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Reitor da UERN assina ordem de serviço para construção do Campus de Apodi

Solenidade acontece às 16h no terreno onde o Campus será construído, às margens da BR-405

Reitor da Uern

A solenidade de assinatura da Ordem de Serviço para a construção do Campus da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) em Apodi foi confirmada pelo reitor Pedro Fernandes Neto. Será nesta segunda-feira (22/12), às 16h, no terreno localizado às margens da BR 405, onde a obra será construída.

Como anfitrião, o prefeito Flaviano Monteiro (PCdoB) já está providenciado a estrutura que será montada no local onde a Uern vai ser construída e fazendo o convite pessoal aos apodienses que participaram de forma direta ou indireta na luta que culminou com a autorização do Conselho Universitário da UERN (CONSUNI) para que Apodi fosse beneficiado com um campus avançado.

Presenças

Já estão confirmadas as presenças da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), do governador eleito, Robinson Faria (PSD), da senadora eleita Fátima Bezerra (PT), do deputado federal Fábio Faria (PSD), do deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM), do reitor, Pedro Fernandes e comitiva de professores da instituição universitária.

A demora na confirmação da data, foi devido à dificuldade de conciliar as agendas dessas autoridades, que fizeram questão de estar presentes ao evento, especialmente o deputado Fábio Faria, autor da emenda que assegura recursos para a construção da obra e da senadora Fátima Bezerra, que conseguiu a liberação dos recursos, junto ao Ministério da Educação.

Fonte: Assessoria

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Ex-gerente da Petrobrás detona meio mundo 

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A semana começa sob o efeito da verdadeira bomba acionada pela ex-gerente da Petrobras, Venina Velosa, em entrevista ao Fantástico, da TV Globo.

 

Ex-gerente da Petrobras diz ter alertado Graça Foster pessoalmente

Venina afirma ter denunciado irregularidades em contratos desde 2008

Em entrevista ao Fantástico, ela fez apelo para funcionários denunciarem

Glória Maria entrevista a ex-gerente da Petrobras Venina Velosa da Fonseca; entrevista foi ao ar neste domingo (21) (Foto: Reprodução/ TV Globo)

A ex-gerente da Petrobras Venina Velosa da Fonseca diz que informou pessoalmente à presidente da empresa, Graça Foster, sobre irregularidades em contratos de diversos setores da companhia. Em entrevista exclusiva ao Fantástico, exibida na noite desde domingo (21), Venina contou que “percebeu que havia irregularidades” em 2008 e que, desde então, reportou problemas aos superiores, entre eles o gerente-executivo, diretores e a atual presidente.

A documentação com as denúncias da gerente, que está afastada, foi entregue ao Ministério Público, que investiga o escândalo de corrupção na Petrobras e que resultou na Operação Lava a Jato. A ex-gerente diz que “vai até o fim” nas denúncias e que outros funcionários da empresa possuem conhecimento dos problemas. Ela fez um apelo para que os outros funcionários sigam seu exemplo e também denunciem o que sabem sobre o esquema de corrupção.

Venina relata que as irregularidades na área de comunicação eram de conhecimento da então diretoria e que pagamentos por serviços não-prestados, contratos aparentemente superfaturados e negociações em que eram solicitadas comissões para as pessoas envolvidas eram formas de realizar o desvio. Segundo Venina, havia o “esquartejamento” de projetos para dificultar a fiscalização.

“Num primeiro momento, em 2008, como gerente-executiva, eu informei ao então diretor Paulo Roberto Costa, informei a outros diretores como a Graça Foster, e em outro momento, como gerente-geral, eu informei aos meus gerentes-executivos, José Raimundo Brandão Pereira e o Abílio [Paulo Pinheiro Ramos], que era meu atual gerente-executivo. Informei ao diretor [José Carlos] Cosenza (…) Informei ao presidente [José Sérgio] Gabrielli. Informei a todas a pessoas que eu achava que podiam fazer alguma coisa para combater aquele processo que estava se instalando dentro da empresa”, afirmou.

Na época, Graça Foster, atual presidente da companhia, era diretora de gás e energia. Ela assumiu o atual cargo em fevereiro de 2012.

“Eu estive com a presidente [Graça Foster] pessoalmente quando ela era diretora de Gás e Energia. Naquele momento, nós discutimos o assunto. Foi passado uma documentação pra ela sobre processo de denúncia na area de comunicação. Depois disso, a gente (…) Ela teve acesso a essas irregularidades nas reuniões da diretoria-executiva. “, declarou Venina Velosa.

Paulo Roberto Costa, que chefiou a diretoria de Abastecimento de 2004 a 2012, assinou um acordo de delação premiada para contar o que sabe em troca de uma possível redução de pena. Atualmente, cumpre prisão domiciliar.

Encontro com Paulo Roberto Costa
Venina lembra que, ao relatar o problema ao atuar delator do esquema, Paulo Roberto Costa, foi acusada de “querer derrubar o governo”.

“Esse evento aconteceu quando eu fui apresentar o problema que ocorreu na área de comunicação, que eu cheguei na sala dele e falei, olha aqui tem só amostra do que tá acontecendo na área. Eram vários contratos de pequenos serviços onde nos não tínhamos conhecimento do tipo de serviço. Mas mostrava esquartejamento do contrato. Aí naquele momento, eu falei: eu nunca soube, tô sabendo isso agora e acho que é muito sério e temos que tomar atitude. Aí ele pediu que eu procurasse gerente responsável e pedisse pra que ele parasse”, relembra ela.

“Ai eu falei: ele já fez, não tem como eu chegar agora e falar vamos esquecer o que aconteceu e vamos trabalhar diferente. Existe um fato concreto que tinha que ser apurado e investigado. Ai nesse momento ele ficou muito irritado. A gente tava sentado na mesa da sala dele, ele apontou pro retrato do Lula, apontou pra direção da sala do Gabrielli e perguntou: você quer derrubar todo mundo? Ai eu fiquei assustada e disse: olha eu tenho duas filhas, eu tenho que colocar cabeça na cama e dormir e no outro dia eu tenho que olhar nos olhos dela e não sentir vergonha”.

Favorecimento do ex-marido
Venina rebateu uma denúncia de que teria beneficiado o ex-marido com um contrato feito na empresa. Ela relata que os contratos do ex-marido com a estatal eram de 2004 e de 2006 e que a condição que apresentou para assumir o relacionamento, em 2007, foi que o contrato fosse descontinuado.

“Foi anterior ao casamento e, no momento que a gente assumiu a relação, a condição foi: vamos interromper porque tem condições de ética dentro da Petrobras e minha que eu não posso continuar. E isso foi com parecer jurídico”, afirma.

Convocação a demais funcionários
Venina lembra que, durante todo o processo da comunicação das irregularidades, foi assediada” e “pressionada” por assistentes da diretoria e da presidência que falavam: “tem muita gente envolvida, você não pode tratar essa questão dessa forma”. Em seguida, recebeu ameaças por telefone. Ela também nega ter participado de “esquemas” na estatal.

“Eu vou até o fim, sim. Eu não posso falar que eu não tenho, porque no momento que você denuncia, ao invés de você ver respostas pras denúncias, você vê simplesmente a empresa tentando o tempo todo falar: você não é competente, você fez um monte de coisa errada, o tempo todo as pessoas tendo que responder, mostrando documentos, que aquilo não é verdade. É uma máquina que passa por cima da gente”, diz.

Venina convoca também os funcionários da Petrobras a terem a mesma atitude. “Eu tenho medo? Eu tenho. Mas eu não vou parar. Eu espero que os empregados da Petrobras, porque eu tenho certeza que não foi só eu que presenciei, eu espero que os empregados da Petrobras criem coragem e comecem a reagir. Nós temos que fazer isso para poder realmente fazer a nossa empresa ser de volta o que era. A gente tem que ter orgulho, os brasileiros têm que sentir orgulho dessa empresa. Eu vou até o fim e estou convidando vocês pra virem também”.

Petrobras diz que tomou todas as providências
A Petrobras voltou a declarar que tomou todas as providências para elucidar os fatos citados por Venina e que não procede a informação de que não houve apuração das irregularidades apontadas – porque todas foram encaminhadas às autoridades competentes.

A empresa afirma ainda que Graça Foster só foi informada por email. Gabrieli afirmou que não tomou conhecimento das denúncias e a defesa de Paulo Roberto Costa salientou que os temas já foram tratados na delação premiada. Procurada, a assessoria do ex-presidente Lula não se pronunciou. Os demais envolvidos não foram encontrados.

Entenda as denúncias de Venina
Há nove dias, uma reportagem do jornal “Valor Econômico” mostrou que a ex-gerente alertou diversas vezes sobre a ocorrência de irregularidades em contratos da Petrobras antes mesmo de a Polícia Federal (PF) deflagrar em março a Operação Lava Jato. Antiga subordinada do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, ela foi transferida para a Ásia após denunciar o esquema de corrupção e, posteriormente, foi afastada.

