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ROSALBA FALA SOBRE DOAÇÕES DE TERRENOS PARA 15 INSTITUIÇÕES

PREFEITA DESTA IMPORTÂNCIA DE ENTIDADES BENEFICIADAS

No final da manhã desta segunda-feira, 30,

A prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, fala sobre ato em que sancionou leis oficializando as doações de terrenos a 15 entidades filantrópicas, religiosas e Maçonaria.

IZABEL MONTENEGRO FALA SOBRE SESSÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE MOSSORÓ

VEREADORES SE REUNIRAM NESTA SEGUNDA-FEIRA (30)

A presidente da Câmara Municipal de Mossoró, vereadora Izabel Montenegro, fala sobre a realização de sessão extraordinária, neste segunda-feira (30).

EX-GOVERNADORA DA PARAÍBA FOI PRESO NO RN

RICARDO COUTINHO FOI DETIDO PELA PF AO DESEMBARCAR NO AEROPORTO ALUÍZIO ALVES

Resultado de imagem para Ricardo Coutinho

O ex-governadora da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), já está preso.

Ele desembarcou, na noite passada, no Aeroporto Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante e recebeu voz de prisão em cumprimento ao mandado expedido pela justiça federal na Paraíba, na operação Calvário, que aponta desvios de dinheiro público.

Coutinho desceu do avião da TAP, vindo de Lisboa, e foi levado no carro da Polícia Federal para João Pessoa.

Ex-governador Ricardo Coutinho é alvo de mandado de prisão na Operação Calvário, na Paraíba

São cumpridos 17 mandados de prisão no RN, na PB, RJ, GO e no Paraná

Ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho — Foto: Junior Fernandes/Secom-PB

O ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB) é alvo de mandado de prisão preventiva na sétima fase da Operação Calvário, da Polícia Federal, que foi deflagrada na manhã desta terça-feira (17), na Paraíba. São cumpridos 54 mandados de busca e apreensão e 17 mandados de prisão preventiva, nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Goiás e Paraná. Além de Ricardo Coutinho, deputados, prefeitos e secretários são alvos da Operação Calvário – Juízo Final.

Os alvos dos mandados de prisão preventiva são:

  • Ricardo Vieira Coutinho (ex-governador – PSB)
  • Estelizabel Bezerra de Souza (deputada estadual – PSB)
  • Márcia de Figueiredo Lucena Lira (prefeita do Conde – PSB)
  • Waldson Dias de Souza (ex-secretário de de Planejamento, Orçamento e Gestão)
  • Gilberto Carneiro da Gama (ex-procurador geral do Estado)
  • Cláudia Luciana de Sousa Mascena Veras
  • Coriolano Coutinho
  • Bruno Miguel Teixeira de Avelar Pereira Caldas
  • José Arthur Viana Teixeira
  • Breno Dornelles Pahim Neto
  • Fracisco das Chagas Ferreira
  • Denise Krummenauer Pahim
  • David Clemente Monteiro Correia
  • Márcio Nogueira Vignoli
  • Valdemar Ábila
  • Vladimir dos Santos Neiva
  • Hilario Ananias Queiroz Nogueira

O objetivo da operação é combater uma organização criminosa atuante em desvio de recursos públicos destinados aos serviços de saúde no Estado da Paraíba, por meio de fraudes em procedimentos licitatórios e em concurso público, corrupção e financiamento de campanhas de agentes políticos, além do superfaturamento em equipamentos, serviços e medicamentos.

A operação, realizada em conjunto com o o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), Ministério Público Federal e Controladoria-Geral da União (CGU), apura desvio de recursos públicos na ordem de R$ 134,2 milhões, dos quais mais de R$ 120 milhões teriam sido destinados a agentes políticos e às campanhas eleitorais de 2010, 2014 e 2018.

Segundo a Polícia Federal, foi constatado que um dos alvos da operação, que ocupou cargo de alto escalão no executivo estadual, encontra-se fora do país e, por isso, foi solicitada a inclusão do seu nome na difusão vermelha da Interpol. No entanto, a PF não divulgou nomes.

