Prefeito Francisco José Júnior participa do Cenário Político

Francisco José Júnior destaca soma de apoios

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Por Karla Viegas

Prefeito Francisco José Júnior, participa do Programa Cenário Político, da TV Cabo Mossoró – TCM.

Durante a entrevista o prefeito destacou que pela primeira vez Mossoró terá apoio de um governador do estado, do senado e da presidência da República. Com a soma desses apoios, a expectativa, do prefeito, é de que haja um grande crescimento em Mossoró.

Henrique se pronuncia sobre eleição

Candidato ao PMDB divulga nota

“Eu agradeço a todos os que me apoiaram, a cada cidadão que me confiou o voto e conseguimos fazer esta bonita campanha. Eu enfrentei de cabeça erguida, uma quando fui convocado para esta luta pelo meu partido, o PMDB, por outros partidos, e lideranças e me dediquei totalmente. Eu me entreguei de corpo e alma e dei o que eu tinha de competência, de experiência na vida política, desde os 28 anos de idade. E saio bastante tranquilo.

Como tenho uma formação democrática e por aprendizado também, venho aqui desejar ao futuro governador eleito, Robinson Faria, que cumpra com todos os seus compromissos. De nossa parte, ele terá uma oposição vigilante e democrática, como deve ser.

Não me arrependo de nada do que fiz. Pelo contrário, a trajetória que tenho de 11 mandatos de deputado federal, com o que consegui, com os projetos que realizei para o meu estado, acredito ter chegado a hora de oferecer ao meu Estado tudo que fiz e minha experiência, com muita honra, dedicação serenidade e minha campanha mostrou esse posicionamento.

E do jeito que entrei, eu saio de cabeça erguida por ter dado o melhor de mim, no momento que o Estado mais precisou de mim, seja nos debates, na campanha no contato porta a porta, e isso me fez reconhecer essa bonita campanha pelas estradas do meu Estado.”

Prefeito e primeira dama participam de velório de pastor Diomedes da AD

Francisco José Júnior ao lado dos deputados Antônio Jácome e Jacó Jácome na Assembleia de Deus

O prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior, ao lado da primeira dama, Amélia Ciarlini, e do deputado federal eleito, Antônio Jácome e do deputado estadual eleito, Jacó Jácome participa na Igreja Assembleia de Deus do velório do pastor Diomedes, que era vice-presidente da instituição.

O prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior e a primeira dama , visitam UPA do bairro Santo Antônio

O prefeito instala um novo serviço na UPA do Santo Antônio 

O prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior, instala um novo serviço na UPA do Santo Antônio e avalia o resultado das eleições no município.

 

Presidente da CPI mista da Petrobrás cancela depoimento de Youssef

Ida do doleiro para a comissão estava agendada para a próxima quarta-feira, mas foi desmarcada

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Por Mateus Coutinho e Fausto Macedo

O presidente da CPI mista da Petrobrás, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) cancelou o depoimento do doleiro Alberto Youssef na comissão marcado para a próxima quarta-feira, 29. A informação consta de um e-mail encaminhado pela coordenadora de Comissões Especiais, Temporárias e Parlamentares de Inquérito do Senado, Adriana Zaban, à Justiça Federal do Paraná – onde correm os processos da Lava Jato – nesta segunda-feira, 27.

Internado desde sábado no hospital Santa Cruz em Curitiba após sofrer uma queda de pressão e desmaiar na carceragem da PF, o doleiro é o alvo maior da Operação Lava Jato, acusado de liderar o esquema de lavagem de cerca de R$ 10 bilhões. Ele está prestando depoimentos ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal em regime de delação premiada. Sua colaboração, que vem sendo feita sob sigilo de Justiça, ainda será submetida ao ministro Teori Zavascki para ser homologada.

No domingo, a Polícia Federal desmentiu boatos de que o doleiro havia morrido e informou que ele poderia ter alta até terça-feira. Seu advogado, Antonio Figueiredo Basto, também desmentiu a possibilidade de que Youssef teria sido envenenado.

Ainda segundo a PF, depois de sair do hospital Youssef deve retornar à carceragem da PF na Superintendência Regional em Curitiba.

Robinson Faria anuncia aumento de investimento na segurança em 10%

Governador eleito destaca o papel do prefeito Francisco José Júnior para sua vitória em Mossoró e no Estado

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O governador eleito, Robinson Faria (PSD) concedeu entrevista ao RN TV, da Inter TV Cabugi, às 12h30, desta segunda-feira.