O jornal relatou que, apesar das advertências, a direção da empresa não agiu para conter os desvios bilionários e ainda destituiu de seus cargos os executivos que tentaram barrar o esquema de corrupção.

A Petrobras afirmou, na terça-feira (16), que a ex-gerente só enviou em novembro deste ano, à presidente da estatal, Maria das Graças Foster, e-mail alertando sobre irregularidades na refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, e nas áreas de Comunicação do Abastecimento e à área de comercialização de combustível de navio (bunker).

“Os temas supracitados foram apenas levados ao conhecimento da Presidente através de email recente, de 20/11/2014, quando a empregada já havia sido destituída de sua função gerencial. Nesta data, as irregularidades na Comunicação do Abastecimento e na RNEST já haviam sido objeto de averiguação em Comissões Internas de Apuração, bem como as irregularidades da área de comercialização de combustível de navio (bunker) em Grupos de Trabalho”, diz a Petrobras em nota.

Ainda segundo a estatal, Graça Foster respondeu a Venina no dia seguinte, “informando que estava encaminhando o assunto ao Diretor José Carlos Cosenza e ao Jurídico da Petrobras para averiguação e adoção das medidas cabíveis”.

Fonte: www.g1.com.br

Natalenses fazem “limpeza” na Petrobrás

Grupo independente protesta contra corrupção lavando a calçada da sede da Petrobrás em Natal

Por Thaiza Galvão

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Um grupo de natalenses indignados está neste momentonlavando a calçadas da sede da Petrobras, em Natal.
O protesto é contra os escândalos de corrupção que sucatearam a Petrobras.

O movimento “Vermelho Nunca Mais”, composto por representantes de todos os níveis da sociedade potiguar, é apartidário e está promovendo o primeiro evento de rua.

Empresários, médicos, representantes de associações de bairros, professores e outros profissionais participam da lavagem da calçada da Petrobras, no bairro de Cidade da Esperança.

Fonte: www.thaisagalvao.com.br

Prefeito de Mossoró se pronuncia sobre nota de colunista social

Nota de repúdio do prefeito Francisco José Júnior

O prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior, e a primeira-dama, Amélia Ciarlini, foram surpreendidos com uma calúnia publicada pelo colunista social, Paulo Pinto, e repercutida, irresponsavelmente, por alguns blogs do Estado. Na nota, divulgada no jornal O Mossoroense deste sábado, 20 de dezembro de 2014, o referido comentador afirma, desatinadamente, que o prefeito e a primeira-dama teriam utilizando um “jatinho” para ir a um evento social em João Pessoa (PB) e levado junto um “cabeleireiro e maquiador a preço de ouro”. De forma criminosa, Paulo Pinto chega a sugerir até um suposto valor para este ato inverídico e que só existe dentro de sua cabeça mal-intencionada.

Francisco José Júnior esclarece que há pelo menos dez anos não vai à capital da Paraíba. Além do mais, jamais pagaria um avião para levar cabeleireiro ou quem quer que seja porque, além de supérfluo, não tem condições financeiras para isso. O prefeito lamenta que o colunista siga com esta postura insensata de publicar inverdades contra a sua pessoa ou membros de sua família sem ter nenhum motivo para isso. Esta não é a primeira vez que Paulo Pinto passa dos limites, tanto que já existe ação judicial tramitando contra ele devido a outras injúrias e difamações publicadas no mesmo espaço. Novamente, o colunista será levado à Justiça.

O prefeito lamenta ainda que blogueiros conceituados e com tamanha audiência cometam erros primários de reproduzirem notícia fantasiosa, de teor tão grave, sem checar a fonte (neste caso sem qualquer credibilidade) nem ouvir o outro lado. Mais uma vez, ele se coloca à disposição da imprensa para conversar sempre que preciso e lembra que possui uma assessoria de Comunicação disponível 24h.

Exclusivo: Garibaldi Filho diz que Henrique Alves será ministro

Ministro pondera que citação do nome do presidente da Câmara Federal por deletar do Petrolão não significa que parlametar seja culpado 

Garibaldi Filho declara que o PMDB será oposição ao governo Robinson, mas sem radicalismo – Foto e vídeo: iPad Skarlack

 

O ministro da Previdência Social, Garibaldi Filho, declarou que o presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves deverá ser nomeado ministro pela presidente Dilma Rousseff.

Como um dos nomes indicados pelo PMDB, Garibaldi Filho afirma que só não sabe que pasta Henrique assumirá.

Para Garibaldi Filho a citação do nome de Henrique Alves por um dos delatores do petrolão não significa que o deputado federal do Rio Grande do Norte tenha culpa no cartório.

Veja a entrevista no Videocast Antenado:

 

Mossoró poderá ter mais representantes no secretariado de Robinson Faria

Valmir Alves e Crispiniano Neto são congitados no PT

Valmir Alves é cotado no PT para a Reforma Agrária

 

Crispiniano Neto é cotado para a Fundação José Augusto

 

Além de Mairton França, indicado pela prefeito Francisco José Júnior, Mossoró poderá ter outros nomes no primeiro escalão do governador do Estado, Robinson Faria.

Nos bastidores do PT são cogitados os nomes do poeta Crispiniano Neto e do sindicalista Valmir Alves.

Crispíniano Neto pode voltar ao comando da Fundação José Augusto onde fez um grande trabalho, enquanto Valmir Alves é cotado para a Secretaria de Reforma Agrária.

Mairton Francisco para Recursos Hídricos

O prefeito Francisco José Júnior indica nome para secretariado de Robinson Faria 

 

Como este blog havia antecipado no dia 12, o nome indicado pelo prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior para o secretariado do governador Robinson Faria, é o do secretário Mairton França.

A notícia foi confirmada pela jornalista Thaísa Galvão através de seu blog.

Mairton França foi indicado para a Secretaria Estadual de Recursos Hídricos.

Elviro Rebouças: “Por sinal o Rio Grande do Norte (e Mossoró particularmente) tem a ver com petróleo desde 1953”

O Petróleo é Nosso. O faturamento é Deles 

Elviro

Elviro Rebouças é economista e empresário

 

Desde que foi criada em 03 de outubro de 1953 pelo considerável gaúcho Getúlio Dornelles Vargas, Presidente da República, que indicou o cearense Juracy Magalhães como seu primeiro presidente, dentro do ufanismo nacional da escala comercial na produção de petróleo, a Petrobrás vinha frequentando as melhores referências nas páginas econômicas na área da prospecção, refino e distribuição da fonte de energia, sendo apontada recentemente em 2010, pelo Financial Times, como a quarta maior petroleira do mundo, com um valor de mercado de UU$,189 bilhões. As três maiores eram a americana Exxon Mobili, a anglo-holandesa Shell e outra americana, a Chevron. O seu faturamento naquele ano chegou a notáveis R$.285 bilhões, e sempre excedendo o seu lucro a cada ano. Por sinal o Rio Grande do Norte (e Mossoró particularmente) tem a ver com petróleo desde 1953. Foi nesse ano que aportaram aqui engenheiros, geólogos e técnicos norte-americanos, quase vinte ao todo, para chefiarem a missão de perfurar o primeiro poço petrolífero, justamente o da Gangorra, entre município e a então vila de Tibáu, quando foi constatada a existência do ouro negro, embora, por razões de segurança, fosse tamponado o reservatório, em escaldante trabalho, noite e dia, por mais de um ano. Entre 2009 e 2010, sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, o Governo Federal, em ampla campanha de mídia por televisão, rádio, jornais e revistas, proclamou a nossa autossuficiência petrolífera, quando vínhamos produzindo 2,1 milhões de barris dia. O Rio Grande do Norte chegou a produzir 160 mil barris dia, e só estávamos aquém da plataforma continental, no Rio de Janeiro, entre Campos de Goytacazes e Macaé. Portanto, a nossa joia rara da coroa era motivo de júbilo e encantamento a todos os brasileiros. Bons tempos aqueles. Agora, em contraste, a empresa que já foi presidida por Ernesto Geisel, Hélio Beltrão, Osires Silva, Floriano Peixoto Faria Lima, Shigeaki Ueki, Araken de Oliveira e Henri Philippe Reichstul, entre outros notáveis, está afeita às páginas policiais, com a operação Lava-Jato, causando genuíno espanto a todas as camadas sociais do país, numa missão edificante do Ministério Público, Receita e Polícia Federal, com a prisão de ex-diretores, gerentes e grandes empreiteiros que, para servirem a produção de petróleo, manusearam contratos (já apurados) que pulam a R$.57 bilhões, e aonde já se constatou, só por delação premiada, que R$.437 milhões estarão de volta aos cofres da empresa, pela própria proclamação dos ilegitimamente gestores favorecidos, que repassavam polpudas somas a representativos partidos políticos e ocupantes de mandatos eletivos. Infelizmente é uma grave falta de respeito para com a empresa privada ou cidadão comum que, com grande esforço, procura cumprir suas obrigações diante de uma carga tributária avassaladora. Enquanto dirigentes da nossa Petrobrás acumulam bilhões de reais, as suas finanças estão combalidas atualmente. Em 2013, embora tenha tido um lucro de R$.23,570 bilhões, acumula um expressivo endividamento de R$.267 bilhões, necessitando de, pelo menos, US$.130 bilhões ou R$.338 bilhões para investimentos na chamada camada do pré-sal, com obras já atrasadas por falta de recursos. Os ratings da Petrobras poderão ser rebaixados ainda mais se o aumento do endividamento for sustentado por uma proporção entre dívida e Ebitda acima de 5 vezes ou se o crescimento da produção cair abaixo das metas, segundo a Moody’s. Um rebaixamento do rating soberano do Brasil também pode pressionar a classificação da empresa. As suas ações PETR3 este ano caíram 15,86%, enquanto a PETR4 amarga perda, em igual período de 15,25 %, deixando desprotegidos o governo (majoritário) e milhões de acionistas minoritários, estes que nada têm a ver com a sua infiel e perdulária gestão no últimos quatro anos. De 03 de janeiro de 2010 até quinta-feira (dia 20 de novembro) as ações ordinárias tiveram um baque de 63,80 %, e as preferenciais tombaram 56,70%, empobrecendo os que ao largo de sessenta anos acreditaram na boa gestão de uma até então exemplar organização.

