Prefeito de Mossoró confirma débito de R$ 15 milhões do Governo do Estado

Francisco José Júnior anuncia que a Prefeitura de Mossoró pode municipalizar a Casa de Saúde Dix-sept Rosado

Coletiva do prefeito I

Prefeito Francisco José Júnior anuncia medidas para impedir caos na saúde pública de Mossoró – Fotos: iPad Skarlack

Coletiva do prefeito II Coletiva do prefeito III

Mesmo com o débito de cerca de R$ 15 milhões por parte do Governo do Estado e tendo que assumir serviços que não são da competência do município, a Prefeitura Municipal tem feito novos investimentos na saúde pública de Mossoró para evitar o caos no setor.

Foi o que explicou o prefeito Francisco José Júnior (PSD), em entrevista coletiva concedida às 11h, desta segunda-feira, 18, no Hospital da Polícia Militar.

Ele assegurou que convênio firmado com o Hospital da Polícia Militar serviu para atenuar a falta de leitos na área de obstetricia que foi agravado com a suspensão dos atendimentos pela Casa de Saúde Dix-sept Rosado no final de semana.

O prefeito revelou que o Governo do Estado, deve ao município de Mossoró, um montante de cerca de R$ 15 milhões por repasseses que deveriam vir sendo feitos desde o ano de 2011.

Como agravante não existe perspctiva de que esse pagamento venha a ser feito diante do caos financeiro vivido pela gestão Rosalba Ciarlini.

MUNICIPALIZAÇÃO – Sobre a Casa de Saúde Dix-sept Rosado, o prefeito explica que por ser uma instituição filantrôpica a Prefeitura de Mossoró não pode simplesmente asusmir a unida.

– Estamos aguardando a posição do Ministério Público e estamos dispostos da municipalizar a Casa de Saúde Dix-sept Rosado -, disse o prefeito.

Confira mais detalhes no Portal Difusora.

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Prefeito concede entrevista coletiva

Francisco José Júnior vai falar sobre Hospital da Polícia

O prefeito de Mossoró Francisco José Júnior (PSD) concede entrevista coletiva às 10h30.

Será no Hospital da Polícia Militar.

Vai tratar de encaminhamentos na área de saúde.

Aguarde os detalhes.

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Datafolha: Marina empata com Aécio no 1º turno e com Dilma no 2º

Primeira pesquisa realizada após a morte de Campos mostra ex-senadora com 21%, atrás de Dilma, que tem 36%, e um ponto à frente de Aécio, que tem 20%

Montagem/Estadão - Dilma, Marina e Aécio

A primeira pesquisa Datafolha realizada após a trágica morte de Eduardo Campos mostra Marina Silva, provável substituta do ex-governador de Pernambuco, com 21% das intenções de voto. A ex-senadora, que deve ter sua candidatura oficializada pelo PSB na próxima quarta-feira, aparece no levantamento divulgado nesta segunda pelo jornal Folha de S. Paulo em empate técnico com o tucano Aécio Neves, que tem 20%. A presidente Dilma Rousseff (PT) segue na frente, com 36% da preferência do eleitorado. Pastor Everaldo, do PSC, tem 3%.

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Em relação à última pesquisa do instituto, divulgada em 17 de julho, Dilma e Aécio não oscilaram. Campos aparecia com 8% no levantamento. Marina, portanto, ganhou seus pontos em cima da redução do número de eleitores sem candidato. A taxa dos que votariam em branco ou em nulo caiu de 13% para 8%. Os eleitores indecisos passaram de 14% para 9%. Com a entrada de Marina na corrida, o segundo turno fica praticamente garantido. Agora, os rivais de Dilma somados possuem dez pontos percentuais a mais do que a presidente: 46% a 36%.

Segundo turno – Marina Silva também apresenta bons resultados na projeção de segundo turno. De acordo com o Datafolha, em uma eventual disputa contra Dilma, a ex-senadora teria 47% contra 43% da presidente, resultado que está no limite de um empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos para mais ou para menos da pesquisa. No cenário entre Dilma e Aécio, a petista abriu vantagem sobre o candidato do PSDB. Em 17 de julho, o placar marcava 44% contra 40% a favor da presidente. Agora, Dilma derrotaria Aécio por 47% a 39%.

A petista continua com a maior taxa de rejeição entre os candidatos: 34% dos entrevistados declararam que não votariam em Dilma. Para Aécio, este índice é de 18%. Marina começa a disputa com 11% de rejeição. O Datafolha ouviu 2.843 pessoas em 176 municípios, entre os dias 14 e 15 de agosto.

 

Fonte; www.veja.com.br

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Vem aí pesquisas eleitorais em Mossoró e Natal

Instituto que faz pesquisas internas para PSD/PT do RN vai divulgar levantamentos estas semana

Por: Thaisa Galvão

O instituto Seta, que tem feito pesquisas internas para a coligação PSD/PT, registrou duas pesquisas no TRE.

Uma encomendada pelo jornal Gazeta do Oeste, com 600 entrevistas feitas somente em Mossoró, e que custou ao veículo de comunicação, 5 mil reais.

A outra, com 800 entrevistas somente em Natal, foi encomendada pelo portal Nominuto, que pagou 6 mil reais.

A primeira registrada sob protocolo 00013/2014, e a segunda, 00014/2014.

Nas perguntas estimuladas, chama atenção para a primeira pergunta sobre as intenções de votos para o Senado.

As intenções para o Governo vem em segundo plano.

Arejeição aos candidatos foi incluída na pesquisa que também questionu a população sobre aprovação de governos.

Em Mossoró, a pesquisa perguntou sobre aprovação das gestões do prefeito Francisco José Júnior, da governadora Rosalba Ciarlini e da presidente Dilma Rousseff.

Em Natal, prguntas sobre as gestões do prefeito Carlos Eduardo e, assim como Mossoró, dos governos estadual e federal.

A pesquisa de Mossoró foi registrada no dia 16 e realizada nos dias 16 e 17.

Já está prontinha, mas terá que cumprir o prazo eleitoral e só será divulgada no dia 21, quinta-feira.

A pesquisa de Natal, apesar de registrada no dia 17, foi feita nos dias 16 e 17.

Também já está pronta mas só pode ser publicada na sexta-feira, 22.

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Henrique Alves retoma Caravana da Mudança no Oeste

No terceiro dia, Caravana da Mudança segue atraindo multidões no Oeste

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Depois de viajar a Recife para acompanhar o funeral do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), na manhã deste domingo (17), o candidato do PMDB ao Governo do Estado, Henrique Alves, retomou à tarde a agenda pelos municípios da região Oeste.

Acompanhado do ministro Garibaldi Filho (PMDB), Henrique iniciou o terceiro dia de Caravana da Mudança pelo município de São Francisco do Oeste, onde foi recebido pela prefeita Gildene Barreto, do PTB.

A prefeita relatou problemas na segurança pública e pediu o compromisso do candidato com o município. “Henrique vai ser eleito para ajudar a resolver diversos problemas. E faço um pedido especial: que tome conta da segurança. São Francisco era uma cidade segura, mas já não podemos dizer isso”.

Henrique destacou que a segurança será prioridade do seu governo e garantiu: “Vou ficar marcado como o governador da segurança”. Acrescentou que, entre os seus projetos, está retomar a sensação de segurança nos municípios nos primeiros seis meses.

Em Taboleiro Grande, a prefeita Clébia Bessa (PSD) disse que apoiar Henrique significa melhorias para o Rio Grande do Norte. “Para nós, o que importa é o desenvolvimento do Estado. Henrique é o melhor para o RN e para Taboleiro Grande. Sempre que o procurei em Brasília, fui atendida”, afirmou.

Sob forte sol, a Caravana da Mudança levou uma multidão às ruas de Rodolfo Fernandes. Milhares de pessoas acompanharam a caravana, promovendo um verdadeiro “arrastão” na cidade.

“Vamos fazer Henrique ganhar em todas as urnas de Rodolfo Fernandes”, afirmou o prefeito Monteiro Neto (PR). Garibaldi Filho exaltou a mobilização na cidade. “Eu não vi em nenhum lugar o que eu estou vendo aqui”, disse.

Henrique agradeceu a presença dos moradores e destacou que vai trabalhar pelas cidades pequenas quando estiver governando o Estado. “Percebo que falta quase tudo nas cidades pequenas. Vou dar mais atenção aos municípios menores”, disse. Em Rodolfo Fernandes, Henrique também visitou o ex-prefeito Chiquinho Germano, uma das maiores lideranças do município.

Ainda neste domingo, a Caravana da Mudança percorrerá as cidades de Severiano Melo, Itau e Umarizal.

