Entrevista: Betinho Rosado – II

Deputado avalia que dificuldades de relacionamento com servidores, imprensa, deputados, Justiça e MP provocaram fracasso do governo Rosalba 

Betinho Rosado fala sobre possibilidade de ir para o governo Robinson Faria – Foto e vídeo: iPad Skarlack

As dificuldades de relacionamento com as categorias profissionais, com a imprensa, com a Assembleia Legislativa, a Justiça e o Ministério foi um dos principais fatores que condicionaram o fracasso do governo Rosalba Ciarlini.

É essa a avaliação feita pelo deputado federal não reeleição, Betinho Rosado (PP), na segunda parte da entrevista ao blog.

Veja a opinião do parlamentar, no Videocast Antenado:

Entrevista: Betinho Rosado

Deputado federal não reeleito anuncia que pretende se aposentar para “criar cajarana”

Betinho Rosado fala sobre aposentadoria em entrevista no Videocast Antenado: Foto e vídeo: iPad Skarlack

“Criar cajarana”.

Esse é o plano principal do deputado federal não reeleito, Betinho Rosado (PP), revelado em entrevista ao Videocast Antenado, para depois de fevereiro quando encerra seu mandato na Câmara Federal.

Em conversa com o editor do blog, Betinho Rosado, fala sobre as eleições de 2014 e afirma que o sonho de se aposentar já é antigo.

Veja a primeira parte da entrevista de Betinho Rosado:

Morre o pastor Fabrízio da Igreja Cristã Evangélica

Pastor da Igreja Evangélica Cristã Evangélica do Vingt Rosado sofreu parada cardíaca 

pr fabrizio

Morreu no inicio da noite deste sábado, 1º de novembro, o pastor Fabrízio Rodrigues Viana, da Igreja Evangélica Cristã Evangélica.

Ele era titular da Cristã Evangélica do conjunto Vingt Rosado e sofreu uma parada cardíaca.

Por volta das 17h, o pastor Fabrizio sentiu os primeiros sintomas orientado pela esposa, Elaine se dirigiu ao Hospital Regional Tarcisio Maia.

Porém, ainda no conjunto Vingt Rosado, teve seu estado de saúde agravado e chegou a bater o carro da família.

Os primeiros socorros foram feitos pela própria esposa e depois por um profissional em enfermagem que passara pela local.

Depois de algum tempo chegou ao local uma unidade do SAMU.

Os profissionais tentaram reanimar o pastor, e em seguida o levaram até o Tarcísio Maia onde Fabrizio já chegou sem vida.

Seu corpo está sendo velado na Igreja Cristã Evangélica do conjunto Vingt Rosado.

O sepultamento está marcado para o final da tarde  no Cemitério São Sebastião.

Atualização às 2h19

Milhares de populares nas ruas de São Paulo pedindo o impeachment de Dilma

Primeiro ato “Fora Dilma” mobiliza milhares de eleitores 

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PROTESTO EM SP – Como a imprensa ridiculariza e distorce um protesto simplesmente por não concordar com ele

 Em horas assim, a isenção e a objetividade que se danem!

Protesto contra Dilma na Paulista e em favor da auditoria nas eleições (Eduardo Anizelli/Folhapress)

 

PROTESTO EM SP – Como a imprensa ridiculariza e distorce um protesto simplesmente por não concordar com ele. Em horas assim, a isenção e a objetividade que se danem!

Por: Reinaldo Azevedo

Nesta tarde, houve dois protestos em São Paulo. Um deles reuniu, segundo a PM, pelo menos 2.500 pessoas na Avenida Paulista — e não mil, como está no UOL. A outra, uns 200, no Largo da Batata. Ambas foram convocadas pelo Facebook. O primeiro cobra uma auditoria na eleição presidencial de 2014 e pede o impeachment de Dilma; a segunda, pela enésima vez, culpa o governador Geraldo Alckmin pela crise hídrica em São Paulo. Não funcionou no primeiro turno, não funcionou no segundo turno, tenta-se agora o terceiro turno. Não está funcionando de novo… Mas sigamos.

