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KADU CIARLINI “ESTÁ” ELEITO

É SÓ OBSERVAR A REAÇÃO DOS MENINÕES & MENINONAS

Bastou um simples registro, aqui, com exclusividade, sobre o caminhar para um estado de irreversibilidade no projeto do publicitário, Kadu Ciarlini, de disputar uma cadeira de deputado estadual – e, dependendo da conclusão das conversas -, até mesmo uma vaga na Câmara Federal, em 2018, para os “meninões & meninonas” acusarem o baque.

Não tive tempo de acompanhar, todavia, pelo que me sopraram, nos pós-informe sobre o debute de Kadu no embate urnístico, no próximo pleito, o publicitário caiu em desgraça – o que para ele é de se comemorar – perante os “meninões & meninonas” que na gestão municipal passada, tiveram trânsito livre ao cofre oficial.

O pretexto teria sido um texto que Kadu Ciarlini assinou em sua página no Facebook.

Então, se os “meninões & meninonas” (acostumar-se, doerá menos) não gostaram, claro que o texto aqui é reproduzido, em azul: 

POR KADU CIARLINI

Cadê o outro lado da informação?

Em Mossoró, foi alardeado em alto e bom som por parte da mídia (especialmente rádios) a notícia de que o município estaria com 60% dos gastos com folha de pessoal, que isto ultrapassaria o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal e que por essa razão havia ensejado uma recomendação por parte do MP recomendando a redução de gastos com pessoal. Num primeiro momento possível, em entrevista ao RN TV, o Consultor Geral do Município explicou e apontou que esse valor de 60% foi atingido porque nos gastos desse ano com pessoal, em dia diga-se de passagem, foi contabilizado também o gasto com os salários atrasados da gestão passada (mais de R$ 30 milhões) e que a nova administração já alcançou a grande maioria desses servidores que tiveram seus salários de novembro e dezembro de 2016 “esquecidos” pela administração anterior. E qual seria a postura mais digna da atual administração? A que está tendo: ao passo que paga servidores ao término de cada mês – uma exceção brasil afora nesses tempos de crise que gera atrasos – procura honrar também os salários lesados da administração anterior, administração esta que entre outros feitos temendo ver sua intenção de voto irrisória se comprovar nas urnas retirou a candidatura a reeleição do antigo “gestor”. Qual a minha estranheza diante desses fatos? Praticamente ninguém noticiou que este gasto de 60% com folha de pessoal foi de 60% porque foram somados as folhas atrasadas de novembro e dezembro de 2016, além do 13º salário de boa parte dos servidores efetivos e comissionados que a administração passada não pagou. Uma explicação relativamente simples e uma conclusão evidente. Vi em apenas um veículo de comunicação essa explicação que é um desdobramento do fato, uma vez que a prefeitura se pronunciou em entrevista através do seu Consultor Geral. Mais espantoso do que isso foi ver um programa de rádio da cidade convocar o ex-secretário de planejamento de Silveira para ensinar quantos cargos a prefeitura deveria ter , quantos deveria cortar , praticamente tentando ensinar a administrar. Se sabiam de tudo isso, por que não executaram na gestão que estavam sentados nas cadeiras que decidiam exatamente sobre estas questões? Por que o antigo planejamento, não planejou e o desastre aconteceu, percebido por todos os cidadãos da cidade. Por que não cortou, não geriu, não previu e terminou dando calote em novembro e dezembro, além de incontáveis terceirizadas (8 meses), suspensão de serviços essenciais como reposição de lâmpadas entre outros inúmeros que gastaria aqui horas escrevendo, mas para ser sucinto: a prefeitura em dezembro passado sequer podia abastecer uma ambulância porque devia muito ao fornecedor de combustível, sequer podia enviar uma correspondência porque devia aos correios.. É esse o pessoal que vai “ensinar” o que fazer? Será que não percebem que houve avanços substanciais se antes passavam 2 meses sem pagar salários e hoje se paga em dia e ainda se paga o atraso deles dentro das possibilidades financeiras existentes, será? Outra verdade mais que óbvia é que a prefeitura acertou no corte de cargos comissionados na medida certa e me orgulho de ter participado dessas decisões desde o período da discussão em torno do plano de governo. Num primeiro momento, numa fase inicial, de avaliação e estudos, 50% de cargos comissionados a menos e quando identificasse a capacidade de pagamento do município, definiu até quantos cargos poderia preencher sem alterar significativamente o gasto com a folha corrente. E assim foi feito. Se antes havia mais de 700 cargos em comissão e hoje são cerca de 500 segundo o que noticiam, tirando os da nova, importante e necessária Secretaria criada, a de Cultura. Ninguém percebe que houve uma redução de quase 30% de comissionados? e Ninguém noticia ? Pelo contrário, ex-secretários de Silveira e ex-defensores dele (ex ou atuais) aparecem na mídia para criticar o “alto número de cargos comissionados”. Que alto número se na gestão de vocês tinha cerca de 2 centenas a mais de cargos desse
tipo do que tem hoje? Por que não noticiam isto? Cadê o contraponto da informação? Nesse caso, a verdade. Por que não é noticiada?

