Governo do Estado ignora lambança que fez no Complexo Viário da Abolição

Câmara lamenta ausência de responsáveis por obras do Complexo da Abolição
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Vereador Francisco Carlos lamenta descaso do Governo do Estado que evita e explicar sobre problemas no Complexo Viário – Fotos: Assessoria

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A reunião entre os responsáveis pelas obras do Complexo Viário da Abolição, que deveria acontecer na tarde desta quarta-feira (27), na sala da Presidência da Câmara, não foi realizada devido à ausência de representantes das instituições.
Haviam sido convocados a Secretaria Estadual de Infraestrutura, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, o DNIT e as empresas responsáveis pela obra, CLC e EIT. Desses, apenas a Prefeitura de Mossoró enviou representante, o engenheiro José Couto. O DNIT já havia justificado ausência, devido a compromissos agendados anteriormente. A EIT também havia se pronunciado, afirmando que não teria mais vínculos com a referida obra. Já a Secretaria Estadual de Infraestrutura chegou a confirmar, na manhã desta quarta-feira, que a secretária Kátia Pinto seria representada pelo engenheiro Yuri Tasso.
O objetivo da reunião era obter esclarecimentos sobre o projeto executivo e a própria execução da obra, que tem sido causa de preocupação para os mossoroenses.
Diante da ausência dos representantes, o presidente da Casa, vereador Francisco Carlos (PV) afirmou que o tema será levado a plenário e uma audiência pública será agendada para os próximos dias, havendo a convocação dos entes públicos. “A Câmara lamenta a ausência dos representantes, mas devido à importância do tema, iremos insistir no assunto e convocar mais uma vez esses entes para uma audiência pública para o mais breve possível”, afirmou Francisco Carlos.
Além do presidente, estiveram presentes os vereadores Genivan Vale e Nacízio Silva. O professor aposentado Lindemberg Gomes tomou conhecimento da reunião e também compareceu à presidência da Câmara.

 

Fafá e Leonardo retomam agenda em Mossoró

Candidatos visitaram os bairros Dom Jaime Câmara e Teimosos

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Os candidatos Leonardo Nogueira e Fafá Rosado visitam bispo Dom Mariano e Pastor Miranda – Fotos: Assessoria

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Na tarde desta quarta-feira, 27, Fafá Rosado – PMDB e Leonardo Nogueira – Dem retomaram as visitas aos bairros. Depois de dois dias de reuniões em Natal ,com retorno pela manhã, a dobradinha visitou os bairros Dom Jaime Câmara e Teimosos.

Nas ruas muita gente esperando pelos candidatos a Deputado Federal, Fafá, e Estadual, Leonardo. Os moradores reclamaram muito da saída da ex-prefeita, devido ao esquecimento que a região vem sofrendo depois que Fafá deixou a prefeitura de Mossoró.

Em seu discurso  a candidata falou da drenagem do bairro teimosos que estava quase pronta mas não foi dada continuidade. “Essa drenagem nós deixamos praticamente concluída, para quem viesse depois dar continuidade, e o mais importante, deixamos o dinheiro já assegurado para esta grande obra que era um desejo de todos aqui na região.”

Já Leonardo Nogueira falou sobre a desesperança que o povo está sentindo em relação a política e aos políticos, com a instabilidade vivida recentemente. “Isto nos preocupa, porque mostra um desalento muito grande, mas é importante ter esperança, acreditar e procurar votar em quem realmente fez e fará por Mossoró.”

Agenda de amanhã, dobradinha 25111 e 1515

09h – Visita ao Bispo Diocesano

10h – Visita ao Pastor Miranda

15h – Visita a Casa dos Ferros

16h – Visita ao Jornal Gazeta do Oeste

17h – Caminhada- Bairro  Santo Antônio

Saída: Cruzamento das ruas Luiz Colombo com avenida Rio Branco – ref. Mercantil Serrano

Final: Cruzamento da Rua Riachuelo com João Cordeiro.