A esmagadora maioria das pessoas que se manifestavam na Avenida Paulista cobrava a auditoria e defendia o impeachment de Dilma na suposição de que ela conhecida a roubalheira na Petrobras, conforme afirmou à Polícia Federal e ao Ministério Público o doleiro Alberto Youssef. Nem é necessário demonstrar — mas, se for preciso, demonstro com facilidade —, que a imprensa paulistana trata com simpatia todos os protestos das esquerdas, as marchas em favor da maconha e até os black blocs. Alguns de seus defensores são alçados à condição de intelectuais. Já um protesto que não é organizado por “progressistas”, bem, aí cumpre ridicularizar as pessoas, transformá-las numa caricatura, enxovalhá-las, reduzi-las à condição de golpistas.

Vamos lá: a esmagadora maioria dos cartazes da Paulista trata de uma suposta fraude na eleição, pede a auditoria na eleição e defende o impeachment (dada aquela suposição, claro!, que tem de ser comprovada). Um senhor, no entanto — e ainda que houvesse 10, 20 ou 100 — pede uma intervenção militar. A prova de que é “avis rara” no protesto é que foi, ora vejam!, entrevistado pela Folha e pelo Estadão, que, milagrosamente, publicam quase a mesma matéria, com diferenças que estão apenas no detalhe. Seu nome é Sérgio Salgi, tem 46 anos e é investigador de polícia. E por que ele foi achado pelos repórteres dos dois jornais? Porque carregava um cartaz “SOS Forças Armadas”. Bastou esse cartaz para que a Folha Online desse o seguinte título: “Ato em SP pede impeachment de Dilma e intervenção militar”. Se algum maluco estivesse na passeata cobrando ajuda aos marcianos, o título poderia ser: “Ato em SP pede impeachment de Dilma e intervenção dos ETs”.

Não é a primeira vez que isso acontece. Em 2007, embora fossem outras as circunstâncias, surgiu o “Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros”, que ficou conhecido como “Cansei”. Seus promotores foram impiedosamente ridicularizados pela imprensa e por personalidades púbicas a serviço do PT. Foram tachados de representantes da “elite branca”. A notícia do mensalão tinha menos de dois anos, o escândalo dos aloprados, menos de um, mas uma simples manifestação de protesto foi tratada como coisa de golpistas.

O Globo Online também noticia o protesto em São Paulo. O repórter não entrevistou o policial Sérgio Salgi, mas encontrou outra maneira de enxovalhar os que protestavam. Transcrevo: “O protesto reúne muitas senhoras de guarda-chuva, em razão do sol forte. Algumas levaram seus cachorrinhos de estimação para o protesto.”

Manifestações das esquerdas, como vocês sabem, contam com uma palavra que a imprensa adora: “ativistas” — não sei o que é isso; deve-se ser o oposto complementar dos “passivistas”… Já um ato que é inequivocamente caracterizado como “de direita”, bem, esse conta com “senhoras de guarda-chuva”… Sabem como são das dondocas: não querem se pelar ao sol. Entre as 2.500 pessoas, contavam-se nos dedos os tais guarda-chuvas. Ah, claro! Elas também levavam seus cachorrinhos, entendem? É evidente que o destaque dado a esses lateralidades busca desmoralizar o protesto.

O cantor e compositor Lobão se manifestou em favor da recontagem dos votos e disse o óbvio: não se tratava de um movimento em favor da volta do regime militar.

Boçalidades
Não que boçalidades reais, de fato, não tenham sido ditas. Foram. A ser verdade o que relatam Estadão, Folha e Globo, o deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSC-RJ), filho de Jair Bolsonaro (PP-RJ), afirmou o seguinte:
“Ele [seu pai] teria fuzilado Dilma Rousseff se fosse candidato esse ano. Ele tem vontade de ser candidato mesmo que tenha de mudar de partido”. E emendou: “Dizia na minha campanha: voto no Marcola, mas não em Dilma. Pelo menos ele tem palavra”.

A ser isso mesmo, trata-se de uma notável coleção de bobagens. Evidentemente, o “fuzilado” de sua fala é uma metáfora. Mas quem se importa? Quando fala em votar até “em Marcola”, procura deixar claro o quanto repudia Dilma, não seu apreço pelo bandido. Mas quem se importa? Quem não quer que seu discurso seja confundido não fala essas tolices. O animo para transformar os manifestantes em golpistas já é evidente. Quando se oferece o pretexto, tudo fica mais fácil.

No Brasil, é permitido marchar em favor da maconha. A venda e o consumo de maconha são ilegais. Manifestantes são tratados como bibelôs.

No Brasil, é permitido marchar em favor do aborto. O aborto, com as exceções conhecidas, é ilegal. Manifestantes são tratados como pensadores.

No Brasil, é permitido marchar em favor de corruptos condenados pelo Supremo. Manifestantes são tratados como ideólogos.

No Brasil, é permitido marchar em favor da recontagem dos votos e, sim, em favor do impeachment. O Artigo 5º da Constituição garante tudo isso. Não obstante, manifestantes são tratados como pessoas ridículas e golpistas.

Nota final, que traduz um sequestro moral: os esquerdistas, sempre adulados pelos jornalistas, querem controle social da mídia e mecanismos de censura, ainda que oblíquos.

Mas que isto também fique claro: os que estão decididos a dizer “não” terão de enfrentar, inclusive, as brigadas da desqualificação da imprensa, que sempre ficam muito satisfeitas quando alguém como Eduardo Bolsonaro fala aquelas besteiras. Fica parecendo que elas têm razão.

Fonte: www.veja.com.br

Exclusivo: Betinho Rosado fala sobre onde falhou o governo Rosalba

Aguarde entrevista no Videocast Antenado

Betinho fala

O deputado federal, Betinho Rosado (PP) que não disputou a renovação do mandato, mas, elegeu o filho, Betinho Rosado Segundo, fala sobre seu futuro e comenta sobre onde a governadora do Estado, Rosalba Ciarlini – sua cunhada – errou.

Aguarde o vídeo.

Exclusivo: “O Brasil perdeu o medo do PT”, diz Aécio

O candidato tucano tinha fortes razões para acreditar que venceria, mas reagiu rapidamente à derrota e se prepara para voltar a enfrentar Dilma como líder da oposição

O OPONENTE - Dois dias depois da derrota, Aécio Neves gravou um vídeo para ser distribuído nas redes sociais. O tom conciliatório do candidato vencido, exibido no discurso de domingo, deu lugar ao do oponente pronto para o combate

O OPONENTE - Dois dias depois da derrota, Aécio Neves gravou um vídeo para ser distribuído nas redes sociais. O tom conciliatório do candidato vencido, exibido no discurso de domingo, deu lugar ao do oponente pronto para o combate (Ricardo Moraes/Reuters)

Pelo telefone, a voz de Aécio Neves em nada se parece com a do candidato vencido que, no domingo, ao assumir a derrota, discursou em tom abatido por pouco mais de dois minutos. O timbre mudou — é de novo o de alguém em combate. De sua fazenda em Minas Gerais, o tucano falou a VEJA sobre os erros da campanha, os planos para o futuro e o novo país que ele acredita ter saído destas eleições.