Fonte: Face de Kadu

 

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DE BICOS ROTOS E…

 

…ASAS PARTIDAS

POR PAULO AFONSO LINHARES

Quando no início da década de 1980 um seleto grupo de antigos componentes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) resolveu deixar a sigla para fundar um partido mais de centro-esquerda, não fisiológico, moderno e bem próximo da Social-Democracia europeia – que estava no poder em vários países daquele continente -, abriu-se uma nova e positiva possibilidade de uma superação definitiva, sobretudo, do patrimonialismo que há séculos pautava a política brasileira, ademais de um enorme rosário de questões correlatas e dependentes, como os tantos vícios do sistema eleitoral então vigente, uma pesada herança que remonta à manipulação que as oligarquias costumavam fazer, a exemplo da política do “Café com Leite” com que São Paulo e Minas Gerais mantinham um rígido controle da Presidência da República, com a eleição alternada da paulistas e mineiros, na época da chamada “República Velha” (1889-1930).
Posto que reivindicassem a condição de representantes da Social Democracia aqui nos trópicos, foi inevitável concorrer com outras siglas que por aqui surgiram no mesmo período – o da reforma partidária ocorrida nos extertores da ditadura militar – com perfis ideológicos assemelhados, como o fortíssimo Partido Democrático Trabalhista (PDT), fundado por Leonel Brizola, a refundação do Partido Socialista Brasileiro (PSB) tendo com uma das figuras de proa o lendário político nordestino Miguel Arrais e mesmo o Partido dos Trabalhadores (PT), que nasceu ligado às alas mais à esquerda do movimento socialista-democrático europeu.
Entretanto, pela qualidade das lideranças que fundaram o PSDB (Mario Covas, Franco Montoro, Fernando Henrique Cardoso, José Richa, entre outros), a sigla surgiu com grande densidade política, a despeito do fracasso nas urnas da candidatura de Mário Covas, na eleição presidencial de 1989, quando todas as grandes lideranças políticas brasileiras foram derrotadas pelo até então obscuro ex-governador alagoano, Fernando Collor de Mello. Na eleição seguinte, em 1994, foi eleito presidente da República o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, mandato que seria renovado em 1998.
Os oito anos de FHC frente à presidência foram marcados pelo abandono das teses da social-democracia e pela aproximação com o modelo neoliberal da primeira-ministra britânica Margareth Thatcher e, no flanco interno, celebrou alianças com as mesmas forças políticas conservadoras que apoiaram a ditadura militar, num crescendo de descaracterização política que permitiu a retumbante eleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002, com início de um ciclo de governos petistas que duraria doze anos. Em suma, o PSDB disputou e perdeu as quatro últimas eleições presidenciais. Foi o inconformismo com essas derrotas que levou ao impeachment de Dilma Rousseff e lançou o país numa das maiores crises políticas de sua História.
Neste momento, o ninho dos tucanos está desarrumado, muito em função das estrepolias do senador mineiro Aécio Neves, seu presidente nacional. A briga interna dos tucanos, todavia, não se limita à indicação da candidatura para o pleito presidencial de 2018: a presidência nacional do PSDB tem sido alvo de renhida disputa. Com efeito, após a revelação de grave episódio que envolveu o senador Aécio Neves em caso de corrupção, sua permanência à frente do partido tornou-se inviável e desgastante, sobretudo, após o seu afastamento do exercício do mandato, por decisão do STF. Aécio se afastou do cago e indicou o senador Tasso Jereissati para assumir interinamente a presidência do PSDB. Posteriormente, Jereissati defendeu a renúncia de Aécio Neves do cargo de presidente nacional da sigla e foi mais além ao propor, também, a desfiliação daquele. Foi a gota d’água. Retornando ao mandato senatorial, Neves se sentiu forte o suficiente para reassumir a presidência tucana para novamente se licenciar do cargo, colocando em seu lugar o ex-governador paulista Alberto Goldman. Essa briga ainda vai render, pois o senador Jereissati é forte candidato à presidência do PSDB na eleição a ser realizada a curto prazo e, se eleito, talvez Aécio tenha que buscar um outro ninho.
Neste período que antecede o pleito presidencial de 2018, paradoxalmente, os tucanos do PSDB estão com a casa desarrumada, sobretudo, pelas dificuldades políticas vividas por suas principais lideranças: o octogenário FHC está fora da disputa, por problemas de saúde; os senadores Aécio Neves e José Serra perderam essa condição, também, em razão de graves acusações de participação em esquemas de corrupção; remanescem as figuras do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin e do prefeito da capital paulista, João Dória, que travam uma renhida luta interna pela indicação partidária, contudo, ambos aparecem com posições muito tímidas nas pesquisas de opinião até agora realizadas, sendo quase certo que vencedor da disputa no ninho tucano dificilmente emplacará uma vitória na corrida presidencial de 2018.
Claro, embora o ex-presidente Lula mantenha uma boa dianteira nessas pesquisas, onde ganharia a eleição presidencial em quaisquer dos cenários simulados, a sua candidatura igualmente enfrenta enormes dificuldades por ser réu em vários processos da Lava Jato, tornando incerta a sua condição de elegibilidade. Isso, porém, em nada beneficiaria o candidato peessedebista, seja Alckmin ou Dória, o que escapar da briga interna, desse ninho de cancões, ou melhor, de tucanos.
Em suma, não sendo Lula candidato é possível a eleição de alguém nos mesmos moldes de Collor, no pleito de 1989, todavia, dificilmente isso recairia em candidato do PSDB: poderá chegar ao Planalto Marina Silva, Jair Bolsonaro, Ciro Gomes ou até o narigudo global Luciano Hulk, menos um tucano de asas partidas e bico roto, o que projeta um cenário que não favorece à ideia de uma urgente e necessária superação da crise político-institucional que asfixia o Brasil nestes albores de 2018. Aguardemos.

