Category Archives: Artigos

(RE)TWITTANDO: JAIR BOLSONARO

FALA, PRESIDENTE

O PT não está sendo prejudicado por fake news, mas pela VERDADE. Roubaram o dinheiro da população, foram presos, afrontaram a justiça, desrespeitaram as famílias e mergulharam o país na violência e no caos. Os brasileiros sentiram tudo isso na pele, não tem mais como enganá-los!

Apoio voluntário é algo que o PT desconhece e não aceita. Sempre fizeram política comprando consciências. Um dos ex-filiados de seu partido de apoio, o PSOL, tentou nos assassinar. Somos a ameaça aos maiores corruptos da história do Brasil. Juntos resgataremos nosso país!

PRESIDENTE DO PT RECONHECE A DERROTA

GLEISI HOFFAMANN FAZ DISCURSO JOGANDO A TOALHA

POR REINALDO AZEVEDO

A senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente do PT, fez um discurso no plenário do Senado. Tudo bem entendido, estava, na prática, pelo tom, admitindo desde já a derrota — algo que parece evidente a qualquer pessoa com senso de realidade. Como o esperado, dirigiu acusações contra Jair Bolsonaro. Afirmou, por exemplo: “O senhor é responsável por fraudar esse processo eleitoral, manipulando e produzindo mentiras veiculadas no submundo da internet através de esquemas de Whatsapp pagos, de fora deste País”. Disse ainda que o adversário político estimula a violência e tal. Bem, a Justiça Eleitoral está aí para apurar se houve abusos.

A parte mais relevante de sua fala foi outra, em que admitiu que o partido cochilou em relação à campanha no Whatsapp:
“A gente já tinha isso mais ou menos no radar por conta da campanha do Trump, mas não nos preparamos devidamente. Acho que aí tem um erro do PT, de nós termos subestimado, não a força das redes sociais tradicionais, mas não nos preparamos para a questão do Whatsapp”.

Pois é… Parece que o PT vai demorar um tempo até entender direito o que se passou. Comecemos pelo óbvio: com efeito, o partido é obrigado a admitir que entrou, vamos dizer, “frio” na campanha, desatento às novas fronteiras em que a luta passou a ser travada. O provável desfecho das respectivas eleições no Rio e em Minas o evidencia ainda com mais clareza. Por quê? Bolsonaro estava em campanha havia já mais de dois anos. Wilson Witzel (PSC-RJ) e Romeu Zema (Novo-MG) emergiram quase do nada.

Mas por que essa cochilada? Porque, vamos convir, a legenda estava com a cabeça em outro lugar. E Gleisi foi uma das protagonistas da ilusão, não é mesmo? Quem não se lembra da presidente do PT a desautorizar Jaques Wagner, agora senador eleito pela Bahia, quando este especulou em voz alta uma possível aliança que tivesse o pedetista Ciro Gomes como cabeça de chapa das esquerdas? Gleisi fez-se a fiel procuradora da linha do impossível — se o objetivo era ganhar eleição, claro: “Lula é candidato e será candidato porque é inocente”. É o tipo de raciocínio que põe a crença acima da realidade. Sim, serviu para fazer do PT o maior partido que vai se opor a Bolsonaro — em companhia do PC do B, do PSOL e talvez da Rede… Certamente a guerra virtual, que o PT conduziu com tanta habilidade nas eleições de 2010 e 2014, vai ter um peso importante no resultado. Mas cumpriria a Gleisi indagar: “Foi só isso?”
Continua aqui

BOLSONARO E OS DEBATES

OPINIÃO 

POR PERCIVAL PUGGINA

Haddad está atrapalhadíssimo. Os marqueteiros do partido fizeram desabar sobre Bolsonaro três adjetivos que deveriam condená-lo à morte política por inanição de votos. Verdadeiro corte da fonte de suprimentos. Nos últimos meses, multidão de militantes, comunicadores, professores, intelectuais foi orientada a etiquetá-lo como machista, racista e homofóbico. A previsão era de que isso o fizesse definhar mais do que facada no ventre e sopa de canudinho no hospital. Pois apesar da carga cerrada, a mais recente pesquisa do Ibope mostrou que o candidato do PSL o supera em votos entre as mulheres (46% a 40%), entre os negros (47% a 41%) e provavelmente também entre os gays, mas isso não dá para saber. É informação difícil de buscar.

