Quem é não quer ser só…

e o deputado homossexual Jean Willy prova isso e quer que até crianças fiquem como ele

Você já deve ter ouvido o seguinte dito popular: “Quem é, não quer ser só”.

E sobre o que estou falando você também entende…

Pois, está aí o deputado homossexual Jean Wyllys para confirmar esse axioma.

Agora, ela – ou ele, sei lá – quer que até crianças cortem o “bingulim’. Isto, no caso do meninos, pois, pela proposta de pensador, as meninas teriam que fazer um “enxerto”.

E o mais grave é que ele defende através de Projeto de Lei, que seja feita mudança de sexo em crianças, mesmo que os pais não autorizem.

É bom saber se uma grosa de meninos tiverem suas piroquinhas decepadas e jogadas para os gatos, e quando os mesmos crescerem, exigirem de volta seus artefatos, será Jean Wyllys quem vai providenciar uma carrada chibatinhas para repor o estoque?

Me desculpem os termos, todavia, diante de aberrações como a desse rapaz – ou seria moça? – não tem como não apelar. No bom sentido.

Vejam a notícia:

Da Redação JM Notícia
Ricardo Costa

O Instituto Flores de Aço denunciou na última semana, projeto de lei de autoria dos deputados federais Érika Kokay (PT/DF) e Jean Wyllys (PSOL/RJ) que autoriza a mudança de sexo de crianças, mesmos sem o consentimento dos pais. A íntegra desta propositura pode ser conferida neste link .

De acordo com o Institulo, o projeto trata da identidade de gênero e que, segundo acreditam os referidos deputados, pode ser entendida como “a vivência interna e individual do gênero tal como cada pessoa o sente, a qual pode corresponder ou não com o sexo atribuído após o nascimento, incluindo a vivência pessoal do corpo”.

O texto continua explicando que o exercício do direito à essa identidade de gênero “pode envolver a modificação da aparência ou da função corporal através de meios farmacológicos, cirúrgicos ou de outra índole, desde que isso seja livremente escolhido, e outras expressões de gênero, inclusive vestimenta, modo de fala e maneirismos”.

Até aí sem problema algum, afinal associamos esse tipo de decisão e comportamento a pessoas adultas, no entanto quando nos deparamos com o artigo 5º ficamos estarrecidas!

Leia:

“Com relação às pessoas que ainda não tenham dezoito (18) anos de idade, a solicitação do trâmite a que se refere o artigo 4º deverá ser efetuada através de seus representantes legais e com a expressa conformidade de vontade da criança ou adolescente, levando em consideração os princípios de capacidade progressiva e interesse superior da criança, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente”.

E então vem o absurdo desta proposta de lei nos parágrafo 1 e 2 do artigo 5º:

“§1° Quando, por qualquer razão, seja negado ou não seja possível obter o consentimento de algum/a dos/as representante/s do Adolescente, ele poderá recorrer ele poderá recorrer a assistência da Defensoria Pública para autorização judicial, mediante procedimento sumaríssimo que deve levar em consideração os princípios de capacidade progressiva e interesse superior da criança.

§2º Em todos os casos, a pessoa que ainda não tenha 18 anos deverá contar com a assistência da Defensoria Pública, de acordo com o estabelecido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente”.

Como podemos perceber, o governo do PT que implantar uma didatura gay no Brasil, através de projetos conhecidos, como Kit Gay, casamento entre pessoas de mesmo sexo, cartilha ensinando crianças menos de 10 anos, a sentir desejos sexuais, masturbar-se etc.

Agora mais um PL aburso. Incentivar crianças que ainda não tem formação e nem personalidade formada, a mudar de sexo; É o cúmulo do absurdo. O PT que tornar o Brasil um país com tendências homossexuais.

Por isso, digo e repito, é necessário elegermos representantes evangélicos no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas deste país.

Texto na íntegra do projeto de lei 5002/2013 de Érika Kokay (PT/DF) e Jean Wyllys (PSOL/RJ)

(Dep. Jean Wyllys e Érika Kokay)

Dispõe sobre o direito à identidade de gênero e altera o artigo 58 da Lei 6.015 de 1973.

LEI JOÃO W NERY LEI DE IDENTIDADE DE GÊNERO

 

 

 

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