20h – Reunião de calçada no Parque das Rosas. Rua Vitória Régis, 15. Referência: seguindo pela São Jerônimo dobra no Supermercado Canaã. Casa de Nov

 

Entrevista: Marina Silva

Candidata do PSB no Jornal Nacional

O Jornal Nacional deu sequência à série de entrevistas com os principais candidatos à Presidência da República, em que são abordadas questões polêmicas das candidaturas e o desempenho deles em cargos públicos. O Bom Dia Brasil e o Jornal da Globo também vão receber os candidatos nas próximas semanas.

O tempo total da entrevista foi de 15 minutos, dos quais foram reservados, mais uma vez, o último minuto e meio para que a candidata falesse resumidamente sobre os projetos que ele considera prioritários se for eleito. Neste quarta-feira, 27, o JN recebeu Marina Silva, do PSB.William Bonner: Boa noite, candidata.Marina Silva: Boa noite, William. Boa noite, Patrícia.

William Bonner: Muito obrigado pela sua presença. O tempo da entrevista começa a ser contado a partir de agora. Candidata, o avião que o PSB vinha utilizando na campanha eleitoral, até aquele acidente trágico de duas semanas atrás, está sendo investigado pelas autoridades competentes. Ele foi objeto de uma transação milionária feita por meio de laranjas. Essa transação não foi informada na prestação de contas prévia, parcial, à Justiça Eleitoral. A senhora tem dito que vai inaugurar uma nova forma de fazer política, que todo político tem que ter certeza absoluta da correção de seus atos. No entanto, a senhora usou aquele avião como teria feito qualquer representante daquilo que a senhora chama de velha política. Eu lhe pergunto: a senhora procurou saber que avião era aquele, quem tinha pago por aquele avião, ou a senhora confiou cegamente nos seus aliados?

Marina Silva: Nós tínhamos, William, uma informação de que era um empréstimo, que seria feito um ressarcimento, num prazo legal, que pode ser feito, segundo a própria Justiça Eleitoral, até o encerramento da campanha. E que esse ressarcimento seria feito pelo comitê financeiro do candidato. Existem duas formas, três formas, aliás, de fazer o provimento da campanha: pelo partido, pelo comitê financeiro do candidato e pelo comitê financeiro da coligação. Nesse caso, pelo comitê financeiro do candidato. Essas informações eram as informações que nós tínhamos.

William Bonner: A senhora sabia dos laranjas? Essa informação foi passada para a senhora como candidata a vice-presidente?

Marina Silva: Não tinha nenhuma informação quanto a qualquer ilegalidade referente à postura dos proprietários do avião.

William Bonner: Eu lhe pergunto isso…

Marina Silva: As informações que tínhamos eram exatamente aquelas referente à forma legal de adquirir o provimento desse serviço. Agora, uma coisa que eu quero dizer para todos aqueles que estão nos acompanhando é que, para além das informações que estão sendo prestadas pelo partido, há uma investigação que está sendo feita pela Polícia Federal. E o nosso interesse e a nossa determinação é de que essas investigações sejam feitas com todo o rigor para que a sociedade possa ter os esclarecimentos e para que não se cometa uma injustiça com a memória de Eduardo.

William Bonner: Candidata, quando os políticos são confrontados ou cobrados por alguma irregularidade, é muito comum que eles digam que não sabiam, que foram enganados, que foram traídos, que tudo tem que ser investigado, que se houver culpados, eles sejam punidos. Este é um discurso muito, muito comum aqui no Brasil. E é o discurso que a senhora está usando neste momento. Eu lhe pergunto: em que esse seu comportamento difere do comportamento que a senhora combate tanto da tal velha política?

Marina Silva: Difere no sentido de que esse é o discurso que eu tenho utilizado, William, para todas as situações. Inclusive quando envolve os meus adversários. E não como retórica, mas como desejo de quem de fato quer que as investigações aconteçam. Porque o meu compromisso e o compromisso de todos aqueles que querem a renovação da política é com a verdade. E a verdade, ela não virá nem apenas pelas mãos do partido e nem, também, apenas pela investigação da imprensa. Que eu respeito o trabalho de vocês. Ela terá que ser aferida pela investigação que está sendo feita pela Polícia Federal. Isso não tem nada a ver com querer tangenciar ou se livrar do problema. Muito pelo contrário, é você enfrentar o problema para que a sociedade possa, com transparência, ter acesso às informações.

William Bonner: Candidata…

Marina Silva: O compromisso é com a verdade.

William Bonner: Agora, é que a senhora tem uma postura bem rigorosa no que diz respeito à ética, no discurso, quando a senhora se dirige aos seus adversários. Esse rigor ético que a senhora exige dos seus adversários nos faz perguntar e insistir se a senhora antes de voar naquele avião não teria então deixado de fazer a pergunta obrigatória se estava tudo em ordem em relação àquele voo. Não lhe faltou o rigor que a senhora exige dos seus adversários?

Marina Silva: O rigor é tomar as informações com aqueles que deveriam prestar as informações em relação à forma como aquele avião estava prestando serviço. E a forma como estava prestando serviço era por um empréstimo que seria ressarcido pelo comitê financeiro. Agora, em relação à postura dos empresários, os problemas que estão sendo identificados agora pela imprensa, e que com certeza serão esclarecidos pela Polícia Federal, esses, eu, como todos os brasileiros, estou aguardando. E com todo rigor. Eu não uso, William, de dois pesos e duas medidas. Não é? A métrica, a régua com que eu meço os meus adversários, é porque eu a uso em primeiro lugar comigo. E, neste momento, o meu maior interesse é de que tenhamos todos os esclarecimentos. Agora, uma coisa eu te digo: a forma como o serviço estava sendo prestado era exatamente esse do empréstimo, para que depois tivéssemos a forma de ressarcimento pelo comitê financeiro.

Patrícia Poeta: Ok. Candidata, vamos falar agora das eleições de 2010. A senhora obteve uma votação expressiva. Foram quase 20 milhões de votos. Mas o seu desempenho no seu estado, o Acre, onde a senhora fez toda a sua carreira política, onde as pessoas conhecem muito bem a sua forma de atuação e onde suas ideias e as suas ações são de conhecimento amplo por parte dos eleitores, a senhora tirou terceiro lugar. Ficou com metade dos votos do primeiro colocado, o então candidato pelo PSDB, José Serra. Ou seja, o eleitor acreano votou pesadamente na oposição ao governo federal. Aos eleitores dos outros estados do país que não a conhecem tão bem, como é que a senhora explicaria essa desaprovação clara no seu berço político?

Marina Silva: Em primeiro lugar é que esse terceiro lugar não estava tão distante do segundo. Eu fiquei muito próxima do segundo lugar, que foi a presidente Dilma.

Patrícia Poeta: Sim, mas foi metade do primeiro.

William Bonner: Metade do primeiro.

Patrícia Poeta: Metade do primeiro. Eu tenho aqui os números: 23,45%, a senhora; 52,13%, José Serra.

Marina Silva: Tem uma coisa, Patrícia, que até é um provérbio que a gente usa muito: é muito difícil ser profeta em sua própria terra. Sabe por quê? Porque, às vezes, a gente tem que confrontar os interesses. Eu venho de uma trajetória política que, desde os meus 17 anos, eu tive que confrontar muitos interesses no meu estado do Acre ao lado de Chico Mendes, ao lado de pessoas que se posicionaram ao lado da Justiça, da defesa dos índios, dos seringueiros, da ética na política. Isso fez com que eu tivesse que seguir uma trajetória que não era o caminho mais fácil. Aliás, na minha vida, nunca é fácil, não é? E, nesse caso, eu era candidata por um partido pequeno, em que…

Patrícia Poeta: Candidata…

Marina Silva: Não, mas deixa eu esclarecer…

Patrícia Poeta: Então tá, conclua aí para que a gente possa seguir aqui e fazer outras perguntas.

Marina Silva: Exatamente.

Patrícia Poeta: É justo com o telespectador.

Marina Silva: Por um partido pequeno, concorrendo contra duas máquinas muito poderosas, com 1 minuto e 20 segundos de televisão. E, mesmo assim, a candidata do PT, que tinha o governo do estado, senadores, deputados, vereadores, prefeitos… Eu fiquei muito próxima a ela. E isso…

Patrícia Poeta: O que eu estou querendo dizer é o seguinte: o berço político de um candidato é onde ele é mais conhecido pelos eleitores. Isso pode ser uma enorme vantagem para um candidato ou não. No seu caso não foi. Não seria como se os acreanos estivessem dizendo uma variação daquele velho ditado: “Quem não a conhece que vote na senhora”?

Marina Silva: Talvez você não conheça bem a minha trajetória.

Patrícia Poeta: Conheço, conheço, conheço, candidata. Nós estudamos bastante antes de fazer essa entrevista.

Marina Silva: Eu, como senadora… Mas eu faço questão de dizer porque eu acho que você tem um certo desconhecimento do que que significa ser senadora vindo da situação que eu vim. Eu não sou filha de político tradicional, não sou filha de nenhum empresário, porque, no meu estado, até a minha eleição, para ser senador da República, era preciso ser filho de ex-governador, era preciso ser filho de alguém que tivesse, de preferência, um jornal, uma TV e uma rádio para falar bem de si mesmo e falar mal daqueles que ficavam defendendo a Justiça.

Patrícia Poeta: A culpa é dos acreanos então?

Marina Silva: Não, não é culpa dos acreanos. É culpa das circunstâncias. Os acreanos foram muito generosos comigo em muitas vezes. Eu já cheguei a ficar quatro anos sem poder andar na metade do meu estado. Sabe por quê? Porque queriam fazer uma estrada sem estudo de impacto ambiental, sem respeitar terras dos índios e as unidades de conservação. E eu não podia trocar o futuro das futuras gerações pelas próximas eleições.

William Bonner: Candidata…

Marina Silva: Eu preferi pagar o preço de até perder os votos, mas lembra quando eu saí do Ministério do Meio Ambiente, que eu disse que eu perdia o pescoço, mas não perdia o juízo?

William Bonner: Vamos falar da sua chapa, candidata?

Marina Silva: Essa foi a minha trajetória no estado do Acre, essa tem sido a minha trajetória no Brasil e é assim que eu quero governar o Brasil.

William Bonner: Candidata.

Marina Silva: Fazendo aquilo que é necessário para as futuras gerações.

William Bonner: Candidata, me permita interrompê-la…

Marina Silva: E não o que é necessário para ganhar voto para as próximas eleições.

Patrícia Poeta: Daqui a pouquinho a senhora vai poder falar no um minuto e meio.

William Bonner: Me permita interrompê-la só para gente prosseguir com a entrevista. Queria falar sobre a sua chapa.  O vice na sua chapa: Beto Albuquerque. Ele foi um dos principais articuladores no Congresso Nacional da aprovação da medida provisória que aprovou o cultivo da soja transgênica aqui no Brasil. Ele também foi favorável a pesquisas com células-tronco embrionárias, são dois pontos em que eles se opõem a posições suas do passado. Além disso, ele aceitou doações de campanha – quando candidato – de setores da economia que a senhora não admitiria, setor de fabricantes de armas, fabricantes de bebidas. Esses exemplos não mostram que Marina e Beto Albuquerque são a união de opostos, aquela união de opostos tão comum na velha política, apenas para viabilizar uma chapa, para viabilizar uma eleição. O que que há de novo nessa política, candidata?