De acordo com as investigações, organizações socias reuniram uma rede de prestadores de serviços terceirizados e de fornecedores, com a celebração de contratos com sobre-preço na gestão dos Hospitais de Trauma, de Mamanguape e o Metropolitano em Santa Rita, os três na Paraíba.

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AO VIVO: TRF-4 julga recurso de Lula no caso do sítio

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Jorge do Rosário afirma que o PL está aberto ao diálogo com todos os partidos em Mossoró

Pré-candidato foi entrevistado pelo Jornal De Fato

POR CÉSAR SANTOS

Um dos mais bem-sucedidos empresários mossoroenses, Jorge do Rosário decidiu, em 2016, entrar para a política partidária, compondo, naquele ano, a chapa majoritária à Prefeitura de Mossoró encabeçada pelo também empresário Tião Couto. A dupla recebeu 51.990 votos, 39,39% do total. Dois anos depois, Jorge optou por disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, tendo alcançado 23.512 votos, que não foram suficientes para levá-lo à vitória.

Hoje na presidência da comissão provisória do Partido Liberal (PL) em Mossoró, Jorge do Rosário evita colocar-se como pré-candidato ao Palácio da Resistência, ao mesmo tempo em que afirma ser uma “honra” para um filho da terra ocupar a chefia do Poder Executivo local.

Na entrevista desta semana da seção “Cafezinho com César Santos”, Jorge do Rosário fala sobre o processo de preparação do seu partido rumo ao pleito do ano que vem e reforça que está na oposição, mas que não há qualquer dificuldade de diálogo com partidos como o Progressistas, da prefeita Rosalba Ciarlini. O ex-candidato a deputado estadual também revela frustração pelo resultado das urnas de 2018. “Evidente que eu esperava sair vitorioso”, declarou. Acompanhe.

O PL está em uma fase de reestruturação, preparando-se para as eleições do próximo ano. Em que estágio está essa preparação?

Nós estamos em um estágio tentando formar uma nominata, que é uma coisa difícil, tem sido difícil para todos os partidos, porque mudou a legislação, então os partidos estão se preparando. Fizemos um encontro, organizando o partido em Mossoró, e estamos nesse processo de nominata. Já temos um vereador, Ozaniel Mesquita, temos conversado com algumas outras pessoas, queremos fazer um encontro interno com esses pré-candidatos, mas é um trabalho árduo, que exige muita conversa, paciência, e é isso que estamos fazendo agora, além de também conversarmos com outros partidos para decidir como o PL vai se postar no pleito de 2020.

 

O PARTIDO já tem um objetivo predeterminado para as eleições do próximo ano?

NÃO. Estamos em discussão. Eu, como presidente, tenho coordenado essas discussões, mas evidentemente escutando muito o nosso presidente estadual, deputado João Maia, embora ele tenha dado liberdade para tomarmos todas as decisões no núcleo de Mossoró, tomar as decisões que acharmos conscientes, mas é da boa política a gente conversar e ouvir o nosso presidente e outros companheiros do partido. O PL não tem uma definição, como eu penso que nenhum outro partido também não tenha, estão todos conversando com todo mundo, é da política, é natural. Na hora que a gente achar conveniente, ouvindo todos os companheiros, vamos tomar uma decisão que a gente repute como melhor para o partido e para a nossa cidade.

PELO menos cinco partidos têm pré-candidatos à Prefeitura de Mossoró. O PL segue essa linha? O nome do senhor pode ser considerado como pré-candidato?

EU NÃO coloco meu nome como pré-candidato. Alguns amigos têm me estimulado muito a colocar meu nome, eu fico até feliz, mas eu tenho que ter responsabilidade, se eu me colocasse como pré-candidato, seria uma condição para tentar viabilizar essa candidatura. O que eu coloco é o seguinte: o PL vai participar do pleito de 2020 e nós queremos participar da construção de um projeto para Mossoró, e se na construção desse projeto, nos debates políticos, se o meu nome conseguir reunir partidos que deem sustentação política consistente, se a gente verificar, através de pesquisas, de consulta ao povo, que meu nome tem viabilidade eleitoral, e se o PL tiver interesse na minha pré-candidatura ou candidatura, aí sim, eu vou analisar, porque também tem que ser uma decisão pessoal, tenho minhas empresas, meus negócios, e para mim é um doce sacrifício participar da política partidária e querer ser prefeito.

