ALÉM DO RAZOÁVEL

OPINIÃO

POR PAULO AFONSO LINHARES

Paulo Afonso Linhares é jurista e diretor das Rádio Difusora AM, de Mossoró e Costa Branca FM, de Areia Branca no RN

Atribui-se a Voltaire a sentença de que “o último degrau da perversidade é fazer com que as leis sirvam à injustiça”. É essa a perspectiva capaz de ser vislumbrada quando se encara o cenário de 2018, onde se realiza um processo de legitimação política sui generis na história desta sófrega República, marcado pela normatização extrema dos diversos aspectos que envolvem pleitos eleitorais, ademais da rígida tutela exercida por um Poder Judiciário alçado à perigosa condição de “condottiere” da nação, ele que, aliás, é o único dos poderes-função do Estado, na classificação do sábio Montesquieu, não tem o bafejo da Soberania Popular, a velha e boa legitimação haurida nas urnas, que constituem a pilastra-mor das democracias.
Sem meias palavras, o rigoroso controle judicial das eleições 2018 parece aquela situação em que o árbitro e seus auxiliares fazem sozinhos o espetáculo do futebol, deixando para os jogadores e as torcidas meros papéis de figurantes. Não é demais lembrar, como já fizemos noutras oportunidades, que o exacerbado protagonismo do árbitro sempre ‘mela’ a partida e futebol; igual desastre ocorre quando, nas eleições, a Justiça Eleitoral (aliás, uma das várias ‘jabuticabas’ brasileiras…) se sobrepõe ao conjunto de cidadãos-eleitores.
A propósito, numa feliz transposição, o jurista Lênio Streck lembra que “até um positivista como Hart dizia, falando das regras do críquete (que eu adaptei para o futebol ainda nos anos 80 na aula de mestrado), que se as regras do árbitro se sobrepuserem às regras do jogo, já não há mais jogo; há, então, um outro jogo”. Dado isto, quais são as regras do árbitro das eleições que é a Justiça Eleitoral e o próprio Supremo Tribunal Federal?
Quase sempre aquelas interpretações perversas da lei que lhes dá o poder de pautar a nação, mesmo contra a lei e a noção daquilo que se entende como “direito justo” no âmbito da filosofia do direito, em especial na concepção do pensador alemão Rudolf Stammler (para ele, o Direito Justo seria aquelas proposições jurídicas «que em razão de seu conteúdo se conformam com o pensamento universal da sociedade humana ou com o ideal social.»).
Claro, inegável a importância dos mecanismos de controle do processo eleitoral, para conformá-lo ao cipoal normativo que o regula, sejam os requisitos de elegibilidade, os casos de inelegibilidade, as condutas vedadas, os crimes eleitorais, os marcos da propaganda eleitoral, a coibição dos casos de abuso econômico e político nas eleições, entre outros. Isto, todavia, não autoriza os excessos que por vezes são perpetrados pela Justiça Eleitoral no errôneo papel de consciência crítica da nação. Nesta perspectiva, inevitável é rasgar-se a Constituição e os tratados internacionais a elas equiparados para alcançar determinados objetivos políticos de ocasião.

E os MIBs, os homens de preto do STF, do TSE e quejandos, são heróis, disparam aqueles leiserzinhos e fazem com que esqueçamos todos a nossa condição de cidadãos-eleitores. O triste é que não imaginam que é “infeliz a nação que precisa de heróis.”, como nos lembra Bertolt Brecht (“Vida de Galileu”, Cena 12, p. 115, 1938). Sim, definitivamente o Brasil não precisa desses heróis de capa preta e de suas linguagens empoladas, pseudo-eruditas e exageradamente “boring”, para ditar os rumos do processo político nacional. Devem, isto sim, recolher-se à insignificância de coadjuvantes da cena política.
Sem dúvida, é triste, senão patético, o espetáculo de juízes em suas vestes corvinas a decidir por toda uma população de milhões de pessoas, como se fossem arautos de inquebrantáveis verdades. Meninos e meninas pedantes, e não menos ignorantes, que nada de relevante fizerem ou obraram para galgar tão relevantes postos, senão bajular poderosos de plantão ou simplesmente arrancarem investiduras em concursos de pegadinhas jurídicas, postando-se como semideuses da República e da moralidade pública.
Os abusos econômicos e políticos, os vícios e crimes que infirmam o processo eleitoral devem ser rigorosamente combatidos, para que a representação política seja constituída como legítima e espelhe as instituições radicadas na Constituição e nas leis nela espelhadas. No entanto, os excessos que são cometidos na busca desse desiderato superior igualmente não devem ser tolerados, em homenagem à integridade da ordem que tem como pedra angular o Estado Democrático de Direito. É para isto que servem as leis, jamais para disseminar ou aprofundar rematadas injustiças.