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Multidão acompanha cortejo e enterro de Campos

Com exceção de Marina, presidenciáveis deixaram o local ainda durante a missa e evitaram falar sobre temas políticos; familiares seguem com o caixão de Campos, no carro de bombeiros, até o Cemitério de Santo Amaro

Renata, viúva de Eduardo Campos, deposita flores sobre o caixão do político socialista Foto: Agência O Globo

O sepultamento do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, no jazigo de seu avô Miguel Arraes, começou às 18h30 deste domingo, no Cemitério de Santo Amaro, em Recife. Num espaço isolado por grades, a mulher de Campos, Renata, e seus quatro filhos mais velhos — Pedro, João, Maria Eduarda e José — se uniram a Ana Arraes, mãe do político, e a Marina Silva, que deve sucedê-lo oficialmente nesta semana como candidata do PSB à Presidência da República. Assim como as ruas do Recife durante o cortejo fúnebre, o cemitério estava tomado por pessoas que prestavam homenagem a Campos. Houve gritos como “Eduardo, guerreiro do povo brasileiro”, mas também palavras de apoio político a Marina Silva, que foi ovacionada ao chegar.

O cortejo fúnebre do ex-governador deixou o Palácio do Campo das Princesas, onde ele era velado desde as 2h da manhã de domingo, pouco antes do previsto, às 16h45. Uma multidão estimada em 150 mil pessoas tomou as ruas do Recife para acompanhá-lo. A família do político — sua mulher, Renata, sua mãe, Ana Arraes, e os quatro filhos mais velhos, Pedro, João, Maria Eduarda e José — seguiu no carro de bombeiros que levava o caixão, saudando a população. Marina Silva começou o percurso no mesmo carro, mas depois se encaminhou separadamente ao cemitério.

Velório — Os nomes mais proeminentes da República se dirigiram ao Recife, na manhã deste domingo, para prestar homenagem  a Eduardo Campos, morto na última quarta-feira após um acidente aéreo em Santos, no litoral paulista. Contudo, a maioria dos senadores e governadores, assim como a presidente Dilma, deixou a missa campal celebrada no Palácio antes do fim, num intento de evitar o assédio.

Por volta de 11h, Dilma saiu primeiro e, apressada, não quis dar declarações à imprensa. Estava acompanhada do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, do ex-presidente Lula, do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e do candidato petista ao governo do Estado, Alexandre Padilha. Abordada por algumas pessoas que estavam no evento, Dilma abraçou crianças e negou um pedido de foto: “eu te prometo que em outra ocasião eu tiro as fotos que você quiser”, disse. Ao chegar, por volta de 10h10 da manhã, a presidente foi recebida com vaias pela população.

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Durante o velório, Dilma, o candidato tucano Aécio Neves e Marina Silva se encontraram ao redor do caixão do ex-governador pernambucano. Contudo, a interação entre os adversários não foi além de cumprimentos cordiais. Na saída, Aécio foi o único a dar declarações — e também o único tucano a comentar as vaias sofridas por Dilma. “Eu acho que, numa hora dessas, qualquer hostilidade é injustificada. Acredito que a presidente esteve aqui hoje trazendo sua homenagem a um amigo com que ela conviveu boa parte do governo Lula”.

O candidato do PSDB também evitou falar sobre a campanha. “Hoje não estou aqui como candidato, e sim como amigo. Hoje vocês vão me permitir não entrar na análise política, pois seria uma intromissão indevida”, afirmou. Aécio foi categórico ao elogiar a força de Renata Campos. “É uma mulher extraordinária. Não só agora, mas ela sempre foi assim”, disse o tucano, reiterando que, no momento de encontro com seus adversários, não houve espaço para qualquer comentário sobre política, em respeito, sobretudo, a Campos e sua família. “Quem deve brigar são as ideias, não as pessoas”, afirmou. O tucano disse ainda que contava com Campos para sua caminhada em busca de um “Brasil novo”, ainda que estivessem em partidos opostos. “Nunca imaginei construir um projeto de um Brasil novo, independentemente de posições partidárias, em que não estivéssemos juntos. Todas as nossas conversas apontavam nessa direção”.

Assim como Dilma, Marina Silva também saiu calada. Seus assessores afirmaram que a ex-senadora se dirigiria ao hotel para descansar, pois havia dormido pouco. Marina acompanhou a família de Campos até a base aérea de Recife para receber o corpo do ex-governador, seguiu com o cortejo até o Palácio e ali permaneceu durante toda a madrugada, sempre ao lado da viúva, Renata. Por volta de 6h, Marina voltou ao hotel para descansar, retornando ao velório apenas para a missa campal.

 

 Fonte: www.veja.com.br
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Alô Thurbay Rodrigues e Edilson Damasceno, Gutemberg Moura está alertando…

…que vem bomba por aí

Por: Gutemberg Moura

Alô, alô, meu Velho Apache Antenado… Tem “marmota” eleitoreira no “pedaço”
A Justiça Eleitoral precisa colar ouvido ao chão: tem candidato em Mossoró, o ex-candidato, filho de candidato, praticando estelionato eleitoral.

