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UM ROTEIRO PARA O MEC

ARTIGO DO NOVO MINISTRO DA EDUCAÇÃO

“Um Roteiro Para O MEC”. Este é o título de artigo assinado pelo novo ministro da Educação, Ricardo Vélez-Rodrigues, em seu blog Rocinante – referência ao nome do cavalo de Dom Quixote de La Mancha, do clássico de Miguel de Cervantes. No texto publicado no dia 7, Vélez-Rodrigues revela que teve seu nome sugerido para ministro, ao presidente eleito, Bolsonaro, pelo professor Olavo de Carvalho, conselheiro do presidente eleito e guru e seus filhos. O texto revela o que pensa o futuro ministro sobre a educação no Brasil.

POR RICARDO VÉLEZ-RODRIGUES 
Amigos, escrevo como docente que, através das vozes de algumas pessoas ligadas à educação e à cultura (dentre as quais se destaca o professor e amigo Olavo de Carvalho), fui indicado para a possível escolha, pelo Senhor Presidente eleito Jair Bolsonaro, como ministro da Educação.
Aceitei a indicação movido unicamente por um motivo: tornar realidade, no terreno do MEC, a proposta de governo externada pelo candidato Jair Bolsonaro, de “Mais Brasil, menos Brasília”. Acho que o nosso Presidente eleito ganhou definitivo apoio da sociedade brasileira no pleito eleitoral recente, em decorrência de um fator decisivo: ele foi o único candidato que soube traduzir os anseios da classe média, que externou a insatisfação de todos os brasileiros com os rumos que os governos petistas imprimiram ao país ao ensejar uma tresloucada oposição de raças, credos, nós contra eles, como se não pudêssemos, os habitantes deste país, sedimentar alguns consensos básicos em relação ao nosso futuro. Jair Messias Bolsonaro foi eleito em razão deste fato: traduziu, com coragem e simplicidade, os anseios da maioria dos eleitores. A sua campanha, carente de tempo na mídia e de recursos, ameaçava não decolar. Decolou, e, mais ainda, ganhou as praças e ruas, através de meios singelos de comunicação como o Smartphone e a Internet, coisas que o brasileiro comum utiliza no seu dia a dia desta quadra digital da nossa sociedade tecnológica. 
Como professor e intelectual que pensa nos paradoxos estratégicos do Brasil, apostei desde o início no candidato Bolsonaro. Achei a sua proposta de escutar o que as pessoas comuns pensam uma saída real para a insatisfação e a agonia que as sufocavam, nesses tempos difíceis em que se desenhava, ameaçadora, a hegemonia vermelha dos petistas e coligados. Graças a Deus o nosso candidato saiu vencedor, numa campanha agressiva em que foram desfraldadas inúmeras iniciativas de falseamento das propostas e de fake news, e em que pese o fato de que ele próprio tivesse de pagar um preço alto com a facada de que foi vítima em Juiz de Fora, desferida por um complô do crime organizado com os radicais de sempre.
Enxergo, para o MEC, uma tarefa essencial: recolocar o sistema de ensino básico e fundamental a serviço das pessoas e não como opção burocrática sobranceira aos interesses dos cidadãos, para perpetuar uma casta que se enquistou no poder e que pretendia fazer, das Instituições Republicanas, instrumentos para a sua hegemonia política. Ora, essa tarefa de refundação passa por um passo muito simples: enquadrar o MEC no contexto da valorização da educação para a vida e a cidadania a partir dos municípios, que é onde os cidadãos realmente vivem. Acontece que a proliferação de leis e regulamentos sufocou, nas últimas décadas, a vida cidadã, tornando os brasileiros reféns de um sistema de ensino alheio às suas vidas e afinado com a tentativa de impor, à sociedade, uma doutrinação de índole cientificista e enquistada na ideologia marxista, travestida de “revolução cultural gramsciana”, com toda a coorte de invenções deletérias em matéria pedagógica como a educação de gênero, a dialética do “nós contra eles” e uma reescrita da história em função dos interesses dos denominados “intelectuais orgânicos”, destinada a desmontar os valores tradicionais da nossa sociedade, no que tange à preservação da vida, da família, da religião, da cidadania, em soma, do patriotismo.
Na linha dos pre-candidatos ao cargo de ministro da Educação foram aparecendo, ao longo das últimas semanas, propostas identificadas, uma delas, com a perpetuação da atual burocracia gramsciana que elaborou, no INEP, as complicadas provas do ENEM, entendidas mais como instrumentos de ideologização do que como meios sensatos para auferir a capacitação dos jovens no sistema de ensino. 
Outra proposta apareceu, afinada com as empresas financeiras que, através dos fundos de pensão internacionais, enxergam a educação brasileira como terreno onde se possam cultivar propostas altamente lucrativas para esses fundos, mas que, na realidade, ao longo das últimas décadas, produziram um efeito pernicioso, qual seja o enriquecimento de alguns donos de instituições de ensino, às custas da baixa qualidade em que foram sendo submergidas as instituições docentes, com a perspectiva sombria de esses fundos baterem asas quando o trabalho de enxugamento da máquina lucrativa tiver decaído. Convenhamos que, em termos de patriotismo, essas saídas geram mais problemas do que soluções.
Aposto, para o MEC, numa política que retome as sadias propostas dos educadores da geração de Anísio Teixeira, que enxergavam o sistema de ensino básico e fundamental como um serviço a ser oferecido pelos municípios, que iriam, aos poucos, formulando as leis que tornariam exequíveis as funções docentes. As instâncias federal e estaduais entrariam simplesmente como variáveis auxiliadoras dos municípios que carecessem de recursos e como coadunadoras das políticas que, efetivadas de baixo para cima, revelariam a feição variada do nosso tecido social no terreno da educação, sem soluções mirabolantes pensadas de cima para baixo, mas com os pés bem fincados na realidade dos conglomerados urbanos onde os cidadãos realmente moram. 