FORTALEZA É BOLSONARO

HOMENAGEM ESPONTÂNEA

ROSALBA ALERTA PARA RISCO QUE FÁTIMA BEZERRA REPRESENTA

PREFEITA DECLARA QUE CANDIDATA “ESTÁ EM PELE DE CORDEIRO MAS PERTENCE A UM PARTIDO DE LOBOS” 

A prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, comandou carreata que começou no conjunto Liberdade e foi concluída no bairro Boa Vista.

Esteve ao lado da deputada estadual, Larissa Rosado, do candidato a suplente de senador, Bernardo Rosado e dos vereadores Manoel Bezerra de Maria, Izabel Montenegro, Flavinho Maria das Malhas, Ricardo de Dodoca e Sandra Rosado.

Ao encerrar a mobilização, Rosalba alertou para o risco que é a candidatura da senadora do PT, Fátima Bezerra:

PADRE FLÁVIO DESAUTORIZA SINDICALISTAS QUE USARAM SEU NOME NO 7 DE SETEMBRO

LÍDER CATÓLICO DESMENTE VERSÃO DE QUE TERIA AJUDADO ATO CONTRA A PREFEITA ROSALBA NO DIA 7 DE SETEMBRO

Resultado de imagem para Padre Flávio Augusto

O padre Flávio Augusto Forte Melo se pronunciou sobre o uso de seu nome por parte de integrantes do movimento sindical que fez ataques ao nome da prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, durante o desfile cívico-militar de 7 de Setembro na cidade.

Em contato telefônico com o editor deste blog, padre Flávio disse desconhecer a motivação para citação de seu nome em articulações  ou orientações porte de sua pessoas no ato sindical durante o desfile de 7 de Setembro.

– Não participei, não sei o que houve e até fiquei surpreso quando fui informado dessa notícia -, declarou.

Explicando que nem em Mossoró se encontra, pois cumpre agenda fora da cidade, padre Flávio lembra que sempre tem uma postura transparente e quando quer tomar alguma posição, o faz de forma transparente.

O líder católico frisa que jamais tomaria parte de qualquer articulação contra a prefeita Rosalba Ciarlini, a quem considera uma prefeita atuante e de trabalho destacado em defesa da comunidade. 

 

Rosalba comanda caminha no centro comercial ao lado de Kalu, Larissa e vereadores

Izabel Montenegro e Ricardo de Dodoca caminham com a prefeita

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A prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, comandou mais um ato de campanha neste sábado, 7.

O candidato a vice-governador, Kadu Ciarlini, a deputada estadual, Larissa Rosado e a presidente da Câmara Municipal, Izabel Montenegro e o também vereador, Ricardo de Dodoca também participam de caminhada.

 

Adélio Bispo é transferido de Minas Gerais para Mato Grosso do Sul

Ele deu uma facada em Jair Bolsonaro e será levado para presidio federal em Campo Grande 

Adélio Bispo, que deu uma facada em Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência, deixou Juiz de Fora, Minas Gerais, por volta das 7h55 deste sábado (8). Ele é levado em um avião da Polícia Federal para Campo Grande, onde ficará preso em um presídio federal.

A gerência do Aeroporto Francisco Álvares de Assis informou que a previsão de voo até a cidade de Ribeirão Preto (SP) é de 2h40, onde o avião fará uma escala. Após essa parada, a aeronave segue para Campo Grande com tempo estimado de voo de mais 1h30, com previsão de chegadas às 12h, horário de Brasília.

A transferência foi determinada pela Justiça Federal durante a audiência de custódia, na tarde desta sexta-feira (7).

Garibaldi e Walter Alves participam de carreata por mais de 60 ruas da zona Oeste de Natal

Agenda será sequenciada neste final de semana

NÃO ACREDITO QUE O HONRADO E HUMILDE PADRE FLÁVIO ESTEJA POR TRÁS DE ATAQUES AO NOME DE ROSALBA

QUEM ORGANIZA E ARTICULA ATAQUES GRATUITOS A UMA MULHER HONRADA COMO A PREFEITA DE MOSSORÓ NÃO MERECE RESPEITO 

“Esse ato dos excluídos – desde quando sindicalistas e outros profissionais com salários regiamente em dia, são excluídos? – só foi esse sucesso pois contou com a articulação de bastidores do padre Flávio”.