Marina Silva: Em primeiro lugar, mais uma vez eu quero trazer as informações para que a gente possa trabalhar com a realidade dos fatos. Uma questão fundamental: nós somos diferentes e a nova política sabe trabalhar na diversidade e na diferença. Agora, o fato do Beto ter uma posição diferente da minha em relação a transgênico em um aspecto. Há uma lenda de que eu sou contra os transgênicos. Mas isso não é verdade. Sabe o que que eu defendia quando era ministra do Meio Ambiente? O modelo de coexistência, o que significa áreas com transgênico e áreas livres de transgênico. Infelizmente no Congresso Nacional não passou a proposta do modelo de coexistência. E o Beto votou na proposta que acabou fazendo com que…

William Bonner: Mas na questão das células embrionárias há uma oposição forte…

Marina Silva: Nas células…

William Bonner: Mas eu lhe pergunto.  Veja se eu entendi: quando a união de opostos se dá com a senhora e alguém, então isso é uma união em prol do Brasil, é a superação de divergências. Quando essa união de opostos se dá com adversários seus, aí é o modelo da velha política, é uma conveniência eleitoral.

Marina Silva: Mais uma vez, William, eu quero dizer que você está trabalhando apenas com um lado da moeda.

William Bonner: Por quê?

Marina Silva: Você está trabalhando com o lado das diferenças que eu e Beto temos no episódio das células-tronco, que ele defende…

William Bonner: Não, não. Estou confrontando apenas com posições que a senhora tem assumido sobre a nova política em oposição à velha política. E não está clara para mim a diferença quando a gente vê dois candidatos de posições opostas unidos numa chapa. Era só essa a questão.

Marina Silva: Não está claro pra você, mas eu vou deixar claro para o telespectador. Mais uma vez eu insisto: você está apenas com um lado da moeda. Por exemplo, eu e Beto temos uma visão diferente em relação às células-tronco e em relação a transgênico. Mas tivemos um trabalho juntos, no Congresso Nacional, quando ele foi o relator da Lei de Gestão de Florestas Públicas do Ministério do Meio Ambiente, que criou o Serviço Florestal e que me ajudou a aprovar a lei da Mata Atlântica e tantas outras medidas importantes para o Ministério do Meio Ambiente. A vida não tem essa simplificação que muitas vezes a gente acha. Isso não tem nada a ver com velha política. Eu marquei a minha trajetória de vida trabalhando com os diferentes, na diversidade. E aí você está dando a oportunidade de que os telespectadores possam ver que essa história de que a Marina é intransigente.

Patrícia Poeta: Tá faltando um minuto, candidata.

Fonte: www,g1.com.br

Marina Silva: Que só conversa com aqueles que pensam igual a ela, não é tão verdade assim.

Patrícia Poeta: A senhora agora pode, então, usar esse um minuto e meio e falar com os seus telespectadores: dos projetos que a senhora tem para o país, quais seriam os prioritários?

Marina Silva: Em primeiro lugar, eu gostaria de poder dizer para os nossos telespectadores que um dos projetos mais importantes, neste momento da história do Brasil, é que a gente possa renovar a política. De que a gente não desista de ter na política aquilo que os brasileiros tanto querem, que é vê-la a serviço de resolver os principais problemas do cidadão. Infelizmente, a política tem sido motivo de apartação, de contenda, da luta do poder pelo poder. Para mim, a política deve ser utilizada para unir as pessoas, para que, mesmo com interesses diferentes, a gente seja capaz de mediar os conflitos e fazer aquilo que é melhor para o benefício do povo brasileiro. Como presidente da República, eu quero que você me ajude a ser presidente da República para ser a primeira presidente que vai, que assume o compromisso de que não vai buscar uma nova eleição, porque eu não quero ter um mandato que comprometa o futuro das próximas gerações.

Patrícia Poeta: OK, candidata.

Marina Silva: Eu quero para que a gente possa ter uma agenda para mudar o Brasil.

Patrícia Poeta: OK, 15 minutos já, 15 minutos e 16 segundos. Obrigada pela sua entrevista.

William Bonner: Muito obrigada candidata Marina Silva pela sua participação, pela sua entrevista no Jornal Nacional.

