Projeto Câmara Empreendedora encerra atividades no ano de 2014

Francisco Carlos preside sessão com homenagens a empresários de Mossoró 
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Câmara Empreendedora encerra 2014 com grandes homenagens a empresários de Mossoró – Fotos: Valmir Alves

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Representantes de vários segmentos da classe empresarial de Mossoró estiveram reunidos nesta quinta-feira (20) na Câmara Municipal de Mossoró para o encerramento das atividades do Projeto Câmara Empreendedora no ano de 2014.
Nesta edição, o projeto convidou os empresários Vilmar Pereira e Jair Queiroz, que relataram suas experiências empreendedoras aos presentes. O empresário Vilmar Pereira foi o primeiro a utilizar a Tribuna, contando sua história. Nascido em Umarizal, Vilmar iniciou sua trajetória empreendedora em 1968, em Mossoró, tendo atuado em vários ramos de atividade. Participou da construção do Porto Ilha e atualmente é diretor presidente das empresas Vipetro, Petroforte Factoring e Petroimóveis. Foi presidente da ACDP, ACIM e SIMETAL. Hoje é diretor da FIERN, vice-presidente da ACIM e membro do Conselho Deliberativo do SEBRAE.
Em seguida, o empresário Jair Queiroz fez uso da Tribuna. Nascido em São Francisco do Oeste, Jair mudou-se com a família aos 3 anos de idade para Mossoró, fugindo da seca. Estudou em escola pública e entrou no ramo empresarial na década de 1990, com um pequeno mercado no bairro Belo Horizonte. Em seguida abriu outras lojas, até que inaugurou o primeiro hipermercado de Mossoró. Hoje, tem empreendimentos em Assu, Patu, Caraúbas, Parnamirim, João Câmara, Limoeiro (CE), Catolé do Rocha (PB) e São Bento (PB).
Os dois empresários receberam o Mérito Empreendedor da Câmara Municipal de Mossoró pela participação no projeto. Também foi outorgada uma homenagem póstuma ao empresário Francisco Fernandes de Souza, o Souzinha do Parque Elétrico, que nomeia o projeto. “Os vereadores aprovaram por unanimidade o nome do nosso saudoso Souzinha para nomear a Câmara Empreendedora por tudo que ele representa para o comércio de Mossoró, com o exemplo de empreendedorismo que ele deixou, tornando-se referência entre os empresários de Mossoró e do Rio Grande do Norte. Para a Câmara é uma honra ter o nome de Souzinha neste projeto”, afirmou o presidente da Câmara, vereador Professor Francisco Carlos.
Ainda na solenidade de encerramento da Câmara Empreendedora, foram homenageados os empresários Jorge Ricardo do Rosário, com o Mérito Empreendedor, e Winston Rodrigues Fernandes, com a Medalha do Mérito Industrial e Comercial “Diran Ramos do Amaral”.
Câmara Empreendedora – a proposta nasceu do mandato do vereador Professor Francisco Carlos, tendo sido implantada em agosto de 2014. A “Câmara Empreendedora” alcançou de forma rápida os objetivos para os quais foi pensado e na última quarta-feira (19) foi aprovada a resolução que nomeia como  Câmara Empreendedora Francisco Fernandes de Souza – o “Souzinha do Parque Elétrico”.
Segundo o autor do projeto, a Câmara Empreendedora tem servido, não apenas para que os empresários vitoriosos sejam homenageados e apresentassem sua história, mas também atingido um novo público. “Jovens estudantes comparecem aos encontros e, com os bons exemplos repassados, a Câmara Municipal cumpre seu papel de também incentivar a nova geração para acreditar que é possível ter um sonho, uma profissão, e vencer, apesar das dificuldades”, destaca Francisco Carlos.
Todas as experiências relatadas no projeto Câmara Empreendedora serão compiladas em um DVD, que serão repassados para as escolas públicas de Mossoró, para que essas experiências sejam compartilhadas com um maior número de jovens.
Participaram da Câmara Empreendedora o presidente da Fecomercio/RN, Marcelo Queiroz além de grandes empreendedores com atuação em Mossoró, como Neuzo Leite, Antônio Ferreira Júnior, Pedro Teodoro, Jorge do Rosário, entre outros. Segundo o presidente Francisco Carlos, o projeto tem o objetivo de despertar nos jovens o interesse pelo empreendedorismo.