Foi essa a afirmação que o editor deste blog ouviu, a respeito da vergonhosa mobilização de “quatro gatos pingados”, que tentam se passar por excluídos – excluídos de onde? – que, a cada ano, tenta alguns segundos na mídia, invadindo e desrespeitando o desfile cívico-militar de 7 de Setembro, em Mossoró.

Aqui, preferimos acreditar que um líder honrado e humilde, do nível do padre Flávio, não articularia e, muito menos, apoiaria um ataque público, gratuito e irresponsável contra uma mãe, mulher honrada, ética, política honesta e líder aclamada pelo povo de Mossoró, em seguidas eleições para prefeita da cidade – quatro vezes, senadora e governadora do Estado, como a chefe da municipalidade Rosalba Ciarlini.

Fazer oposição a qualquer governo, mesmo que da forma radical como é do feitio do PT e seus esbirros – PSOL e outros – e puxadinhos – CUT, SINDISERPUM e outros – faz parte do processo democrático.

Porém, ataques covardes, iguais aos que se assistiu hoje durante o desfile cívico-militar, contra a prefeita Rosalba Ciarlini, devem ser repudiados por cada uma e por todas as pessoas de bem.

Assim sendo, não acreditamos, repito, na versão segundo a qual, nos bastidores, além da vereadora do PT de Mossoró – que em respeito ao estimado público não citamos seu nomes -, os “quatro gatos pingados” que protagonizam o vergonhoso ato de hoje na avenida Alberto Maranhão, teriam contado com a orientação, assessoria, organização do bom e honrado padre Flávio.

Estariam os farsantes excluídos usando o nome do religioso indevidamente?

 

 

VERGONHOSO E ESVAZIADO ATO DO PT E SEUS ESBIRROS NO 7 DE SETEMBRO

O POVO DE BEM E ORDEIRO NÃO MERECE O ESPETÁCULO VEXATÓRIO E INFILTRADO NO DESFILE CÍVICO-MILITAR

Tudo bem que a despeito da montanha de dinheiro – valores não revelados -, o PT de Mossoró, com apoio de seus esbirros e puxadinhos, já não consegue arregimentar, mais do que “quatro gatos pingados” movidos por alguns trocados, como aconteceu hoje.

Sim, montanha de dinheiro que os “os companheiros” – deles próprios -, controlam; verba milionária oriunda do fundo partidário e do imposto sindical e, que o PT usa e abusa sem prestar contas ao povo.

Todavia, qual o sentimento que se pode externar, em face da raquítica, diminuta, insignificante, vexatória e, igualmente, vergonhosa mobilização que o PT, novamente, fez hoje, para tentar alguns segundos de mídia ao caronear o desfile cívico-militar de 7 de Setembro, em Mossoró?

O mais apropriado, pode ser: VERGONHA ALHEIA…

Vergonha alheia de alguns poucos sindicalistas, que desde sempre, não sabem o que é enfiar um prego em uma barra de sabão, pois, são dados ao bom viver, do nada fazer, em seus mofados e mofentos cargos sindicais.

Vergonha alheia de alguns poucos educadores que botam a máscara de um político corrupto, condenado, presidiário do nível de Lula, e vão para avenida tentar atrapalhar um desfile que deveria ser apenas de verdadeiras representações da sociedade como as das corporações militares e dos estabelecimentos de ensino.

Se essa gente, defensora de políticos ladrões e corruptos, alguns que pagam por seus crimes na cadeia, como o chefão – deles -, Lula, não se respeitam, ao menos deveriam, sim, respeitar os pais e mães que passam o ano aguardando o dia 7 de Setembro chegar, para irem assistir seus filhos desfilarem por suas escolas na avenida Alberto Maranhão.

VERGONHA ALHEIA!!!

PREFEITA PASSA EM REVISTA ÀS TROPAS


ABERTURA DE DESFILE CÍVICO MILITAR ACONTECEU ÀS 7H30 

A prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini passou em revista às tropas, por volta das 7h30, abrindo desfile cívico-militar de 7 de Setembro: