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ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

A prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, ruma, celeremente, ao quinto mandato.

Pela pesquisa do Gama, fechada em primeiro de novembro, se a eleição fosse hoje, teria 58,2 por cento dos votos válidos.

R -39

Alysson -13

Isolda – 07

Jorge do Rosário – 05

Doutor Daniel – 02

Gutemberg Dias – 01

COLLOR DIZ QUE BOLSONARO REPETE SEUS ERROS

EX-PRESIDENTE ANTEVÊ RISCO DE IMPEACHMENT

POR JOSIAS DE SOUZA

Fernando Collor de Mello comparou Jair Bolsonaro a si mesmo. Declarou que o capitão repete erros que levaram à sua deposição. “Continuando do jeito que está, não vejo como este governo possa dar certo”, disse. “São erros primários.” Perguntou-se a Collor se antevê o risco de um novo impeachment. E ele: “É uma das possibilidades”.

Em entrevista ao repórter Bernardo Mello Franco, veiculada na edição deste domingo de O Globo, Collor soou como se enxergasse um enorme passado pela frente de Bolsonaro: “É preciso que alguém acorde neste governo e diga: ‘O rei está nu’.”

Entre os erros que Collor atribui ao presidente está o de desprezar o PSL do mesmo modo que ele negligenciou o antigo PRN. “Em outubro de 1990, nós elegemos 41 deputados. O pessoal queria espaço no governo, o que é natural. Num almoço com o bancada, eu disse: ‘vocês não precisam de ministério nenhum. Já têm o presidente da República”.

“O que está acontecendo com o Bolsonaro é a mesma coisa”, prosseguiu Collor. “[…] Logo no início, ele tinha que ter dado prioridade aos 53 deputados do PSL . E, a partir desse núcleo, construído a maioria para governar. Ele perdeu esse momento. Agora, reúne a bancada para dizer que vai sair do partido? Erro crasso. Estou dizendo porque eu já passei por isso. Estou revendo um filme que a gente já viu.”

Collor recordou que “Bolsonaro esteve na Câmara por 28 anos”. Nesse período, “viu como se forma um movimento numa casa em que o chefe do Executivo não dispõe de maioria.” Acha que o capitão “tem que entender que algo fundamental: o presidente da República é o líder político da nação. Como líder, ele tem que fazer política. E política se faz por intermédio dos políticos e dos partidos.”

Para Collor, a carta do impeachment não pode ser excluída do baralho porque “Bolsonaro não vem se preocupando com a divisão da sociedade brasileira, que se aprofunda. O discurso dele acentua a divisão.” Acha que o ‘efeito Lula’ é um complicador: “Com a soltura do Lula, a tendência é que essa divisão se abra ainda mais”.

“O governo tem que ser bombeiro”, declarou Collor. Para ele, Bolsonaro “tem que entender que não está mais em campanha. Hoje, uma boa parcela dos eleitores que não queria o PT está desiludida”.

Não se deve desprezar as opiniões de Collor, um ex-presidente que fez o pior no Planalto o melhor que pôde. Mas convém realçar algumas diferenças entre a gestão collorida e a administração bolsonarista. Paulo Guedes não é Zélia Cardoso de Mello. E ainda não há sinais de que o capitão esteja subtraindo a prataria dos palácios.

Fonte: UOL

Femurn lança Nota de Esclarecimento sobre polêmica com Governo do Estado e reportagens

Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte reafirma posição contra o governo Fátima Bezerra