Na área política, destacou o papel do prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD) para sua vitória em Mossoró e no Estado.

No campo administrativo Robinson Faria anunciou que vai propor um aumento de 10% no orçamento da segurança pública e, para isso, encaminhará proposta para aprovação da Assembleia Legislativa.

Em relação ao setor de saúde pública, constatou que existem recursos, porém, falta planejamento do Governo do Estado.

E citou que no presente, o Governo do Estado recebe recursos de produtividade, por parte do Governo Federal, porém, não faz o devido repasse para os Hospitais Regionais. Isso vai mudar, conforme afirmou Robinson Faria.

O governador eleito também citou que existem mais de 100 escolas estaduais que foram fechadas e, que ele vai trabalhar não apenas na reabertura, mas, igualmente, na modernização dessas unidades.

Os Infiltrados…

…já estão se entregando nas redes sociais

Da série Os Infiltrados.

Alguns já começaram a se entregar nas redes sociais.

Bastou este blog revelar algumas das tramas das quais participaram no Sítio Canto – tem mais -, já deixaram as digitais nas redes sociais.

É, compreendo que nunca foi fácil servir a dois senhores.

 

Comentário

Thurbay Rodrigues opina

Em todos os Turnos, com TODOS os candidatos. Em Mossoró, o prefeito Silveira Junior foi o grande vencedor e o responsável direto por nossas consecutivas vitórias. Façam suas análises  e”análises”. Eu vou sair de férias mas, prometo ler todas, quando retornar. Não costumo comemorar vitórias, já são tantas… que cansei. De leve.

Fonte: www.thurbay.com

Após reeleição de Dilma, Lobão volta atrás e diz que não deixará o país

Lobão e suas frases de efeito

Lobão, que havia prometido durante o segundo turno deixar o país caso a presidente Dilma Rousseff (PT) fosse reeleita, voltou atrás na decisão. Apesar do revés político, com a derrota do candidato Aécio Neves (PSDB), o músico anunciou na noite deste domingo (27) em seu perfil no Facebook que continuará morando no Brasil.

“Se é para o bem dos bons e desespero total do PT, diga ao povo que fico!”, escreveu.

“Agora estamos mais fortes, mais articulados e mais numerosos. Nasce uma verdadeira oposição no Brasil e ninguém arredará pé daqui. Esse país também é nosso e ficaremos firmes e fortes para lutar por ele. Vamos em frente!!!”.

Fonte: www.folha.com.br

Quanto vale uma Dilma de branco, no discurso da vitória, ao lado de Ciro Nogueira, citado no escândalo do petrolão?

Ou: De terno branco, com alma vermelha. Ou: Ainda não será desta vez que Dilma vai sentir falta do meu mel

Por: Reinaldo Azevedo

A presidente reeleita, Dilma Rousseff, resolveu tirar o terninho vermelho de campanha e de debates. Em seu lugar, vestiu o branco. Há a hora do Falcão e a hora da pomba. No discurso da vitória, falou em nome da paz. Cumprimentou todos os parceiros de jornada, com salamaleques especiais a Lula — nem poderia ser diferente. Entre os presentes, Ciro Nogueira, o presidente do PP, citado no escândalo do petrolão. No discurso, aquela que, segundo Alberto Youssef, sabia das vigarices na Petrobras, prometeu combater a corrupção. Ciro Nogueira aplaudiu com entusiasmo.

Dilma negou que o país esteja dividido, rachado ao meio — embora ela saiba que está, mas esse é tema para outro comentário, que ainda farei aqui. Venceu a eleição com pouco mais da metade dos votos válidos, numa disputa em que 27,44% dos eleitores se negaram a sufragar um nome: 1,71% dos votantes decidiram pelo branco; 4,63%, pelos nulos, e 21,1% se ausentaram. De fato, ela é presidente por vontade de 38% dos eleitores aptos a participar do pleito. É bem menos do que a metade. É a reeleita legítima, mas isso não muda os números.

Assim, cumpre que Dilma busque ganhar a confiança não apenas dos 51.041.155 que votaram em Aécio, mas também dos 32.277.085 que não quiseram votar em ninguém. Juntos, eles são 83.100.453, bem mais do que os 54.501.118 que a escolheram. Neste blog, eu adverti várias vezes para esse fato, não é mesmo? Critiquei severamente a campanha suja movida pelo PT porque ela acabaria deixando um rastro de ressentimentos, de rancor.

No discurso da vitória, leiam a íntegra abaixo, Dilma afirma, por exemplo:
“Toda eleição tem que ser vista como forma pacífica e segura. Toda eleição é uma forma de mudança. Principalmente para nós que vivemos em uma das maiores democracias do mundo.”

Pois é. Posso concordar em parte ao menos, embora, de fato, nas democracias, eleições signifiquem, antes de mais nada, conservação de um método: recorre-se às urnas para decidir quem governará o país. Mas sigamos. Quando o PT e Dilma transformaram os adversários em verdadeiros satãs, que fariam o país recuar nas conquistas sociais; quando os acusaram de representantes de “fantasmas do passado” — sim, essa expressão foi empregada; quando lhes atribuíram um passado que não tiveram e intenção que não teriam, será que a presidente e seu partido expressavam, de fato, fé na democracia?

Quando a chefe da nação, ainda que nas vestes da candidata, investe contra um veículo de comunicação que apenas cumpriu o seu dever, estimulando milicianos a atacar uma empresa jornalística, onde estava essa Dilma que agora veste o branco? Quando Lula comparou os opositores do PT a nazistas, acusando-os de golpistas, onde estava o PT da paz e do entendimento? “Ah, mas Aécio Neves não criticou Dilma?” É certo que sim! Mas nunca deixou de reconhecer avanços nas gestões petistas. Uma coisa é criticar a condução de políticas; outra, distinta, é acusar o adversário de articular, de forma deliberada, o mal do país.

A fala pacificadora de Dilma não me convence — até porque Gilberto Carvalho, seu secretário-geral da Presidência, quase ao mesmo tempo, falava uma linguagem de guerra. Tratarei dele em outra oportunidade. E não me convence por quê? Porque Dilma afirmou que a principal e mais urgente tarefa de seu governo é a reforma política. Ainda voltarei muitas vezes a esse assunto. Mas a tese é falaciosa. Diz a presidente reeleita que pretende conduzir o debate por meio de plebiscito — para que e com que pergunta? Em debates na TV, expressou o entendimento absurdo de que o mal essencial do nosso sistema está no financiamento de campanhas por empresas. Errado! O mal essencial no que diz respeito ao Estado está no aparelhamento do bem público em favor de partidos e camarilhas. Ou não vimos um agente do petismo, disfarçado de presidente da Agência Nacional de Águas, a fazer proselitismo eleitoral em São Paulo de maneira descarada?

Ignorar a crise de fundamentos — para ser genérico — que hoje assola a economia brasileira e que deixa o país sem perspectiva de futuro para brincar de plebiscito, constituinte exclusiva, como ela já defendeu, e reforma política corresponde a apagar incêndio com gasolina. Dilma não tenha a ilusão de que gozará de um período de lua de mel. Com ou sem razão, espero que sem (e também sobre isso falarei em outra ocasião), naquelas partes do Brasil em que pouco se olha quem sobe ou desce a rampa, desconfia-se até da inviolabilidade das urnas eleitorais.

Se a dita reforma política vai ser o seu “chamamento à união”, então, posso afirmar, com pouca chance de errar, que ela está é querendo provocar ainda mais conflitos. Não adianta vestir um terninho branco quando a alma segue vermelha, governanta.

Em seu discurso, Dilma insiste que o Brasil votou para mudar — é, talvez para que o governo mude os métodos. No que concerne às instituições, o voto crescente é para “conservar” — no caso, conservar instituições. Espero que também as oposições se deem conta disso e não tergiversem, como já fizeram no passado, na defesa dos fundamentos da democracia representativa.

No que me que diz respeito, é preciso bem mais do que um terninho branco para me comover. Ademais, sigo a máxima de que um indivíduo se dá a conhecer muito mais por seus atos do que por suas palavras.

As palavras recentes da presidente-candidata estimularam uma milícia de vagabundos a atacar uma empresa de comunicação. Por enquanto, não tem a minha simpatia nem meu voto pessoal de confiança — sei que é irrelevante para ela, mas é meu, e dele, cuido eu. E também não consigo imaginar que alguém que proponha constituinte exclusiva para fazer reforma política esteja com boa intenção. Bondade assim, já vi antes na Venezuela, no Equador e na Bolívia.

Ainda não será desta vez que Dilma vai sentir falta do meu mel.

Fonte: www.veja.com.br