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Estou enganado, ou Temer é o único com agenda? Acho que o lançarei para 2018

Aqueles que são candidatos a substituir o atual mandatário tiveram a chance de mobilizar os brasileiros com suas ideias virtuosas… Quais?

POR REINALDO AZEVEDO

O presidente Michel Temer tem uma vantagem. Segundo os critérios adotados pelos institutos de pesquisa –e não os estou contestando necessariamente–, não há mais espaço para a queda de prestígio. Não acredito num novo surto de linchamento tendo como guias patriotas do quilate de Joesley Batista e Lúcio Funaro.
(…)
Aqueles que são candidatos a substituir o atual mandatário tiveram a chance de mobilizar os brasileiros com suas ideias virtuosas… Bem, um governo com uma aprovação abaixo de dois dígitos certamente haveria de engendrar contraditórios luminosos.

E o que se viu? Maia deu piti porque julgava que lhe estavam roubando parlamentares egressos do PSB. Era a sua pauta. O PSDB, em processo de desconstituição, começou a arrumar as malas para deixar o governo. Em São Paulo, seus convencionais gritaram “Fora, Aécio!”, de sorte que seu presidenciável, Geraldo Alckmin, dá partida à postulação com seus entusiastas a chutar tanto o PMDB como o braço mineiro do próprio partido.

Ciro Gomes falou mal dos juros, insultou adversários e criticou esta Folha.

De novo! Marina fez outro trocadilho de apelo telúrico-nativista-metafísico e propôs algo que não me sai da cabeça: disse ser necessário um intervalo político entre a “profunda crise atual” e a “instauração de um país republicano de fato”. Pensei em 204 milhões de brasileiros reféns de um mesmo lapso temporal, que ela chamou de “transição legitimada”.

Não entendi nada, mas quero saber o nome do remédio. Bolsonaro prometeu caçar pervertidos, facilitar porte de armas a todos os brasileiros, arrumar um economista que saiba o que é tripé macroeconômico e promover a independência do Banco Central. Eis aí: um país sem tarados e com BC independente! E Lula disse que nos perdoa.

Que coisa! Estou enganado, ou Temer é a única liderança com uma agenda? Desse jeito, eu ainda vou lançá-lo candidato à Presidência da República em 2018!!!

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O cinegrafista Gil Moura conta a sua experiência de trinta anos com o “racista” William Waack

Nesta caminhada, fazendo imagens e contando histórias, poucos colegas foram tão solidários quanto o velho Waack. Ele faz parte dos pouquíssimos globais que carregam o tripé para o repórter cinematográfico preto ou branco. Na verdade, não me lembro de ninguém na Globo que o faça. O velho sabe para que serve cada botão da câmera e o peso do tripé

POR REINALDO AZEVEDO

William Waack: jornalista é, na verdade, a vítima, não o algoz. Poderia até ser acusado de fazer uma piada infeliz. Mas racismo? É uma acusação mentirosa. Sua vida, seu trabalho e suas convicções atestam o contrário

William Waack não é racista. Não o é de várias maneiras. E ainda pretendo voltar a este tema para perguntar onde estavam os movimentos negros, por exemplo, quando Paulo Henrique Amorim afirmou que o jornalista Heraldo Pereira só é bem-sucedido na Globo por ser um “preto de alma branca”. A Justiça brasileira, acusada frequentemente de omissa no tema, condenou o autor por injúria racial. Os ditos movimentos não quiseram se indispor com alguém que, hoje ao menos, se porta como se fosse de seu campo ideológico. Tampouco os veículos de imprensa se interessaram pelo assunto.

É um absurdo que se tenha de voltar a questões fundadoras de uma democracia de direito. Será que todos os que condenam o racismo de megafone na mão o combatem no seu dia a dia, na sua prática diária? Uma piada, em si boboca, feita em privado — mas tornada pública por circunstâncias que envolvem má-fé e cálculo —, pode resumir décadas de trabalho, substituí-las, mesmo tendo o seu autor pedido desculpas de forma clara e inequívoca? Mesmo que se saiba não ser ele racista?

