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Acidente na estrada de Tibau mata pai e filho

Dr. Ivan Brasil e seu filho morrem em acidente de moto

Dr Ivan Brasil morreu vítima de acidente. Foto: Internet/Facebook

Um grave acidente no início da tarde deste sábado, 1° de novembro, no caminho da praia de Tibau, resultou em duas mortes.

O médico Ivan Brasil e seu filho de apenas 13 anos, morreram no local do acidente.

Atenção! A próxima tarefa é resistir à reforma política do PT, que golpeia a democracia, com a ajuda das batinas da CNBB e dos terninhos mal cortados da OAB Nacional

Confira artigo de colunista da Veja.com

Por: Reinaldo Azevedo

Vai prosperar? Não sei! Considerando a simpatia meio bovina com que já conta na imprensa, é até possível que o petismo — disfarçado de OAB, de CNBB e de um tal MCCE (Movimento Contra a Corrupção Eleitoral) — consiga levar adiante a sua impressionante pauta da reforma política. Trata-se de uma estrovenga que, se aprovada, avançará nos cofres públicos, aumentará brutalmente o dinheiro clandestino nas campanhas e entregará o país, definitivamente, a burocracias partidárias — ainda que fantasiadas de “movimentos sociais”.

Essas entidades que cito formaram uma tal “Coalizão para a Reforma Política”, sob a inspiração do PT, sim, senhores! Segundo pretensão noticiada pela Folha, os valentes acham que podem criar um “movimento como as Diretas-Já” e intimidar o Congresso. A turma quer se apresentar como voz da sociedade civil — curiosamente, essa “sociedade civil” tem a mesma pauta de Dilma, que é a pauta do… PT. Eu sinto uma vergonha alheia da OAB!…

Querem ver que mimo? Se for para fazer uma reforma política pra valer, é evidente que o mais avançado “no que se refere” (como diria aquela senhora…) à participação do eleitor seria o voto distrital: um grupo “x” de eleitores, pertencentes a um território delimitado (o distrito), faria a sua escolha entre as opções oferecidas pelos vários partidos. Assim, os moradores de determinada região saberiam que o deputado Fulano de Tal é o seu representante. Para ser mais preciso: São Paulo tem 70 deputados na Câmara. O Estado seria dividido em 70 distritos e cada um teria o seu eleito.

Em vez disso, o PT e a tal Coalizão comparecem ao debate com uma esdrúxula forma de eleição da Câmara em dois turnos: no primeiro, os eleitores votariam no partido — e assim se definiria quantas vagas cada legenda teria. Num segundo turno, votariam num nome segundo uma lista partidária. É o caminho para levar para o Congresso burocratas de sindicatos, de movimentos sociais e de ONGs que não seriam eleitos nem síndicos de seu edifício.

Como é preciso embalar uma estupidez com o embrulho da demagogia fácil, a turma quer que a lista de candidatos do partido tenha o mesmo número de homens e mulheres. Trata-se de uma forma de forçar uma presença feminina maior no Congresso pela via da burocracia.

Os valorosos amigos do povo também querem proibir a doação de empresas a campanhas. Essa história nasce da mentira de que escândalos como o petrolão têm origem no financiamento de campanha. É mentira! Safadezas como aquela nascem da prerrogativa que tem o Executivo de nomear quem lhe der na telha. Aquilo é roubo, não é política. De toda sorte, se a lei vetar doações de empresas, elas continuarão a ser feitas por baixo dos panos. Aí, sim, de maneira inequívoca, o processo político brasileiro vai para a clandestinidade.

Os petistas disfarçados querem que as doações privadas se restrinjam a pessoas físicas. Essa modalidade constituiria, no máximo, 40% dos gastos; o resto viria do Tesouro. Atenção: as eleições deste ano custaram algo em torno de R$ 100 bilhões. O Tesouro tem esse dinheiro sobrando? Quer dizer que, quando a lei proibir doações de empresas, as empreiteiras e os bancos ficarão fora do processo eleitoral? É uma piada!

Mais: o dinheiro público seria distribuído segundo qual critério? Evidentemente, terá de levar em conta a densidade eleitoral dos partidos, não é? O modelo privilegia as grandes legendas e ferra as menores. Quando o PT era minoria na Câmara, jamais aceitaria esse modelo. Agora que é maioria, pretende implantá-lo.

