Artigo: Elviro Rebouças

Povo Insatisfeito, candidatos não empogam e Dilma de Salvando

ELVIRO I

Elviro Rebouças

As mais recentes pesquisas publicadas na semana que encerramos, pelos institutos Datafolha, Sensus e Ibope, todos de alta credibilidade, revelam, com sonância linear, que apesar da clara insatisfação popular ao atual governo federal (os que discordam já são mais numerosos que os acordantes), há atualmente uma falta de empatia pelos candidatos Aécio Neves, Senador e ex-governador das Minas Gerais, neto do ex-presidente Tancredo Neves que, diga-se, embalou o Brasil nas “Diretas Já” em 1984, e foi efeito Presidente pelo colégio eleitoral, em 1985, mas contando com o povo nas ruas apoiando a sua eleição, num fecho do cruento ciclo discricionário inaugurado em 1964, e Eduardo Campos, ex-governador de Pernambuco, neto do mitológico ex-governador Miguel Arraes, mas a cria com pouca visibilidade nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, e a sua candidatura apegada ao nome de sua companheira, ex-senadora Marina Silva, nortista do Acre, cuja postulação em 2010 arremeteu a eleição presidencial a um imprevisto segundo turno, com votação digna de nota, mesmo tendo sida a terceira colocada. O governo da presidente Dilma Rousseff chega ao período eleitoral com a pior combinação entre crescimento (pífio) e inflação (alta) dos últimos anos. Políticos de variados matizes sabem que a eles convém, embora não seja do interesse público, apertar os cintos no início do mandato com vistas a fomentar a economia no ano do pleito. Devido a seu intervencionismo atabalhoado, e não por causa de elevadas considerações morais, nem isso a administração petista conseguiu fazer. Economistas, quase à unanimidade, estimam que o PIB avançará menos de 1% em 2014; o próprio governo já admite crescimento de apenas 1,8%, os preços dão pouca trégua; a indústria se retrai; a confiança de empresários e consumidores despenca. Não era difícil antever esse cenário, mas só agora a equipe da presidente emite sinais de que ela reconhece equívocos e pretende corrigi-los se for reconduzida ao cargo. E os números das pesquisas revelam, sem discrepância, que Dilma Rousseff está com francas chances de vitória, embora estejamos hoje a mais de sessenta dias da escolha dos novos governantes. Claramente, não há novidade que tenha alcançado ao olfato popular, parecendo que o bolsa família e a minha casa, minha vida estão em prevalência, mesmo com tanto tempo de vitoriosamente lançados. Se o mea-culpa tardio for sincero, que seja bem-vindo. Com o país à beira da recessão, porém, a estratégia não parece denotar súbito arroubo de lucidez. Antes, soa como uma tentativa quase desesperada de reconquistar apoios ou, no mínimo, reduzir a rejeição a Dilma. Tenta-se passar a impressão de que as intenções, sempre boas e corretas, foram comprometidas na fase da execução. O caso mais citado é o do setor elétrico. Segundo a narrativa oficial, o governo apenas queria reforçar a competitividade da indústria e errou na mão. A realidade, contudo, é menos rósea. Num gesto populista, a presidente decidiu que as tarifas deveriam cair 20%. Todas as decisões subsequentes tiveram de se adaptar a essa premissa. O “erro” desorganizou o setor e deixou a Eletrobrás em situação falimentar. A conta, que já chega a dezenas de bilhões de reais, um dia será repassada aos consumidores, mais breve do que possa se pensar. Até a desoneração da folha de pagamento começa a ser vista como um benefício excessivo. Estendida a uma infinidade de segmentos, pesou demais para o Tesouro. Se o governo se arrepende da iniciativa, no entanto, por que a presidente decidiu torná-la permanente a poucos meses do pleito? Perdeu-se, ademais, muito tempo em debates ideológicos sobre regras dos leilões de concessões. Disso resultou a estagnação dos investimentos em infraestrutura – que deveriam ter sido fonte importante de dinamismo econômico. Longe de ser acidental, o acúmulo de problemas decorre da falta de compreensão acerca dos reais desafios a enfrentar. Evidenciou-se, há muito, que o governo nunca teve um plano; perdeu-se nas emergências do dia a dia. Na última quinta-feira, dia 24, A dívida pública mobiliária – em títulos públicos – interna subiu para estratosféricos R$ 2,111 trilhões, segundo anunciou a Secretaria do Tesouro Nacional, deixando evidente que estamos emitindo títulos para pagar o custeio da máquina administrativa, quase nada em investimentos. Quanto às obras fundamentais ao desenvolvimento sócio-econômico, vão sendo levadas de barriga, só Deus sabe quando o nosso dia chegará. Registre-se, por último, que enquanto os políticos rufam os tambores para mais uma campanha eleitoral, o povo, das grandes capitais aos grotões, está inteiramente infenso a tal façanha, parecendo, permita leitor minha opinião, que há uma nítida incredulidade no que se diz nas praças, mas nunca se cumpre nos governos e nas casas legislativas. Você concorda comigo?