Velho Apache, o blog logo postará sobre a “marmota” eleitoral e eleitoreira.

Coisa que só acontece na política do Brasil de Mossoró. Aguarde!!!!

Fonte: www.gutembergmoura.com.br

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Henrique Alves e Wilma de Faria participam de velório de Eduardo Campos

Lideranças políticas do Rio Grande do Norte em cerimônias em homenagem a ex-governador de Pernambuco 

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Wilma e Henrique participam de velório de Eduardo Campos – Fotos: Assessoria

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A ex-governadora Wilma de Faria, presidente estadual do Partido Socialista Brasileiro, acompanha, no Recife (PE), as cerimônias de despedida e homenagem ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos. O velório é no Palácio Campo das Princesas, sede do Governo de Pernambuco.

No final de manhã, foi celebrada a missa campal em homenagem a Eduardo Campos e às demais vítimas da tragédia. O sepultamento, no cemitério de Santo Amaro, deve ser às 17 horas, mas a viúva e ex-primeira-dama Renata Campos exigiu que o enterro só seja realizado depois que todos tiverem prestado seus respeitos aos mortos. Wilma de Faria prestou solidariedade à viúva e ao demais familiares e amigos de Eduardo Campos, durante o velório.

AGENDA – Pela manhã, Wilma esteve em companhia de Henrique Alves, presidente da Câmara Federal e candidato ao Governo do Rio Grande do Norte.

Henrique Alves retorna ao Estado para continuidade de agenda na região Oeste.

Wilma permanece em Recife para o sepultamento de Eduarddo Campos.

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Renata Campos vai se engajar diretamente na campanha de Marina

Segundo Maurício Rands, influência da viúva de Campos nas decisões do partido será preponderante, mesmo se não sair como vice na chapa do PSB

A viúva Renata Campos de mãos unidas com Marina Silva durante velório de Eduardo Campos

O coordenador do programa de governo de Eduardo Campos, Maurício Rands, disse neste domingo que a viúva Renata Campos vai atuar diretamente na campanha política de Marina Silva, mesmo se seu nome não for escolhido para integrar a chapa do PSB na corrida eleitoral, como vice da ex-senadora. Apesar do aval do partido a uma possível entrada de Renata na chapa, a viúva ainda não conversou com interlocutores da legenda sobre o tema — discussão que deve ocorrer apenas na segunda-feira, em reunião convocada por ela para definir os rumos do partido em Pernambuco.

Também na segunda-feira, Renata participará de seu primeiro ato público após a morte do marido. Ela ficará ao lado do candidato socialista ao governo de Pernambuco, Paulo Câmara. “Renata vai ter um papel muito importante. Ela já disse que vai se engajar na campanha porque esse é um desejo de Eduardo. Ela vai ajudar na mobilização da militância”, afirmou Rands ao chegar ao velório de Campos, no Palácio do Campo das Princesas. “Quando ele era governador de Pernambuco, o papel de Renata não era apenas de primeira-dama. Ela tinha um papel ativo de militante e gestora. Mas sempre preferiu participar da política mais na função de retaguarda”, explicou o coordenador de campanha.

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Militantes do PSB acreditam que a comoção decorrente da morte trágica de Eduardo Campos e a influência histórica de Renata no PSB, partido ao qual se filiou ainda jovem, dariam a ela as credenciais para integrar a chapa de Marina. Contudo, apesar do apoio, o mais cotado para a tarefa, até o momento, é o deputado federal Beto Albuquerque (PSB-RS). Ciente da pressão que recai sobre sua nomeação, Renata preferiu manter silêncio sobre tal possibilidade — e muitos aliados apostam que ela não terá interesse em ir para a linha de frente da política.

‘Não que eu queira’ — A deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), que também compareceu ao funeral, afirmou que estará “à disposição” do partido para ser indicada a vice na chapa de Marina Silva. “Pela experiência e pelo meu tempo de vida na política, dobra a minha responsabilidade. Vou me colocar absolutamente à disposição para tudo que o partido precisar. Não que eu queira (ser vice), mas vou me colocar à disposição”, afirmou.