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN) realizou assembleia extraordinária para tratar de iniciativa da gestão de Fátima Bezerra, que atinge todos os municípios do Estado.
Durante a reunião foi definida uma posição externada através de nota oficial publicada nesta sexta-feira:
 NOTA DE ESCLARECIMENTO
Em virtude das diversas matérias veiculadas na imprensa local, após a realização da Assembleia Extraordinária da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte – FEMURN, convocando os seus filiados para o último dia 24 de outubro, esta Federação presta os seguintes esclarecimentos:
1. A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte – FEMURN e os Prefeitos Municipais do Estado do RN, em nenhum momento expressaram ou expressam qualquer interesse pelo cancelamento/encerramento de quaisquer programas de estímulo para o desenvolvimento da indústria potiguar. Muito pelo contrário, os nossos gestores municipais reconhecem a importância da competitividade que o RN deve proporcionar perante os Estados vizinhos para que se possa atrair novas indústrias – e, automaticamente, gerar novos empregos, contemplando todas as regiões do nosso Estado. Os municípios norte rio-randenses, porém, não suportam a perda de recursos da sua segunda fonte mais importante de arrecadação, que é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), sem que ocorra uma imediata, devida e necessária compensação financeira por essa perda, uma vez que já estão ocorrendo fortes impactos negativos em suas receitas, inviabilizando as contrapartidas de parcerias administrativas inclusive com o próprio Estado, já incorporadas, no cotidiano da vida dos seus munícipes.
2. Os Gestores dos Municípios Potiguares declaram-se surpresos, ofendidos e prejudicados pela diminuição da sua cota parte do ICMS a partir do mês de setembro, quando o Governo do Estado instituiu renúncia fiscal às Indústrias, através de um decreto – diferentemente, de Estados vizinhos, que editaram leis para implementar os seus Programas de Incentivo Fiscal.
3. A solicitação dos Prefeitos Municipais do RN, portanto, é para que o Governo do Estado ofereça uma medida paralela e compensatória para não sacrificar os Municípios Potiguares, que já se encontram com as suas capacidades financeiras de custeio e investimento completamente comprometidas nos dias atuais.
4. Os Gestores Municipais do Rio Grande do Norte procuraram diálogo e entendimento com o Governo do Estado desde o dia 10 de setembro, em encontros entre uma Comissão Representativa de Gestores dos Municípios, constituída de diretores da FEMURN e das Associações Regionais de Municípios, e outros Prefeitos indicados, contando também com o apoio da Frente Parlamentar Municipalista da Assembleia Legislativa do RN.
5. Durante este período, três reuniões com o Governo do Estado foram realizadas entre os dias 10 de setembroe 11 de outubro. No último encontro, o Executivo Estadual reconheceu a perda dos municípios no valor de R$ 7,1 milhões/mês, através da renúncia fiscal instituída no decreto no. 29.030/2019, e apresentou uma proposta de compensação financeira através de repasses a serem pagos de forma parcelada até dezembro/2019 e outra parte no 1º Semestre/2020, direcionados à área da saúde. Na proposta do Governo do Estado, a compensação financeira aos municípios seria de R$ 20 milhões – enquanto as perdas para os municípios, se somados os valores para os próximos 12 meses, ultrapassarão R$ 85 milhões. Além disso, os valores propostos (20 milhões) seriam repassados aos municípios em formato de atualização da Atenção Básica da Saúde e do Programa Farmácia Básica dos anos de 2019/2020. Diga-se de passagem, repasses já de obrigação constitucional do Estado, conforme relação tripartite entre os entes federativos. Portanto, direito já constituído dos Municípios.
6. No encontro do dia 11 de outubro, diferentemente do que o Governo afirmou que a proposta tinha sido aceita pelos Gestores, a Comissão de Prefeitos optou por receber a proposta do Executivo Estadual para, então, deliberar com os prefeitos potiguares, em uma Assembleia Extraordinária, a qual ocorreu no dia 24 – uma vez que entre os dias 11 e 20 de outubro, os Prefeitos Municipais optaram, prioritariamente, por se dedicar à pauta Nacional da Cessão Onerosa, no Congresso Nacional, de grande importância para os Municípios Brasileiros. Somente após a garantia da pauta nacional, os gestores decidiram retomar a pauta Municipalista Estadual.
7. Ademais, a FEMURN reforça o interesse pelo Programa de Estímulo ao Desenvolvimento da Indústria no RN (PROEDI), dentro da legalidade. Mas também esclarece que esta Federação representa os Municípios Potiguares e a decisão dos gestores municipais, em Assembleia Extraordinária, foi: a) Pela não aprovação da proposta apresentada pelo Governo do Estado; b) Por promover uma Gestão Política junto a Assembleia Legislativa do Estado em favor dos Municípios; c) Envidar os esforços necessários para orientar pela garantia, através do Assessoramento Jurídico, da inviolabilidade dos Direitos/Recursos dos municípios do nosso Estado.

FEMURN – Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte

Prefeitura paga hoje 60% do funcionalismo; restante da folha será concluído próxima semana

Efeito do PROEDI faz Prefeitura de Mossoró atrasar salário pela primeira vez na atual gestão