E que primor de anti-racismo o tal rapaz, não é mesmo — isso a ser verdade o que se veicula por aí? Ainda tenho sinceras dúvidas. A minha hipótese ainda é a de que o troço vazou de dentro da Globo, no exato dia em que a eleição de Donald Trump completava um ano. E alguém teria se encarregado de lavar a origem. Mas vá lá. Tomo como verdadeira a versão que saiu por aí. Então, enquanto era funcionário da emissora, o tal guardou o vídeo: sabem como é… Ele achou que a causa não valia um emprego. Seu anti-racismo e sua entrega militante têm alguns limites, não é? “Os irmãos” poderiam esperar a sua conveniência pessoal antes de botar a boca no trombone…

Tenha paciência! Mas resolvi voltar ao assunto por outra razão.

Uma das coisas erradas que se disseram sobre William é que ele é de trato difícil, ríspido, com chefes e subordinados. Com chefes, não sei. Com subordinados, é certo que não. Até porque, dada a forma como se estruturam TVs e jornais, jornalistas quase nunca são subordinados de âncoras. Eu mesmo já fui acusado de ser “boca-dura” com quem está acima de mim na hierarquia. Não considero verdade, mas não sou dono da impressão dos outros. Sou franco. Mas de uma coisa não tenho dúvida: nunca fui grosseiro, indelicado, chiliquento com quem está abaixo na hierarquia. Tenho horror a grosseira. Costumo dizer que a competência é cordata. A incompetência é que gosta de sair dando esporros a três por quatro, quase sempre para se livrar de suas próprias irresponsabilidades.

Circula no Facebook um testemunho de Gil Moura. Ele trabalhou com William durante muito tempo. Reproduzo abaixo como está lá. Vale a pena ler.

“Eu sou preto. Já trabalhei com ele [William] na França, em Portugal, na Espanha, na Índia e em São Paulo.

Nesta caminhada de 30 anos, fazendo imagens e contando histórias, poucos colegas foram tão solidários quanto o velho Waack. Ele faz parte dos pouquíssimos globais que carregam o tripé para o repórter cinematográfico preto ou branco. Na verdade, não me lembro de ninguém na Globo que o faça. O velho sabe para que serve cada botão da câmera e o peso do tripé.

Quando um preto sugere um restaurante mais simples, ele não dá atenção porque paga a conta dos colegas que ganham menos no restaurante melhor. Como ele fez piada idiota de preto, ele faz dele próprio, suas olheiras, velhice etc.

O que a Globo mais tem são mocinhos e mocinhas de cabelos arrumadinhos, vindos da PUC ou da USP, que são moldados ao jeito da casa.

Posso dar o exemplo de quando estávamos gravando uma passagem no meio da rua, onde havia um acidente, e sugeri a uma patricinha repórter que prendesse o cabelo devido ao vento. Ela o fez. Gravamos na correria porque estávamos a duas horas do RJ. No dia seguinte, na redação, que aparece no cenário do JN, ela comenta.

— Você viu a matéria ontem?

— Não

— Sobrou uma ponta do cabelo, fiquei parecendo uma empregada doméstica.

Ao que respondi.

— Eu sou repórter cinematográfico, cabeleireiro não havia na equipe.

Posso lembrar-me de muitas coisas como, quando fazíamos uma matéria para o Fantástico, uma mesa de discussão, e, ao ouvido, ouço o repórter falar.

— Põe aquela pretinha mais para trás.

Isto faz parte do cotidiano. Os verdadeiros racistas estão por todas as partes, mas são discretos. Também tem a famosa, que chegou ao prédio onde vive, e uma moradora (namorada de um amigo) segurou o elevador.

A famosa negra não agradeceu, e ficou de braços cruzados. O elevador começou a subir.

Jornalista Famosa

— Você não sabe qual é o meu andar?

— Sei, mas não sou sua empregada.

No vídeo, ela é uma “querida”, jamais trata mal o entrevistado, se estiver gravando…

Voltando ao racista William Waack. Quando íamos para a Índia — eu vivia em Lisboa — fui três dias antes para Londres, de onde partiríamos para Dheli.

Eu ia ficar em um hotel, mas o racista que havia trabalhado comigo até então somente uma vez em Cannes convidou-me para ficar em sua casa, onde vivia com esposa e dois filhos, esposa essa a quem ele, preconceituosamente, chamava de “flaca” devido à sua magreza. Eu via como uma forma de carinho.

Comemos, bebemos bom vinho e, em nenhum momento, alguém quis se mostrar mais erudito que eu, nem mais racista.”