Para apressar a era lulopetista, a oposição precisa precorrer sem medo o caminho pelo petrolão

Jornalista da Veja enaltece papel da Polícia Federal e do Ministério Público 

Por Reinaldo Azevedo

O que há com a oposição brasileira ressuscitada por 51 milhões de eleitores que a impede de avançar pelo caminho mais curto para o Planalto, desbravado pela Polícia Federal, balizado pelo Ministério Público e pavimentado pela Justiça Federal? O que falta para os engajados nos protestos de rua entenderem que o escândalo da Petrobras, mais que qualquer outro caso político-policial da era lulopetista, tira o sono do governo e expõe a presidente Dilma Rousseff à condenação judicial que precede obrigatoriamente qualquer pedido de impeachment?

“Nosso foco tem que ser o Petrolão”, afirmou o senador paulista Aloysio Nunes na tarde de 15 de novembro, enquanto aguardava na Avenida Paulista o início da manifestação convocada para aquele sábado. “Precisamos exigir a apuração das denúncias que envolvem a Petrobras e a punição dos responsáveis pelo esquema de corrupção. O impeachment é questão a ser examinada quando houver provas que confirmem a participação da presidente em fatos criminosos”, resumiu o candidato a vice-presidente de Aécio Neves, um dos raros tucanos que usam frequentemente a tribuna para fustigar sem clemência o governo que pariu e amamentou o Petrolão.

Por enquanto, é diminuta a bancada de parlamentares que, como Aloysio, compreenderam que a Operação Lava Jato depositou no colo da oposição a bandeira agregadora com que sonha todo partido ou movimento político. A maioria dos congressistas contempla com placidez a procissão de ineditismos, recordes e cifras de espantar banqueiro americano. Pelo menos 10 bilhões de dólares saíram pelo ralo das propinas. A quadrilha juntou diretores da Petrobras, grandes empreiteiros, figurões do PT e de outros partidos governistas, especialistas em lavagem de dinheiro, deputados, senadores, ministros de Estado, governadores, policiais delinquentes.

As propinas eram calculadas em milhões de dólares. Um bilhão de reais virou unidade monetária. Nunca antes neste país uma empresa subordinada ao governo foi saqueada com tanta gula, por tanto tempo e com tanta desfaçatez. Nunca antes neste planeta se roubou tanto dinheiro. Sobram evidências de que Lula e Dilma Rousseff sabiam do que se passava nas catacumbas da Petrobras. Tanto o padrinho quanto a afilhada ignoraram advertências do Tribunal de Contas da União e mantiveram abertas as porteiras pelas quais passaram incontáveis contratos aditivados e contas superfaturadas.

A sorte do Brasil decente é que o bando de larápios cinco estrelas topou com homens da lei decididos a impedir que, como sempre ocorre no faroeste à brasileira, a história terminasse com o triunfo do vilão. A performance dos xerifes superou em competência e audácia o desempenho da bandidagem. Nenhuma operação da PF foi tão ágil e precisa quanto a Lava Jato. Os representantes do Ministério Público fizeram as perguntas certas e extraíram dos depoentes informações que completaram o quebra-cabeças. E o juiz federal Sérgio Moro é o homem certo no lugar certo.

Desde o começo do caso, Moro tem aplicado exemplarmente o principio constitucional segundo o qual todos são iguais perante a lei. Ninguém é mais igual que os outros, acabam de aprender os quadrilheiros que tiveram a prisão temporária transformada em prisão preventiva. Confrontados com um magistrado sem medo, delinquentes de fina estampa acharam mais sensato devolver as fortunas tungadas e contar o que sabiam em troca de penas menos severas. Pela primeira vez desde o Descobrimento, ricaços inimputáveis foram transferidos sem escalas do topo da pirâmide social para uma cela em Curitiba.

