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Fátima Bezerra com Dilma e Lula

Senadora do RN participa de festa de 35 anos do PT
Fátima e Dilma
A senadora Fátima Bezerra (PT/RN) vai participar, nesta sexta-feira (06), em Belo Horizonte (MG), de reunião do Diretório Nacional (DN) do PT e de ato em celebração aos 35 anos de história do partido, que chega em 2015 a marca de 13 anos à frente da direção do Brasil. Esse será o primeiro encontro oficial da senadora com o DN do PT após a sua posse.
Presenças confirmadas: presidenta Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do partido, Rui Falcão, todos os governadores eleitos pelo PT, as principais lideranças da sigla na Câmara e no Senado, prefeitos, ministros e demais personalidades que auxiliaram na construção da legenda.
No sábado (07), o DN do PT debaterá o 5º Congresso Nacional do PT. Após a atividade, a senadora Fátima retorna a Natal.
Reforma política – Integra ainda a celebração de aniversário do partido, o Dia Nacional de Mobilização e Coleta de Assinaturas para a Reforma Política, que será realizado no dia 10 de fevereiro. A ação mobilizar a militância na meta de colher pelo menos 1,5 milhão de assinaturas para levar ao Congresso Nacional um Projeto de Iniciativa Popular para a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva.
*Com informações do PT Nacional

Delator estima que PT recebeu cerca de US$ 200 milhões de propina

PT levou até US$ 200 milhões de propina em contratos da Petrobras, diz delator (PT levou até US$ 200 milhões de propina em contratos da Petrobras, diz delator (PT levou até US$ 200 milhões de propina em contratos da Petrobras, diz delator (PT levou até US$ 200 milhões de propina em contratos da Petrobras, diz delator (Editoria de art)

O ex-gerente de Serviços da Petrobras Pedro Barusco estimou, em depoimento concedido àPolícia Federal em acordo de delação premiada, que o PT recebeu de propina em contratos da estatal uma quantia entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões. Segundo Barusco, esses valores se referem a propina em 90 contratos da estatal com grandes empresas fechados entre 2003 e 2013, durante os governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. O depoimento de Barusco foi dado em novembro e divulgado no andamento processual da Operação Lava Jato nesta quinta-feira (5).

 

OPERAÇÃO LAVA JATO
PF investiga lavagem de dinheiro.

Também nesta quinta foi deflagrada a nona fase da operação, em que a PF cumpriu 40 mandados de busca e apreensão, três de prisão temporária, um de prisão preventiva e 18 de condução coercitiva (quando a pessoa é levada para prestar depoimento e depois é liberada).

Em um desses mandados, o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, foi levado para prestar depoimento da superintendência da PF em São Paulo. Ele saiu sem falar com a imprensa.

Na delação, Barusco  citou também que havia a participação de Vaccari no recebimento das propinas.

“[Pedro Barusco] estima que foi pago o valor aproximado de US$ 150 a 200 milhões ao Partido dos Trabalhadores, com a participação de João Vaccari Neto”, diz o documento da Justiça Federal que registra o depoimento de Barusco.

No depoimento, Barusco explicou como funcionava o pagamento e a divisão da propina nos contratos. Segundo o delator, o percentual de propina cobrado variava entre 1% e 2%, dependendo da diretoria pela qual o contrato era firmado.

Em todas as diretorias, segundo Barusco, o PT ficava com metade da propina. Ele disse ainda que esse dinheiro irregular que ia para o partido era distribuído ora para Vaccari, ora para Renato Duque, ora para o próprio Barusco, que faziam o repasse para outros agentes do esquema.

“Houve pagamento de propinas em favor do declarante [Barusco] e de Renato Duque, bem como em favor de João Vaccari Neto, representando o Partido dos Trabalhadores – PT -, a partir do momento em que este se tornou tesoureiro do partido e passou a operar em favor do mesmo”, diz o registro do depoimento.

Na delação premiada, o ex-gerente da Petrobras disse que Renato Duque tinha um contato “muito forte” com João Vaccari. Segundo Barusco, o ex-diretor da estatal e o tesoureiro do PT costumavam se encontrar no Hotel Windsor Copacabana, no Rio de Janeiro, e no Meliá, da Alameda Santos, em São Paulo.

O delator também contou aos policiais federais que Vaccari mantinha contato com Duque para saber do andamento dos contratos na Petrobras e tratar de novos contratos. De acordo com ele, nos encontros eles também falavam sobre o pagamento de propinas.

Ao G1, o advogado de Renato Duque, Alexandre Lopes disse que Barusco mentiu na delação premiada.