*Elviro Rebouças é economista e empresário

Só Cristo Salva

Reflexão

Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

João 14:6-7

Laurita e Rose na residência de Fafá

Esposa de Henrique Alves acompanha candidato em agenda em Mossoró

Laurita Arruda e Rose Cantídio em reunião na casa de Fafá Rosado – Foto: iPad Skarlack

A jornalista Laurita Arruda, esposa do candidato ao Governo do Estado, Henrique Eduardo Alves, ao lado de Rose Cantídio, presidente de honra do PMDB, em Mossoró, durante visita do parlamentar ao deputado estadual, Leonardo Nogueira e ex-prefeita de Mossoró, Fafá Rosado.

Fafá e Leonardo entregam sugestões para Plano de Governo de Henrique

Projetos e ações executadas na Prefeitura de Mossoró são sugeridas a candidato a governador

Henrique Alves recebe sugestões de Fafá e Leonardo para seu Plano de Governo – Foto: iPad Skarlack

A ex-prefeita de Mossoró que disputa uma vaga de deputado federal, Fafá Rosado (PMDB) e o deputado estadual que tenta mais um mandato, Leonardo Nogueira (PMDB), aproveitaram a visita do candidato ao Governo, Henrique Alves (PMDB), para apresentar algumas sugestões.

Foi através de um documento no qual foram apresentados alguns projetos que foram executados e, com sucesso, por Fafá, quando prefeita de Mossoró.

Henrique Alves assegurou que as sugestões serão avaliadas pela equipe que elabora seu Plano de Governo.

Francisco Carlos anuncia apoio a Henrique Alves

Presidente da Câmara Municipal de Mossoró apoiará candidato ao Governo do PMDB

Francisco Carlos anuncia apoio a Henrique Alves para o Governo – Fotos: iPad Skarlack

O vereador e presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Francisco Carlos, do PV, oficializou apoio ao candidato ao Governo do Estado, Henrique Eduardo Alves, do PMDB.

O anúncio foi feito durante estada de Henrique Alves na residência da ex-prefeita de Mossoró e candidata a deputado federal, Fafá Rosado (PMDB) e do deputado estadual e candidato à reeleição, Leonardo Nogueira (DEM).

Além de seguir a liderança de Fafá, Francisco Carlos destacou o preparo de Henrique Alves para governar o Rio Grande do Norte.

Henrique Alves agradeceu o apoio e destacou a importância do apoio.

 

Fafá Rosado recepciona Henrique Alves

Candidato ao governo do estado, Henrique Alves, se reúne com Fafá e Leonardo Nogueira

Candidata a deputado federal, a ex-prefeita de Mossoró, Fafá Rosado, recebe Henrique Alves em sua residência. Ao lado de Fafá, Leonardo Nogueira e o presidente da Câmara Municipal de Mossoró Francisco Carlos que anuncia apoio ao candidato a governador, Henrique Alves. Que imediatamente agradece a confiança depositada em seu projeto para o Rio Grande do Norte.

 

Fotos: iPad Skarlack

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Henrique fala em união para recuperar o RN

Henrique discursa no Kikos eventos em Mossoró

Henrique Alves começa seu discurso afirmando que a união que tem contado com presenças de partidos como o PSB de Wilma de Faria, Sandra Rosado e Larissa Rosado é para valer e para recuperar o Rio Grande do Norte.

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Sandra e Larissa Rosado lançam candidatura em Mossoró

Evento reuniu políticos, militância e amigos no Kikos Eventos neste sábado, 26

As deputadas Sandra e Larissa Rosado concluem a agenda de lançamento de campanha com encontro no Kikos eventos. Participaram do lançamento o candidato ao governo, Henrique Alves, a candidata ao Senado, Wilma de Faria e o ministro Garibaldi Filho. Também ao lado das deputadas estiveram, a militância, amigos e familiares.

Fotos: iPad Skarlack

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Henrique, Wilma e Garibaldi chegam ao Kikos Eventos

Candidatos começam a chegar para lançamento da campanha das deputadas Sandra e Larissa Rosado

Fotos: iPad Skarlack

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Presidência da Porcellanati envia ofício à Potigás e Cosern

Indústria tenta quitar dívida para retomar produção

Presidência da Porcellanati tenta fazer acordo com credores objetivando retomar a produção

Presidência da Porcellanati tenta fazer acordo com credores objetivando retomar a produção

A presidência da Porcellanati Revestimentos Cerâmicos S.A, enviou nesta sexta-feira, 25, um ofício aos seus maiores credores, a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern) e a Companhia Potiguar de Gás (Potigás).

De acordo com a presidência, este documento é uma tentativa de quitação da dívida existente entre a Porcellanati e as Companhias. Em seu teor, o ofício solicita o parcelamento da dívida acumulada pelo cliente (Porcellanati).

A presidência não revelou a quantidade das parcelas e o seus valores. Mas, afirmou que caso essa dívida seja distribuída em parcelas, em breve a fábrica – localizada em Mossoró, Rio Grande do Norte – retoma sua produção.