O senhor saiu desta eleição com a maior votação que um candidato do PSDB já teve no segundo turno, o apoio de 51 milhões de brasileiros e o título de “líder natural da oposição”. Como pretende usar esse patrimônio?
Pretendo usá-lo para cumprir minha parte no que será a missão do nosso partido a partir de agora: ser a voz e o sentimento de mais de 50 milhões de brasileiros que demonstraram com a contundência do voto que estão cansados da incompetência e dos desvios éticos desse grupo que está no governo. Desvios éticos que na eleição ficaram ainda mais patentes como o modo de ser deles. O uso despudorado da máquina pública e o terrorismo com que o PT intimidou os eleitores são manifestações de uma mesma visão de mundo, a de que eles são donos do país e podem fazer impunemente tudo o que quiserem. Essa violência não tem paralelo na nossa história democrática. Foram cruéis com os eleitores ao mentir descaradamente para eles. Na baixeza para com seus adversários,
o PT estabeleceu também um novo e degradante patamar. Primeiro o Eduardo Campos e depois a Marina Silva foram tratados não como adversários políticos com visões diferentes das deles. Foram tratados como inimigos da humanidade, como seres humanos moralmente defeituosos, maus e insensíveis. Uma eleição ganha dessa maneira diminui o Brasil perante o mundo e perante nós mesmos. A torpeza de métodos do PT depois se voltou contra mim com toda a força, o que me fez pensar com mais carinho em Eduardo e Marina, pessoas decentes, figuras públicas com contribuições sociais extraordinárias para o povo brasileiro, destroçadas sem dó pela máquina do PT. Mas essa campanha produziu um avanço importante. Enquanto o PT envenenava o horário eleitoral, surgia nas ruas uma reação espontânea de resistência cívica popular. As pessoas retomaram as ruas, redescobriram a coragem. Finalmente, depois de tantos anos, o Brasil perdeu o medo do PT.

Esse sentimento cívico que o senhor despertou vai durar quanto tempo?
A vitalidade que esta campanha injetou nas pessoas é uma força que não se dissipará facilmente. Ela vai nos manter unidos. Esse Brasil sem medo do PT
vai ser percebido logo pelo governo. A sociedade está muito mais atenta, vigilante e serenamente imune ao discurso raivoso dos petistas. A oposição saiu revigorada desse processo. Estou pronto para assumir meu lugar nela.

Sem trégua nem lua de mel, como disse o senador (e candidato a vice na chapa tucana) Aloysio Nunes?
Os 51 milhões de brasileiros que se puseram na oposição nas eleições esperam que seus representantes no Congresso sejam vigilantes e firmes. Que se oponham ao governo, e não ao país. Seremos firmes porque nossos eleitores reprovaram nas urnas os métodos do PT, sua visão de mundo, seus desvios éticos, a forma como compõe o governo e a forma como governa. Não vamos permitir que o governo desvie a atenção dos brasileiros do maior escândalo de corrupção da nossa história, o da Petrobras.

Fonte: www.veja.com.br

O Brasil está nas ruas: “Fora Dilma”

São Paulo, Paraná, Pará com o povo nas ruas

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No Pará:

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Em São Paulo:

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A presidenta reeleição, Dilma Rousseff, não terá vida tranquila.

Em vários Estados populares realizam protestos neste sábado.

E a palavra de ordem é “Fora Dilma”.

 

Anselmo Carvalho volta a ocupar o cargo de secretário de Administração

Controlador-geral vai para pasta onde já havia atuado em substituição a Albert Nóbrega

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Depois de 3 anos, o controlador-geral do Estado, O secretário José Anselmo de Carvalho, que já ocupara a Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SEARH) e que, atualmente, era o controlador-geral do Estado, volta ao antigo cargo.

Atualmente, Anselmo Carvalho ocupava o cargo de Controlador-Geral do Estado.

A governadora o escolheu para a Secretaria de Administração, para substituir Albert Nóbrega, que pediu exoneração na quinta-feira.

Paulista protestam: “Fora Dilma”

Ato público na venida Paulista pede o impeachment de Dilma

Manifestantes pedem impeachment de Dilma na avenida Paulista, em SP

Um ato público na avenida Paulista, neste sábado, 1º de novembro, pede o impeachment da presidente reeleição, Dilma Rousseff.

Populares defendem a saída de Dilma Rousseff da presidente diante da série de escândalos em seus governo.

Entre os participantes estiveram o cantor Lobão e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), filho do também deputado Jair Bolsonaro.

Às 16h, os manifestantes deixaram a avenida Paulista e seguiram pela avenida Brigadeiro Luís Antônio.