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DO PRESÍDIO: EM MOSSORÓ, MARCINHO VP DIZ QUE CORRUPÇÃO MATA MAIS DO QUE DROGA

BANDIDO FALA AO SITE UOL DIRETO DO PRESÍDIO FEDERAL DE MOSSORÓ

O tráfico de drogas não acaba porque financia as campanhas políticas no Brasil. A afirmação é feita por Márcio dos Santos Nepomuceno, o “Marcinho VP”, em entrevista exclusiva o portal de notícia UOL, gravada no presídio federal de Mossoró, onde está preso há mais de um ano.

Sem se esquivar de qualquer pergunta e falando abertamente, o bandido é direto e certeiro: “O tráfico é nocivo e funesto, mas a corrupção é o crime que mais mata no Brasil.”

De fato, os bilhões e bilhões de reais desviados dos esquemas criminosos, que engordam patrimônios dos políticos, de todos os partidos e matizes, são recursos que deixam de chegar na saúde pública, no social, na educação, na segurança. Por gravidade, as demandas públicas acabam fracassando, provocando o caos.

O traficante diz que o ex-governador Sérgio Cabral, preso e condenado na operação Lava Jato, é o líder da corrupção e que tinha ligação direta com o crime. “Ele é o cacique-mor da maior organização criminosa do Rio de Janeiro”, afirma.

Marcinho VP cumpre 48 anos de prisão por tráfico de drogas e morte de duas pessoas nos morros cariocas. Ele é apontado como o fundador do “Comando Vermelho”, facção criminosa que infernizou a vida no Rio de Janeiro por longos anos. A facção foi fundada em 1979. Ele nega. Marcinho foi preso em agosto de 1996, antes de completar 21 anos. Em duas décadas, conheceu vários presídios do País, com seguidas transferências.

Marcinho VP aceitou gravar entrevista com o UOL porque está lançando um livro neste sábado (20), obra redigida em coautoria com o jornalista Renato Homem. O livro tem o título: “Marcinho – Verdades e Posição: Direito Penal do Inimigo”.

A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA AQUI

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ENTREVISTA: EDUARDO CUNHA

EX-PRESIDENTE DA CÂMARA FEDERAL AFIRMA QUE JANOT QUERIA USAR SUA DELAÇÃO PARA DERRUBAR TEMER

POR ÉPOCA

Capa edição 1006 (Foto: Época )

Trezentos e quarenta e cinco dias no cárcere não quebraram Eduardo Cunha. O homem que derrubou Dilma Rousseff, encerrando abruptamente 13 anos do PT no poder, pária para boa parte dos brasileiros, herói para alguns poucos, o homem que se consagrou como o mais vistoso preso da Lava Jato, esse homem que segue gerando memes e açulando paixões – eis um homem que se recusa a aceitar o destino que se lhe impôs, da política como passado e das grades como futuro. Cunha não aceita ser o que esperam dele: um presidiário obsequioso, a cumprir sem muxoxos sua sentença. “Sou um preso político”, disse, num encontro recente em Brasília, aquele cuja delação o presidente Michel Temer mais teme. Na primeira entrevista desde que foi preso, Cunha, cujo corpo, fala e espírito não traem um dia submetido ao xilindró, foi, bem, puro Cunha: articulado, incisivo, bélico. Falou da vida na prisão, da negociação frustrada de delação com o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e do que considera uma clara perseguição judicial contra ele. Acusou a existência de um mercado de delações premiadas, revelando detalhes substantivos. Pôs-se à disposição da sucessora de Janot para voltar a negociar sua delação, talvez sua única saída viável para escapar da cadeia – ele foi condenado em primeira instância e responde a processos por corrupção em Curitiba, Brasília e no Rio de Janeiro. A seguir, trechos da entrevista.

ÉPOCA – O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot não aceitou sua proposta de delação premiada. O senhor ainda está disposto a colaborar, caso a nova procuradora-geral, Raquel Dodge, aceite negociar?
Eduardo Cunha –
 Estou pronto para revelar tudo o que sei, com provas, datas, fatos, testemunhas, indicações de meios para corroborar o que posso dizer. Assinei um acordo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República, de negociação de colaboração, que ainda está válido. Estou disposto a conversar com a nova procuradora-geral. Tenho histórias quilométricas para contar, desde que haja boa-fé na negociação.

