordinação, líder sindical agitador dos quartéis, deputado federal do fundão baixo clero do Centrão, e agora presidente da República, Jair Bolsonaro sempre foi e continua sendo, acima de tudo, um provocador.

Da hora em que aparece logo cedo soltando os cachorros no puxadinho dos devotos no Alvorada, até voltar no final do expediente no Planalto, ele procura confusão, faz ameaças, desmoraliza ministros, desafia os outros poderes. Só não governa o país.

Está sempre à espera de um pretexto para botar as tropas na rua, fechar o STF e o Congresso, e montar num tanque ou num cavalo baio para declarar guerra ao mundo.

Em sua realidade virtual, Bolsonaro vê conspiração em tudo e, em todo aliado, um traidor em potencial, como Sergio Moro, por exemplo.

Governadores, jornalistas, juízes, cientistas, artistas, estudantes, trabalhadores sem terra e sem emprego, índios, quilombolas, torcidas organizadas, presidentes de outros países, dirigentes da ONU e da OMS, todos são tratados como inimigos do salvador da pátria, um bando de comunistas, terroristas, viciados, pervertidos, ateus e inúteis.

Cercado por um séquito de áulicos civis e militares, os piores tipos que conseguiu recrutar em cada setor da sociedade, não ouve ninguém. O mundo dele se divide entre quem manda e quem obedece.

As agressões à institucionalidade se dão à luz do dia, sem disfarces, descaradamente, em busca do poder absoluto.

A nação humilhada procura se reorganizar em diversos movimentos da sociedade civil contra o poder das milícias cada vez mais armadas.

Usar máscaras para se proteger do vírus é coisa de gente fraca, segundo o presidente, e manter o isolamento social é só para vagabundos que não querem trabalhar.

Se os números de vítimas da pandemia não param de subir, bota logo lá um general no Ministério da Saúde, que receita cloroquina e tortura as estatísticas, até elas confessarem que tudo não passa de uma gripezinha, inventada pelos chineses para sacanear o Brasil.

Enquanto o mundo se mobiliza contra o racismo e a violência policial, em Brasília, Bolsonaro coloca a Força Nacional de prontidão para qualquer eventualidade.

Na Esplanada dos Ministérios, havia mais policiais militares armados para a guerra do que manifestantes a favor do governo, que sumiram do vídeo, perto da quantidade de gente que saiu em defesa da democracia.

E não houve a guerra que Bolsonaro esperava

Nos Estados Unidos, enquanto escrevo, os protestos antirracistas entram no 13º dia, com milhares e milhares de pessoas tomando as ruas de todo o país, depois de Trump ser enquadrado pelos comandantes militares, que se recusaram a servir de capitães do mato para atacar o próprio povo.

Por aqui, no Largo da Batata, em São Paulo, apesar de todas as ameaças sanitárias e policiais, diante de grandes faixas em que se lê “Ditadura Nunca Mais!”, “Democracia!” e “Vidas negras importam”, começa uma grande manifestação antifascista e antirracista para mostrar que ainda há resistência à destruição do país.

Uma grande passeata também percorre agora as ruas do Rio, às três da tarde, em defesa da democracia e contra o racismo.

Apesar de Bolsonaro e seus generais de pijama, o mercado rentista de Paulo Guedes e os empresários da Fiesp de Paulo Skaf, nós não podemos ficar de fora do mundo civilizado.

Vida que segue..

 

CONTRA O POPULISMO

ARTIGO

POR SÉRGIO MORO

Imagem

QUE PAÍS É ESTE?

BRASIL!

VERGONHA (com imagens) | Imagens de carros antigos, Emojis novos ...

Vergonhoso, inescrupuloso, desonroso?

Ou que outro termo podemos utilizar, para definir a casta que comanda o Brasil?

Hoje, enquanto o País contabiliza mais de 32 mil mortes pela COVID-19, os ilustres dirigentes do TSE ordenam que os partidos políticos preparem e realizem suas convenções.