Empreiteiros que vão de jatinho até ao clube ali na esquina estão dormindo na cadeia. Compreensivelmente, a fila de candidatos à delação premiada é de dar inveja ao INSS ─ e vai crescer muitos metros com a iminente entrada em cena do bloco dos políticos. Lula perdeu a voz e sumiu, como sempre faz quando sobram culpas e faltam álibis. Dilma ainda convalesce da viagem que começou na Austrália e terminou no olho do furacão. Graça Foster faz o que pode para escapar do desemprego. Advogados pagos em dólares por minuto recorrem a palavrórios de rábula para explicar o inexplicável. Os balidos do rebanho sem pastores repetem que a corrupção nasceu já no Dia da Criação.

Os vencedores da eleição estão nas cordas ─ e grogues. Antes que tentem debitar também o Petrolâo na conta de FHC, os oposicionistas têm o dever de lutar pela punição dos autores do crime: a decomposição financeira e moral da Petrobras é a mais recente e repulsiva obra da seita cujo primeiro mandamento ensina que os fins justificam os meios. O aparelhamento amoral, a revogação da meritocracia, a remoção da fronteira que separa o público e o privado, a subordinação dos interesses nacionais a afinidades ideológicas, o assassinato da ética, a compulsão liberticida, a corrupção institucionalizada, a inépcia paralisante ─ todas os tumores que infestam o PT desde o nascimento se conjugaram para levar ao estado de coma o que já foi uma potência mundialmente respeitada.

O Petrolão avisa aos berros que chegou a hora de forçar o recuo dos celebrantes de missa negra. Para tanto, a oposição democrática só precisa avançar sem hesitação pelo caminho que devassa as catacumbas da Petrobras antes de chegar à Praça dos Três Poderes.

Fonte: www.veja.com.br

Empresários são homenageados na última edição do Projeto Câmara Empreendedor

Homenagens  de saudosa memória feitas a Jair Queiroz e Souzinha, passa a nomear o projeto

A Câmara Municipal de Mossoró realiza a última edição do Projeto Câmara Empreendedor, com homenagens aos empresário Jair Queiroz e Souzinha – de saudosa memória e que passa a nomear o projeto. Também foram entregues comendas aos empresários Vilmar Pereira, Jorge do Rosário. Além do da Casa, também participaram da sessão os vereadores Izabel Montenegro, Celso Lanches, Lairinho Rosado, Narcízio, Genivan Vale, Thomaz Neto.

Assassinato de tatuador é preso

Sávio Emanoel confessa que matou “Chicão” com golpes de punhal 

Por Ismael Souza 

Assassinato de tatuador está preso – Foto: Blog Passando na Hora

Delegacia de Homicídio prendeu na madrugada de hoje o suspeito de ter matado o tatuador Chicão, na tarde de ontem no Centro.

Savio Emanoel da Silva, 18 anos, confessou ter matado Chicão com golpes de punhal.

Em instantes, equipe da Dehom sob o comando do delegado Clayton Pinho reúne a imprensa para uma coletiva onde deve passar detalhes do crime e da operação que resultou na prisão do suspeito.

Prefeito abre curso para secretários e outros auxiliares

Francisco José Júnior abriu curso que acontece nesta quinta-feira na UnP

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Prefeito Francisco José Júnior abre curso para auxiliares – Fotos: Assessoria

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A Prefeitura de Mossoró realiza nesta quinta-feira, 20, um Curso de Captação e gestão de Recursos no Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasses.

O curso que acontece na UnP foi aberto pelo prefeito, Francisco José Júnior (PSD).

Participam do curso secretários, secretários adjuntos e servidores que trabalham com contratos de repasses na PMM.

 

Morre o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos

Um dos maiores criminalistas do Brasil, o advogado estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Causa da morte não foi informada

Márcio Thomaz Bastos em frente ao STF

Márcio Thomaz Bastos em frente ao STF (André Borges/Folhapress/VEJA)

Morreu na manhã desta quinta-feira o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, aos 79 anos. Um dos maiores criminalistas do Brasil, o advogado estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, há uma semana. O hospital não foi autorizado pela família a informar a causa da morte. Na terça-feira, a coluna Radar, de Lauro Jardim, informou que o ex-ministro havia sido diagnosticado com câncer pulmonar e fibrose nos pulmões.