ÉPOCA – Não houve boa-fé na negociação com Janot?
Cunha –
 Claro que não. Nunca acreditei que minha delação daria certo com o Janot. Tanto que não deu.

ÉPOCA – Então, por que negociou com a equipe dele?
Cunha –
 Topei conversar para mostrar a todos que estou disposto a colaborar e a contar a verdade. Mas só uma criança acreditaria que Janot toparia uma delação comigo. E eu não sou uma criança. O Janot não queria a verdade; só queria me usar para derrubar o Michel Temer.

ÉPOCA – Como assim?
Cunha –
 Tenho muito a contar, mas não vou admitir o que não fiz. Não recebi qualquer pagamento do Joesley (Batista, dono da JBS) para manter silêncio sobre qualquer coisa. Em junho, quando fui depor à Polícia Federal sobre esse episódio, disse que tanto não mantinha silêncio algum que ninguém havia me chamado a colaborar, a quebrá-lo. Naquele momento, o Ministério Público e a Polícia Federal me procuraram para fazer colaboração. Autorizei meus advogados a negociar com o MP.

ÉPOCA – O que deu errado?
Cunha –
 Janot queria que eu colocasse mentiras na delação para derrubar o Michel Temer. Se vão derrubar ou não o Michel Temer, se ele fez algo de errado ou não, é uma outra história. Mas não vão me usar para confirmar algo que não fiz, para atender aos interesses políticos do Janot. Ele operou politicamente esse processo de delações.

ÉPOCA – O que há de político nas delações?
Cunha –
 O Janot, na verdade, queria um terceiro mandato. Mas seria difícil, tempo demais para um só. O candidato dele era o Nicolao Dino (vice de Janot), mas a resistência ao Dino no PMDB era forte. Se o Dino estivesse fora, a Raquel Dodge, desafeto do grupo dele, seria escolhida. É nesse contexto que aparece aquela delação absurda da JBS. O Janot viu a oportunidade de tirar o Michel Temer e conseguir fazer o sucessor dele na PGR.

ÉPOCA – O que há de absurdo na delação da JBS? Ou o senhor se refere aos benefícios concedidos aos delatores?
Cunha –
 O Joesley fez uma delação seletiva, para atender aos interesses dele e do Janot. Há omissões graves na delação dele. O Joesley poupou muito o PT. Escondeu que nos reunimos, eu e Joesley, quatro horas com o Lula, na véspera do impeachment. O Lula estava tentando me convencer a parar o impeachment. Isso é só um pequeno exemplo. Eu traria muitos fatos que tornariam inviável a delação da JBS. Tenho conhecimento de omissões graves. Essa é uma das razões pelas quais minha delação não poderia sair com o Janot. Ele, com esses objetivos políticos, acabou criando uma trapalhada institucional, que culminou no episódio do áudio da JBS. Jogou uma nuvem de suspeição no Supremo sem base alguma.

ÉPOCA – Mas o que houve de político na negociação da delação do senhor?
Cunha –
 A maior prova de que Janot operou politicamente é que ele queria que eu admitisse que vendi o silêncio ao Joesley para poder usar na denúncia contra o Michel Temer. Não posso admitir aquilo que não fiz. Como não posso admitir culpa do que eu não fiz, inclusive nas ações que correm no Paraná. Estava disposto a trazer fatos na colaboração que não têm nada a ver com o que está exposto nas ações penais. Eles não queriam.

Moro (Foto: Época)

ÉPOCA – Havia algum outro fato que os procuradores queriam que você admitisse? Que não foi uma admissão espontânea, como determina a lei?
Cunha –
 Janot queria que eu colocasse na proposta de delação que houve pagamentos para deputados votarem a favor do impeachment. Isso nunca aconteceu. Um absurdo. Se o próprio Joesley confessou o contrário na delação dele, dizendo que se comprometeu a pagar deputados para votar contra o impeachment, de onde sai esse tipo de coisa? Qual o sentido? Mas aí essa história maluca, olha que surpresa, aparece na delação do Lúcio (Funaro, doleiro próximo a Cunha). É uma operação política, não jurídica. Eles tiram as conclusões deles e obrigam a gente a confirmar. Os caras não aceitam quando você diz a verdade. Queriam que eu corroborasse um relatório da PF que me acusa de coisas que não existem. Não é verdade. Então não vou. Não vou.

ÉPOCA – Janot estabeleceu uma disputa entre o senhor e Funaro. Só um fecharia delação, por terem conhecimento de fatos semelhantes envolvendo o PMDB da Câmara.
Cunha –
 O Janot tem ódio de mim. Mas o ódio dele pelo Michel Temer passou a ser maior do que a mim. Então, se eu conseguisse derrubar o Michel Temer, ele aceitava. Mas eu não aceitei mentir. E ele preferiu usar o Lúcio Funaro de cavalo.

ÉPOCA – Alguma outra razão para a delação não ter saído?
Cunha –
 O que eu tenho para falar ia arrebentar a delação da JBS e ia debilitar a da Odebrecht. E agora posso acabar com a do Lúcio Funaro.

ÉPOCA – O que o senhor tem a contar de tão grave?
Cunha –
 Infelizmente, não posso adiantar, entrar no mérito desses casos. Quebraria meu acordo com a PGR. Eu honro meus acordos.

ÉPOCA – Nem no caso de Funaro? O senhor já mencionou um fato que diz ser falso.
Cunha –
 Ainda não tive acesso à íntegra da delação do Lúcio Funaro. Mas, pelo que li na imprensa e pelo que já tive conhecimento, há muito contrabando e mentiras ali. A delação do Lúcio Funaro foi feita única e exclusivamente pelo que ele ouviu dizer de mim. O problema é que ele disse que ouviu de mim coisas que não aconteceram. Como um encontro dele com Michel Temer e comigo na Base Aérea em São Paulo. Ou esse episódio da véspera do impeachment, de compra de deputados, que o Janot colocou na boca do Lúcio Funaro. Tudo que ele falou do Michel Temer que disse ter ouvido falar de mim é mentira. Ele não tinha acesso ao Michel Temer ou aos deputados. Eu tinha.

Fonte: www.epoca.com.br

 

 

 

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ENTREVISTA: ROSANGELA MOURA

MULHER DE SÉRGIO É ENTREVISTADA PELA REVISTA VEJA 

A mulher do juiz Sérgio Moro, Rosangela Moura, concede entrevista especial na páginas amarelas da Revista Veja. Confira:

POR VEJA




















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ENTREVISTA: DORIA DIZ QUE VAI LEVAR CHOCOLATE AO LULA EM CURITIBA

PREFEITO DE SÃO PAULO FALA SOBRE CENÁRIO DO BRASIL

Doria critica Lula e comenta possível candidatura à Presidência

Em entrevista exclusiva à IstoÉ, na tarde desta terça-feira, o prefeito de São Paulo, João Doria, diz que para viabilizar sua candidatura à presidência do País é necessário “primeiramente apoio popular”. “Essa é uma decisão do povo, e não partidária.”

Na edição do fim de semana da revista IstoÉ, o deputado Lucio Vieira Lima (PMDB-BA) afirmou que haveria espaço no PMDB para a candidatura de Doria a presidente. O prefeito diz que se sentiu lisonjeado e que considera natural uma união entre PSDB e PMDB nas próximas eleições, tanto em nível federal quanto estadual.

Doria também critica Lula, que será interrogado por Sérgio Moro nesta quarta-feira na condição de réu. Ele é acusado de ganhar um tríplex no Guarujá (SP) da empreiteira OAS e de ter se beneficiado com R$ 3,7 milhões como contrapartida aos contratos obtidos pela empreiteira durante as gestões petistas.

Segundo o prefeito, caso não haja punição ao ex-presidente a candidatura é certa. Neste caso, Doria afirma que espera que “ele perca a eleição e as penas do Judiciário possam ser aplicadas a ele”. “Lula, a meu ver, tem de ser derrotado nas urnas.” Doria observa ainda que Lula é um candidato forte, apesar das denúncias de corrupção. “Com todas suas mentiras e safadezas, Lula é a figura hoje mais popular nas pesquisas.”

 

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Temer: encontros com empresários eram rotineiros

Em entrevista exclusiva à Band, o presidente voltou a afirmar que não tratou de negócios ilegais e que recebeu elogios de empresário em encontro

Bumbum de Gracyanne ganha apalpada de Belo

Michele Temer na TV Band – Foto: Site da Band

O presidente da República Michel Temer (PMDB) voltou a afirmar neste sábado (15) que participou de uma reunião com o ex-presidente da Odebrecht Márcio Faria da Silva em 2010. Em entrevista exclusiva à Band, o presidente revelou que, na época, ele era presidente do seu partido e já candidato à vice-presidência do país e que o empresário estava interessado em fazer doações de campanha em nome da empreiteira ao PMDB.

Por conta das doações, “ele queria cumprimentar o presidente do partido, no caso até o candidato à vice-presidência”, declarou Temer. O presidente afirmou ainda que, na ocasião, chegou atrasado ao encontro. “Ele fez alguns elogios ao meu trabalho, não sei se verdadeiros ou não, mas não falamos de valores ou contratos”, completou.

Temer declarou que ao longo dos anos que atuou como presidente do PMDB teve muitos encontros com empresários e que não envolviam negociações ilegais. Ele confirmou ainda que houve contribuição da construtora Odebrecht para as campanhas de 2010 e 2014, assim como de outras empresas, mas que todos foram de forma legal.

Relação institucional 

Ao ser questionado sobre sua relação com o deputado cassado Eduardo Cunha, que também era do PMDB, Temer afirmou que era uma relação “institucional”, por pertencerem ao mesmo partido. O presidente classificou Cunha como um homem “hábil, persistente, muito bem posicionado com os deputados do PMDB”, mas reafirmou que o contato era “absolutamente relacionado ao partido”.

Impeachment

Temer disse ainda que não teve influência no pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo ele, Cunha havia declarado que arquivaria todos os pedidos após parlamentares do PT afirmarem que votariam em favor dele no Conselho de Ética da Câmara [no processo por quebra de decoro parlamentar, que levou Cunha a perder o mandato como deputado]. O atual presidente da República disse que chegou a levar essa informação a Dilma, que teria ficado satisfeita com a notícia.

“No dia seguinte eu vejo no noticiário que o PT votaria contra Cunha. Ele então me ligou e disse que não arquivaria [os pedidos contra Dilma]”, revelou Temer. “Se o PT votasse a favor de Cunha, talvez Dilma estivesse ainda no cargo”, completou.

Ministros 

Questionado sobre a permanência de ministros citados na Operação Lava Jato – oito deles apareceram nas delações dos executivos da Odebrecht – Temer afirmou que manterá a regra criada por ele: o magistrado segue no cargo até que a denúncia seja aceita pelo Ministério Público. Quando isso acontecer, o parlamentar será afastado temporariamente. Ao se tornar réu, aí sim será afastado definitivamente.

Dunga X Tite X Felipão

O presidente rebateu as declarações do ex-presidente do Senado e também colega de partido, Renan Calheiros, que declarou que seu governo estava mais para Dunga [ex-técnico da Seleção brasileira de futebol masculino], do que para Tite [atual técnico], como segundo Renan, deveria ser.

“Renan sempre foi assim, quis ter seus momentos de Felipão, tem o 7×1 dele, talvez tenha sido isso”, disse.

Clima de insatisfação

 

Durante a entrevista, Temer declarou ainda que o clima de insatisfação e insegurança dos brasileiros com as diversas notícias de corrupção e os quase 200 políticos citados em delações premiadas já era esperado, porém, afirmou que o país não pode parar. “A indignação é verdadeira, a população tem razão”, declarou. “Agora é preciso praticar gestos para superar, fazendo com que o Brasil vá para frente”.

O mandatário afirmou que, apesar de sua baixa popularidade entre os eleitores, ele conta com um grande apoio do Congresso. “Estou governando ancorado e apoiado pelo Congresso Nacional. Meu grande apoio é do Congresso”, disse. Graças a isso, ele diz que garantiu aprovação de reformas que ele considera importantes para o futuro do país, como a PEC do Teto – também chamada de PEC dos Gastos – e a Reforma do Ensino Médio, “que estava parada a cerca de 20 anos”.

Temer destacou ainda que, após as reformas Trabalhista e da Previdência, que ele afirmou estar participando ativamente, com diálogos e reuniões para os acertos, é preciso que se inicie uma reforma política. “Pela minha experiência, são os fatos que determinam uma reforma, e nesse momento amadureceram muito essas teses de reforma e essa é a hora [para que isso aconteça]”, declarou.

 

 

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Julianne Faria anuncia nova unidade da Central do Cidadão em Mossoró

Governo do Estado instalará Central do Cidadão na Estação Shopping

Tudo concluído para a instalação de um posto avançado da Central do Cidadão no Estação Shopping, em Mossoró. Lá funcionarão os serviços de emissão de RG, CPF e Carteira de Trabalho.

A secretária Julianne Faria e o empresário Junior Porcino já assinaram o contrato e, segundo o coordenador do programa, Clênio Maciel, deverá ser inaugurado em maio.

Em Mossoró, sábado, a secretária Julianne Faria, anunciou a inauguração:

Julianne e Juníor Porcino

 

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ENTREVISTA: SILAS MALAFAIA

ROBERTO CABRINI ENTREVISTA O PASTOR SILAS MALAFAIA

A entrevista foi ao ar neste domingo (12) a meia noite

O jornalista Roberto Cabrini exibiu uma entrevista reveladora com o pastor Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), no programa Conexão Repórter deste domingo (12), no SBT. Durante dias, o programa acompanhou o dia a dia do pastor, perguntou detalhes sobre a sua vida e o abordou sobre o indiciamento por suspeita de lavagem de dinheiro. Como resposta, o pastor mostrar sua declaração de imposto de renda, onde constam detalhes de doações e bens pessoais.

Leia também: Advogado confirma: ‘Dinheiro para o Pr. Silas Malafaia foi oferta’; confira!

Cabrini mostra ainda as ruas que levam à infância do pastor, a casa onde cresceu e, até hoje, vivem a mãe e uma irmã. O projeto social que Silas ajuda: um espaço que cuida de moradores de rua e viciados em drogas.

O programa mostra ainda seu fogo cruzado contra um desenho animado que, segundo ele, incita a ideia do homossexualismo em crianças. As facetas de um homem que condena o homossexualidade, o aborto, e outros temas. A rotina, o trabalho e a vida em família.

Confira trechos da entrevista:

Sem meias palavras, Pr. Silas respondeu a todos os questionamentos

Sem meias-palavras, Pr. Silas respondeu a todos os questionamentos

Cabrini: De tudo o que os seus inimigos dizem a seu respeito, o que mais incomoda o senhor?
Malafaia: O que mais incomoda é a calúnia e a difamação.

Cabrini: Uma frase que incomoda…
Malafaia: Dizer que estou sendo acusado de lavagem de dinheiro. Isso é a maior bandidagem.

Cabrini: A Polícia Federal considera o senhor suspeito de pertencer a uma organização criminosa?
Malafaia: Deixa eu te falar: o delegado tem o direito de indiciar quem ele quiser, como ele quer. Para isso tem a Justiça.

Cabrini: A Polícia Federal suspeita que o senhor usou as suas contas para esconder o dinheiro da máfia da mineração.
Malafaia: Mentira. O processo tem mais de mil páginas, meu nome aparece em 2 linhas e meia. Eu recebi uma oferta de R$ 100 mil, depositei na minha conta, declarei ao Imposto de Renda e poderia ter usado como usei outras ofertas. Não tem nada ilegal, vou provar com toda essa documentação que sou inocente, não tenho nada a ver com esses canalhas e bandidos, que roubaram mais de 70 milhões, isso é um jogo.

Cabrini: O senhor teme ser preso?
Malafaia: Não, não tem uma vírgula de motivo para isso, não tem uma prova de que eu participei de uma Operação para roubar a nação. Isso é uma infâmia, é uma safadeza, querem me denegrir porque eu sou um pastor que tem influência na sociedade.

Cabrini: Seus inimigos o classificam como mercador de almas, alguém que visa sempre o lucro em nome da exploração da fé.
Malafaia: Isso é tão baixo, tão sujo e tão medíocre, porque para dizer isso tem que provar.

Cabrini: Se um dos seus filhos fosse gay, como é que o senhor reagiria, como é que o senhor faria?
Malafaia: Profundamente, sem abrir mão do meu amor, mas diria para ele a verdade, dizer que está errado, porque amar não significa ser conivente.

 Toda a história da sociedade está sustentada por um homem, a mulher e seus filhos. A prole. Isso aqui é a sociedade, história da civilização. Querem mudar esse status, vamos ver esse resultado nas gerações futuras.

Cabrini: Não entram no reino do céu, mesmo se pagar o dízimo?
Malafaia: A oferta na igreja não tem nada a ver com salvação, não tem nada a ver. A oferta tem a ver com a prosperidade de viver, a soberania de Deus.

Cabrini: Por que um desenho tanto te incomoda?
Malafaia: Vê se isso tem cabimento. O que a Disney quer? Beijo gay? Erotizar crianças é a coisa mais covarde que se tem. A Disney quer colocar o homossexualismo para as crianças… E eu vou me calar? Aí querem me bater. Você vai me desculpar, eu não posso me calar.

* A íntegra do programa ainda não foi liberada. Assim que isso acontecer atualizaremos a matéria aqui. 

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LIVE ANTENADO: PEDRO FERNANDES FALA SOBRE LANÇAMENTO DE CAMPANHA

REITOR DA UERN TENTA MAIS UM MANDATO 

O reitor da UERN, professor Pedro Fernandes, fala sobre o lançamento de sua campanha, ocorrido nesta segunda-feira, 20. Confira na Live Antenado:

 

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LIVE ANTENADO: Renato Fernandes fala sobre o projeto do PSC RN

Presidente do PSC destaca prioridade do momento 

O PSC no Rio Grande do Norte está preparando-se para apresentar um projeto para o Estado, em 2017.

É o que revela o presidente da sigla no Estado, o líder empresarial, Renato Fernandes, na Live Antenado:

 

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ENTREVISTA: MICHEL TEMER

PRESIDENTE DA REPÚBLICA CONVERSA COM RICARDO NOBLAT

RIO – Se dependesse do presidente Michel Temer, o ministro Edson Fachin, novo relator da Operação Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), suspenderia o mais breve possível o sigilo em torno das delações dos 77 executivos da construtora Odebrecht. Fachin substituiu o colega Teori Zavascki, morto em um desastre de avião em Paraty, Rio de Janeiro.

— Seria melhor para todos que as delações fossem logo divulgadas, e de uma vez — disse Temer em uma conversa informal de mais de uma hora no fim de semana.

Em dezembro passado, durante um encontro no Palácio do Planalto com Rodrigo Janot, procurador-geral da República, Temer adiantou para ele a mesma opinião. Não houve discordância. Foi a pedido de Janot que a ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, apressou-se a homologar as delações na semana seguinte à morte de Zavascki.

— Imagine o que poderia acontecer se as delações demorassem a ser divulgadas. Ou se fossem divulgadas aos poucos, uma por semana, digamos. Seria muito ruim para o país e, é claro, para o governo — calcula o presidente.

E se o conteúdo das delações produzirem estragos na imagem do governo? Afinal, alguns dos atuais ministros e o próprio Temer são citados em mais de uma delas. Temer responde:

— Quem for atingido pelas delações que se explique e que se defenda. Depois avaliaremos o que fazer. Quanto a mim, minha preocupação com isso é igual à zero.