“O senhor Pedro Barusco mentiu, no que tange a Renato Duque, em suas declarações. Pedro Barusco trouxe Renato Duque para o processo, realizando delação falaciosa, com a intenção de ser agraciado pela Justiça com um prêmio, que é o de permanecer em liberdade, apesar de ter confessado inúmeros crimes. Malgrado todas as suas assertivas, não apresentou ao Ministério Público Federal nenhuma prova contra Renato Duque, o que demonstra a fantasia das acusações”, afirmou o advogado.

Por meio de nota, a assessoria de imprensa do PT informou que o partido “recebe apenas doações legais e que são declaradas à Justiça Eleitoral”. Para o PT, as declarações de Barusco não merecem crédito porque, segundo a nota, “têm como principal característica a tentativa de envolver o partido em acusações, mas não apresentam provas ou sequer indícios de irregularidades”.

Em Belo Horizonte, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse que todas as acusações contra seu partido serão “desmentidas”. Questionado sobre quem desmente as denúncias, o dirigente petista se limitou a dizer que os fatos irão desmenti-las.

O advogado de Vaccari Neto, Luiz Flávio Borges D’Urso, afirmou por meio de nota que o PT não tem caixa dois nem conta no exterior. Segundo D’Urso, o partido só recebe contribuições legais e não recebe doações em dinheiro.

Com gabinete no Palácio do Planalto, o ministro de Relações Institucionais, Pepe Vargas, disse nesta quinta-feira, em Brasília, que o fato de o tesoureiro do PT ter sido levado para prestar depoimento na Polícia Federal em razão da nova etapa da Operação Lava Jato “não cria constrangimento” para o governo.

“Para o governo, não cria constrangimento algum. Agora, se houve algum envolvimento de uma pessoa do PT, o PT vai ter que tomar as atitudes que devem ser tomadas. Vamos aguardar os desdobramentos desses episódios”, enfatizou.

Área Internacional
Barusco afirmou ainda que  “excepcionalmente” o ex-diretor da área Internacional Jorge Zelada também recebia parte da propina..

É a primeira vez que o nome de Zelada aparece em uma delação da Operação Lava Jato. Até agora, o nome dele só havia sido citado na CPI da Petrobras. Zelada era auxiliar na diretoria Internacional na época em que a área era comandada por Nestor Cerveró, ex-diretor preso na Lava Jato.

O G1 não localizou Jorge Zelada ou seus advogados.

Barusco revelou ainda que organizava os pagamentos “mediante uma contabilidade”.

Na delação, o ex-gerente negou que se as propinas não fossem pagas haveria represália aos empreiteiros. Barusco afirmou que o “pagamento de propinas dentro da petrobras era lago endêmico e institucionalizado”.

Dinheiro para campanha
Barusco também mencionou que Duque pediu à empresa SBM, um dos alvos de investigação da Operação Lava Jato, US$ 300 mil como “reforço” para a campanha eleitoral de 2010.

“[Barusco disse]  que Renato de Souza Duque solicitou ao representante da SBM, Julio Faerman, a quantia de US$ 300 mil dólares a título de reforço de campanha durante as eleições de 2010, provavelmente atendendo a pedido de João Vaccari Neto, o que foi contabilizado pelo declarante à época como pagamento destinado ao Partido dos Trabalhadores PT”, diz trecho documento disponibilizado no sistema eletrônico da Justiça Federal.

Arte 9ª Fase da Operação Lava Jato  (Foto: Editoria de Arte G1)

* Colaborou o G1-PR

OAB esclarece sobre prisões de dois homens

Detidos não fazem parte dos quadros da OAB

Aldo_Fernandes_Foto_Assecom_OABMossoró

Os dois homens que foram presos ontem (4) pela Polícia Civil, em Mossoró, não fazem parte dos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A Subseção de Mossoró da OAB vai acompanhar o desenvolvimento das investigações e de uma possível ação penal, auxiliando no que for preciso para evitar que pessoas sem a devida habilitação exerçam ilegalmente a advocacia, profissão de extrema importância em uma democracia, considerada como essencial à própria justiça. A OAB atua tanto no combate ao exercício ilegal quanto às práticas ilícitas/antiéticas dos seus membros.

O escritório que a dupla presa na tarde de ontem diz representar é o Multilex – Consultoria Jurídica e Trânsito Reabilitação de Crédito, que já vinha sendo acompanhado pela OAB/Mossoró por cometimento de irregularidades. No início desta semana, a Subseção de Mossoró, por meio do seu presidente, Aldo Fernandes de Sousa Neto, emitiu uma Nota de Repúdio contra propaganda ilícita que vinha sendo veiculada em blogs e sites de Mossoró e região pelo referido escritório de advocacia. Esse tipo de publicidade é proibida pelo Código de Ética e Disciplina da Advocacia.

O presidente da OAB/Mossoró aproveita para destacar o trabalho que vem sendo desenvolvido pela instituição, apurando eventuais irregularidades que venham a ser cometidas pelos seus membros, no exercício da profissão, e também para agradecer à Polícia Civil do Estado do RN pelo empenho nas investigações que resultaram na prisão dos suspeitos. A OAB também repudia casos de pessoas não habilitadas que exercem ilegalmente a advocacia, que incorrem no art. 47 da Lei das Contravenções Penais, com pena mínima de 15 dias e máxima de até três meses.

Nona fase da Lava Jato leva tesoureiro do PT para depor

João Vaccari Neto foi alvo de mandado de condução coercitiva

O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, foi alvo de um mandado de condução coercitiva (quando a pessoa é levada para prestar depoimento e depois é liberada) na manhã desta quinta-feira (5). O mandado para ouvir Vaccari é um dos que foram cumpridos como parte da nona etapa da Operação Lava Jato, deflagrada nesta manhã pela Polícia Federal. A PF também realizou busca e apreensão na casa do petista, em São Paulo.

A nona etapa da Lava Jato foi batizada de “My Way”, numa referência ao modo como o ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco, chamava o ex-diretor da estatal Renato Duque. Ambos são investigados por suspeita de participação em esquema de corrupção na estatal.

Vaccari Neto foi citado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef, delatores do esquema, como o operador de propina cobrada pelo PT nos contratos da estatal com outras empresas.

Ele chegou à superintendência da PF em São Paulo por volta de 9h30, acompanhado de seu advogado, e não quis falar com jornalistas.

Ao todo, são 62 mandados na nona fase da operação: um de prisão preventiva, três de prisões temporárias, 18 de conduções coercitivas e 40 de busca e apreensão nos estados de SP, RJ, BA e SC.

Desde que teve o nome citado, Vaccari tem negado qualquer envolvimento com o esquema do doleiro Alberto Youssef e com as irregularidades na Petrobras. O G1 procura a defesa do tesoureiro para obter uma resposta sobre a condução coercitiva, mas até a última atualização desta reportagem não havia conseguido contato.

Denúncia
Em dezembro, o Hora 1 da Notícia revelou com exclusividade documentos que citam a cunhada de Vaccari Neto como suposta destinatária de dinheiro do esquema de corrupção na estatal. O material faz parte das investigações da Operação Lava Jato.

O Hora 1 teve acesso a documentos que mostram uma negociação entre o doleiro Alberto Youssef e um funcionário da empresa OAS, em que o endereço da cunhada de Vaccari aparece como destino de uma entrega.

Um organograma feito pela Polícia Federal explica a suposta movimentação do dinheiro de Youssef para a empreiteira OAS. Segundo a PF, o funcionário da empresa José Ricardo Breghirolli, preso na operação, orienta Youssef a levar os valores para um endereço específico, o da cunhada de Vaccari, Marice Correa de Lima. O relatório dá detalhes da negociação.

Segundo os investigadores, o documento mostra entregas de dinheiro feitas por Youssef em várias cidades do país.

Fonte: g1.com.br

Tesoureiro do PT vai para a cadeia mas estão dizendo que ele terá “condução coercitiva”

Arrumaram termos pomposos para não afirmarem que o homem do dinheiro do partido de Dilma e Lula será preso

João Vaccari Neto

O Brasil começa o dia com a noticia de que o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto será preso pela Polícia Federal em nova fase da Operação Lava Jato.

Todavia, arrumaram uma maneira pomposa para não se noticiar que o homem do dinheiro do partido de Dilma e Lula será preso.

A notícia ofocial é que o petista terá condução coercitiva – ele será, portanto, conduzido obrigatoriamente para prestar depoimento. Vaccari será ouvido em São Paulo.

Resumo da opereta: o tesoureiro do PT, será preso. É mais um do partido de Dilma e Lula que andou passando a mão em dinheiro da Petrobrás. Cadeia nessa canalha…

PF deflagra 9ª fase da Lava Jato: tesoureiro do PT é alvo

Foram expedidos mandados de condução coercitiva e busca e apreensão contra João Vaccari Neto. Agentes cumprem 62 mandados em SP, RJ, SC e BA

O tesoureiro do PT João Vaccari Neto: alvo da 9ª da Lava Jato

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira a nona fase da Operação Lava Jato. Os alvos desta vez são operadores do esquema do petrolão na Diretoria de Serviços da Petrobras. Foram expedidos 62 mandados para São Paulo, Bahia, Santa Catarina e Rio de Janeiro: 1 de prisão preventiva, 3 de prisão temporária, 18 conduções coercitivas e 40 de busca e apreensão. Entre os alvos está o tesoureiro do PT João Vaccari Neto, contra quem foram expedidos mandados de busca e condução coercitiva – ele será, portanto, conduzido obrigatoriamente para prestar depoimento. Vaccari será ouvido em São Paulo.

Leia também: Lobista confirma propina de R$ 15 mi para Duque e Costa

Esta fase da Lava Jato foi batizada de My Way, em referência ao codinome que Pedro Barusco, ex-gerente de Serviços da estatal, usava para se referir em suas planilhas de controle a Renato Duque, indicado pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e apontado como o interlocutor do PT no esquema de corrupção. A ação desta quinta foi motivada por informações passadas por Barusco em acordo de delação premiada.

Em São Paulo, os agentes cumprem 10 mandados de busca e apreensão e 2 de condução coercitiva, todos na capital. No Rio de Janeiro, são 12 de busca e apreensão, 8 de condução coercitiva e 1 de prisão preventiva, também na capital. Na Bahia, são 2 mandados de busca e apreensão e 1 de condução coercitiva, cumpridos em Salvador. Já em Santa Catarina os agentes cumprem 16 mandados de busca, 7 de condução coercitiva e 3 de prisão temporária nas cidades de Itajaí, Balneário Camboriú, Navegantes, Palmitos, Penha e Piçarras.

Leia também:
Lava Jato: Youssef pede prisão de ex-sócio
Delator do petrolão, Paulo Roberto Costa pede perdão judicial

A PF mira nesta operação aqueles que providenciavam os pagamentos de propina efetuados pelas empreiteiras que integravam o clube do bilhão – e não apenas no esquema da Petrobras, mas em vários outros segmentos do governo.

Fonte: www.veja.com.br

 

Curso de Direito da UERN chega a ter 85% de aprovação em exame da OAB

Reitor considera que Universidade “cumpre seu papel”
Os cursos de Direito da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) obtiveram excelentes desempenhos no XV Exame de Ordem da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
O curso do Campus Central chegou a ter uma aprovação de 85%. “Esse bom resultado é fruto de um trabalho coletivo da instituição, principalmente do empenho dos docentes e técnicos administrativos da unidade, bem como do esforço e dedicação do alunos”, frisou o diretor da Faculdade de Direito, Lauro Gurgel.
O reitor Pedro Fernandes comemorou o desempenho da UERN. “A Universidade vem cumprindo com o seu papel na formação e obtendo êxito na prova da OAB”, avaliou.

Jorge Araújo, Eula Paule e Elen Diana no MINJ

Ministério Internacional Nova Jerusalém do Abolição IV apresenta cantores paulistas 

MINJ

Assembleia Legislativa tem primeiro bloco parlamentar de nova legislatura

Jacó Jácome, George Soares e Cristiane Dantas asseguram direito de participação em Colégio de Líderes 

Está formado o primeiro bloco parlamentar da 61ª legislatura da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Os deputados estaduais Jacó Jácome (PMN), George Soares (PR) e Cristiane Dantas (PCdoB), cujos partidos possuem apenas um parlamentar, asseguram assim o direito de participarem do Colégio de Líderes.

O deputado Jacó Jácome será o líder do bloco e o deputado George Soares, o vice-líder.

Somente as agremiações partidárias com bancadas a partir de três parlamentares podem participar das deliberações realizadas nas reuniões de lideranças.

Na atual legislatura, somente PMDB – presidente Ezequiel Ferreira e deputados Álvaro Dias, Gustavo Fernandes, Hermano Morais e Nélter Queiroz, PROS – Ricardo Motta, Albert Dickson, Raimundo Fernandes e Gustavo Carvalho e PSD – Dison Lisboa, Galeno Torquato e José Dias – possuem número suficiente para integrar o Colégio de Líderes.

Fonte: Assessoria da AL

Sandra Rosado reinicia atuação política através da internet

Ex-deputada federal se pronuncia através das redes sociais

Quatro dias depois de ter encerrado o mandato de deputada federal, Sandra Rosado (PSB) iniciou uma nova fase.

Através da internet a ex-deputada federal anunciou que, mesmo sem mandato, vai continuar a defender os interesses da população de Mossoró e Região.

Leia o manifesto de Sandra Rosado:

A partir de agora sigo minha vida pública de uma forma diferente. Deixo de ser representante política do Rio Grande do Norte em Brasília, mas não deixo de ser a representante da vontade daqueles que confiam em meu trabalho e no que ainda posso fazer. Faço agora de um jeito diferente, sem nunca cruzar os braços na conquista de dias melhores para todos nós.
Hoje recebi a informação que duas de nossas propostas estão na pauta de prioridade de votação do Congresso Nacional para votação em 2015. Continuarei a acompanhar com afinco a aprovação dessas propostas que tanto beneficiarão nosso Brasil.