(Com reportagem de Talita Fernandes)

Fonte: www.veja.com.br

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Artigo

RN: Dilemas do Futuro Governo

Paulo-Afonso-Linhares

Paulo Afonso Linhares é jurista, secretário municipal e diretor da Rádio e Portal Difusora

A herança que o novo governo a ser instalado em janeiro de 2015, no Rio Grande do Norte, quem quer que seja o governador eleito, poderá ser péssima em vários aspectos: receberá uma máquina administrativa com graves problemas em todos os seus setores, alguns de causas estruturais e outros derivados da atual conjuntura política caracterizada pelo insulamento do governo Rosalba Ciarlini; as perspectivas econômicas para 2015 se mostram sombrias, projetando aumento da inflação, desajustes nas contas públicas e recessão econômica; a ocorrência, neste segundo semestre de 2014, dos fenômenos climáticos conhecidos como “El Niño” (que constituem em mudanças relevantes de curta duração, centradas na variação da temperatura da superfície da água do Oceano Pacífico, que acarretam efeitos de grande alcance no clima do continente sul-americano), poderá ter como uma das consequências mais uma grande estiagem no nordeste brasileiro, que agravará a situação resultante de uma sequência de péssimos anos de seca, com a consequente exaustão dos recursos hídricos na região e imposição de enormes sacrifícios às populações sertanejas cuja sobrevivência passa a depender de ações eficazes do Poder Público, nos níveis federal, estadual e municipal.

Do ponto de vista estrutural, o governador de um pequeno Estado-membro da federação brasileira não é apenas gestor de políticas públicas e programas governamentais que transformam a máquina administrativa estadual num paquiderme inadministrável, mas, sobretudo, cabe-lhe a ingente tarefa de distribuir uma massa de recursos de sua receita própria e os oriundos das transferências obrigatórias (Fundo de Participação dos Estados) e voluntárias (as que resultam de convênios) da União Federal, aos demais poderes e órgãos dotados de autonomia administrativo-financeira (Poderes Judiciário e Legislativo, Tribunal de Contas estadual, Ministério Público e Defensoria Pública), para fazer face, sobretudo, aos enormes encargos com folhas de pagamento de servidores dos três poderes.

Sem qualquer exagero, a maior tarefa do governador de Estado do porte do RN, infelizmente, é a de ser mero “vaqueiro”, o pastorador de uma cada vez mais onerosa folha de pagamento dos servidores estaduais, enorme sorvedouro da receita pública. E tudo isso com inobservância aos preceitos que imantam noção de responsabilidade fiscal que ingressou na ordem jurídica brasileira com o advento de Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000.

Como os princípios da governança – aqui entendida como a arte do bom governo – ficam longe de ser observados nas três esferas da Administração Pública brasileira, a despeito do que preceitua a Constituição da República – merecendo ressaltar, porém, que a administração federal e as de uns poucos Estados federados têm obtido significativos avanços neste rumo -, cada vez fica mais árdua a tarefa de governar as unidades das duas federativas dos níveis inferiores (Estados-membros/Distrito Federal e Municípios).

Com efeito, de acordo com o Banco Mundial, no seu documento Governance and Development, de 1992, é genericamente definida a governança como sendo “o exercício da autoridade, controle, administração, poder de governo”. Noutras palavras, a governança seria “a maneira pela qual o poder é exercido na administração dos recursos sociais e econômicos de um país visando o desenvolvimento”, o que exige “a capacidade dos governos de planejar, formular e implementar políticas e cumprir funções”.

Veja-se a primeiro desses elementos que é a capacidade de planejar. Ora, em que pesem os marcos que regulam a vida financeira do Estado do Rio Grande do Norte, sobretudo, no que se referem apenas às questões orçamentárias formais (Lei de Diretrizes Orçamentárias, Lei do Orçamento Anual e o Plano Plurianual), têm sido rarefeitas as autênticas ações de planejamento centralizado em órgão próprio que também coordenaria as subunidades descentralizadas de planejamento.

Aliás, a atual Secretaria de Estado do Planejamento e das Finanças (SEPLAN) somente cuida – e mal! – das movimentações financeiras do Erário estadual, traduzidas na gestão dos recursos provenientes da arrecadação (própria) das receitas tributárias e do recebimento das transferências obrigatórias e voluntárias da União Federal, além dos recursos oriundos de operações financeiras (empréstimos e financiamentos) realizadas pelo Estado. Nada de planejamento fora das exigências normativas apenas referentes ao orçamento (LDO e LOA) e ao plano plurianual (PPA). E se não tem capacidade de planejar, igualmente incapacitado fica de formular e implementar políticas públicas, bem assim de cumprir as funções que lhe cometem a Constituição e as leis. Seja quem for, o próximo governador do RN deve corrigir essas distorções, para governar bem.

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