E O FUTURO, COMO SERÁ?
O reconhecimento de que a produção de petróleo da Petrobras não vai aumentar quanto se esperava este ano, combinado a uma perspectiva de cuidado redobrado nas contratações futuras da estatal a partir da Operação Lava-Jato da Polícia Federal, deverão deixar ainda mais distante a retomada da autossuficiência do Brasil no setor. Antes de o ritmo de alta da produção ser reduzido de 7,5% em 2014 para algo entre 5,5% e 6%, segundo previsões divulgadas pela estatal na última segunda-feira, assessores da presidente Dilma Rousseff e dirigentes da Petrobras esperavam que, em algum mês no fim de 2015, o país já poderia voltar a ter uma produção diária de barris de petróleo acima do consumo interno. Com a revisão feita pela Petrobras, fica mais provável que em 2015 essa equivalência ainda não seja atingida, mesmo com a disparada na produção de petróleo e gás natural (em barris equivalentes) neste ano. Desde janeiro, a produção média diária de petróleo no país subiu em 300 MIL barris, depois de dois anos de produção em queda. No ano, déficit de 13,7%. Em agosto, último dado disponível, o Brasil produziu uma média diária de 2.423 mil barris e consumiu 2.725 em derivados. No ano, há um déficit de 13,7% entre o consumo e a produção. É difícil que o crescimento da produção seja tão grande em 2015 (como tem sido em 2014), porque não vão entrar em operação tantas plataformas quanto entraram entre o fim de 2013 e o início deste ano. Quando a perspectiva de aumento da produção da estatal ainda era superior, em fevereiro, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, previu que, em 2015, a autossuficiência em produção de petróleo no país seria retomada. É atual lembrar o dramaturgo, filósofo e poeta britânico “Nenhuma herança é tão rica quanto a honestidade.” (William Shakespeare‎)

Artigo republicado

Garibaldi Filho participa do “Natal Permanente”

Evento organizado pela LBV conta com presença do ministro da Previdência Social 

Por Felipe Marques 

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O ministro da Previdência, Garibaldi Filho, participou hoje (20) da solenidade “Natal Permanente”, evento organizado pela Legião da Boa Vontade (LBV), na Escola Estadual Joaquim Onório, na Zona Oeste de Natal. As ações da LBV na capital potiguar atendem principalmente famílias dos bairros Bom Pastor, Cidade da Esperança, Dix-Sept Rosado, Nazaré, Planalto, Monte Celeste e Quintas.

Recebido pelo diretor regional da LBV, Paulo Medeiros, o ministro Garibaldi discursou para as centenas de participantes, entre crianças, jovens e adultos, além de fazer a entrega de cestas básicas para a comunidade. “Quero dizer da minha satisfação em estar presente a este evento. A LBV realiza a caridade todos os dias, não somente às portas do Natal. A instituição é amiga de todas as horas e merece o respeito que ela tem por todo o país”, disse o ministro Garibaldi Filho durante sua fala. Além de Garibaldi Filho, esteve presente ainda a vereadora de Natal, Júlia Arruda (PSB).