Vamos ao debate da Inter TV Cabugi

Robinson e Henrique no ar

Confira os principais momentos, do primeiro bloco do Debate da Inter TV Cabugi:

Quem começa perguntando é o candidato Henrique Alves, com tema livre.

Henrique pergunta como Robinson avalia os problemas habitacionais no Estado e cita os problemas do setor e pede avaliação do programa Minha Casa, Vida.

Robinson Faria começa dizendo que o programa Minha Casa, Minha Vida começou no governo do PT, e cita que o ex-presidente Lula, pediu voto para ele. E lembra que Henrique foi apenas relator do projeto e o programa é do Governo Dilma. Diz que nem sabe se Henrique vota em Dilma e cita que vai construir 40 mil casas e diz que Henrique promete apenas 28 mil casas.

Henrique Alves diz que é um desconhecimento de um ex-deputado ao minimizar o papel de um relator. Henrique diz que mudou o projeto que só atenderia Natal, Parnamirim e Mossoró e agora o Minha Casa, Minha Vida atende todo o Estado.

Robinson diz que é interessante que o candidato se apresenta como candidato das casas e lembra que em 2006 o PMDB entrou com uma ação contra construção de seis mil residências no Estado, mostrando uma perseguição contra Wilma. E diz que muitos perderam casas no Estado.

Robinson pergunta e lembra que Henrique prometeu fazer uma campanha propositiva, mas bastou ficar atrás nas pesquisas para apelar para a baixria.

Henrique diz que é incrível que Robinson diga isso, pois no primeiro turno acusou, com baixaria, o tempo todo assim. Henrique diz que manteve o equilíbrio. Henrique diz que não houve mudança. E questiona o que foi baixo nível. Henrique diz que fez uma campanha clara. E cita que foi consciente sobre o que representa para o Estado e para o país. Henrique diz que o que disse foram constatações.

Robinson declara que no primeiro turno Henrique havia dito que fez um primeiro turno de uma forma e no segundo turno partiu para o ataque. E cita que Henrique perdeu tempo no programa eleitoral. Robinson cita que juiz eleitoral considerou Henrique radical.

Henrique afirma que pelo visto Robinson parece que não assistiu os seus próprios programas. Diz que o constatou foi a questão de casas em que Robinson possui 98 apartamentos em um condomínio. E afirma que isso não foi baixaria e afirma que Robinson não conseguiu responder.

Henrique volta a perguntar.

E diz que nesses quatro meses Robinson andou o Estado e diz que sabe o que em quarenta anos de mandato todo os municípios tem benefícios.

E pergunta o que Robinson fez.

Robinson diz que primeiro Henrique precisa dizer onde nasceu, e cita que em Angicos a situação é de calamidade pública. E cita a frase que quem não faz pela sua terra, não faz pela terra de ninguém. E diz que obras que levou para os municípios era troca de convênios em busca de votos. E diz que isso não é espírito público.

Henrique diz que quem entende dessa situação é o candidato. E cita que  em Angicos existe a Ufersa, com sede no município e diz que foi uma luta que realizou pelo município. E diz que obras como a barragem Oicitica, irrigação da Chapada do Apodi, a duplicação da Reta Tabajara.

Robinson diz que Robério tinha razão quando dizia que Henrique é um deputado cara de pau. E diz  que Henrique não votou em Brasília pela PEC para aprovar a falência dos municípios. E diz que é uma contradição, pois na hora que tem um cargo relevante e não coloca para aprovação um projeto em defesa dos municípios.

Robinson pergunta de novo. E diz que Henrique tem 44 anos de vida pública e que até hoje só aprovou cinco leis e diz que por isso só tem rejeição.

Henrique diz que a pergunta é mau formulada. E afirma que apresentou mais de 600 proposições e cita como exemplo o Minha Casa, Minha Vida, as ZPE´s, a lei dos roaylties. E cita que por isso tem 11 mandatos consecutivos e iniciou combatendo a ditadura.

Robinson diz que Henrique é um candidato que curtiu bastante durante seus mandatos no exterior, enquanto ele viveu no Estado. Diz que Henrique não pode ver um feriadão que corre para o exterior. E cita que Henrique é citado em vários escândalos. Robinson diz que aí reside a rejeiççao.

Henrique diz que é de absoluta irresponsabilidade pois não existe condenção, não tem prova nem julgamento e diz que tudo foi desmoralizado ao lingo de sua carreira. E diz que é assim que chega ao debate, com absoluta tranquilidade. Henrique diz que está desinformados com alegações que não tem base.

Às 22h52

“Precisamos de Robinson no Governo para o RN crescer”, destaca Galeno

Deputado estadual eleito destaca compromisso do candidato ao Governo pelo PSD

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Eleito deputado estadual no último dia 5 de outubro, o médico e ex-prefeito Galeno Torquato (PSD) destacou a importância de eleger o candidato Robinson Faria (PSD) ao Governo do Estado. “Os projetos de Robinson no Governo são fundamentais para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte. Robinson tem projetos para o desenvolvimento social e econômico da região e conta com apoio de prefeitos, deputados e lideranças que como eu irão lutar por melhorias para o nosso Estado”, destacou.

Galeno listou como projetos fundamentais para o Oeste e para o Rio Grande do Norte a reestruturação dos hospitais regionais, a construção de polos industriais e os projetos de Robinson no setor da segurança. “Eu conheço Robinson, confio em seu trabalho e acredito que ele fará um bom governo no Rio Grande do Norte. Como deputado, estarei ao lado de Robinson na Assembleia defendendo projetos que beneficiem a população”, comentou Galeno.

Durante a campanha, o ex-prefeito de São Miguel caminhou com Robinson por todo o Estado na Caravana da Liberdade e aprovou os projetos do candidato. Na reta final da campanha do segundo turno, Galeno pediu aos seus mais de 63 mil eleitores que acreditem na vitória de Robinson. “Peço votos para Robinson porque sei que ele é um homem de palavra e vai promover as mudanças que o Estado precisa com coragem e seriedade”, justifica.

Sandra, Larissa e Izabel mobilizam campanha de Henrique em Mossoró

Deputadas e vereadores de Mossoró visitam empresas 

Sandra, Larissa e Izabel em campanha pró Henrique em Mossoró – Foto: Joyce Moura

A deputada estadual Larissa Rosado (PSB) segue dando reforço, em Mossoró, à candidatura de Henrique Alves (União pela Mudança) a governador. Hoje, a parlamentar participou de reuniões e mobilizações públicas em prol do candidato.

Pela manhã, ao lado da deputada federal Sandra Rosado (PSB) e da vereadora Izabel Montenegro (PMDB), Larissa visitou empresas do setor salineiro, e reiterou importância da eleição de Henrique para o Rio Grande do Norte e Mossoró.

“Henrique reúne experiência e força política, tem ao seu lado um vice-governador também preparado, João Maia, homem de reconhecida capacidade técnica. Eles são os mais qualificados para conduzir a recuperação do Estado”, disse.

Depois da visita às empresas, Larissa participou, à tarde e à noite, de caminhada nos bairros Doze Anos, Boa Vista, Lagoa do Mato, Carnaubal e Belo Horizonte, com Sandra, Izabel, outros vereadores e demais lideranças do grupo.

Outro negócio suspeito faz a Petrobras continuar sangrando

A presidente Dilma sabia? O TCU quer saber

Por: Ricardo Noblat

Êpa! Tem jeito de elefante, presa de elefante, tromba de elefante, mas o governo não admite que seja um elefante. O que será então?

Muita coisa se passou na Petrobras desde que se montou ali um esquema bilionário de desvio de recursos para enriquecer políticos que apoiam o governo e financiar campanhas – a de Dilma, inclusive.

O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu uma auditoria para investigar o pagamento extra de mais de R$ 1 bilhão feito pela Petrobras ao governo boliviano. Tem a ver com a importação do gás boliviano pelo Brasil.

A grana entupiu o tesouro da Bolívia em plena campanha de Evo Morales, o presidente, candidato à reeleição. Por sinal, ele se reelegeu. Pela terceira vez. Aspira mudar a Constituição para poder se reeleger indefinidamente.

Qual o problema do pagamento extra?

Apenas o seguinte: a quantia foi paga a mais sem que nada estivesse previsto no contrato assinado pelos dois países para a compra do gás boliviano.

Quem autorizou o pagamento a mais?

O TCU quer saber.

Por que a Petrobras pagou o que não devia?

O TCU quer saber.

E por que o pagamento, inclusive, retroagiu a meses anteriores ao recebimento da grana pela Bolívia?

Calma. Devagar. O TCU quer saber.

A presidente Dilma sabia?

O TCU quer saber.

Quem sabe ela não se baseou numa parecer “falho” para concordar com o negócio?

Não foi assim no caso da compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras? Pelo menos Dilma diz que foi assim.

Fonte: Blog do Noblat

 

PT canta vitória antecipada e celebra a eficiência do jogo sujo

A verdade sobre o segundo turno em um artigo

Por Reinaldo Azevedo

Os petistas estão numa euforia espantosa. Nesta quinta-feira, cantam a vitória, dão o resultado das urnas como líquido e certo, já contam, como se diz em Dois Córregos, a minha terra, com o ovo na barriga da galinha — ou na entranha da serpente. Nas redes sociais, as agressões atingem altitudes inéditas. A violência retórica toma o lugar do pensamento; a desqualificação do outro vira o principal argumento.

Numa disputa tão acirrada, a despeito do que digam os institutos de pesquisa, é cedo para comemorar. O primeiro turno nos ensinou, já lembrei aqui, que uma eleição só acaba quando termina, com diria Chacrinha.

O que eu lamento — e isto nada tem a ver com as minhas escolhas pessoais — é que há, sim, uma grande chance de essa eleição ser decidida pelo discurso terrorista, pelo medo, pela mentira, pela maledicência, pela má-fé.

Todos os votos são legítimos. Não existe uma consciência ideal que faça escolhas ideais. Mas é preciso repudiar a mentira, venha de onde vier; repudiar a desinformação, pouco importa a sua origem.

O Bolsa Família vai continuar; não depende da vontade do futuro presidente da República. A política de valorização do salário mínimo será mantida, não importa o nome do mandatário nos próximos quatro anos. É mentira que o governo de São Paulo tenha omitido informações sobre a crise hídrica ou que mantenha um racionamento informal.

Pior: busca-se decidir uma eleição desqualificando pessoalmente um adversário. Ignora-se de modo deliberado o que pensa para dar relevo à fofoca, à baixaria, às acusações mais sórdidas.

Governar, acreditem, pode ser mais difícil do que vencer a eleição. Qualquer que seja o presidente da República, começará o mandato em 1º de janeiro sabendo que praticamente a metade dos que compareceram às urnas escolheu outro nome. Mais: dadas as abstenções, brancos e nulos, o próximo titular da Presidência lá terá chegado com o voto da minoria, não da maioria. Assumirá legitimamente o posto, mas isso não muda o fato de que a maioria fez escolhas diversas.

A violência retórica que tomou conta da campanha, com sua indústria de mentiras, desqualificações e difamações, tornará muito difícil o trabalho do mandatário. Infelizmente, há forças políticas no Brasil — e é claro que me refiro especialmente ao PT — que ainda não aprenderam que é a existência de uma oposição ativa que justifica e legitima um governo.

Não tem jeito: os petistas acreditam que só um resultado é legítimo nas urnas: o que lhes dá a vitória. Os companheiros aceitam o pressuposto democrático, desde que vençam. Essa concepção de política já chegou ao colapso. Caso se sagre vitoriosa ainda desta vez, será por muito pouco. E será em razão do terror. Caso o PT realmente vença, terá quatro anos turbulentos pela frente. Se é que vai conseguir, nessa hipótese, chegar ao fim do mandato.

Por Reinaldo Azevedo

Dilma tem 53%, e Aécio, 47% dos votos válidos, diz pesquisa Datafolha

Levantamento com 9.910 eleitores foi feito nos dias 22 e 23 de outubro

Margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
Dilma Rousseff (PT): 53%
Aécio Neves (PSDB): 47%

Datafolha - 23.10 (Foto: Arte/G1)

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

De acordo com o Datafolha, a presidenteDilma Rousseff (PT) tem uma vantagem inédita sobre Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 22, Dilma tinha 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

– Dilma Rousseff (PT): 48%
Aécio Neves (PSDB): 42%
– Em branco/nulo/nenhum: 5%
– Não sabe: 5%

O Datafolha ouviu 9.910 eleitores em 399 municípios nos dia 22 e 23 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01162/2014.

Certeza do voto
O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Dilma
46% – votariam com certeza
15% – talvez votassem
37% – não votariam de jeito nenhum
1% – não sabe

Aécio
39% – votariam com certeza
18% – talvez votassem
41% – não votariam de jeito nenhum
2% – não sabem

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país).

Fonte: www.g1.com.br

Ibope: Dilma tem 54%, e Aécio, 46%

Candidata petista estava em desvantagem numérica, vira sobre o tucano e aparece com vantagem fora da margem de erro, que é de 2 pontos percentuais

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
– Dilma Rousseff (PT): 54%
– Aécio Neves (PSDB): 46%

Ibope - 23.10 (Foto: Arte/G1)

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S. Paulo”.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

– Dilma Rousseff (PT): 49%
– Aécio Neves (PSDB): 41%
– Branco/nulo: 7%
– Não sabe/não respondeu: 3%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01168/2014.

Rejeição
O Ibope perguntou, independentemente da intenção de voto, em qual candidato o eleitor não votaria de jeito nenhum. Veja os números:
Aécio – 42%
Dilma – 36%

Expectativa de vitória
O Ibope também perguntou aos entrevistados quem eles acham que será o próximo presidente da República, independentemente da intenção de voto. Para 51%, Dilma sairá vitoriosa; 38% acreditam que Aécio ganhará; 10% não sabem ou não responderam.

1º turno
No primeiro turno, Dilma teve 41,59% dos votos válidos e Aécio, 33,55% (veja os números completos da apuração no país).

Fonte: g1.com.br

Para Fafá Rosado 2016 já começou…

…e faz tempo!!!

Dois dias depois de terem sido computados os votos do primeiro turno, a ex-prefeita de Mossoró, Fafá Rosado (PMDB) que disputou uma vaga de deputado federal, sem sucesso, surpreendeu a um grupo amigas.

Ao chegar de sorriso aberto em uma reunião de uma instituição filantrópica de Mossoró, da qual faz parte, Fafá surpreendeu a maioria de suas amigas.

A maioria pensava que diante do insucesso eleitoral, Fafá Rosado estaria baixo estral e nem marcaria presença no evento.

Foi então que uma das presentes, lembrou a outra amiga:

– Fafá está com jeito de quem vai ser prefeita de novo.

É que para Fafá Rosado 2016 já começou.

E, faz tempo!

Pelo menos é o que tem captado o Velho Apache Antenado que hoje resolveu justificar o salário que é elevado e está, ao contrário do pagamento do Estado, rigorosamente, em dia.

 

O Velho Apache Antenado vai propor um título de “Menino Besta” para Carlos Augusto Rosado

O chefe da Casa Civil teria apresentado uma lista de exigências para apoio “por baixo do pano” de Rosalba

Que o chefe da Casa Civil do Estado, Carlos Augusto Rosado já foi tido e havido como o maior articulador político da mossoroen (cidade), todos sabem.

E que ele também é o mentor-articulador político-partidário, de sua mulher, a governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, é do domínio público.

Todavia, porém, entretanto, no entanto, o Velho Apache Antenado descobriu uma nova faceta do “Velho Ravenga” de luta.

É a de “Menino Besta”.

Pois, não é que, conforme uma fonte com crachá de trânsito livre no “Canteiro da Rosa”, Carlos Augusto Rosado andou fazendo uma série de exigências – leia-se pleitos -, para que o grupo da governadora pedisse voto “por baixo do pano” para certo postulante?

Quer saber algumas das exigências – ou seriam pleitos?

Então, vamos lá:

1.Que o processo de impeachement contra a governadora do Estado, Rosalba Ciarlini, que tramita na Assembleia Legislativa fosse arquivado.

2.Que os processos que dispõem sobre a inelegibilidade da governadora do Estado, Rosalba Ciarlini, fossem resolvidos, em Brasília.

Estes teriam sido os dois primeiros pleitos.

Porém, um terceiro, que trata do pedido da “cabeça” de uma liderança da política mossoroense, o Velho Apache Antenado está avaliando com sua assessoria jurídica – é o fraco -, se pode divulgar.

Diante desses pedidos, o Velho Apache Antenado vai propor que seja conferido o título de “Menino Besta” ao chefe da Casa Civil, Carlos Augusto Rosado.

 

 

 

Fim da greve na saúde em Mossoró

Servidores da saúde encerram greve e voltam ao trabalho nesta sexta-feira, 24

Em assembleia ocorrida na manhã desta quinta-feira, 23,

Os servidores da saúde do município decidiram pelo fim da greve da categoria que cerca de 40 dias.

A decisão foi tomada em assembleia geral realizada na manhã desta quinta-feira, 23, no Hotel Villa Oeste.

A presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum), Marleide Cunha anunciou que algumas reivindicações da categoria foram atendidas pela Prefeitura de Mossoró.

Ela destaca entre os pontos atendidos pela Prefeitura Municipal o da insalubridade que agora será no salário base e não pelo mínimo como era antes.

Outro ponto citado é o do piso salarial dos agentes comunitários de saúde e de endemias chegará a R$ 1.096, um pouco acima do piso nacional que é de R$ 1.014, salário de 40 horas para a estratégia da saúde da família, entre outros ponto.

Ainda conforme a presidente do Sindiserpum os servidores que ganham até R$ 1.076 terão direito ao auxílio-transporte a partir de janeiro.

Já sobre o Plano de Cargo e Carreira, a sindicalista destacou que ainda haverá discussões para que ele esteja pronto em abril do próximo ano.

Os servidores voltam ao trabalho  já nesta sexta-feira, 24.