Não estivessem, estes senhores, em uma bolha, eles já teriam cancelado o processo eleitoral programado para 2020.

Seria uma homenagem minima aos que já foram vitimados pelo coronavírus, aos contaminados e seus familiares.

Que País É Este?

 

Moro: “O populismo, com lampejos autoritários, está escancarado”

Sergio Moro atacou o populismo bolsonarista.

Ele publicou em O Globo:

“Os órgãos do Estado têm sua atuação regrada pela lei e por finalidade atender o bem-estar comum, e não cumprir os caprichos e arbítrios do governante do momento.

Políticos populistas tendem a ignorar tal distinção.

Não é o caso de falar em totalitarismo ou mesmo em ditadura, no presente momento, mas o populismo, com lampejos autoritários, está escancarado (…).

O quadro é muito ruim. Mas quero deixar claro: o populismo é negativo por si mesmo, seja de direita, seja de esquerda. Manipular a opinião pública, estimulando ódio e divisão entre a população é péssimo. Temos mais coisas em comum do que divergências. Democracia é tolerância e entendimento.”

O BRASIL REAL NÃO SE CONFUNDE COM EXTREMISTAS NA RUA

OPINIÃO

POR JOSIAS DE SOUSA

O Brasil real, que ainda preza a sensatez, não está representado nas manifestações de rua mais recentes. Esse pedaço do país sabe que convive com uma pandemia incompatível com aglomerações.

Se vivêssemos um país lógico, nenhuma manifestação deveria ocorrer. Mas elas se repetem há sete finais de semana, com a participação do presidente da República. A novidade do último domingo foi o surgimento de um contraponto.

Os apoiadores extremistas de Jair Bolsonaro, muitos deles defensores do fechamento do Congresso e do Supremo, ganharam a companhia das extremadas torcidas organizadas de times de futebol, que têm entre os seus membros muitos apologistas da violência.

O resultado era previsível. Houve confusão na Avenida Paulista. A polícia interveio com uma chuva de bombas de gás. E o Brasil forneceu a si mesmo e ao mundo as imagens da sua insensatez.

No momento, o país precisa de saúde, estabilidade, emprego e probidade. Nada disso se obtém com desavenças de rua, mas com muito trabalho. Ao priorizar a raiva num instante em que deveria pacificar o país e coordenar a busca de solução para os problemas reais, Bolsonaro corre o risco de estimular nas pessoas a crença de que o presidente não está à altura dos desafios. Se essa crença se consolida, o Brasil que está em casa pode sair às ruas.

Nessa hipótese, Bolsonaro talvez verifique que a ebulição não interessa a ninguém, muito menos ao seu governo. O brasileiro já se mobilizou por muitas causas justas. E obteve sucesso.

Quando roncou pelas eleições diretas, o asfalto derrubou um regime. Depois, colocou para correr dois presidentes da República. Avalizou o esforço anticorrupção da Lava Jato, abrindo as portas da cadeia para a oligarquia política e empresarial corrupta.

Esse ambiente favoreceu a eleição de Bolsonaro. Mas se o presidente não aproveita a oportunidade que recebeu da história, as ruas podem se convencer de que precisam reivindicar alternativas.

Fonte: UOL

ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

Antes da pandemia, mascarado era palavra pejorativa, depreciativa.

Agora, somos todos marcados, com fé em Deus.

BANHO 

Minha conta de água caiu, extraordinariamente, de fevereiro para cá.

Todo santo dia, quase, tomo banho de chuva, como acontece, neste início da tarde da segunda feira (1).

A natureza é uma mãezona, porque, apesar de ser massacrada pelos filhos seus, não larga a generosidade, a imensa bondade, de quem ama incondicionalmente.

COMPASSO

Tem determinados “cidadãos” que costumam medir outros cidadãos, usando a própria régua.

Talvez, coitados, porque não saibam que inexiste lombo à prova de fogo.