Mais: os petistas têm hoje sob seu controle uma vastíssima rede de sindicatos que faz campanha ilegal para o partido. Ilegal porque a Lei 9.504 proíbe entidades sindicais de fazer doação em dinheiro ou estimável em dinheiro. Quando a CUT mobiliza a sua tropa em favor do PT, incluindo a infraestrutura que serve à central, aquilo é ou não estimável em dinheiro? A Justiça Eleitoral é incompetente até para tolher esses óbvios abusos. Imaginem se teria condições de coibir as doações de empresas privadas, que passariam, então, a ser totalmente ilegais.

Como essa gente faz entre si competição de bobagem, uma das propostas prevê que se dê mais dinheiro ao partido que apresentar candidatos indígenas. Já posso ver os dirigentes de legendas estacionando seus carros no acostamento da Rio-Santos, em São Paulo, em busca de “companheiros silvícolas”. Por que não incluir os gays, os míopes, os muito magros, os muito gordos, os amarelos, os superdotados, os subdotados?… Parece piada, mas é verdade.

No fim das contas, essa besteirada toda surge de uma falácia criada pelo petismo — endossada, na prática, por OAB, CNBB etc. — segundo a qual os companheiros só são notavelmente corruptos por culpa do… sistema! Uma ova!

A próxima tarefa das pessoas empenhadas em defender a democracia, acreditem!, é lutar contra a proposta de reforma do PT, que vem disfarçada com as batinas da CNBB, os terninhos mal cortados da OAB Nacional e o ongueirismo que não ousa dizer seu nome.

Eles querem é começar a dar o golpe das urnas.

Fonte: www.veja.com.br

Escândalo: governo Rosalba pagou quatro vezes mais que governo da Bahia por aluguel de equipamentos para a Arena das Duas

Relatório do TCE mostra que Governo do RN pagou quase quatro vezes mais do que a Bahia por aluguel de mesmo produto
ROSALBA CIARLINI-MISSA

No voto do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Carlos Thompson, relator de um dos processos que analisa os contratos firmados pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte com empresas envolvidas na infraestrutura da Copa do Mundo, mostrou que o Estado potiguar pagou pela locação de um mesmo equipamento quase quatro vezes mais do que o Governo da Bahia.

Thompson mostrou que a locação de um equipamento de raio-x em Salvador/RN pela SECOPA/BA custou R$ 9.740,64. Em Natal/RN saltou para R$ 32.000,00, pelo mesmo equipamento. O conselheiro do TCE observou que “o indicativo é de preço irreal, superestimado, fato este que motivou, inclusive, por parte do Corpo Técnico, a sugestão do aumento do valor do superfaturamento de responsabilidade do Consórcio”.

Além disso, o relatório do TCE apontou que ficou constatado execução parcial e inexecução de itens do pacto, visto que dos 40 equipamentos de raio-x foram identificados apenas 29; dos 7.000m² de piso plástico em rolo foram identificados apenas 3.000m², enquanto que as bases de concreto para apoio de catracas, raio-x e M&B, além de postes, sequer foram executados.

“Sendo assim, cristalina é a fumaça do bom direito a justificar a suspensão parcial dos pagamentos até total apuração da regularidade e legitimidade das despesas públicas em questão”, disse Carlos Thompson.

Ele justifica a suspensão de parte dos pagamentos ante a probabilidade de dano ao erário estadual. O Relator determinou ainda ao DER/RN, por meio do seu dirigente, abster-se de realizar pagamentos das despesas públicas sem que seja por meio de ordem bancária ou cheque nominal e sem registro no SIAF, sob pena de multa no valor de R$ 1.000,00 por cada ato ilegítimo. Votou, ainda, pelo indeferimento do pedido de oferta de garantia formulado pelo Consórcio 2NC.

Fonte: Tribuna do Norte.

O confronto já começou

O discurso do “nós versus eles” prejudica a governabilidade, sobretudo quando o “eles” constitui a parcela mais bem informada da população.

Por: Rui Fabiano

Eleição ganha à base de golpes baixos gera o inevitável: ressentimentos, suspeitas, divisionismo. Em tal ambiente, o termo união nacional soa falso, improvável, quase engraçado.

Basta ver que, nos três dias dia seguintes à vitória, as piores expectativas se confirmaram: José Dirceu foi para casa, o decreto bolivariano 8.243 foi derrubado pelos deputados, dois ministros – Edson Lobão (Minas e Energia) e Neri Geller (Agricultura) – foram convocados a depor na Câmara e a taxa de juros subiu.

De lado a lado, nenhum sinal amistoso. O mercado reagiu também como se esperava: bolsa em queda, dólar em alta. O aumento da taxa de juros, que a presidente atribuía como gesto imediato do oponente – sugerindo que não o faria -, confirmou a acusação de estelionato eleitoral: o abismo entre intenção e gesto.

União nacional é momento raro em qualquer democracia. Dá-se quando há riscos comuns ao país. Uma guerra, por exemplo; ou uma catástrofe natural. Em ambiente de normalidade, o que se espera é o governo governando e a oposição exercendo seu ofício de fiscalizar e criticar. Por que então Dilma a propôs?

Trata-se do reconhecimento de que a indecorosa conduta de seu partido na campanha dividiu o país ao meio. O discurso do “nós versus eles” prejudica a governabilidade, sobretudo quando o “eles” constitui a parcela mais bem informada da população.

A maioria – em especial quando escassa – garante a eleição, mas não as condições de governar. Não fosse assim, Collor não teria sofrido o impeachment. Elegeu-o o voto dos “descamisados” – termo que ele empregou na campanha, arrebatando os hoje clientes do Bolsa Família -, mas a classe média o rejeitou.

O PT e as oposições de então foram para as ruas e tornaram seu governo impraticável. Collor chegou a oferecer ao PSDB todos os seus ministérios. Não dispunha de quadros para governar. E o PSDB só não aceitou graças à determinação de Mário Covas, que era então sua maior e inconteste liderança.

Bastou que se insistisse na investigação de atos de corrupção na campanha, centrada na figura do tesoureiro Paulo César Faria – alvo de uma CPI – para que o presidente fosse deposto. E o que o depôs foi uma ninharia, se comparado ao que hoje está em jogo.

Collor caiu porque foi possível provar sua conexão com PC Farias, a partir de um cheque de compra de um Fiat Elba para sua mulher. Nesta Era PT, um personagem de quinto escalão, o militante Sílvio Pereira, ganhou um Land Rover para facilitar negócios escusos com a Petrobras.

A diferença é bem mais que o up grade do Fiat Elba para o Land Rover, mas o simbolismo é válido. O que já se comprovou na Operação Lava Jato, em relação aos desvios, soma mais de R$ 10 bilhões – algo como uma década de Bolsa-Família.

E sabe-se que há bem mais. A caixa-preta do PT, por enquanto, envolve apenas a Petrobras. Há ainda os fundos de pensão e estatais do porte da Eletrobrás, ainda não abordados pela polícia.

Isso sem falar em casos menores – mas não menos graves do ponto de vista moral -, como as maracutaias perpetradas pela amigona de Lula à frente do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosimeire Noronha.

Não falta munição à oposição para infernizar a vida da presidente reeleita. A própria reeleição é objeto de dúvidas. Além do uso ilegal dos correios nas eleições de Minas – suficiente, em tempos normais, para impugnar sua candidatura -, há ainda o questionamento das urnas eletrônicas, com denúncias que se avolumam e que provocaram o ingresso do PSDB na Justiça.

Tudo isso ocorre em meio a um quadro econômico delicado, em que o governo não dispõe ainda de um nome apresentável ao Ministério da Fazenda. E não é um governo que estreia, mas que continua – e que, no curso da campanha, já havia demitido a equipe econômica atual, prometendo mudanças contra si próprio.

O atual Congresso, que, em tese, lhe é ainda favorável, já antecipa as hostilidades, que devem ser bem maiores no que o sucederá. O PMDB, fiel de balança – única fidelidade que exibe -, já não é parceiro confiável. Foi o responsável pela derrota do decreto bolivariano 8.243 e pela convocação (diferente de convite, note-se) dos dois ministros para depor na próxima semana.

Dilma tirou férias na Bahia, mas o Congresso mostra grande disposição de trabalho. O próximo ano promete embates fortes. O senador Aloysio Ferreira (PSDB-SP), vice de Aécio, já avisou que não haverá lua de mel, os tais cem dias de trégua que por tradição se concedem aos governos que se empossam.

A guerra já está em curso e o lançamento prematuro da candidatura de Lula para 2018 é, para dizer o mínimo, profecia temerária. Política, ramo da literatura fantástica, nutre-se do imponderável. E costuma ser o túmulo dos profetas.

Capa da Veja

Revista apresenta entrevista com Aécio Neves

Na mira dos corruptos

VEJA desta semana revela que advogados, empreiteiras e políticos envolvidos no escândalo do petrolão se dedicam a divisar um plano para torpedear o processo da Operação Lava Jato e desqualificar o juiz encarregado do caso, Sérgio Fernando Moro. Os defensores estudam meios de impugnar o juiz sob a acusação de que teria coagido o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef a tentar a delação premiada.

Capa da Época

O que os brasileiros esperam do governo Dilma?

Capa da revista IstoÉ

A realidade do Brasil

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Vaccari diz ter pedido desligamento do Conselho de Administração de Itaipu

Tesoureiro do PT tenta sair de cena 

O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, durante audiência pública na Câmara dos Deputados
O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, afirma ter comunicado na noite desta quinta-feira (30) seu desligamento do Conselho de Administração de Itaipu, durante uma reunião com membros do colegiado.

A usina informou, porém, não ter recebido nenhum pedido oficial até o momento.

Vaccari deu sua versão por meio da assessoria de imprensa do PT. Não detalhou, no entanto, se enviou algum comunicado por escrito para sacramentar a saída.

O Conselho de Itaipu é formado por representantes brasileiros e paraguaios.

A assessoria de imprensa da usina acrescentou que a reunião ordinária do colegiado – com a presença dos integrantes dos dois países – ocorreu hoje de manhã e que, na ocasião, Vaccari não anunciou sua saída.

No dia anterior aos encontros previstos no calendário oficial, os conselheiros do Brasil reúnem-se preliminarmente. Nesse caso, Vaccari teria informado sua decisão aos seu pares brasileiros.

A decisão, anunciada no último dia 23, foi tomada na tentativa de evitar desgastes à campanha da presidente Dilma Rousseff, que vinha sendo alvo constante de ataques dos adversários por conta do episódio na Petrobras.

O tesoureiro é acusado de intermediar negócios entre fundos de pensão de estatais e empresas ligadas ao doleiro Alberto Youssef.

Em depoimento após acorde de delação premiada, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef disseram que Vaccari intermediava os recursos desviados de obras da estatal para o partido.

Deflagrada em março pela Polícia Federal, a Operação Lava Jato descobriu uma ação que movimentou estimados R$ 10 bilhões. Segundo a PF, uma “organização criminosa” atuava dentro da empresa.

Fonte: www.folha.com.br

Servidores da Câmara devem preencher censo até o dia 10.11

Presidente da Câmara Municipal fala sobre Censo dos servidores da Casa

VereadorFranciscoCarlos 

Servidores efetivos, comissionados, assessores parlamentares e vereadores da Câmara Municipal de Mossoró deverão preencher até o dia 10 de novembro, junto à presidência da Casa, o censo dos servidores do Poder Legislativo.
De acordo com o presidente da Câmara, vereador Francisco Carlos, o censo é uma recomendação dos órgãos de controle e possibilita ao gestor informações necessárias para orientar decisões administrativas de ordem técnica e financeira. Ele ressalta a importância da ferramenta para a transparência administrativa. “O censo é uma questão de transparência que assegura que os serviços estejam sendo prestados de forma correta pelas pessoas designadas para tal, possibilitando eventuais correções na administração pública”, afirmou o presidente.
Para o preenchimento do censo, o servidor deve apresentar documentação pessoal e anexar a cópia da última declaração de imposto de renda.

Dia de Finados terá ruas interditadas por Prefeitura de Mossoró

Secretaria de Mobilidade Urbana e Trânsito anuncia vias que serão interditadas 


A Secretaria de Mobilidade Urbana e Trânsito irá interditar algumas vias no entorno do Cemitério São Sebastião, no Centro, neste domingo, dia 2, a partir das 5h da manhã até o final da tarde. Devido ao grande fluxo de pessoas que irão visitar o cemitério, as ruas Melo Franco e Juvenal Lamartine serão interditadas no trecho próximo ao movimento.

A partir das 16h a Avenida Rio Branco também será interditada nas imediações do Corredor Cultural, devido o projeto Viva a Rio Branco.