Em função da queda de receita provocada pela redução do ICMS, decorrente do decreto do Governo do Estado que alterou as regras do PROEDI, além de diminuição no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a Prefeitura de Mossoró foi obrigada a alterar o calendário de pagamento do servidor público. Hoje serão pagos todos os trabalhadores da educação e os servidores das demais secretarias com salários de até R$ 1.800. Aposentados e pensionistas já receberam ontem (30).
Na próxima semana a Prefeitura pagará o restante da folha salarial.
Além dos salários, a Prefeitura já antecipou 9 meses do décimo-terceiro para o funcionalismo, que recebe no mês de aniversário.
Desde que assumiu, a atual gestão não mediu esforços para reequilibrar as contas públicas, tendo honrado 34 meses de salários dentro do mês trabalhado, além de ter quitado débitos de três folhas deixadas em aberto pela administração anterior.
A Prefeitura reitera que esses fatores citados anteriormente, a exemplo das mudanças no PROEDI e redução atípica do FPM no mês de outubro, alteraram um planejamento anual que havia sido estabelecido para pagamento dos servidores municipais.
Com a queda nas receitas, o Município já está adotando novas medidas de contenção de despesas para garantir a normalidade do pagamento a partir do próximo mês.

ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

Givanildo Silva é jornalista-radialista-advogado

VEXAME

A Globo precisou se explicar, longamente. Coisa de quem não é preciso.

BLABLABLA

Não são raras as vezes em que morro de rir, ouvindo o blablablá desarmamentista de jornalistas, cientistas sociais, religiosos, políticos e outros eruditos cheios de entusiasmo.

Nos Estados Unidos, existem 300 milhões de habitantes e mais de trezentos milhões de armas nas mãos da sociedade. No entanto, os cidadãos americanos não são menos seguros do que o meio humano brasileiro.

Então, vamos combinar. Se a maneira de comover é ignóbil, não pode o conceito, jamais, ter nobreza de caráter, porque parte de premissa fácil e falsa. É falacia.

ATAQUE

Pela primeira vez na história do país, um presidente do Brasil, ou melhor, uma dignidade da República peita, abertamente, a poderosa e “serena” Rede Globo.

E a platinada parece assustada. Aguardemos, pois, os próximos atos do sebento espetáculo.

INTERESSE

Quem da direita e da esquerda tem, respectivamente, interesse em que se esclareçam a eliminação da vereadora Danielle Franco e o extermínio do ex-prefeito Celso Daniel?

E qual a instituição, neste país tortuoso, que não seguiu em direção oblíqua, desejosa de detectar a origem do derrame de sangue?

(RE)TWITTANDO

OPINIÃO

Miranda Sá

Defender que o processo de um réu reconhecidamente criminoso corra até ao STF, é a IMPUNIDADE defendida pelos advogados de clientes ricos e ministros políticos.

ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

POR IVANILDO SILVA 

Givanildo Silva é radialista-jornalista-advogado

REDES

As redes sociais poderiam se tornar atraentes, se não fossem um território dominado pelo demônio, recanto de falta moral, de perdição.

E, segundo crenças da antiguidade, todo gênio mau costuma querer ser dono do destino e ter a pretensão de prescrever, orientar com antecipação e exatidão a felicidade de cada varoa e de cada varão.

NOTICIÁRIO

O noticiário do final de semana, de O Globo ao Diário do Centro do Mundo, está “imperdível”.

E o danado é que a imprensa ainda exerce influência na opinião pública, apesar de repulsiva, desde sempre.

ATAQUE

Teria sido o país vítima de um ataque terrorista ou a resina pegajosa serviu para alertar a autoridade que o vulnerável costado brasileiro pode ser totalmente comido por uma coisa preta?

JORNALISMO?

99 por cento da imprensa brasileira estão fazendo jornalismo desejoso.

Instituição profundamente decadente, encostada na arrogância e no atraso, amálgama gasturenta, moralmente insuportável.

Fonte: Face do Givva

 

 

 

“A FACÇÃO PRÓ-CRIME DO STF ESTÁ DESTRUINDO A LEI”, ESCREVE JR. GUSSO

OPINIÃO

@jrguzzofatos
O Brasil está prestes a se tornar o único país do mundo onde você terá, oficialmente, o direito de cometer qq crime e não ser punido nunca — se tiver, claro, dinheiro para pagar advogados que vão ficar recorrendo até o fim da vida. A facção pró-crime do STF está destruindo a lei.

ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

Givanildo Silva é jornalista, radialista e advogado

EMPRÉSTIMO

Se a Prefeitura de Mossoró está prestes a pegar empréstimo milionário junto à Caixa Econômica Federal, é porque, decerto, cumpriu o dever de casa e, consequentemente, possui competência a fazê-lo.

É o fato. Portanto, qualquer discussão em sentido oposto, é incoveniente. Na verdade, é bobajada. Não é séria. É papo-furado.

JORNALISMO?

O verdadeiro jornalismo virou um ponto fora da curva. Lamentavelmente, tornou-se discurso desenxabido. Não provoca graça, nem animação, em mundo caracterizado pela doutrinação, pelo sectarismo.