Gil Moura

 

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NEM TODO POLÍTICO É CORRUPTO

QUAL É A LIDERANÇA POLÍTICA QUE TRABALHA DE GRAÇA EM QUALQUER CAMPANHA ELEITORAL

Nos últimos dias, estive um tanto quanto ausente aqui deste espaço, pois estive acompanhando o cantor-compositor gospel, Cícero Nogueira, de São Paulo, ao lado do também cantor-compositor, Wamberto Barros e do comunicador, Daniel Gomes, da Rádio Libertadora de Mossoró.

Porem, nesse período, deu para se ouvir um alarido em torno de uma delação de um crimino, covarde, que sempre foi beneficiado pelo ex-deputado federal, Henrique Eduardo Alves, mas que no primeiro aperto saiu delatando crimes e supostos crimes.

Nessa delação o criminoso teria listado uma série de políticos de Mossoró.

E, o crime, pelo que tive tempo de ler?

Ora, vereadores e outras lideranças de Mossoró teriam recebido verbas da campanha majoritária de 2018 de Henrique Alves ao Governo do Estado.

Por isso, essas lideranças foram apontadas pelo delator, que não lembro o vulgo, agora, de prática de crime.

Sem pretender entrar no mérito da questão, pois não li a delação e não posso afirmar se os citados são culpados ou inocente, mas, deixo apenas uma pergunta no ar:

– Como é quem uma liderança política vai fazer campanha para um candidato ao Governo do Estado, sem receber recursos para arregimentar militância, populares, eleitores, amigos e até correligionários, em reuniões, comícios, passeatas, carreatas e outras atividades?

Outrossim: nenhuma liderança política fez, faz ou fará uma campanha eleitoral sem que tenha que arcar com alguma despesa.

Não tenho aqui procuração para defender nenhum dos nomes arrolados, todavia, defendo que não se misture alhos com bugalhos.

 

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ALÉM DE TODA A PODRIDÃO DE SUA PROGRAMAÇÃO A TV GLOBO É COMANDADA POR COVARDES

EMPRESA QUE DEMITE UM PROFISSIONAL POR UM ATO FALHO NO EXERCÍCIO DE SEU OFÍCIO NÃO MERECE RESPEITO

Gracinha…

A TV Globo, através de sua programação, é defensora, por estimular, o crime organizado, o tráfego de drogas, a prostituição, o aborto, o adultério, o  homossexualismo, o lesbianismo, a degradação da instituição familiar.

Especialmente, através de suas novelas.

Todavia, de forma covarde, demite um profissional reconhecidamente competente, em virtude de um ato falho cometido em pleno exercício de sua atividade profissional.

E, quem é profissional – não trato de amadores ou sabujos – tem plena consciência da dificuldade de um trabalho ao vivo, em qualquer rádio ou televisão e, especial na maior rede de televisão do país.

Além de todo o lixo que apresenta em sua programação, a TV Globo revela-se uma empresa gerida por covardes hipócritas.

 

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William Waack, o jornalista mais importante do país, não é racista! Os covardes se assanham

Não vou me sujeitar a uma ordem de coisas em que eu me veja proibido de dizer a verdade sobre um amigo quando o vejo ser esmagado pela mentira, pela covardia, pela inveja, pelo oportunismo, pela deslealdade, pela fraqueza de caráter, pela vigarice, pela ignorância

REINALDO AZEVEDO

Um desses cretinos ressentidos escreveu por aí: “Vamos ver se alguém tem a coragem de defender William Waack”. Eu tenho. E o faço, antes de mais nada, por uma obrigação moral.

William é meu amigo. E eu sei, como sabem todos os que o conhecem, pessoal e profissionalmente, que ele não é racista. Não vou me sujeitar a uma ordem de coisas em que eu me veja proibido de dizer a verdade sobre um amigo quando o vejo ser esmagado pela mentira, pela covardia, pela inveja, pelo oportunismo, pela deslealdade, pela fraqueza de caráter, pela vigarice, pela ignorância.

E, ora vejam, o mesmo vale para os homens públicos que não são meus amigos.

Pretendo, diga-se, agir assim também na minha vida profissional. Sei o que apanhei dos petistas quando o partido buscava se constituir como força hegemônica, em sentido gramsciano mesmo, e muitos dos que agora o fustigam estavam de joelhos, em postura reverencial. Sei o que me custa hoje, adicionalmente, enfrentar a direita xucra, que não aceita que eu escreva, com todas as letras e sem subterfúgio ou linguagem indireta ou figurada, que Sérgio Moro condenou Lula sem provas. E que vai fazê-lo de novo. Como o fará o Tribunal Regional Federal da Quarta Região.

Ah, como apanhei quando comecei a apontar os desmandos de Rodrigo Janot, tratado como herói por idiotas, canalhas e oportunistas. E a quantidade fabulosa de porradas quando, no dia seguinte ao vazamento da gravação que não trazia o que se anunciava, apontei uma tramoia para derrubar o presidente Temer? Os fatos me dão razão.

Não devo satisfações a ninguém. Sou dono da minha vida e das minhas opiniões. Sim, a independência custa caro! Como custa a lealdade a princípios. Os trânsfugas costumam se dar bem. Os acólitos involuntários de Stálin, que exibem a cabeça dos próprios amigos para tentar ganhar a simpatia daqueles os detestam, também prosperam.

Sei lá se a história se encarregará deles. Se tento me colocar em seu lugar, sinto náuseas. É repulsa física mesmo. Ainda que eu tivesse talento para ser um deles, não teria estômago.

Não há doença moral pior do que a covardia. Não há prazer mais doentio do que a deslealdade. Sem modéstia, digo: só sei ter coragem. Só sei ser leal.

O PT fechou uma revista que eu tinha. A Lava Jato me roubou dois empregos. Eu não lamento nada. Eu constato. E saí inteiro. Não vou aqui apelar à literatice e dizer que fiquei mais forte porque poderia dar a entender que o sofrimento é libertador. Não acho que seja. Mas conheço também, sim, a delícia, não só a dor, de dizer “não” e de andar na contramão quando acho que devo.

A acusação de “racismo”, que agora colhe Waack, já esbarrou em mim quando combati — e combato ainda — a política de cotas nas universidades. É claro que não sou racista. Como William não é. Não somos racistas. Nem covardes. Jornalistas são hoje, e cada vez mais, reféns de milicianos que atuam nas redes sociais. E os há para todos os credos, gostos e vieses ideológicos. Organizo a minha vida de modo a não depender da boa-vontade nem de estranhos nem de conhecidos.

O mais provável é que o tal vídeo tenha vazado de dentro da Globo. Há precisamente um ano, na madrugada de 8 de novembro (dia da eleição americana) para 9, William entrava ao vivo para anunciar a vitória de Donald Trump. Minha hipótese: alguém fez uma pesquisa no sistema interno. As imagens que chegam do sinal e ficam em arquivo antecedem a entrada no ar. Não se tem acesso apenas àquilo que chegou ao público, mas também aos momentos anteriores à transmissão. Como era aquela “a” entrada por excelência referente àquele fato, foi fatalmente vista. Não seria difícil estreitar o campo de possibilidades da safadeza e chegar ao responsável. Mas isso não é comigo. E duvido que William o quisesse. Mas saibam os que por lá permanecem: estão sob vigilância. Cuidado, o próximo pode ser você!

Brincadeira
Parto do princípio de que William falou o que dizem que falou — embora a coisa seja inaudível. Ele próprio faz o mesmo e, por isso, pediu desculpas aos que se sentiram ofendidos. Está longe de ser o amigo mais bem humorado de seus amigos, mas, à diferença do que escrevem os parvos, não manifestava irritação naquela hora. Se disse ser aquilo “coisa de preto”, ia no gracejo um dado referencial: um “outsider”, de direita, com rompantes de extrema-direita, acabara de vencer a eleição no confronto com a candidata de Barack Obama. Negros e imigrantes constituíram as duas forças mais militantemente organizadas contra Trump.

“Ah, mas a piada foi infeliz…” É estupefaciente que isso esteja em debate. Quantos dos que me leem ou dos que atacam William nas redes resistiram à exposição pública de falas privadas? Se disse aquilo, não o fez para que fosse ao ar. Não era matéria de interesse público. Tratava-se de uma conversa privada. Ainda que a fala revelasse um juízo pessoal depreciativo sobre Obama, os “pretos” ou sei lá quem, o que importa é o seu trabalho, é o que diz no ar, é a sua contribuição ao debate civilizado.

Meio preto, um tanto alemão, um pouco árabe
Sabem como os amigos chamamos William? “Alemão”! Sim, “Alemão”. E vai nisso uma penca de brincadeiras cruzadas. Em primeiro lugar, Santo Deus!, ele não é exatamente um “branco”, não sei se perceberam. O homem é meio preto, meio árabe, meio misturado. O apelido remete ao fato de que estudou na Alemanha, mas também alude a seu temperamento, que todos consideramos um tanto, como direi?, germânico porque rigoroso, um pouco irascível às vezes, apegado a detalhes, mas que sempre fazem a diferença.

Escolham os três jornalistas mais brilhantes de sua geração. Ele está lá. Escolham os dez mais importantes do jornalismo brasileiro de todos os tempos. Estará entre eles. Não conheço ninguém no país que tenha sua cultura em matéria de relações internacionais e que domine bibliografia tão vasta na área. É do tipo que ainda se indigna. Já me ligou algumas vezes muito bravo por isso ou aquilo que escrevi — porque temos, sim, algumas divergências. E ele bate duro! Inteligente, brilhante, franco, leal e fraterno. Piloto, nunca conseguiu me arrastar para voar com ele. Duvido que exista um não-especialista que entenda tanto do assunto. Generoso, dá sempre a dica do livro que está lendo, diz por quê, pensa, faz pensar. Nesse caso, eu voo, hehe.

É um privilégio ser seu amigo. Privilegiada é a imprensa brasileira por tê-lo. Que outro, na nossa profissão, tem a sua experiência, o seu currículo, o seu rigor técnico, a sua cultura, a sua vivência de fatos que moldaram o mundo contemporâneo?

“Mas isso dá a ele, Reinaldo, o direito de ser racista?” A afirmação, forma de pergunta, é asquerosa. É um despropósito que um gracejo, por infeliz que seja, tenha de ser submetido a esse crivo, como se devesse a) ser levado a sério; b) em sendo, ser tomado como expressão do que pensa William, resumindo o seu trabalho.

Lúcia Boldrini, jornalista, consternada com a baixaria que colheu William, lembrou o que disse Martin Amis sobre o fundamentalismo religioso. Ele é especialmente nefasto porque não deixa o indivíduo só nem quando vai ao banheiro. Mesmo lá, há que se pensar nas regras. Hoje, há um fundamentalista em cada canto — de todos os gostos, de todos os credos. E, como ela resume, “no dia em que os esfoladores conseguirem acabar também com o nosso sarcasmo privado, só sobrarão eles, os esfoladores”.

A acusação de racismo que colhe William o ofende gravemente, mas também a seus amigos brancos, a seus amigos negros, a seus amigos árabes, a seus amigos judeus, a um grupo enorme de pessoas que sabem por que amá-lo, admirá-lo, respeitá-lo. Ainda que tivesse cometido um pecado, uma falha, uma transgressão — ele se desculpou sinceramente se assim foi interpretado —, o deslize, que não reconheço, não resumiria a sua vida. E explico por que não reconheço: eu me nego a submeter um gracejo expresso num ambiente privado a critérios com que se analisam questões públicas.

De resto, vejam a qualidade daqueles que o atacam. Estão pouco se importando com o que ele disse ou deixou de dizer. Vibram com o fato de estar afastado do “Jornal da Globo”; pedem, com uma sede de sangue que jamais se aplacará, a sua cabeça e secretam seu fel não contra aquilo que pode ter falado no episódio em questão: o que está sob escrutínio são suas opiniões políticas, é sua aversão à demagogia, é seu suposto — como é mesmo? — direitismo! Que piada! “Camaradas – Nos Arquivos de Moscou”, de sua autoria, concorre ao posto de o livro mais importante escrito sobre a esquerda brasileira. Com o rigor de um historiador, não com os faniquitos de um prosélito.

William Waack não é racista.

O que está em curso envergonha os decentes.

Vocês sabem que jamais escrevi aqui sobre essa amizade.

Nunca foi necessário.

Agora é.

E ele pode, como sempre pôde, contar comigo. Para o que der e vier. Menos voar naquelas coisas…

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PAULO LINHARES ESCREVE ARTIGO SOBRE A GLOBO QUE CADA EVANGÉLICO PRECISA COMPARTILHAR

JURISTA TRAÇA UM RAIO X SOBRE A REAL SITUAÇÃO DO SISTEMA GLOBO

UNS E OUTROS

POR PAULO AFONSO LINHARES

O jurista e diretor geral das Rádio Difusora AM, de Mossoró-RN e da Rádio Costa Branca FM, de Areia Branca-RN, Paulo Afonso Linhares assina um primoroso artigo sobre a Rede Globo de Televisão, que deve e, precisa, ser lido e compartilhado por todos os cristãos defensores da instituição familiar. Confira

 

A Rede Globo de Televisão, uma das mais poderosas networks do planeta e que tem influenciado decisivamente os rumos políticos do Brasil nestas últimas quatro décadas, finalmente reconhece que uma parcela dos seus 100 milhões de telespectadores brasileiros – que denominam apenas como “uns” – dela não gostam. Sem dúvida, um marketing agressivo e revelador de que algo vai mal no império dos Marinho. Depois de se tornar o veículo de comunicação mais importante da história do Brasil, com crescimento incomensurável à sombra do Estado, inclusive a partir do acesso a generosos financiamentos do BNDES e de outras instituições financiadoras oficiais, a Globo, como é mais conhecida, tornou-se tipicamente uma “fazedora de reis”, com tudo de malsão que isso representa numa sociedade que se pretende republicana e democrática.
Curioso é que a consolidação da Globo como maior veículo de comunicação brasileiro se deu na Ditadura Militar (1964-1985), embora tenha mantido um forte ritmo de crescimento nas décadas seguintes, inclusive, nos quatorze anos de governos petistas. Claro, nesse meio tempo de governos pós-ditadura, as Organizações Globo, que inclui, também, veículos da imprensa escrita, como jornais e uma presença multifacetada na Internet, além das tevês aberta e fechadas, lançou mão de formas bem mais sofisticadas de influenciação política que aquelas utilizadas no passado por figuras emblemáticas do porte de Assis Chateaubriand, cujos métodos de pura chantagem e intimidação se tornaram célebres.
Sem dúvida, o estilo implantado por Roberto Marinho, o “dr. Roberto” para íntimos e lacaios, baseado na discrição e o padrão jornalístico de acendrado profissionalismo muito assemelhado com os métodos dos barões da imprensa norte-americana, deu uma dimensão de modernidade às relações com o grande público, com o mercado publicitário e, sobretudo, com o mundo da política, embora neste último caso não tenha desprezado os volumosos favores oficiais, prática promíscua que marca igualmente a trajetória do empresariado brasileiro em geral, no rumo da ideia de privatizar lucros e socializar prejuízos.
Aliás, nestes tempos de ações judicial-policiais contra a corrupção, o látego da Globo tem batido forte no lombo de alguns reputados corruptos, de modo seletivo e pontual, para atingir apenas aqueles que ela convencionou ter como inimigos, como é o caso da cúpula petista. Por razões pouco claras, tem batido com força, também, em Michel Temer e no grupo que o rodeia, certamente, ainda pela aliança que ele mantivera com o PT até a segunda eleição de Dilma Rousseff. Interessante notar que uma das regras de ouro da Vênus Platinada é a tendência de adular incondicionalmente os inquilinos do Palácio do Planalto, sobretudo, para manter-se como principal destinatária das vultosas verbas publicitárias federais. Aliás, sob os governos petistas a Globo ‘comeu’ alto com as publicidades do Banco do Brasil ( com os caríssimos patrocínios dos noticiosos Bom Dia Brasil e Jornal Nacional), embora tenha mantido uma linha de duríssimo ataque a esses governos.
Nestes tempos de operações Zelotes e Lava Jato, uma indagação constante é por que até agora pouquíssimas alusões têm sido feitas sobre as tenebrosas transações ocorridas no BNDES, cujas liberações de generosos financiamentos a juros subsidiados – bem abaixo daqueles praticados no mercado brasileiro – foram vetores de gordíssimas propinas?” Certo é que os recursos que poderiam financiar alguns setores vitais da economia, na agricultura familiar, construção civil, transportes e indústrias manufatureiras em geral, o que incrementaria políticas de redução do desemprego, foram abocanhados por reduzido número de poderosos e privilegiados grupos econômicos, entre os quais o da Globo.
Informações que tem chegado à imprensa dão conta de que toda a modernização dos equipamentos da Rede Globo de Televisão, quando passou para a matriz digital, foi financiada pelo BNDES, além do socorro desse banco oficial à empresa Globocabo que, em 2002, estava em estado pré-falimentar, a amargar um passivo de R$ 1,6 bilhões. Quanto a Globo deve ao BNDES? Difícil saber, mas, seria um rombo mensurável na escala das centenas de milhões de reais. Sem conseguir um acordo com a Globo, dizem que Temer quer cobrar essa conta, embora a Banco do Brasil, a Caixa e os Correios, entre outros, continuem a irrigar a bilionária conta de publicidade da Globo.
Em suma, pode até ser que “uns” não gostem da Globo, como esta admite na sua autopropaganda institucional, mas, junto com os “outros” que formam a população brasileira de 207,7 milhões de habitantes (IBGE, 2016), seguramente têm pago a salgada conta dos mandos e desmandos do BNDES, inclusive, a dinheirama que irriga o caixa da Globo, essa que pode ser a bomba-mãe de todos os escândalos até agora não detonada. E a Globo não fala sobre isso, a despeito de desejar ser a voz iradacunda dessa legião de anjos vingadores do Ministério Público e do Poder Judiciário, investidos como os novos ‘salvadores da Pátria’ e guardiões da moralidade pública. Como diria o grande Ariano, filósofo das caatingas, “nesse angu tem caroço”. Plim, plim.

Fonte: Face de Paulo Linhares

 

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TEMER E O FOGO AMIGO

ASSIM É PEDIR PARA PERDER

O marqueteiro do presidente da República, Michel Temer, estipulou como meta elevar a aprovação do chefe da nação ao patamar de 50%.

Todavia, a primeira medida que Temer e seu estafe deveriam adotar, seria colocar um fim aos barracos diários, protagonizados por auxiliares e/ou aliados.

A patuscada do dia é da ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Vasloi.

Esta senhora, simplesmente, acha que um salário de R$ 33 mil é coisa para escravo.

E, pasmem, queria elevar o soldo ao dobro.

Ela voltou atrás, mas o estragoo já estava feito.

Agora, é aguardar qual será o próximo aliado e/ou auxiliar de Temer, que será protagonista da próxima aberração.

Assim, Lula, o PT e seus esbirros e puxadinhos agradecem.

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ESPAÇO DO GIVVA

DECIFRA

POR GIVANILDO SILVA

A estupidez foi tamanha, que terminou por desmoralizar as redes sociais.

A pesquisa mostra-as na rabada, em credibilidade, o que não deixa de ser lamentável.

Enquanto isso, o velho e gostoso rádio continua com prestígio invejável, só ficando atrás das revistas semanais e dos canais de notícia 24 horas, sopapeando a ostentativa televisão aberta e os jornais impressos.

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