Prefeito lança projeto Banda de Música na Praça

Solenidade aconteceu na Praça do Teatro Dix-huit Rosado

 

Prefeito Francisco José Júnior lança projeto Banda de Música na Praça – Fotos: iPad Skarlack

O prefeito Francisco José Júnior instalou o projeto Banda de Música Artur Paraguai e Convidados.

O evento marca o início das festividades dos 10 anos do Teatro Municipal Dix-huit Rosado.

O ato de instalação aconteceu na Praça do Teatro Dix-huit Rosado.

Consult divulga pesquisa

Pesquisa ouviu 1.700 eleitores em todo o Rio Grande do Norte

Encomendada pelo BlogdoBG e a 98FM foi divulgada hoje a pesquisa Consult, que foi as ruas entre 23 a 25 de agosto e entrevistou 1700 eleitores em todo o RN. A pesquisa foi registrada com o número BR 00439/2014, tem margem de erro de 2.2%, com confiabilidade de 95%, e pesquisou as intenções de voto para Presidente, Governador, Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual.

Governo

Henrique Alves (PMDB) – 35,12%
Robinson Faria (PSD) – 25,29%
Robério Paulino (PSOL) – 0,88%
Simone Dutra (PSTU) – 0,71%
Araken Farias (0,47%)
Nenhum – 20,35%
Não sabem – 17,18%

Rejeição para o Governo
Henrique – 13,6%
Robinson – 9,9%
Araken – 2,9%
Robério – 2,1%
Simone – 1,7%

Senado
Wilma de Faria (PSB) – 34%
Fátima Bezerra (PT) – 31,59%
Ana Célia (PSTU) – 1,18%
Roberto Ronconi (PSC) – 0,65%
Lailson (PSOL) – 0,59%
Nenhum – 18,65%
Não sabem – 13,35%

Rejeição para o Senado
Wilma – 13,1%
Fátima – 9,2%
Ronconi – 2,8%
Ana Célia – 2,6%
Lailson – 1,6%

Prefeitura lança projeto Viva a Vida

Lançamento aconteceu hoje no Abolição IV

O prefeito de Mossoró Francisco José Júnior, em companhia da primeira dama Amélia Ciarlini e dos vereadores Narcisio, Celso Lanches e Genilson Alves lançou o programa Viva a Vida.

O programa Viva a Vida, que tem o intuito de melhorar a qualidade de vida da população. O lançamento ocorreu na tarde desta quarta-feira, 27, na Praça Professor Antônio da Graça Machado, pelo prefeito Francisco José Júnior e por secretários municipais.

O programa leva um conjunto de ações que visam à prática esportiva, orientada por profissionais especializados na área, além de jogos educativos e medidas de saúde. O chefe do Executivo municipal falou do benefício do programa, que também foi lançado na última terça-feira, 26, no bairro Santo Antônio.

Todas as segundas e quartas-feiras, das 16h30 às 18h, os moradores poderão desfrutar das atividades do programa Viva a Vida na principal praça do bairro Abolição IV.

 

PSV e ENEM são formas de ingresso da UERN

Medida foi aprovada e anunciada hoje durante reunião

Em reunião extraordinária nesta quarta-feira, 27, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), aprovou uma nova forma de ingresso na instituição para este ano. A UERN vai adotar 40% de ingresso pelo Processo Seletivo Vocacionado Integrado (PSVI) e 60% pelo Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM).

O processo seletivo misto foi aprovado por 15 votos a favor, 2 abstenções e nenhum voto contra. Antes, o CONSEPE aprovou a recomendação do Ministério Público (MP) por 14 votos a favor e 2 abstenções. “Abstive-me de votar pelo sistema misto porque entendo que os alunos já estão acostumados com o ENEM e também porque, com essa nova forma, a UERN vai perder recursos”, justificou o estudante do 7º ano de Comunicação, Francisco das Chagas de Medeiros, para quem a integralidade daria mais suporte à política estudantil da instituição.

Atendendo convite do reitor Pedro Fernandes, o promotor Olegário Gurgel, um dos autores da recomendação para a UERN não adotar o ENEM como forma única de ingresso, participou da reunião do CONSEPE. “De forma alguma o Ministério Público quer interferir na autonomia da Universidade”, afirmou, acrescentando que o MP discordou apenas do tempo e do modo como o colegiado tinha mudado o ingresso. O promotor esclareceu que o MP não quis e não tem como fazer intervenção nas decisões da UERN, reconhecendo que a decisão deliberativa é do CONSEPE.

O reitor Pedro Fernandes também disse entender que a nova decisão do CONSEPE não feriu a autonomia da Universidade e que o colegiado consolidou a postura de diálogo da Universidade. “A UERN tem insistido no diálogo com todas as instâncias”, completou o reitor, elogiando o comportamento dos conselheiros diante de um tema que poderia ter sido conflituoso.

Com a adesão de 60% ao ENEM/SiSU, a UERN receberá R$ 1 milhão 950 mil ( R$ 300 mil a menos do que com a adesão total). A partir de 2016, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte adotará o ENEM como única forma de seleção. A UERN teve o cuidado de assegurar as cotas sociais para alunos de escola pública e para as pessoas com deficiência. Em breve, o CONSEPE se reunirá para definição do edital do PSV.

Além do promotor de justiça, a reunião contou com a participação do diretor da COMPERVE, professor Egberto Mesquita e assessor jurídico, Lauro Gurgel.

Vídeocast Antenado: Prefeito Francisco José Júnior

Prefeito fala da atual situação das Unidades de Pronto Atendimento em Mossoró

O prefeito Francisco José Júnior participou de coletiva na tarde desta quarta-feira, 27. Durante coletiva o prefeito falou de algumas medidas que serão adotadas para solucionar os problemas nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s).

Veja o vídeo:

Prefeito Francisco José Júnior concede entrevista coletiva na UPA do Santo Antônio

Durante coletiva prefeito anuncia que até segunda-feira, 1 de setembro, divulga resultado de auditoria

O prefeito Francisco José Júnior concedeu entrevista coletiva na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Santo Antônio, na tarde desta quarta-feira, 27. O prefeito aproveitou para anunciar que a partir de hoje cada UPA terá médico plantonista. Além disso, ele anunciou que cada empresa contratada pela Prefeitura de Mossoró passará a ter um fiscal de contrato.

Outro anúncio dado pelo prefeito durante a coletiva, é de que até a próxima segunda-feira, 1 de setembro, será divulgado o resultado da auditoria.

Em instantes veja mais detalhes no videocast Antenado.

Câmara Municipal de Mossoró realiza mais uma sessão nesta quarta-feira.

 

Edis solicitaram reunião com o prefeito Francisco José Júnior para tratar da real situação da Porcellanati. Conversa deve acontecer na tarde desta quarta-feira, 27

Sessão desta quarta-feira, 27. Fotos: iPad Skarlack

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A Câmara Municipal de Mossoró realiza mais uma sessão nesta quarta-feira, 27. Uma das pautas levada ao plenário foi o caso da Porcellanati Revestimentos Cerâmicos S/A. 

Os vereadores presentes, debateram sobre a real situação da fábrica logo após uma visita realizada na tarde de ontem (26), pelos vereadores Genivan Vale, Tassyo Mardonny e Tomaz Neto.

A vereadora Izabel Montenegro lembrou que já havia alertado os edis e a população sobre a situação financeira da indústria em Mossoró.

O vereador Genivan Vale, aproveitou a sessão e solicitou ao presidente da Casa, vereador Francisco Carlos, que seja formada uma comissão no objetivo de visitar o prefeito Francisco José Júnior e levá-lo a real situação da Porcellanati Revestimentos Cerâmicos S/A.

Genivan, informou que esta visita deve ser realizada já na tarde de hoje. O vereador solicita uma audiência entre o prefeito e a direção da fábrica. Na pauta o edil tratará sobre o transporte dos funcionários da indústria e a perfuração de um poço profundo.