O que se observa mais é a diatribe, própria da Grécia antiga. São pigmeus atormentados, dominados, intelectualmente, pelo congênito nanismo.

E viva a “democracia”.

ESTATAIS 

As estatais do governo federal estão dando um prejuízo anual de 200 bilhões de reais.

Reforça o conceito de que o setor público é incompetente a gerir portos, aeroportos, ferrovias, estradas, saneamento ambiental e outros berloques, como, por exemplo, o Banco Nacional de “Desenvolvimento Social”; e lança por terra a ideia ou a mentalidade tosca de entreguismo.

2020

A depender do desempenho da economia em 2020, o capitão Bolsonaro poderá ser um forte cabo, apesar da eleição municipal constituir um fato adstrito, ou seja, fechado em circuito local.

Quanto à ideia de Bolsonaro ser o maior adversário de Bolsonato, nada que um contrapeso da produção não resolva.

Fonte: Face do Givva

 

Bolsonaro encosta a ‘nova política’ no velho MDB

Novo líder do governo Bolsonaro no Senado foi levado para o MDB por Renan Calheiros

POR JOSIAS DE SOUZA

Na campanha presidencial, Jair Bolsonaro tratou a política como se fosse a segunda profissão mais antiga do mundo. Na Presidência da República, Bolsonaro se esforça para demonstrar que ela se parece muito com a primeira. Candidato, Bolsonaro vendeu-se como opção antissistema. Presidente, o capitão acerta-se com o MDB, um partido sistêmico o bastante para ser a favor de tudo ou absolutamente contra qualquer outra coisa, desde que suas pulsões vitais sejam atendidas.

Em meio ao arranca-rabo com o PSL, Bolsonaro decidiu destituir a ex-amiga Joice Hasselmann do posto de líder do governo no Congresso. Substituiu a correligionária pelo senador Eduardo Gomes (MDB-TO). O novo preposto do presidente no Legislativo fará dobradinha com o senador Fernando Bezerra (MDB-PE), líder do governo no Senado.

Eduardo Gomes é vinculado a um personagem notório: o multi-investigado Renan Calheiros (MDB-AL), adepto da operação Abafa a Jato, entusiasta do “Lula Livre”. Fernando Bezerra, egresso do Partido Socialista Brasileiro (PSB), é um antigo apoiador de Lula. Serviu ao governo de Dilma Rousseff como ministro da Integração Nacional. Tornou-se cliente de caderneta da Lava Jato. No mês passado, recebeu a visita dos rapazes da Polícia Federal, numa batida de busca e apreensão que recolheu material para processo em que é acusado de desviar R$ 5,4 milhões.

A serventia de Gomes e Bezerra para Bolsonaro está associada mais à sobrevivência política do que à articulação de reformas modernizantes. Num instante em que o desalinho de Bolsonaro faz soar nos subterrâneos do Congresso uma pergunta incômoda —”Será que ele termina o mandato?”—, a dupla de emedebistas oferece ao capitão canais de acesso aos nichos mais arcaicos do Legislativo, sobretudo às legendas do centrão.

A preocupação com o centrão não é banal. Foi sobretudo graças à junção dos interesses desse grupo com os do MDB de Michel Temer que Dilma Rousseff foi mandada para casa mais cedo. Eduardo Gomes exerceu três mandatos de deputado federal antes de virar senador.

Gomes conheceu Bolsonaro nos fundões do baixo clero da Câmara. Até janeiro de 2019, integrava os quadros de uma das principais legendas do centrão: o Solidariedade, partido do deputado Paulinho da Força. Ingressou no MDB a convite e sob apadrinhamento de Renan Calheiros.

E quanto às reformas econômicas? Bem, numa de suas primeiras manifestações como líder, Eduardo Gomes avisou que, concluída a reforma da Previdência no Senado, o governo vai se concentrar na aprovação do Orçamento de 2020. As demais reformas —administrativa, tributária e ajustes no pacto federativo, por exemplo— ficarão para o ano que vem. Um ano de eleições municipais, que tende a ser pouco produtivo no Congresso.

A exemplo do sapo de Guimarães Rosa, não é por boniteza, mas por precisão que Bolsonaro encosta sua “nova política” no velho e bom MDB. Embora seja declinante, a popularidade do presidente ainda roça os 30%. As ruas não roncam pelo vice Hamilton Mourão. Entretanto, como a economia demora a reagir, Bolsonaro toma suas precauções. Com 28 anos de experiência parlamentar, o presidente já não se importa de tornar a política, segunda profissão mais antiga do mundo, mais parecida com a primeira.