 

É UM desejo do senhor ser prefeito?

É UMA honra à biografia de qualquer pessoa que nasceu em Mossoró, eu nasci, me criei em Mossoró, trabalho aqui, invisto aqui, quero o melhor para Mossoró. Seria uma honra para mim, uma tarefa que encararia com o maior prazer, mas eu não posso ser candidato de mim mesmo, por vaidade, eu não tenho essa vaidade. Eu tenho sim compromisso de, seja em qualquer lugar, contribuir com o melhor para Mossoró, coisa que, modéstia à parte, eu tenho procurado fazer, quando invisto em Mossoró, quando presido o Sinduscon, quando vou a reuniões, qualquer que seja, independente de política, para debater os problemas de Mossoró. Questão de cargo, é se você for a pessoa certa para estar ocupando o cargo naquele momento. Nós já tivemos problemas por aventuras. Eu não sou pré-candidato, agora eu não quero entrar em aventura, não tenho nem idade mais para isso, agora se o meu nome for o que melhor represente um projeto, tenha simpatia, essa viabilidade que falei, não tenho também nenhuma dificuldade de sair às ruas, como já saí, e colocar minhas ideias e defender esse projeto.

ESSE projeto que o PL defende, ele tem restrições ou é um projeto com abertura de diálogo?

NÃO há nenhuma restrição e eu, particularmente, tenho menos ainda. Tenho diálogo com todos os segmentos, não tenho nenhuma dificuldade de conversar. Penso que para o momento que a gente vive, no nosso país, do que estamos vendo, a gente precisa, muito mais do que pender para a esquerda ou para a direita, olhar para frente, ter projetos para resolver os problemas do povo, um projeto consistente, porque o ente Estado precisa caber dentro de um orçamento, não adianta também sair nas ruas e dizer ‘vou melhorar a saúde, educação’, isso é muito fácil, essa retórica a gente escuta direto, agora tem que dizer como, quais são as ideias, de onde vem o dinheiro, porque o orçamento não dá para tudo, e seja você de esquerda ou de direita, o orçamento é soberano. O projeto tem que responder a essas questões, de como vai melhorar a vida das pessoas, eu quero participar desse debate, discutindo, por exemplo, a questão de mobilidade urbana, de infraestrutura, as ideias existem, mas tem que saber como vai viabilizar. Nós temos um problema seriíssimo, que é a questão das cirurgias eletivas. É um problema da Prefeitura, é? Mas tem que envolver outros entes, o Estado tem que participar disso, e participa, e a gente tem que dar uma solução a isso.

 

QUE solução o senhor apresentaria?

QUANDO eu fui candidato, eu já falava nisso. É algo que tem que ser prioridade, tem gente morrendo por conta da falta dessas cirurgias. Eu sempre defendi uma ideia, que não é muito original, mas eu penso como uma ideia inteligente, que a gente tem que copiar, que é a ideia de chamar as associações médicas, chamar os hospitais. Se temos mil cirurgias atrasadas para serem feitas, vamos fixar um valor, fazer uma “empreitada”, estabelecer uma meta de em seis meses zerar essa fila, se vai custar R$ 2 milhões, R$ 3 milhões, vamos ver de onde a gente vai conseguir esse dinheiro, agora tem que ser mais barato, com pagamento em 12 meses, com operações aos sábados e domingos, feriados, madrugada, mas você tem que dar uma solução. Eu cito isso como exemplo, como uma questão prática, exequível, e penso que seja quem for o candidato, ou até a própria prefeita à reeleição, tem que falar para o povo e o povo entender que vai resolver, não todos os problemas, ninguém vai resolver todos os problemas, mas que vai dar soluções a problemas que já vêm se perpetuando.

VOLTANDO à questão da abertura do diálogo. O PL já participou de alguns encontros com partidos de oposição, mas se o Progressistas, que é o partido da prefeita, convidasse o PL para sentar à mesa para discutir a sucessão municipal, o PL aceitaria o convite?

