Jório Nogueira disse uma simples verdade

Nas universidades tem doutores, mas também uns que não sabem fazer um “O” com uma quenga

Um renomado jornalista de Natal, colunista, proprietário de jornal e professor de Comunicação Social, certa vez, ao tratar da qualidade do nosso ensino e do nível de alguns que estão saindo das universidades, escreveu que por ele pegaria seu diploma e passaria no fiofó.

Lembro desse comentário ao saber que estão querendo tirar o escalpo, virtualmente, do vereador Jório Nogueira, por um comentário que ele teria feita no plenário da Câmara Municipal de Mossoró na sessão desta quarta-feira, 27.

Diante de cobrança do vereador Thomaz que teria apresentado um requerimento para que lhe fosse encaminhada uma cópia da auditoria que a Prefeitura de Mossoró realizou na folha de pessoal, pela UERN, Jório aparteou seu colega.

E disse que o prefeito Francisco José Júnior estava tirando algumas dúvidas com a equipe da UERN que realizou o trabalho.

Isso para evitar que injustiças fossem cometidas na divulgação do documento.

No comentário Jório lembrou que o prefeito estava certo pois poderia ter existido algum erro na auditoria, pois, o trabalho fora feito por seres humanos e, até mesmo nas academias existem os bons, mas, igualmente, existem alguns ruins profissionais.

Ora, onde é que está a novidade no comentário?

Jório faltou com a verdade?

Claro que não.

Na UERN como nas demais universidades existem os doutores, como igualmente, existem alguns que, saem de lá sem saber fazer um “O” com uma quenda, como disse o vereador.

Mas aí, um simples comentário nesse sentido é motivo de uma batalha virtual contra o vereador.

O bom é que nesses redes sociais tem cada figura querendo ditar ordens, regras, que realmente não sabe escrever um “O” com uma quenga.

Vão procurar aprender a lição…

1 Comentário para Jório Nogueira disse uma simples verdade

  1. Vilanei disse:

    Concordo, em termos com a colocação do ilustre jornalista renomado. Realmente o saber depende de cada um. Os níveis de conhecimento não são iguais, como não o são as condutas e muitas outras coisas. Porém, DISCORDO VEEMENTEMENTE da colocação do vereador, totalmente desnecessária e antipática. No plenário na Câmara, local que deveria servir para discussões de nível compatível com seus representantes, não condiz o uso coloquial, chulo e vulgar adotado pelo vereador. Poderia, já que tem TANTO INTERESSE em defender o engavetamento da auditoria, ao menos ter usado de polimento ao falar e dizer que ao apresentar erros, seria analisada por uma equipe interna, a fim de corrigir as distorções. Pronto, não teria agredido uma classe inteira de alunos e de profissionais competentes que existe na UERN. Todavia, no entanto, como ele próprio não dispõe de conhecimento científico capaz de fazê-lo pensar, usou as palavras que com certeza usa no seu dia-a-dia, com seus pares. Uma pena nossa representação legislativa. Como não sou nenhuma jornalista, muito menos renomada, e também por não saber fazer um “o” com uma quenga, aceito as críticas e correções ao meu comentário.

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