Thomaz Bastos nasceu na cidade paulista de Cruzeiro, em 30 de julho de 1935. Formou-se em Direito pela Universidade de São Paulo em 1958. Ao longo de sua vida, participou de mais de 500 júris. Entre 1964 e 1969, foi vereador pelo Partido Social Progressista (PSP) em sua cidade-natal. Abriu seu primeiro escritório de advocacia criminal na capital paulista em 1970. Foi presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entre os anos de 1983 e 1985. Em 1992, ao lado do jurista Evandro Lins e Silva, foi um dos redatores da petição que resultou no impeachment de Fernando Collor.

Acervo Digital VEJA
Leia entrevista com Thomaz Bastos em 2006: ‘Só prender não basta’
O escudo de Lula

Entre as atuações de destaque de Bastos estão a acusação dos assassinos do ativista ambiental Chico Mendes, morto em 1988. Também teve atuação nos julgamentos do jornalista Pimenta Neves, assassino confesso da namorada, Sandra Gomide, em 2000, e na defesa do médico Roger Abdelmassih. Atualmente Bastos defendia a Camargo Corrêa e a Odebrecht no escândalo da Lava Jato.

O criminalista assumiu o Ministério da Justiça em 2003, no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Tornou-se o responsável direto pelo mais tradicional ministério da República e o encarregado da “defesa da ordem jurídica, dos direitos políticos e das garantias constitucionais”, como dispõe o decreto que regula as atribuições da pasta. A PF, sob seu comando, ganhou uma capa de VEJA, em outubro de 2004, que celebrava as megaoperações anticorrupção, como Anaconda, Farol da Colina e Vampiros, e também o processo de depuração por que passava a corporação. Deve-se ainda a Thomaz Bastos a modernização dos mecanismos de combate a crimes econômicos, entre eles o da formação de cartéis. Em março de 2007, ele deixou o cargo e retomou a carreira de advogado.

Autor da tese do caixa dois para justificar o mensalão, urdida quando do estouro do escândalo, em 2005, o ex-ministro foi o comandante  dos advogados dos principais réus do escândalo do mensalão, em 2012. Designou ao menos dez advogados, todos seus discípulos, para trabalhar para os mensaleiros. Coube a ele a defesa do banqueiro José Roberto Salgado, que acabou condenado pelos crimes de evasão de divisas, formação de quadrilha, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. Salgado, contudo, foi um dos onze mensaleiros com direito a um novo julgamento pelos crimes em que tiveram ao menos quatro votos por sua absolvição. Absolvido do crime de formação de quadrilha, em fevereiro de 2014, teve a pena reduzida para 14 anos e 5 meses.

Bastos no governo – Quando ministro, Thomaz Bastos livrou o governo de várias crises. Em alguns casos, porém, acabou por confundir suas atribuições legais com a missão de advogados criminalistas: ao surgir um escândalo envolvendo membros do governo ou do PT, o então ministro informava o presidente Lula da gravidade da situação, montava uma tese de defesa para que os danos fossem os menores possíveis e, por fim, escalava advogados de sua confiança para acompanhar os envolvidos.

Em 2004, ajudou o então presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, a safar-se de suspeitas de crime fiscal e de evasão de divisas. Mas foi no escândalo do mensalão que o ministro advogado começou a brilhar. O então tesoureiro do PT, Delúbio Soares, assessorado pelo criminalista Arnaldo Malheiros (indicado por Thomaz Bastos), foi a público alegar que o dinheiro do valerioduto não saíra de cofres públicos, mas de empréstimos conseguidos por Marcos Valério junto aos bancos Rural e BMG. Nos dias seguintes, outros personagens da crise, também auxiliados por advogados ligados ao ministro, repetiram a falácia. Até o presidente Lula participou do teatro, ao dar uma entrevista em Paris, em que reduziu o esquema criminoso a um inocente caixa dois eleitoral.

A mais notória mistura da função de ministro com a de advogado criminalista ocorreu no caso da quebra de sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa pelo então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, em 2006. No mesmo dia em que o sigilo foi quebrado por ordem de Palocci, 16 de março, dois dos principais assessores de Thomaz Bastos, Daniel Goldberg e Cláudio Alencar, foram à casa de Palocci para discutir a possibilidade de a Polícia Federal investigar o caseiro. Uma semana depois, provavelmente após relatos dos seus dois assessores sobre a conduta de Palocci, Thomaz Bastos foi à mesma casa, acompanhado do onipresente Malheiros. Lá foi discutida uma tese de defesa que tentasse salvar Palocci de ser processado e demitido do cargo de ministro da Fazenda.