SEM nenhum problema. Realmente, o PL está situado na oposição, claramente, e quem está na política, tem que ter posição. Nós temos um vereador que é da oposição. Eu, pessoalmente, quando concedo entrevista, minha posição é sempre muito propositiva, até porque não é meu estilo ficar discutindo pessoas, assuntos que não contribuem para melhorar o ambiente político. Eu, diretamente, não tenho nenhuma dificuldade de conversar com o PP, ou com a prefeita, e eu digo isso com quem eu converso. Evidentemente que a gente está na oposição, e por isso que estamos conversando na oposição, com muita clareza, muita transparência e sem sectarismo, a gente conversa com todo mundo, até poder colocar nossas ideias e, lá na frente, é que vamos tomar a decisão sobre qual será o destino do partido.

ATO POR LULA FRACASSA EM MOSSORÓ

NEM OS PETISTAS FORAM

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, noite, céu, motocicleta, árvore e atividades ao ar livre

O PT de Mossoró tentou realizar um ato público em comemoração ao fato de Lula ter deixado a prisão.

Mas faltou povo.

Pelas imagens, nem os petistas da cidade foi ao ato.

Vergonha alheia.

 

 

Bolsonaro entrega 4,1 mil moradias populares de Campina Grande, na PB

Solenidade aconteceu nesta segunda-feira

Brasília – O presidente Jair Bolsonaro entregou hoje (11), em Campina Grande, na Paraíba, 4,1 mil moradias populares a famílias de baixa renda. O presidente fez agradecimentos às autoridades que colaboraram para a conclusão do novo conjunto habitacional, e disse que, na política, “ninguém faz nada sozinho”.
“Para administrar esse país, temos que ter bons políticos ao nosso lado e, graças a Deus, o quadro de políticos no Brasil melhorou, e bastante. Temos aprovado muita coisa na Câmara e no Senado, com convencimento, com entendimento. Isso realmente faz uma boa política para o nosso Brasil”, disse ao lado do ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, autoridades locais e parlamentares.
O Conjunto Habitacional Aluízio Campos tem 3.012 casas e 1.088 apartamentos de até 48 metros quadrados, avaliados em R$ 61 mil cada, que beneficiarão 16 mil pessoas. Os contemplados com as novas moradias têm renda familiar de até R$ 1,8 mil mensais e, para o sorteio, foram reservadas cotas para famílias com idosos, pessoas com deficiência e crianças com microcefalia.
O empreendimento contou com aporte de R$ 262,5 milhões da União e tem infraestrutura completa, dois ginásios cobertos, três creches, duas escolas, duas unidades básicas de Saúde (UBS), um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e dez praças com academias de saúde. (EBN).

Protesto contra secretário da Previdência tem confusão em Natal

Manifestantes fecharam entrada da Assembleia Legislativa do Estado, onde Rogério Marinho recebeu homenagem

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Manifestantes bloquearam as entradas principal e lateral da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, na manhã desta sexta-feira (8), em protesto contra a sessão solene que homenageará Rogério Marinho, secretário Especial da Previdência e do Trabalho, do Ministério da Economia.

Com o bloqueio das entradas, a sessão para homenagear Rogério Marinho, prevista para às 10h30, começou apenas às 13h30 e foi finalizada às 14h20 de acordo com a assessoria da Casa. A sessão foi proposta pelo deputado estadual Gustavo Carvalho (PSDB). O G1 RN entrou em contato com a assessoria de Marinho, que não se manifestou até o fechamento desta matéria.

Em meio à manifestação que chegou a impedir o início da solenidade, a Assembleia Legislativa emitiu nota dizendo que iria manter a sessão. “O poder legislativo respeita a livre manifestação de qualquer grupo, partido ou movimento político e assegura o diálogo com a população”, diz o comunicado.

Marinho atuou na condução das reformas trabalhista e previdenciária aprovadas neste ano, no Congresso Nacional. Pelo twitter, o secretário comentou notícia de um portal que falou sobre a manifestação. “Estamos no caminho certo”, disse.