Temer foi citado 43 vezes no documento do acordo de delação premiada de Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht. Em 2014, Temer pediu R$ 10 milhões a Marcelo Odebrecht, então presidente da empresa, para a campanha eleitoral do PMDB naquele ano.

— Não foram R$ 10 milhões. Marcelo doou pouco mais de R$ 11 milhões. O dinheiro foi depositado na conta do PMDB e pagou despesas de vários candidatos pelo país. Há comprovantes de tudo — garante Temer.

Ele conta que teve a curiosidade de ler com atenção a íntegra da delação de Melo Filho vazada para a imprensa.

— Quem se limita a ler apenas os títulos das matérias publicadas a respeito pode ficar com a impressão de que fui citado por envolvimento em 43 negócios. Mas não. Fui citado 43 vezes porque está escrito ali: Aí Temer me convidou para conversar. Aí Temer me recebeu na sala. Aí Temer perguntou se eu aceitaria um café… Para contar uma única história, meu nome foi mencionado 43 vezes — explica Temer, e até acha graça nisso.

Como presidente do PMDB, uma de suas tarefas era arranjar dinheiro para financiar campanhas. E ele não nega que o tenha feito.

— Isso nada tem a ver com caixa dois ou com a troca do dinheiro por favores do governo — registra. Quanto ao julgamento pela Justiça Eleitoral das contas de campanha da chapa Dilma-Temer na eleição de 2014…

A propósito, Temer revela que ganha corpo entre juristas que acompanham as investigações das contas a tese de que pode ter havido ali alguma infração penal, mas eleitoral, não. Se penal, o caso seria arquivado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dele se ocuparia a Justiça comum.

— Estou muito tranquilo, pelo que ouço dos meus advogados — afirma o presidente.

O fato é que 2016 terminou – se é que terminou – deixando a impressão em muita gente que Temer não concluiria o resto de mandato herdado da ex-presidente Dilma Rousseff. Em conversas com políticos em Brasília, mesmo entre aqueles que apoiam o governo, diversas previsões foram feitas a respeito de seu futuro:

Temer poderá ser vítima da lentidão do processo de recuperação da economia… A Justiça Eleitoral não tem como separar as contas de Dilma e de Temer, e ele poderá ter que sair… Tem emenda à Constituição no Congresso que, se aprovada, resultará em eleições diretas para presidente ainda em 2017…

Salvo um fato surpreendente, em um país acostumado a conviver com surpresas, Temer completará o mandato de Dilma. Ele não enxerga nenhuma surpresa capaz de desestabilizar seu governo – mas se enxergasse não seria surpresa. E concorda que o pior para ele já passou. Passou o discurso do golpe. Passaram as manifestações de ruas. A economia começou a reagir, embora menos do que ele gostaria. É vida que segue.

A não ser que a Lava-Jato o obrigue a proceder de outro modo, o presidente pretende seguir governando com a atual equipe de ministros. O que chamam de reforma ministerial terá se resumido às poucas mudanças promovidas por ele na semana passada. Moreira Franco virou ministro. O Ministério dos Direitos Humanos foi recriado. O da Justiça agora se chamará da Justiça e da Segurança Pública.

— Sabe quem primeiro falou em criar o Ministério da Segurança Pública? Fui eu — revela Temer. Foi ele que em 2002, quando apoiou a candidatura a presidente da República de José Serra (PSDB) contra a de Lula, sugeriu a Serra criar o Ministério da Segurança Pública, separado do da Justiça.

— A experiência que tive no governo de Franco Montoro como Secretário de Segurança Pública me marcou muito. A Segurança Pública é mais problema dos estados e municípios, diz a Constituição. Mas o governo federal, ainda mais quando estados e municípios enfrentam tantas dificuldades, não pode se omitir — justifica Temer.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/temer-pede-pressa-na-suspensao-do-sigilo-das-delacoes-da-odebrecht-20880244#ixzz4XuWyx3eW
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Fonte: O Globo

 

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