Lula perdeu a batalha judicial

Laranjas de Lula contratam defesas milionárias, mas está ruim de explicar tanto rolo 

POR O ANTAGONISTA 

Lula

Lula está se cercando de advogados de peso.

Um mais caro do que o outro.

A Folha de S. Paulo disse que “a ideia é formar um grupo sênior, com profissionais tarimbados e que estão acostumados a fazer não apenas o enfrentamento jurídico, mas também midiático e político de casos de grande repercussão”.

Lula reconhece, portanto, que a batalha jurídica já está perdida.

A ele só resta o “enfrentamento midiático e político”.

Laranjas

Os dois laranjas de Lula no sítio em Atibaia armam suas defesas.

Fernando Bittar contratou Alberto Toron. E Jonas Suassuna, segundo a Folha de S. Paulo, procurou o escritório de José Roberto Batocchio, advogado de Antonio Palocci.

O investimento em criminalistas de peso produziu o primeiro resultado.

Fernando Bittar, informou a reportagem, “deve apresentar documentos que mostram que ele recebeu como doação do pai, Jacó Bittar (que hoje sofre do mal de Parkinson), os R$ 500 mil que usou para comprar a terra em Atibaia”.

Uma versão já está sendo montada pelos advogados.

Quer dizer que Fernando Bittar, depois de ganhar milhões e milhões da Oi, usou o dinheiro do pai para comprar o sítio de Lula em Atibaia?

A tática é conhecida: os advogados vazam versões à imprensa e veem se elas colam.

No caso do sítio de Lula, porém, nem os melhores advogados conseguem construir versões que expliquem tudo ao mesmo tempo: os dois laranjas, a reforma clandestina realizada e bancada pela Odebrecht, pela OAS e por José Carlos Bumlai, o dinheiro vivo, a cozinha da Kitchens paga pela OAS quatro anos depois da reforma, o despiste de Fernando Bittar na entrega dos móveis, as 111 visitas de Lula, a canoa de Marisa Letícia.

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