Haddad, então, não conhece seu adversário nem seus eleitores e já não sabe quem é. Por tanto tempo foi ventríloquo de Lula presidiário que quis continuar a usar a máscara com a face do chefe mesmo depois de ungido candidato a presidente. Aceitou ser chamado de “Poste” e – é claro – passou a ser tratado como tal. Haddad topava todas as postergações e humilhações porque ali adiante havia uma porta da felicidade que franqueava para os palácios presidenciais de Brasília. E tudo vale a pena, também quando a alma é pequena.

Ademais, as pesquisas, enganosas como são, vinham dando ao petismo a impressão de que o páreo estava corrido. Elas atribuíam a Bolsonaro um índice de rejeição incompatível com vitória eleitoral. Num segundo turno perderia para todos, incluído ele, Haddad. Bastava levar o adversário a um novo round e o PT voltaria às delícias do sítio de Atibaia da Praça dos Três Poderes.

O eleitor brasileiro, no entanto, “problematizou” a situação e “desconstruiu” essa narrativa, como diria um petista treinado nos ardis da novilíngua. O PT ficou reduzido a um único grande eleitor, o Lula. Nestes últimos dias, então, o atrapalhado Haddad descalçou o Lula; suprimiu a estrela, o PT e o PCdoB; fez desaparecer o vermelho. Adotou as cores da bandeira e ficou com jeito de “coxinha”. E quer porque quer debater com Bolsonaro. Valem, aqui, dois conselhos quase seculares: Não se atrapalha adversário que está errando e não se ajuda adversário que está atrapalhado.

Para que conceder ao adversário algo que ele tanto quer? Num debate, Haddad usará as piores estratégias. Estatísticas e calendários, desempenhos de gestão e atos de corrupção irão para o moedor das conveniências e das versões. Não vem o PT repetindo que sua gestão foi um paraíso de bem estar e prosperidade? Não alega que foi Temer quem arrastou o Brasil para o precipício? Oportunizar esse tipo de discurso? É muito difícil debater quando a honestidade intelectual fica fora do recinto.

Só para lembrar: em 1989, no primeiro turno, Collor faltou a todos os debates e no segundo foi a apenas dois; FHC, que venceu dois pleitos no primeiro turno, compareceu a apenas um evento em 1994 e em 1998 sequer houve debates; Lula não compareceu a nenhum debate no primeiro turno de 2006. Comparecer ou não é juízo de conveniência.

A campanha eleitoral vai terminar sem que o PT entenda que está perdendo esta eleição para o antipetismo em todos os segmentos da vida nacional. O petismo vive uma situação como a do samba de Vinícius e Toquinho em que o sujeito tantas fez que agora tanto faz.

 

(RE)TWITTANDO

OPINIÃO

Jacques Wagner, coordenador da campanha de Fernando Haddad à Presidência, disse hoje que a melhor estratégia para uma vitória na corrida presidencial seria o lançamento de Ciro Gomes ao Palácio do Planalto. O cheiro de queimado está forte na campanha petista.

É acaciano, mas vamos lá. Sem refletir seriamente sobre os erros que cometeu, admitir os erros e tentar se reinventar, não haverá futuro para o PT, a não ser apostar no fracasso do próximo governo

GIVVA: FATO INÉDITO EMPATE ENTRE FÁTIMA E CARLOS EDUARDO

EMPATE NO SEGUNDO DO TURNO PARA O GOVERNO 

POR GIVANILDO SILVA

Givanildo Silva é radialista-jornalista-advogado

Fato inédito na sucessão estadual do Rio Grande do Norte, o que muda o quadro da corrida substancialmente.

Empate técnico entre a senadora Fátima Bezerra (PT) e doutor Carlos Eduardo (PDT), no limite da margem de erro, como demonstra o levantamento Certus/ Fiern.

Se a eleição fosse hoje (15), tanto poderia dar ela ou ele, mas com ligeira vantagem para ele, que encontra-se, visivelmente, em movimento crescente, fazendo brusca curva ascendente, em uma semana apenas.

Haddad não vai à cadeia, mas envia um preposto

O corrupto-condenado continua dando as cartas no PT direto da cadeia 

POR JOSIAS DE SOUZA

Beneficiado por um habeas-Lula, Fernando Haddad absteve-se de bater ponto na cela especial de Curitiba nesta segunda-feira. Entretanto, num sinal de reverência, enviou um preposto: o tesoureiro do PT, Emidio de Souza. Melhorou a cenografia, pois o candidato saiu da cadeia. Mas não alterou o enredo, pois a cadeia não saiu da candidatura. Emidio é, hoje, o petista mais ligado a Haddad no comitê eleitoral.

Está entendido que as visitas semanais de Fernando Haddad à carceragem da Polícia Federal visavam acelerar a transferência de eleitores de Lula, empurrando o candidato para o segundo turno. Mas ficou entendido que os encontros também grudaram na imagem de Haddad a brutal taxa de rejeição do seu padrinho, potencializando o discurso anti-PT do rival.

Jair Bolsonaro está com um pé no Planalto. Quando colocar os dois, o alto comando do PT talvez inclua o beija-mão carcerário no rol dos erros cometidos durante a campanha. A derrota de Dilma Rousseff na disputa por uma cadeia no Senado por Minas Gerais estilhaçou o discurso de que apresentava o impeachment como golpe. O provável insucesso de Haddad aniquilará a retórica segundo a qual Lula é preso político.

HADDAD QUER SER BOLSONARO E VIRA PIADA

#PTNÃO

Levar uma facada e não ir a debates é um absurdo, perder o dedinho da mão e se aposentar por invalidez, super normal.

A última descoberta do PT: para ganhar a eleição: Haddad tem de ficar o mais parecido possível com Bolsonaro. Nunca mais visitou Lula na cadeia. Fala contra as propostas que defendia quinze dias atrás. Denuncia a corrupção. Proibiu o vermelho na campanha. Comungou. É uma piada.

CARLOS VEREZZA: “O PT UTILIZA OS MESMOS MÉTODOS DE GOEBBLE MARQUETEIRO DE HITLER

“A CAMPANHA DE BOLSONARO PRECISA FICAR MAIS ATENTA”, DIZ ATOR

“O PT utiliza os mesmos métodos de Goebbels, marqueteiro de Hitler: A contrapropaganda sendo utilizada contra os opositores, atribuindo a eles os atos sórdidos praticados por sua própria facção”.

É o que escreve o ator global, Carlos Vezezza, em artigo assinado em suas plataformas digitais.

Confira o artigo:

 

 

O QUE É O FASCISMO

“Eu sempre achei mais fácil convencer uma grande massa do que uma só pessoa” (Benito Mussolini)

POR MIRANDA SÁ

Os “esquerdistas de passeata” e “analistas de botequim” insistem em fazer deste 2º turno da campanha eleitoral um embate ideológico e não o debate que os brasileiros querem, acabar com a corrupção institucionalizada pelos governos petistas, escolas de qualidade, saúde para todos e, sobretudo, segurança.

Defensores da campanha lulopetista que acham a Venezuela do ditador Maduro democrática, insistem de público, repetitivamente, defender uma Democracia virtual, acusando Bolsonaro de “fascista”, rótulo que cabe melhor ao programa do PT.

O que é o fascismo? Comecemos por dar uma olhada no seu criador, Benito Mussolini, que sofreu influência de Marx, foi militante do partido socialista e como sindicalista atuou numa cooperativa de trabalhadores em Gualtieri Emília e foi secretário do Conselho Sindical de Trento, quando passou a viver das contribuições sindicais. Por liderar uma greve, ingressou na política convencional.

Sem vez entre os socialistas, juntou-se aos intelectuais “futuristas”, aos trotskistas, e a dissidentes do anarquismo e do partido comunista, para com eles fundar um partido. Recebeu do jovem filósofo Giusseppe Botai, defensor da violência para tomar o poder, um ajuntado de ideias que viriam dar no fascismo.

Não parece a biografia do pelego da Volkswagen, Lula da Silva?  A trajetória é semelhante exceto para chegar ao poder. Mussolini liderou uma revolução, Lula chegou à presidência da República ajudado pelos padres da “teologia da libertação”, ex-comunistas, professores da PUC, e uma demão de FHC, que traiu José Serra, candidato do seu partido.

Há também diferenças; o daqui era órfão de pai, com uma mãe analfabeta, orgulhando-se disto; o italiano teve pai que escrevia para um jornal comunista e mãe professora primária; frequentou a Universidade de Lausane, na Suíça, estudou História e Economia. Tornou-se jornalista com muito estilo.

Após perfilar personagens, vamos ao fascismo tão combatido pelos intelectueiros lulopetistas. Segundo Togliatti (ideólogo do partido comunista italiano), “o fascismo foi um movimento que prometia a libertação nacional dos trustes estrangeiros e tomar o poder da grande burguesia passando-o para a pequena burguesia e os trabalhadores sindicalizados”.

Como fenômeno político, o fascismo arrebanhou ex-combatentes desempregados, camponeses pobres, a baixa classe média (sempre descontente) e movimentos minoritários dos aspirantes a um emprego estatal, das panelinhas de artistas em busca de financiamento público, de preguiçosos e desqualificados.

Assim formado, o Partido Nacional Fascista encontrou financiadores com intenção de suborno; e, quando assumiu o poder, assaltou o Erário e as empresas estatais, entregando a economia aos fornecedores de empresas privadas.

Ao instaurar a ditadura, Mussolini distribuiu com os seus seguidores boquinhas nos ministérios e na polícia. Contando com o apoio quase fanático dos aquinhoados, aliou-se à nobreza, aos militares e às grandes empresas, concentrando com a hierarquia do partido o poder unipessoal, ao contrário do que preconizou nos comícios.

As medidas totalitárias e autoritárias foram justificadas como se tratassem de um período de transição entre o capitalismo e o socialismo. Vê-se clara analogia com os 14 anos de governos petistas, que por pouco não instalaram uma ditadura, e são criticados em razão disto por Jacques Wagner, chefe da campanha de Haddad, o 2º poste de Lula.

Na atual tentativa de tomar o poder, como anuncia José Dirceu, o PT saiu com um programa fascista para registro eleitoral a ser defendido pelo Poste nº 2. Vejam:

– Convocar uma “constituinte exclusiva” (Como fez Maduro na Venezuela);

– Disciplinar os meios de comunicação (Seja, controlar a mídia e instituir uma censura);

– Intervir, enquanto governo, em ações educativas fundamentadas em “princípios que promovam a construção da cidadania”. (Leia-se “ouvir e obedecer ao Partido”);

– Implantar no campo a Regularização Fundiária para “promover estratégias voltadas ao que propõe a economia solidária”. (Intervenção mascarada no agronegócio);

– Garantir na Saúde a expansão de programas governamentais (tipo “Mais Médicos”);

– Instituir a “Promoção Social”, programa do governo para manutenção do espaço e da ordem pública (Com vistas à repressão política);

… E, para “promover” a juventude, estimular a organização estudantil (como Mussolini fez na Itália Fascista).

Concluímos como é que é o fascismo. Exercido na prática pelo lulopetismo, que, felizmente, só entusiasma os jovens imaturos dos 16 a 25 anos; imaturos e com a vida sexual insatisfatória, como analisou Reich, Acompanha-os aqueles que sofrem da síndrome de Peter Pan, membros da Juventude Comunista até os 45 anos…

GRUPO DE TIÃO E JORGE DESMENTE APOIO AO NOME DE FÁTIMA

DESMENTIDO É FEITO ATRAVÉS DE NOTA

O grupo político liderado pelos empresários, Tião Couto e Jorge do Rosário, desmente que tenha fechado apoio à candidatura da senadora do PT, Fátima Bezerra. Confira nota:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O grupo político RN Melhor, vem a público esclarecer que não fechou alianças com nenhum candidato a governo do estado e nem a presidência da republica.

O grupo encontra-se em fase de conversas e fechamentos internos para poder definir a sua posição neste segundo turno das eleições. 

Portanto, toda e qualquer informação que esta sendo veiculada com o nome do empresário Tião Couto como possível apoiador da candidata a governo do estado Fátima Bezerra, até este momento, não é verídica.

O grupo no momento certo irá informar quais os seus possíveis apoios para o segundo turno das eleições a nível estadual e nacional.