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Sacrifício

Letra de música do nosso novo CD com participações de Jorge Araújo, Eula Paula & cia…

O SACRIFÍCIO

É PRECISO, SER LAVADO, E PURIFICADO PELO SANGUE DE JESUS, DERRAMADO LÁ CRUZ

NO SACRIFÍCIO DO CALVÁRIO, PARA NOS SALVAR

COMO UM CORDEIRO, JESUS FOI IMOLADO NA CRUZ CRUCIFICADO, POR NOSSOS PECADOS

SACERDOTES, ANCIÕES E OS PRINCIPAIS CONTRA ELE CONSPIRARAM PARA O MATAREM

E A PÔNCIO PILATOS O LEVARAM

E O GOVERNADOR O INTERROGOU E QUIS SABER SE ERA O REI DOS JUDEUS

MAS O SENHOR NADA FALOU E SILENCIOU

E A TURBA SE LEVANTOU E PILATOS SUAS MÃOS LAVOU

E ENTÃO, JESUS A ELES O ENTREGOU

JESUS FOI CUSPIDO, AGREDIDO E HUMILHADO

ESCARNECIDO, FOI LEVADO PARA SER CRUCIFICADO

A CRUZ CARREGOU EM NOSSO LUGAR

E DERAM-LHE A BEBER VINAGRE E FEL MISTURADOS

SUAS VESTES FORAM ENTÃO RASGADAS E SUA SORTE POR ELES LANÇADA

NO MADEIRO JESUS FOI PENDURADO CONDENADO E POR NÓS SACRIFICADO

MAS AO TERCEIRO DIA JESUS RESSUSCITOU E A DESTRA DE DEUS AO CÉU VOLTOU

E EM BREVE VOLTARÁ SOMENTE PRA BUSCAR

OS LAVADOS E PURIFICADOS COM SEU SANGUE IMACULADO

É PRECISO, SER LAVADO, E PURIFICADO (4x)

Letra e música: Carlos Skarlack

Aguarde a música

De novo o “mi mi mi” do dia é…

…pesquisa

Quando o Velho Apache Antenado, ontem, resolveu colocar a cara pálida a tapa e meter o seu bedelho no, como diriam os jornalistas Thurbay Rodrigues e Ismael Santos, “mi mi mi”, de um negócio – da China – chamado pesquisa, correu o risco de ficar falando sozinho pois parecia que todos estavam assinando em baixo os tais números.

A possibilidade de ter o escalpo arrancando pelos guerreiros virtuais também não era de se descartar.

E, o Velho Apache Antenado até ponderou que nem iria imiscuir-se na suposta realidade dos números.

Todavia, alertou que seria de bom alvitre aos que estavam fazendo uma espécie de “dança da morte” sobre quem teria aparecido com recordes de rejeição, também lançarem mão de uma boa dose de cautela, sem abrir mão de uma revigorante canja de galinha.

Pois, logo ao alvorecer, o Velho Apache Antenado respirou aliado pois, não estava solitário entre os que acionaram o desconfiômetro contra o “mi mi mi” do dia – leia-se esse negócio de pesquisa.

Leiam, então, o que espinafrou a jornalista Thaisa Galvão:

Por Thaisa Galvão 

Prefeitos de vários municípios se assustaram ontem.

Foram reprovados com louvor de mais de 70% de rejeição, muitos deles, segundo uma pesquisa divulgada em Natal.

Ah…as pesquisas.

Elas voltaram tão espetaculosas quanto na última campanha onde levaram chute na canela, mas….

Dessa vez, sem a prova dos 9 que é o resultado de uma eleição, a pesquisa divulgada ontem em Natal, feita para avaliar governos federal e estadual, misturou as bolas e endoidou a prefeitada.

Os 1500 entrevistados de todos os 51 municípios, somados, definem a posição da presidente Dilma e do governador Robinson Faria.

Mas…divididos, refletem a realidade dos municípios pesquisados?

Pegando 1500 e dividindo por 51, daria 29,4 entrevistas por município.

Cientificamente falando, alô professores de Estatística da UFRN, quase 30 opiniões de um município, refletem a realidade local?

E se levar em consideração que alguns municípios pesquisados são bem maiores do que outros, a conta da divisão não seria tão igualzinha assim.

Pela lógica – e desde quando pesquisa no RN tem lógica? – um município como Mossoró, com 259.815 habitantes, teria bem mais entrevistas do que Marcelino Vieira, por exemplo, município com apenas 8.265 habitantes.

Então, em sendo assim, mais questionários seriam aplicados em Mossoró e beeeem menos em Marcelino.

Umas 10 entrevistas.

E mais uma vez recorro aos universitários: o resultado de 10 entrevistas é capaz de avaliar alguma coisa?

Em tempo: o instituto que fez a pesquisa que assusta uns e alegra outros, dava como certas, em outubro passado, as eleições de Henrique Alves para o Governo e Wilma de Faria para o Senado.

 

 

O “mi mi mi” do dia é…

…pesquisa!
Fazendo minha a definição do nobre jornalista, Thurbay Rodrigues, tem um novo “mi mi mi” na mossoroense (cidade).

E, o “mi mi mi” do dia, é sobre o negócio de uma pesquisa (?) que teria sido realizada no Estado, colhendo impressões sobre o desempenho de lideranças políticas.

Em face do, repito, “mi mi mi”, o Velho Apache Antenado resolveu romper o silêncio.

Diante dos números, e aqui nem vamos entrar no mérito da seriedade dos memos, o Velho Apache Antenado é instado a lembrar de um cenário não muito distante.

Aqui mesmo, em Mossoró, em um período do segundo governo da ex-prefeita Fafá Rosado, o município foi banhado por uma forte quadra invernosa.

Com o alto índice de precipitação pluviomética, enquanto na zona rural, os agricultores comemoravam, no perímetro urbano, como diria Thurbay Rodrigues, era grande o “mi mi mi” contra a buraqueira que se formou no centro e na periferia.

Logo, os profetas do caos se lançaram em vaticínios catastróficos contra Fafá Rosado. Os augorentos de plantão, previam que Fafá estaria acabada como gestora.

Passado o inverno, a malha viária foi recuperada pela Prefeitura de Mossoró, a cidade tomou um banho de asfalto e Fafá Rosado, além de ter contribuído para a vitória de sua sucessora, Cláudia Regina, encerrou sua segunda administração com ibope elevado.

A experiência faz com que o Velho Apache Antenado conclua que, não será surpresa, se dentro de algumas semanas, novas pesquisas e números atualizados e reais, flagrem um cenário de aplauso uníssono popular ao chefe da municipalidade, Francisco José Júnior.

Portanto, o Velho Apache Antenado presccreve cautela e, de preferência acompanhada de uma boa canja de galinha, aos meninões & meninonas que andam em festa com a pesquisa do dia – esse verdadeiro “mi mi mi”.

Depois não digam que o Velho Apache Antenado não alertou contra esse “mi mim mi” besta.

Vocês já viram pesquisa com mais de um ano de distância de um pleito ter efeito?

12 DE ABRIL 1 – MUITOS MILHARES VÃO ÀS RUAS, NO BRASIL INTEIRO, CONTRA O GOVERNO DILMA, O PT E AS ESQUERDAS

CONSTA QUE PLANALTO SUSPIRA ALIVIADO. ENTÃO É MAIS BURRO DO QUE PARECE!

Por Reinaldo Azevedo

Há mais de uma semana o governo decidiu pautar a cobertura da imprensa, que, com raras exceções, aceitou gostosamente a orientação. Com variações, destaca-se que há menos pessoas nas ruas neste 12 de abril do que naquele 15 de março. Assim, fica estabelecido, dada essa leitura estúpida, que um protesto político só é bem-sucedido se consegue, a cada vez, superar a si mesmo. Isso é de uma tolice espantosa, na hipótese de não ser má-fé. A população ocupou as ruas em centenas de cidades Brasil afora. Mais uma vez, PT, CUT, ditos movimentos sociais e esquerdas no geral levaram uma surra também numérica. Mais uma vez, o verde-e-amarelo bateu o vermelho da semana passada. E é isso o que importa.

De resto, é impossível saber o número de manifestantes deste domingo. Algum veículo de imprensa mandou jornalista cobrir o protesto em Januária, em Minas; em Orobó, em Pernambuco, ou em Ourinhos, em São Paulo? Haver menos gente na Avenida Paulista ou na orla de Copacabana, no Rio, não tem nenhuma importância. Dá para afirmar, sem medo de errar, que o “Fora Dilma” foi ouvido em todas as unidades da federação. E — daqui a pouco chego lá — contem com o PT para turbinar os próximos protestos.

Consta que o governo respirou aliviado com o número menor, embora o Palácio do Planalto, ele mesmo, tenha, desta vez, resolvido se calar. Parece que não haverá Miguel Rossetto e José Eduardo Cardozo para cutucar a onça com a vara curta. A boçalidade ficou por conta da militância virtual e paga (farei um post a respeito). Respirou aliviado por quê?

Protesto em Belém: faixa do Movimento Brasil Livre pede a saída da Presidente Foto: Jairo Marques/Folhapress)

Respirou aliviado no dia em que o “Fora Dilma” se faz ouvir de norte a sul do país?
Respirou aliviado no dia em que o Datafolha aponta que 63% apoiam o impeachment da presidente?
Respirou aliviado no dia em que a pesquisa revela que 60% consideram o governo ruim ou péssimo?
Respirou aliviado no dia em que essa mesma pesquisa evidencia que 83% acreditam que Dilma sabia da roubalheira da Petrobras e nada fez?
Respirou aliviado no dia em que esse mesmo levantamento demonstra que a crise quebrou as pernas de Lula, pesadelo com o qual o petismo não contava nem nos momentos mais pessimistas?

Por que, afinal de contas, suspira aliviado o governo? Com que jornada futura de boas notícias e diminuição dos sintomas da crise ele espera contar? Sim, a indignação com a roubalheira é um dos principais fatores de mobilização dos milhares de brasileiros que foram às ruas. Mas há muito mais do que isso. Há a crise econômica propriamente dita e a sensação, que corresponde à realidade, de que o governo está paralisado.

Acontece que esse mal-estar só vai aumentar porque o pacote recessivo ainda não surtiu todos os seus efeitos. Mais: ninguém nunca sabe quando a operação Lava Jato vai chegar a um fio desencapado, como é o caso de André Vargas, por exemplo. Consta que o ex-vice-presidente da Câmara e petista todo-poderoso, ora presidiário, está bravo com o partido, do qual havia se desligado apenas formalmente.

Acabo de chegar da Avenida Paulista. Havia menos gente do que no dia 15 de Março? Sem dúvida! Mas também sei, com absoluta certeza, que, desta feita, o protesto se deu num número maior de cidades no Estado. No dia 15, encontrei verdadeiras caravanas oriundas de cidades do interior e de outras unidades da federação. Aquele foi uma espécie de ato inaugural. Havia nele a vocação de grito de desabafo, era um enorme “Chega!”. A partir deste dia 12, a tendência é que haja mesmo uma diminuição de pessoas em favor de uma definição mais clara da pauta.

Mas é evidente que se trata de um erro cretino imaginar que menos gente na rua implique que está em curso uma mudança de humor da opinião pública. Não está, não! E que se note: se o protesto do dia 15 tivesse reunido o número de pessoas deste de agora, muitos teriam, então, se surpreendido. Acontece que aquele superou expectativas as mais otimistas. Tomá-lo como régua de um suposto insucesso dos atos deste dia 12 é coisa de tolos ou de vigaristas. Mas o governo e o PT têm direito ao auto-engano.

Vejo a coisa de outro modo: os eventos deste domingo, 12 de abril, comprovam o que chamo de emergência de uma nova consciência. Até torço para que o Planalto e o petismo insistam que os atos deste domingo foram malsucedidos. É o caminho mais curto da autodestruição. Esses caras ainda não perceberam que os que agora protestam não querem apenas o impeachment de Dilma. Essa é a pauta contingente. Eles falam em nome de uma pauta necessária, que é apear as esquerdas do poder, ainda que esse esquerdismo, hoje em dia, não passe de uma mistura de populismo chulé com autoritarismo.

Tenham a certeza, petistas e afins: a luta continua!

Fonte: www.veja.com.br

DILMA ACERTOU DUAS VEZES: TEMER NA COORDENAÇÃO POLÍTICA E ABERTURA DO CAPITAL DA CAIXA

Com os reajustes extras para compensar o custo do uso de usinas térmicas, a energia elétrica já acumula alta de 60,42% em 12 meses até março

Por Elviro Rebouças 

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Elviro Rebouças é economista e empresário

 

Ao autorizar no último dia 08, quarta-feira passada a abertura do capital da área de seguridade da Caixa Econômica Federal, embora (inicialmente) mantendo a CEF como autarquia, mas não levará tempo para o leitor constatar que também o banco Caixa ofertará ações a investidores e poupadores, e ao entregar ao Vice-Presidente Michel Temer a coordenação política do governo, com total autonomia, a Presidente Dilma Rousseff, na minha modesta avaliação pessoal, e depois de reeleita em outubro de 2014, por modesta margem sobre o Senador tucano Aécio Neves, destarte , desde lá navegando numa agenda inteiramente negativa que vai do bilionário e rumoroso escândalo da Petrobrás, da qual à época ela foi presidente do Conselho Deliberativo , Ministra de Minas e Energia, portanto sob sua jurisdição, e nos últimos quatro anos sendo a própria Presidente da República, portanto tem tudo a ver com ela, às mal explicadas ações recentes de elevação perversa do preço de combustível, (quando o valor do petróleo desabava no mercado mundial) eletricidade e outros tidos como controlados, num reverso de tudo que ela prometeu em campanha, acertou duas vezes. Até que enfim, mesmo contra a vontade do seu Partido dos Trabalhadores, ela viu que o seu governo que já privatizou portos e aeroportos, concessões públicas, principalmente de rodovias, vai precisar do capital privado, notadamente do exterior, para ações de seguridade e, não tenham dúvidas ,mesmo sem perder o controle, vai ter que diminuir o seu tamanho na Petrobrás, para voltar a tê-la, bem administrada, competitiva , principalmente com a exploração da área do pré-sal, já que o cofre do governo, pelas palavras serenas do competente e sério Ministro Joaquim Levy, está vazio, necessitando, só para cumprir o ano de 2015, de um complemento monumental de R$.90 bilhões, e já estamos em meados de abril, quarto mês do ano. Ponto para Dona Dilma. Com relação ao calendário político, o Vice-Presidente Michel Temer, advogado de nomeada, articulador político equilibrado, deputado federal de tantos mandatos, ex-presidente da Câmara dos Deputados, Vice-Presidente da República reeleito , presidente há mais de uma década do maior partido do Congresso Nacional, tem credenciais de vitalizar uma simbiose governamental positiva, já que há muito o Governo estava em sangria absoluta. Mais, sem a necessidade de fazê-lo ministro formalmente. Pelo contrário, estamos precisando diminuir o número de ministérios para o Brasil poder voltar a crescer eficazmente. Dona Dilma acertou novamente.

Conta de luz já acumula alta de 60,42% em 12 meses, segundo o IBGE –

Com os reajustes extras para compensar o custo do uso de usinas térmicas, a energia elétrica já acumula alta de 60,42% em 12 meses até março. É um forte avanço na comparação com a taxa registrada no fim de 2014, quando o item encerrou o ano em 17,06%, já influenciado pela crise energética vivida pelo país. Isso significa que, há 12 meses, se a gente pagava R$ 100, hoje paga R$ 160 pela conta de luz. Em março, com aumento médio de 22,08%, a conta de luz mais cara foi responsável por mais da metade do IPCA do mês. O item energia elétrica representou 53,79% do IPCA, com impacto de 0,71 ponto percentual. No Rio, esse peso da alta da conta de luz foi maior, chegando a 61,3%. Segundo os dados divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE, o serviço registrou alta de 23,34% no mês passado, contribuindo com 0,87 ponto da inflação carioca de 1,35%, acima da média nacional. O resultado foi principalmente influenciado pelo reajuste de 34,91% da Ampla, recentemente revisado para baixo pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A alta foi autorizada em 15 de março, mas já apareceu no resultado do mês. Esse resultado fez com que o grupo habitação, no qual se enquadram as tarifas de energia, subisse 5,98% em março (contra 1,02%), e respondendo por nada menos que 74% do resultado do Rio de Janeiro. Em abril, no entanto, esse avanço deve perder um pouco de fôlego, avalia a especialista do IBGE. A pesquisa deste mês, que será divulgada no início de maio, deve ser impactada principalmente pelos reajustes da conta de luz em Belo Horizonte, de 6,56%, e em Belo Horizonte, de 3,22%, ambos a partir desta quarta-feira.

IPCA sobe 1,32% em março, maior taxa em 20 anos; em 12 meses, passa de 8% –

O índice oficial de preços no Brasil registrou alta de 1,32% em março, depois de ter subido 1,22% em fevereiro.

É o maior índice mensal desde fevereiro de 2003, quando atingiu 1,57%, e a maior taxa para meses de março desde 1995 (1,55%). Com o resultado, a variação acumulada em 12 meses chegou a 8,13%, a maior desde dezembro de 2003 (9,3%). Além disso, o resultado está muito acima do limite máximo da meta do governo. A intenção do governo é manter a alta dos preços em 4,5% ao ano, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo –ou seja, variando de 2,5% a 6,5%. Os dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo) foram divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (8).

A nota, hoje, é contra quem?

Perguntinha – não confundir com pegadinha 

Por Thurbay Rodrigues 

Essa a pergunta que mais se ouviu na Câmara Municipal de Mossoró, durante esses últimos quinze dias. Na Câmara existe, como em todos os Parlamentos, uma Diretoria de Comunicação que é para divulgar os atos legislativos de suas respectivas casas. Não é para servir aos interesses pessoais e individuais de seus membros. Elementar! Mas aqui, querem que seja diferente. O vereador faz merda e quando deveria ser enquadrado na tal “quebra do decoro parlamentar”, quer, é, exigindo, que a Câmara emita uma Nota Oficial em sua defesa, contra os jornalistas que ligaram o ventilador nas merdas que ele fez. Meninos e meninas, foi um rebu danado e quem estava na alça de mira era eu, euzinho aqui, mais dois colegas que não vou citar os nomes, pois não pedi permissão aos mesmos. Fiquei com tanto medo dessa nota que não enfartei, mais tive uma diarreia danada e seu efeito dediquei aos “notistas”.  O Presidente da Casa, vereador Jório Nogueira, é experiente, afeito a pressões, “passado na casca do alho” e, obvio, não emitiu nota nenhuma. Não iria, nem foi, prestar-se a esse tipo de leseira. O Presidente defendeu nosso direito à expressão, a liberdade do nosso jornalismo, então, minha gente, é hora de separar-se o jôio do trigo. Com esse corte – merecido e justo, pois absurdo, que fez na Rede Resistência, deve ser bombardeado por aqueles que viviam as custas da Câmara , que não pagaram aos seus trabalhadores, que tiveram suas contas bloqueadas pela Justiça e, pior, que foram pedir ao presidente “um jeitinho” para ludibriar a Justiça. Preciso dizer o que deve ser feito?

Fonte: www.thurbay.com

João Vaccari Neto, o tesoureiro do PT, fumou, mas não tragou!

Ou: o depoimentos dos “ratos” 

Por Reinaldo Azevedo

É, leitores! João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, fumou, mas não tragou. A civilização petista é mesmo algo único na história da humanidade. O homem que cuida das finanças do partido do poder admitiu, ao longo de um depoimento de mais de oito horas à CPI da Petrobras, que conhece Alberto Youssef. Chegou até a ir a seu escritório, mas o outro não estava lá. Para quê? Ele já não se lembra. Disse que o doleiro é que o havia convidado. Certo! E por que alguém que atua no ramo em que Youssef atuava iria querer falar com o tesoureiro do partido que manda? Vai ver estava interessado em trocar receita de bolo.

E o petista Renato Duque, ex-diretor de Serviços, Vaccari conhece? Ah, conhece, sim. Viram-se num evento social, disse ele, e depois passaram a cultivar uma bela amizade. Nessas horas, sempre me lembro das relações amistosas entre o capitão Louis Renalt (Claude Rains), o chefe de polícia corrupto do filme Casablanca, e Rick Blaine (Humphrey Bogart), o mundano sofisticado que era dono dos Rick’s Bar e pagava uma propina quase inocente ao outro para não ser importunado… Segundo Vaccari, ele mantém com Duque “um relacionamento amistoso e social”. E emendou: “É uma pessoa com quem eu gosto de conversar, discutir política, assuntos diversos”.

Que coisa! Duque, o engenheiro de, como é mesmo?, desempenho modesto até a chegada do PT ao poder, se transformava, em companhia de Vaccari, num pensador político.  Ora, bolas, minha gente! Por que o tesoureiro de um partido não manteria relações amistosas com um doleiro e com um diretor de uma área técnica da Petrobras? Faz todo sentido!

Vaccari também disse que foi, sim, até os empreiteiros, mas em busca de doações legais — aquelas mesmas às quais Dilma se referia, estou certo, na entrevista concedida à CNN em Espanhol. Mas e a confissão de envolvidos na Lava Jato de que parte dessa doação era lavagem de propina pura e simples, que compunha o preço dos serviços? Bem, vai ver aquela gente toda confessou o crime só para manchar a ilibada reputação de Vaccari.

O tesoureiro do PT que afirmou contar com o apoio da direção do partido para continuar no cargo é investigado em várias frentes:
1) é acusado de ter recebido propina da diretoria de Abastecimento, comandada, então, por Paulo Roberto Costa;

2) Pedro Barusco, que era o segundo de Duque, afirma que o tesoureiro deve ter recebido, entre 2003 e 2013, algo em torno de US$ 200 milhões em propina, oriundos da diretoria de Serviços;

3) segundo Barusco, Vaccari ficaria com dois terços de uma propina de 1% cobrada na construção de 28 sondas de perfuração pela empresa Sete Brasil, orçadas em US$ 22 bilhões;

4) R$ 400 mil foram depositados na conta da mulher de Vaccari, oriundos de uma empresa de um sócio de Youssef;

5) teria participado de uma tramoia que resultou no pagamento de R$ 500 mil em propina a dois diretores do Petros para que o fundo de pensão fizesse negócio com empresas do ex-deputado federal (já morto) José Janene, que resultou em prejuízo de R$ 13 milhões ao fundo;

6) Youssef acusa Vaccari de ter recebido R$ 800 mil em propina da Toshiba Infraestrutura; metade do dinheiro teria sido entregue em frente à sede nacional do PT;

7) Marice Correa de Lima, cunhada de Vaccari, é suspeita de ter recebido R$ 244 mil do doleiro Alberto Youssef por indicação de executivos da OAS.

Isso tudo não passa de uma coleção de fantasias, segundo Vaccari. Ele não tem nada a ver com aqueles homens maus que, como diria Dilma, usaram a Petrobras só para enriquecer. O tesoureiro conhecia, sim, toda a tigrada que está enrolada na Lava Jato, mas sua alma é pura como as flores.

Fonte: www.veja.com.br

‘Quem só se comunica também se trumbica’

Jornalista afirma: “Lula conta com a mágica de Goebbels, que fabricava verdades de mentiras somadas”

Por José Nêumanne 

Quem é que o padim Lula de Caetés pensa que engana com essa lorota de que a enorme crise que tornou sua afilhada Dilma Rousseff uma pata manca no Palácio do Planalto se deve à desarticulação política de Aloizio Oliva, que usa o sobrenome da mãe, Mercadante, para ninguém se tocar de que o pai era figurinha carimbada na ditadura militar?

Ao completar seu terceiro mês de mandato um dia depois de o golpe de 1964 ter completado 51 anos, a escolhida dele empatou com José Sarney, recordista absoluto de impopularidade desde 1989, com 64% de respostas “ruim” ou “péssimo” à pergunta do Ibope sobre o desempenho de seu governo. Com uma má notícia por dia, alternando recordes negativos na economia com revelações de novas gatunagens ou anúncios de medidas impopulares para tentar corrigir o incorrigível, ninguém precisa ter um sexto sentido premonitório para prever que não demora muito para ela sair de lanterna em punho pelos desvãos e porões palacianos onde tenta se esconder da plebe. E enquanto a pesquisa não revela o novo retrato, Sarney virou arroz de cuxá nos bailes do Planalto Fiscal.

padim tirou do baú seu sermão de profeta da barcaça que afunda ao peso dos ratos do porão. Segundo a colega Vera Rosa, Sua ex-Excelência intensificou a pressão sobre a pupila para ela modificar a desarticulação política do governo, concentrando fogo no filho do general: “Mercadante vive falando de rating pra cá, rating pra lá. Que rating, que nada! A crise é política e o governo tem que resgatar a confiança. O resto vem naturalmente”. Resto de quê, cara hirsuta? Lula tem motivos para não gostar do Mazarino do cerrado. Pois foi surrado por Fernando Henrique no primeiro turno da eleição presidencial de 1994 após ter levado em conta a falácia dele de que o Plano Real seria estelionato eleitoral. E depois chamou de “aloprados” seus asseclas que falsificaram dossiê contra José Serra na disputa da eleição estadual paulista de 2006. Mas essa é uma questão dele e Dilma não abre mão do direito de errar.

Na última pesquisa Datafolha, em que a avaliação de “bom” ou “ótimo” do governo federal desceu a cabalísticos 13%, o Congresso Nacional foi lembrado positivamente por apenas 9%. Devoto praticante da verdade pela metade, a mais enganadora das formas da mentira, o demiurgo do ABC só olhou para um lado da questão. Sim, é verdade que a relação da presidente com o Congresso é péssima, como atesta pesquisa da consultoria política Arko Advice, que ouviu 102 deputados federais de 22 partidos e constatou que 61% deles avaliam como “ruim” ou “péssimo” o convívio do Legislativo com o Executivo. Mas a verdade completa é que somente melhorar tal relação em nada tornará a “comandanta” mais popular.

De um lado, porque a imagem de deputados e senadores está ainda mais emporcalhada que a dela. De outro, porque as boas relações entre esses dois Poderes dependem muito menos de qualidades que Oliva não ostenta do que da gana dos parlamentares por um butim palaciano cada vez mais escasso nestes idos de vacas magras. O convívio entre os dois lados da Praça dos Três Poderes só vai melhorar quando houver mais verbas e cargos a distribuir. Se houvesse, nenhum congressista se melindraria com o chefe da Casa Civil lhe fazendo ouvidos de Mercadante nem com o estilo “deixa que eu cuspo” da chefona irritadiça.

O PMDB desconfia da irrelevância de articulação política para salvar o que resta deste desgoverno. Por isso Eliseu Padilha recusou o lugar de Pepe Nada Legal Vargas no palácio. Embora tudo leve a crer que ele se arrastará Ladeira do Pelourinho abaixo até o canto do cisne de 2018. Seu desprestígio crescente não resulta da falta de saliva em corredor, mas da sobra de material orgânico à tona sempre que se levanta algum tapete ou capacho. As obras não iniciadas ou atrasadas em 57% da rede de saneamento básico no Brasil passaram a ser a metáfora pronta ao alcance do nariz.

Na verdade, Dilma mentiu tanto que nem seu espírito santo de orelha, João Patinhas Santana do Bendegó, será mais capaz de resgatar alguma verdade que ela tenha dito por acaso e dela criar uma peça publicitária para ressuscitá-la neste pós-Páscoa. Tudo depõe contra isso: da delação premiada de Paulinho de Lula às fotografias em que ela foi flagrada ao lado do cão de guarda do Partido dos Trabalhadores na Petrobrás, Renato Duque. Na imagem que esboroa a olhos nus, os restos de verniz de sua honestidade pessoal, que evitam um processo de impeachment, são apagados por pegadas de sua protegida Erenice Guerra no cofre da Viúva. Sob o manto protetor de Dilma, Erenice, esse embrião de Graciosa Foster no Ministério de Minas e Energia e na Casa Civil, para a qual – suprema infâmia contra a Pátria – ela a indicou, prosperou à sombra do ancestral benefício da dúvida. A Operação Zelotes ameaça revelar a explicação para a ascensão social que moveu a fiel factótum de uma cidade-satélite para as margens do Paranoá.

Como sabe disso tudo e de muito mais, Lula não acredita nas próprias bazófias de intriga florentina contra o filho do general. Logo ele, que vendeu à Nação a suprema inverdade da gerentona que entrará para a História como o pior presidente da República! E que agora recorre ao velho truque de continuar enganando para não se enganar nem ser enganado. Não o faz por burrice, pois inteligência tem de sobra, ou alienação, por mais soberba que exiba e arrote. Mas, sim, porque não têm saída. Só lhes resta apostar na sorte, essa deusa caprichosa e cega, que sempre esbanjaram. Lula não confia em Dilma, mas na própria capacidade de evitar que ela repita a saga do Pedro da lenda infantil, devorado pelo lobo diante da omissão da aldeia que, após ouvir muitos pedidos de socorro mentirosos, não lhe acudiu.

Lula conta com a mágica de Goebbels, que fabricava verdades de mentiras somadas. É que Chacrinha disse: “Quem não se comunica se trumbica”. Mas não contou que “quem só comunica também se trumbica”.

Fonte: O Estadão

Manifestação convocada por Lula dá com os burros n’água. Faltou gente, e sobrou truculência

É a morte do demiurgo; é a morte do partido que se queria hegemônico

Por Reinaldo Azevedo

Lula deu com os burros n’água. De novo! Lula se tornou o anti-Midas do PT e da política. A maldição do lendário rei era transformar em ouro tudo aquilo em que tocava. O mau augúrio que acompanha o companheiro-chefe hoje é outro:  tudo aquilo em que ele se mete dá errado, vira zerda. Na minha coluna da Folha de sexta, afirmei que o quase mítico chefe petista está morto. Eu me referia, obviamente, à morte não do homem, mas do demiurgo; não do político, mas daquele chefe que era capaz de encantar e de mesmerizar as multidões.

Um ex-presidente da República, comportando-se de forma notavelmente irresponsável, convocou seu partido a engrossar as manifestações desta terça, lideradas pela CUT, pelo MST e pelos ditos movimentos sociais contra o Projeto de Lei 4.330, que regulamenta as terceirizações. Lula chamou, Lula convocou, Lula se esgoelou, mas as ruas não compareceram. Em São Paulo, o protesto reuniu, segundo a Polícia Militar, 400 pessoas.

Em Brasília, os truculentos convocados pelo ex-poderoso chefão decidiram fazer um cerco ao Congresso e intimidar a democracia. Entraram em confronto com a Polícia Militar. Um dos manifestantes exibe, quem sabe com o orgulho, o rosto sujo de sangue. Eis Lula na parada.

Escrevi a respeito de sua tática ontem e hoje. O Babalorixá de Banânia quer que Dilma arrende seu governo para o PMDB — ao menos o PMDB que ele tem em mente —, que sele uma espécie de “pax” com o Congresso, e ele,  Lula, quer se encarregar de criar uma suposta nova agenda que chama “progressista”, com os sindicatos, outros partidos de esquerda e movimentos sociais.

Deu errado! Ninguém ouviu o chamado. Como de hábito, o que se viu foi um espetáculo de truculência em Brasília, que só reforça a necessidade de aprovar o Projeto de Lei 4.330. Os únicos que não gostam do seu conteúdo são os sindicalistas, muito especialmente aqueles ligados à CUT, que é, como todo mundo sabe, um dos braços operativos do PT.

Lula, é preciso deixar claro de novo, convocou uma manifestação que hostiliza o próprio governo Dilma. O homem chegou à conclusão de que a única saída para seu partido é se descolar das medidas do Planalto — especialmente as de caráter recessivo —, manter o clima da constante mobilização, mas sem derrubar a presidente. E, para tanto, ele contava com o PMDB: o aliado garantiria a estabilidade política, no limite do possível, para que ele, Lula, liderasse a instabilidade social e preparasse a sua candidatura a 2018.

Naufragou espetacularmente. Para o bem do Brasil. O Projeto de Lei 4.330 é um avanço e moderniza relações trabalhistas que hoje engessam a economia e suprimem empregos, em vez de garanti-los.

Lula, o demiurgo, o mito, reitero, está morto. Da mesma sorte, é defunto o partido que ousou um dia sonhar coma hegemonia política, de sorte que todas as outras legendas fossem seus satélites.

Há um Brasil novo surgindo. Lula e o PT não perceberam. Lula e o PT perderam o bonde. Lula e o PT foram superados pela história. Felizmente!

Fonte: www.veja.com.br

A ressurreição de Jesus descrita da época dos profetas até o Novo Testamento

A importância da ressurreição de Cristo

Da época dos profetas de antigamente até o Novo Testamento, a palavra de Deus fala da ressurreição do Cristo. 

Com um relato completo da palavra inspirada de Deus, junto com a visão histórica que os homens escreveram, parece que seria impossível a humanidade negar a ressurreição do nosso Senhor. Ainda assim há aqueles que negam este fato. 

Éigualmente alarmante saber que há muitas pessoas que acreditam na ressurreição mas falham em perceber a sua importância. 

As provas da morte de Cristo 

Para provar que Cristo voltou da morte é necessário repararmos primeiro que ele morreu e foi enterrado. Oferecemos a prova de sua morte porque há alguns que diriam que ele estava apenas inconsciente ou num transe. Marcos 15:37 diz que Jesus clamou em alta voz e entregou o seu espírito. Continue lendo neste mesmo capítulo, e você reparará nos versículos 43 e 45 que José veio pedindo o corpo de Cristo. Também verá que Pilatos se assegurou de que Cristo estava morto. João 19:31-34 relata que, por causa da preparação do sábado para os judeus, Pilatos fez com que quebrassem as pernas daqueles que foram crucificados, para que a morte viesse rapidamente. Contudo, quando chegaram em Jesus viram que ele já estava morto. 

Outra evidência é dada em relação a sua morte quando um soldado cortou o lado de Jesus com uma lança e saiu sangue e água. Homens estudiosos dizem que, quando se morre, há uma separação entre o sangue e a água nas veias conforme o sangue coagula ou engrossa. Isso, então, deveria ser prova suficiente de que o nosso Senhor verdadeiramente morreu. Se Cristo não tivesse morrido é uma outra lição, mas uma coisa é certa: se Cristo não morreu, ainda estamos sujeitos à velha lei (Hebreus 9:15-16). 

As provas da ressurreição de Cristo

Sim, Cristo morreu. Pelo que você sabe, ele morreu em vão? Se, até então, você não reconheceu a importância da morte, o sepultamento e a ressurreição de Cristo, confio que descobriremos neste estudo da palavra de Deus aquelas verdades que causarão sua chegada mais perto de um relacionamento com Cristo. 

Eu te peço que leia cuidadosamente a história da morte, do sepultamento e da ressurreição do nosso Cristo como dado nos quatro relatos do evangelho: Mateus 27:22-66; 28:1-10; Marcos 15:16-45; 16:1-14; Lucas 23:21-56; 24:1-53; João 20:13. Também leia e considere 1 Coríntios 15. Estaremos nos referindo a estas Escrituras no resto deste estudo. 

Tendo lido as referências acima, pode-se ver a prova da ressurreição. Queremos trazer alguns fatos novos, para que não esqueçamos como a ressurreição foi bem estabelecida. Em 1 Coríntios 15:4-8, aprendemos que ele se ressuscitou no terceiro dia. Ele foi visto por Cefas, pelos doze, por 500 irmãos de uma vez só, por Tiago, depois por todos os apóstolos. Por último ele foi visto por Paulo, como um nascido fora de época. Este relato vem de homens inspirados por Deus. 

Reconhecemos que o homem tem uma grande confiança na história que foi escrita, então notemos o que alguns historiadores tem escrito: 

Edersheim: “A ressurreição de Cristo pode sem hesitação ser chamado do fato melhor estabelecido da história.” 

Ewald: “Nada é mais certa historicamente do que Jesus se ressuscitou da morte e apareceu novamente a seus seguidores.” 

John A. Brodus: “Se não sabemos que Jesus o Nazareno se ressuscitou da morte, não sabemos nada na história.” 

Eu tenho certeza de que temos provas adequadas da ressurreição do Cristo. 

O propósito da ressurreição

A pergunta vem às nossas mentes: “O que foi conseguido através da ressurreição de Cristo?” Acredito que podemos responder esta pergunta em termos bíblicos simples e, ao mesmo tempo, começar a mostrar a importância da ressurreição de Cristo. 

O primeiro ponto que queremos notar é o cumprimento das profecias. Alguns acusaram Cristo de tentar destruir a lei e os profetas; mas Cristo disse que ele não vinha destruir, mas cumprir (Mateus 5:17). O profeta Isaías profetizou a respeito das coisas que Cristo sofreria e porque ele as sofreria quase 750 anos antes de ocorrerem. A palavra de Isaías e outras profecias em relação à ressurreição foram cumpridas (Isaías 50:6; 53:5). 

Cristo, como ele viveu, foi capaz de agüentar a tentação e viver acima do pecado (1 Pedro 2:22-23). Assim, ele superou o pecado na carne. O pecado, ao chegar neste mundo, trouxe a morte (Romanos 5:12). Quando Cristo foi crucificado ele teve que superar este obstáculo. Ele foi colocado no túmulo e no terceiro dia voltou, conquistando a morte. Ele demonstrou que nenhuma força na terra poderia impedi-lo de conquistar a morte (1 Coríntios 15:26). 

Quando a ressurreição estava completa, aprendemos do escritor hebreu (Hebreus 5:8-9) que Cristo se tornou perfeito e se tornou autor da vida eterna. Através de um homem, o pecado entrou no mundo e por um homem uma saída foi aberta para todos os que seguiriam o autor da salvação (Romanos 5:19, 1 Coríntios 15:21). Aprendemos, também, que renovou a esperança dos apóstolos, como também nos dá esperança da ressurreição (1 Coríntios 15:22-23). 

Resumo

Como a ressurreição nos afeta? 

1. A Semente morreu e nos trouxe vida através da ressurreição (João 12:23-24; 1 Coríntios 15:35-38,42-43). 

2. Através da morte de Cristo, o Novo Testamento teve efeito (Hebreus 9:15-18). 

3. Através dos fatos da sua ressurreição a nossa fé é fortalecida (1 Coríntios 15:55-57, 1 Tessalonicenses 4:14-17). 

4. Assim, Cristo é grande para nós, não como um governante terrestre, mas como um governante espiritual nos oferecendo a redenção (Colossenses 1:14). 

A grandeza de Cristo foi mais de que uma vida, pois a sua grandeza verdadeiramente vem de poder dar a vida através da ressurreição. Um plano para redimir o homem é construído nestes fatos e devemos nos aproveitar disso enquanto vivemos. O plano é dado em Romanos 6:1-23: Deixamos morrer o velho homem, o sepultando com Cristo, voltando na novidade da vida para vivermos seguindo o Espírito para sermos os servos de Deus. 

A ressurreição de Cristo é importante!

Por Jackie Richardson