Depois que o encontro foi revelado, Thomaz Bastos disse que apenas ouviu uma exposição de Malheiros sobre ‘aspectos gerais da questão’.  Negou ter participado da violação do sigilo do caseiro ou de ter tentado ocultar a responsabilidade do colega Antonio Palocci. Disse que apenas indicou o nome de um advogado a Palocci. A Comissão de Ética Pública da Presidência da República concluiu que Thomaz Bastos não transgrediu nenhuma norma do governo e que o seu comportamento não feriu a ética.

Fonte: www.veja.com.br

Os nomes para a Fazenda: “Ô Dilma, liga pra mim; não, não liga para ele!”

Dilma não decide, pois, quem manda é Lula – é o que parece

Por Reinaldo Azevedo

Fico realmente tão impressionado ao saber que Dilma Rousseff se reuniu com Luiz Inácio Lula da Silva na terça à noite para definir nomes de seu futuro ministério e debater a crise da Lava Jato. Por que ela se encontrou com ele? Ele é presidente do PT? É autoridade na República? Tem ainda algum poder institucional. Por quê?

Não há resposta a não ser o Brasil patrimonialista, patriarcal e, sim, senhores!, machista, que remanesce e de que o PT é a perfeita expressão contemporânea. Nessas horas, as feministas oficiais do PT ficam de boca bem fechada, não é? Eis aí um bom momento para queimar sutiãs metafóricos. Vocês acham que um macho petista se submeteria à supervisão de uma mulher se a sequência fosse invertida, e Lula fosse o sucessor de Dilma? Uma ova! E não apenas porque, afinal, o Poderoso Chefão é ele, mas porque Lula sempre a tratou como uma café-com-leite. Vejam as vezes em que ele já a chamou, em comícios, docemente, de “a Bichinha”…

A ele falta pudor. A ela falta decoro. A ele falta simancol. A ela falta a solenidade do cargo. A ele falta senso de ridículo. A ela falta… senso de ridículo. Se o Brasil fosse uma empresa, você confiaria num presidente incapaz de escolher seus próprios subordinados? “Ah, mas o Brasil não é uma empresa…” Ainda bem, se é que me entendem!

Aloizio Mercadante, ministro-chefe da Casa Civil, e Rui Falcão participaram do encontro, o que ajudou a tornar tudo mais cinzento. Fico cá a pensar: Deus do céu! Nem a “Bichinha” merece esse destino. Mercadante foi aquele senhor que sugeriu que os ministros pedissem demissão coletiva quando a presidente ainda não tinha alternativas. Gênio mesmo!

A turma de Lula não dá muita bola para a presidente e vaza que Lula preferiria mesmo Henrique Meirelles, ex-presidente do BC. Mas Dilma acha que ele é “mercado demais”, entendem? Os dois concordariam com o nome de Luiz Carlos Trabuco, presidente-executivo do Bradesco, mas parece que é Trabuco quem não está disposto a virar alvo de ansiedades coletivas. Alexandre Tombini, atual presidente do BC, estaria entre as opções, o que me parece piada. Se ele não conseguiu a confiança dos agentes econômicos como presidente do BC, por que deveria assumir a Fazenda. Vai saber com quais critérios lida essa gente. Também teria entrado na lista Joaquim Levy, ex-secretário do Tesouro no Governo Lula e hoje presidente da Bradesco Asset Management, o braço de fundos de investimento do Bradesco. E há ainda a hipótese Nelson Barbosa, ex-secretário-geral da Fazenda.

O único com perfil para a Fazenda aí, que tem alguma intimidade com formulação de política econômica — e se é ministro da Fazenda para isso, não apenas para cuidar da política monetária —, é Barbosa. E isso nada tem a ver com a competência dos demais. Acho que o Brasil sai ganhando se Trabuco continuar no Bradesco, um banco importante. E ganhará muito menos se ele for para a Fazenda.