Essa proposta de uma educação construída de baixo para cima foi simplesmente ignorada pela política estatizante com que Getúlio Vargas, ao ensejo do Estado Novo, pensou as instituições republicanas, incluída nela a educação, no contexto de uma proposta tecnocrática formulada de cima para baixo, alheando os cidadãos, que passaram a desempenhar o papel de fichas de um tabuleiro de xadrez em que quem mandava era a instância da União, sobreposta aos municípios e aos Estados.

“Menos Brasília e mais Brasil”, inclusive no MEC. Essa seria a minha proposta, que pretende seguir a caminhada patriótica empreendida pelo nosso Presidente eleito.
Fonte: Rocinante 

OBRA: LIVRO DE RICARDO VÉLEZ RODRIGUEZ

NOVO MINISTRO ASSINA “A GRANDE MENTIRA – LULA E O PATRIMONIALISMO PETISTA 

Para quem deseja conhecer o novo ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, a dica do blog é a leitura de sua obra “A Grande Mentira – Lula e o Patrimonialismo Petista”:

Numa coleção de estudos sobre a recente situação política do Brasil, o professor e cientista político Ricardo Vélez-Rodríguez resgata as raízes do atual desgoverno operante no país: o patrimonialismo, tradição arraigada da política nacional, o neopopulismo bolivariano e sua relação com o lulopetismo, e, como pano de fundo da ação política do Partido dos Trabalhadores, as estratégias ligadas à “revolução cultural gramsciana”. O professor explica como o PT conseguiu potencializar as raízes da violência, que já estavam presentes na formação do nosso Estado patrimonialista, e que se reforçaram com o narcotráfico e a ideologia de revolução cultural gramsciana.

(RE)TWITANDO

OPINIÃO  

Bolsonaro está dando uma aula à Lula (para não falar em Dilma) a respeito de como se escolhe um ministério e o primeiro escalão de um governo sério, limpo e competente. Salvo uma ou outra polêmica inevitável, todos os indicados têm recebido aplauso geral. Nem o PT fala mal.

Enquanto Bolsonaro brada “Deus Acima de Todos”, Dilma afirma que vai fazer aliança com o Diabo para combater o Presidente Eleito. Não se trata mais de Direita contra o Comunismo, se trata do Bem contra o Mal.

Lula constrói com método sua própria Waterloo

Presidiário-corrupto-condenado presta depoimento hoje

POR JOSIAS DE SOUZA

Lula frequenta o processo sobre o sítio de Atibaia como um imperador às avessas. Isso acontece porque o réu permite que seus advogados o apresentem como uma espécie de Napoleão se descoroando. Executada com método, a descoroação é tão bem sucedida que o soberano petista tornou-se um exemplo raro de inocente indefeso.

O caso do sítio é muito parecido com o do tríplex, que rendeu a Lula uma condenação de 12 anos e um mês de cadeia. Com uma diferença: o apartamento do Guarujá Lula desistiu de comprar depois que virou escândalo. A propriedade de Atibaia virou escândalo porque Lula utilizou mesmo sem comprar.

Sobram nos autos evidências de que Lula usufruía do sítio como dono. Na condição de ex-presidente, faz jus a assessores remunerados pela União. Entre 2012 e 2016, esses servidores receberam 1.096 diárias para viajar a Atibaia. Funcionários do sítio trocaram e-mails com o Instituto Lula. Batida da PF encontrou espalhados pela casa roupas e objetos pessoais de Lula e de sua mulher Marisa.

Lula é proprietário oculto do imóvel, acusa a Lava Jato. Os verdadeiros donos são dois sócios do filho do imperador, o Lulinha, rebate a defesa. Coisas estranhas passaram a acontecer desde que Lula se apropriou do sítio.

Membros do consórcio Odebrecht-OAS-Bumlai —duas notórias empreiteiras e um pecuarista-companheiro— aplicaram mais de R$ 1 milhão em verbas de má origem numa reforma do sítio. É dinheiro roubado da Petrobras, sustenta a força-tarefa de Curitiba. Não, não. Absolutamente, nega a defesa.

Como de hábito, alega-se que Lula nem sabia que o sítio seria reformado. Nessa versão, contratos comprovariam que as despesas correram por conta dos “donos” do imóvel. Um deles, Fernando Bittar, prestou inusitado depoimento à juíza Grabriela Hardt, substituta de Sergio Moro. Nele, disse que não gastou um mísero tostão.

No processo do tríplex, Lula disse que jamais passou uma noite no imóvel. Admitiu ter visitado o apartamento porque Marisa cogitara comprá-lo. Mas desistiu. Como se sabe, essa lorota deu cadeia. No caso do sítio, recorre-se ao mesmo erro para ver se dá certo. Amigos como Paulo Okamotto e Gilberto Carvalho disseram à Justiça que Lula pensou em adquirir o sítio. Mas não levou a ideia adiante.

A engenhosidade dos advogados transformou Lula num sujeito que mantém ligação sobrenatural com os imóveis. Basta que ele pense em comprar uma propriedade para que a OAS, a Odebrecht ou as duas providenciem os confortos. Assim mesmo, do nada, sem que ninguém solicite.

No tríplex, surgiram um elevador, uma cozinha de luxo, uma sauna, um piso novo… No sítio, outra cozinha, a reforma da sede, a construção de anexos, melhorias no lago, pedalinhos… De repente, quando a coisa vira escândalo, Lula foge pela porta de incêndio: ”Não é meu, não tenho nada a ver com isso.”

Esse tipo de enredo divide os brasileiros em duas categorias: há os cínicos, que conseguem usufruir graciosamente de um sítio paradisíaco, do tamanho de 24 campos de futebol. Há também os azarados como você, caro leitor, que não dispõe de amigos tão generosos. A um desconhecido chamado Fernando Bittar, os mandarins da Odebrecht e da OAS não dariam nem bom dia. A um imperador popular, entregariam a própria alma.

O que estragou o universo de gente como Lula foi uma ferramenta jurídica aperfeiçoada por uma lei que a companheira Dilma Rosseff sancionou quando ainda estava no Planalto. Chama-se colaboração judicial. Permite que amigos se convertam em delatores. E faz com que gente poderosa fique impotente.

Foi assim que amigos como Emílio Odebrecht e Léo Pinheiro jogaram água no chope de Lula. Odebrecht ainda teve a delicadeza de atribuir a encomenda das obras do sítio a “dona Marisa”, que já morreu. Mas Pinheiro, língua em riste, disse ter ouvido a solicitação dos lábios do próprio Lula.

Com o laborioso auxílio dos seus advogados, Lula dedica-se no processo sobre o sítio de Atibaia a desconstruir a imagem que erguera durante uma vida. É como se o imperador petista, no papel de anti-Napoleão, planejasse sua própria Waterloo. Sob atmosfera burlesca, um Lula descoroado vai à presença da juíza Gabriela Hardt, nesta quarta-feira, no papel de duque de Wellington de si mesmo.

FHC VIROU UM TIPO

QUANDO O CARA NÃO ENTENDE QUE JÁ PASSOU

Fernando Henrique, em mais um degrau do Calvário que resolveu subir por conta própria, disse que o Brasil de hoje não tem mais espaço para pessoas razoáveis. Diz essas coisas a qualquer um, a qualquer hora. Virou um “tipo” — o sujeito cuja função na vida é dar entrevista.

Ai, que peninha de Lula!: Fernando Henrique não se cansa de lamentar prisão de Lula, permanente insatisfação com decisão do Estado de Direito, na mesma ocasião em que Lewandowski fica desolado com decisão da maioria do povo (Estadão Notícias)

ESSE IMBECIL FOI O RESPONSÁVEL PELA IMPLEMENTAÇÃO DAS IDEIAS DE PAULO FREIRE DA EDUCAÇÃO,FOI O RESPONSÁVEL PELO CRESCIMENTO DO MST E SÓ ISSO BASTARIA PARA JOGÁ-LO NO LIXO DA HISTÓRIA,

ROSALBA ANUNCIA DESCONTO DE ATÉ 40% NAS MULTAS DE TRÂNSITO

PREFEITA DE MOSSORÓ COMENTA MEDIDA ATRAVÉS DE SUAS REDES SOCIAIS

A prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, através de suas plataformas virtuais, comentou, na noite deste domingo, iniciativa de sua gestão que oferece até 40% de desconto nas multas de trânsito:

Agora as multas de trânsito em Mossoró passam a custar até 40% a menos. Para isso, basta baixar o aplicativo SNE e se cadastrar que as notificações de infração terão esse valor bem abaixo do valor normal. Nosso objetivo é um trânsito seguro e o cidadão satisfeito.

PT GASTOU DEZ VEZES MAIS QUE O PSL DE BOLSONARO

BOLADA JOGADA NA CAMPANHA DO PT FOI DE R$ 214,2 MILHÕES 

Do Radar, de Veja: “O diretório nacional do PT torrou 214,2 milhões de reais nestas eleições. O montante é 21 vezes maior do que os 10,7 milhões de reais gastos pelo PSL, o partido de Jair Bolsonaro.”

(RE)TWITTANDO

OPINIÃO 

Em resposta a 

É assim, com um passo aqui e outro ali, que pode começar o trabalho de reconstrução de um Brasil roubado. Fim do imposto sindical, fim do Ministério do Trabalho, fim disso, fim daquilo… O importante é não parar.

JOSÉ NÊUMANNE: “SENADO SAFADO, CANALHA, SEM VERGONHA”

OPINIÃO 

Senado safado, canalha, sem vergonha: Em desrespeito ao povo e ao presidente por ele escolhido, Toffoli e Eunício contaram com cumplicidade do Senado para aprovar reajuste imoral para STF com dinheiro de milhões de desempregados (Jornal Eldorado)

NÍVEL DA EDUCAÇÃO

DA NET

Um internauta, estudante, depois de vários anos se preparando para o ENEM, e após o conteúdo da prova, escreve:

– Imagina o cara estuda como um louco. Come Física, lancha Química, respira Matemática e transpira Português… Ai vai pro ENEM e cai “dialeto secreto de travesti” e “vovó lésbica”.

O mesmo, continua:

– Mano, sério?! Piores lugares na educação é pouco, deveria ser último com louvor.

Sem comentário!