Dilma deveria me ouvir e parar com soluções extravagantes. Chame Murilo Portugal, atual presidente da Febraban. Ele é bom. Sabe das coisas e tem uma visão abrangente de economia. É tecnicamente capaz e tem o tal respeito dos mercados.

Presidente, liga pra mim; não, não liga pra ele!

Fonte: www.veja.com.br

Presidente da Câmara Municipal faz homenagem a saudoso empresário

Professor Francisco Carlos homenageia Souzinha do Parque Elétrico

vereador francisco carlos

Uma proposta que nasceu do próprio mandato do vereador Professor Francisco Carlos, “Câmara Empreendedora” que alcançou de forma rápida os objetivos para os quais foi pensado, terá agora uma homenagem especial em sua denominação. Projeto apresentado e aprovado na sessão ordinária desta quarta-feira, denominada a partir de agora de – Câmara Empreendedora Francisco Fernandes de Souza – o “Souzinha do Parque Elétrico”.
Fazendo um breve relato do que já aconteceu, o professor Francisco Carlos disse que o Câmara Empreendedora tem servido, não apenas para que os empresários vitoriosos sejam homenageados e apresentassem sua história, mas também atingido um novo público. “Jovens estudantes comparecem aos encontros e, com os bons exemplos repassados, a Câmara Municipal cumpre seu papel de também incentivar a nova geração para acreditar que é possível ter um sonho, uma profissão, e vencer, apesar das dificuldades”, destaca o vereador.
A homenagem a Souzinha foi compartilhada por todos os vereadores e, por unanimidade, aprovaram a proposta em forma de Resolução, reconhecendo a importância deste para a cidade de Mossoró. Inclusive, entre os pronunciamentos, se destacou a forma como ele se portava dentro de sua loja ao recepcionar, pessoalmente, seus clientes.
Nesta quinta-feira (19), a Câmara fará o encerramento do projeto Câmara Empreendedora em 2014. Além da entrega da homenagem aos familiares de Souzinha, os empresários Jair Queiroz e Vilmar Pereira irão fazer o relato de suas experiências empreendedoras a estudantes e demais presentes. A sessão tem início às 9 horas.
EMENDAS – O vereador Professor Francisco Carlos destacou ainda as emendas, por ele apresentadas, ao orçamento do município para 2015. “Estamos destinando valores suficientes para que o município possa cumprir, na íntegra, as leis de Responsabilidade Educacional e do Piso Nacional do Professor da Educação Básica. Os valores, no segundo caso, já estão sendo pagos, porém é preciso ajustar a carga horária, ainda não compatível com o que determina o dispositivo legal”, explicou o edil esperando que o prefeito possa entender e, aprovar as emendas.

Governador eleito conversa com dirigente do BB

Robinson recebe visita do superintendente do Banco do Brasil no RN

BB (1)

 

O governador eleito do Rio Grande do Norte Robinson Faria (PSD) recebeu na tarde desta quarta-feira (19) o superintendente do Banco do Brasil, Sérgio Luiz Cordeiro de Oliveira e o gerente geral, Haroldo Fernandes Ribeiro Dantas.

Durante a visita de cortesia, o superintendente parabenizou Robinson pela vitória e destacou a parceria do Banco do Brasil com o Governo do Estado através de linhas de crédito para os servidores e contratos da folha de pagamento e arrecadação de tributos.

Izabel Montenegro defende publicação de lista de pacientes que esperam cirurgia eletiva

Projeto de autoria da vereadora foi apresentado na Câmara Municipal de Mossoró 

Izabel apresenta proposta

Izabel Montenegro fala sobre projeto apresentado nesta quarta-feira, 19 – Foto e vídeo: iPad Skarlack

Evitar que pacientes que estejam esperando uma cirurgia há algum tempo, sejam preteridos por ingerência política.

Esse é o propósito do Projeto apresentado pela vereadora Izabel Montenegro (PMDB), nesta quarta-feira, 19, na Câmara Municipal de Mossoró.

Sobre a proposta que dispõe sobre a divulgação pela Prefeitura de Mossoró, através de seu site, da relação de pacientes na fila de espera por uma cirurgia eletiva, Izabel explica no Videocast Antenado: