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Renato Fernandes será secretário municipal

Prefeito Francisco José Júnior vai anunciar novo auxiliar depois do carnaval

O ex-vereador de Mossoró e ex-secretário estadual do Turismo, Renato Fernandes, irá ocupar um posto no primeiro escalão da Prefeitura de Mossoró.

O prefeito da cidade, Francisco José Júnior deverá fazer o anúncio oficial do cargo a ser ocupado por Renato Fernandes, depois do carnaval.

 

Mossoroense morto em explosão é enterrado no São Sebastião

Corpo de Luiz Cláudio Nogueira foi sepultado neste domingo, 5

Enterro

Sepultado na manhã deste domingo (15) o corpo do técnico de segurança Luiz Cláudio Nogueira, morto na explosão na casa de bombas do navio-plataforma FPSO, na cidade de São Mateus, em Aracruz, no Norte do Espírito Santo, fato ocorrido na última quarta-feira (11).

O sepultamento aconteceu no cemitério de São Sebastião, no centro de Mossoró. Centenas de pessoas acompanharam o cortejo e o enterro.

“É um momento de muita dor para toda nossa família. Mas temos que ser fortes para ajudar a mulher do Luiz, que tem uma filha pequena para cuidar”, limitou-se a dizer Liduína Nogueira, prima de Luiz Cláudio.

 

O corpo do técnico de segurança foi velado durante toda a madrugada. Antes de chegar a Mossoró, o corpo, vindo de Vitória (ES), passou por Fortaleza (CE).

Além da mulher, Luiz Cláudio deixa uma filha de um ano. A família contou que atualmente ele morava em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro.

“Ele passou quatorze dias de folga, e voltou ao trabalho justamente na quarta-feira, quando embarcou no litoral capixaba”, disse o irmão.

“Eu e uma irmã trabalhamos na Petrobras. Em 1987, um outro irmão nosso, e que também era empregado da Petrobras, morreu em um acidente quando dirigia um caminhão da empresa no município de Upanema, aqui mesmo no Rio Grande do Norte”, acrescentou Kleber Nogueira.

* Fonte: G1

Haroldo Duarte é nomeado diretor do Tarcísio Maia

Walter Fonseca Jr. asssume diretoria de hospital 

Com publicação no Diário Oficial o Hospital Regional Tarcísio Maia teve sua diretoria anunciada.

Com nomes como o de Aroldo Duarte e Walter Fonseca Jr. na equipe o hospital está sob nova e boa direção.

Competência é o que não falta aos novos diretores a quem desejamos sucesso.

Jório concede entrevista na Difusora e fala sobre “A Câmara quer ouvir você”

Presidente da Câmara e da Fecam detalhou novas ações do Poder Legislativo mossoroense, a partir de sua gestão

Por Gutemberg Moura 

Presidente da Câmara Municipal de Mossoró e da FECAM em entrevista ao radialista J. Nobre na Rádio Difusora de Mossoró – Fotos: Walmir Alves

 

O vereador Jório Nogueira, presidente da Câmara Municipal de Mossoró e da Federação das Câmaras Municipais (FECAM/RN), foi o entrevistado especial deste sábado (14) no programa do radialista Jota Nobre, na Rádio Difusora de Mossoró. Durante uma hora, Jório falou sobre seu papel de vereador e presidente da CMM.

No bate-papo com Jota Nobre, e a inteiração com os ouvintes, Jório Nogueira destacou a implantação do projeto “A Câmara quer Ouvir Você”. “O projeto será um canal de acesso entre o Poder Legislativo e a população, como parte da política de transparência administrativa que estamos implementando na Câmara”, explicou Jório.

Como parte do projeto, Jório acrescentou que a Câmara Municipal implantará o a Ouvidoria Pública para receber demandas populares. “Também vamos espalhar urnas pela Cidade, a fim de receber sugestões e críticas da população, para que passamos, a Câmara e os vereadores, nortear as nossas atividades”, completou o presidente.

Na entrevista a Rádio Difusora, Jório Nogueira anunciou a continuação de projetos já existentes no Legislativo. Um deles, a Câmara Cultural será ampliado, contemplando um maior leque de artistas, como por exemplo, o pessoal de circo e os repentistas. “Vamos ampliar esse projeto em defesa dos artistas da terra”, citou.

A Mais Bela Voz – Jório vai propor uma parceria entre a Câmara, a Rádio Rural e a Diocese de Santa Luzia para a reativação do projeto “A Mais Bela Voz”, realizado durante a Festa de Santa Luzia, a padroeira local, inserindo-o na Câmara Cultural. “A Mais Bela Voz faz parte de nossa história e vamos resgatá-la”, anunciou Jório.

Fonte: www.gutembergmoura.com.br

Mossoroense é um dos mortos na explosão de navio no Espírito Santo e corpo chega à Mossoró neste sábado

Corpo de potiguar morto na explosão em navio chega neste sábado ao RN

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O corpo do técnico de segurança Luiz Cláudio Nogueira, morto na explosão na casa de bombas do navio-plataforma FPSO Cidade de São Mateus, que presta serviços para a Petrobras, chega neste sábado (14) a Mossoró. De acordo com Liduína Leonardo, prima de Luiz, a previsão é que o corpo chegue no início da noite à cidade e siga direto para velório. O enterro está marcado para as 9h deste domingo (15), no cemitério de São Sebastião, no centro de Mossoró.

“Ainda estamos em estado de choque. Ele era o caçula de 10 irmãos. A dor é ainda maior quando lembramos que ele havia casado meses atrás e que deixa uma filhinha de um ano”, falou Liduína.

Segundo ela, o corpo de Luiz Cláudio Nogueira será levado de Vitória (ES) para Fortaleza (CE) de avião, e da capital cearense segue de carro até Mossoró.

Luiz Cláudio atualmente morava em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro.

“Ele passou catorze dias de folga, e voltou ao trabalho justamente na quarta-feira, quando embarcou no litoral capixaba”, disse o irmão. “Eu e uma irmã trabalhamos na Petrobras. Em 1987, um outro irmão nosso, e que também era empregado da Petrobras, morreu em um acidente quando dirigia um caminhão da empresa no município de Upanema, aqui mesmo no Rio Grande do Norte”, acrescentou Kleber Nogueira.

O navio-plataforma FPSO Cidade de São Mateus é operado pela BW Offshore e afretado pela Petrobras. Segundo a ANP, 74 pessoas estavam no navio-plataforma no momento do acidente. Cinco morreram, 26 ficaram feridas e outras quatro estão desaparecidas. Dos feridos, cinco estão internados no Vitória Apart Hospital e um no Hospital Metropolitano, ambos na Serra, Grande Vitória, de acordo com o último boletim divulgado nesta sexta. Os demais trabalhadores foram resgatados e levados para um hotel em Vitória.

Fonte: www.g1.com.br

Justiça condena Fernando Freire à prisão em regime fechado

Ex-governador sofre nova derrota na Justiça do RN 

O ex-governador do Estado, Fernando Antônio da Câmara Freire, foi condenado a pena de 13 anos e quatro meses de reclusão e 400 dias-multa pelo crime de peculato. O regime inicial para cumprimento de pena é o fechado. No mesmo processo, também foi condenado Pio Marinheiro de Souza Filho. O período da prática dos delitos foi o de fevereiro a novembro de 2002, quando o primeiro era vice-governador e depois, governador do Rio Grande do Norte, e o segundo, exercia mandato de vereador do município de Natal. As denúncias contra os dois foram baseadas em inquérito policial e exame grafotécnicos. A decisão foi proferida pelo juiz da 7ª Vara Criminal de Natal, José Armando Ponte Junior.

No caso do réu Pio Marinheiro, a pena foi estipulada em seis anos e dez meses de reclusão e 166 dias-multa. O regime inicial de cumprimento da pena é semiaberto.
De acordo com os autos do processo, Fernando Freire desviou recursos públicos mediante o pagamento de 83 cheques-salários em favor de 14 parentes e correligionários do então vereador Pio Marinheiro, contemplando-lhe interesses pessoais e político-eleitorais, beneficiários esses que não eram servidores públicos e não guardavam qualquer vínculo funcional com o Estado, pagamentos esses feitos sem qualquer respaldo legal e realizados sempre sob a intermediação direta do réu do então parlamentar. O prejuízo aos cofres públicos foi de R$ 57.832,13 em valores da época.

Quando de seu interrogatório perante a autoridade policial, às fls. 68/69 destes autos, o ex-vereador de Natal, conseguiu, de forma sucinta e clara, segundo os autos, expor a relação estabelecida entre a sua pessoa e a pessoa do réu Fernando Freire, na trama criminosa reproduzida na denúncia, o que fez ao relatar “que todas as pessoas indicadas como beneficiárias (….) foram indicadas pelo interrogando ao governador Fernando Freire”, o qual, por sua vez, relatou à autoridade policial, às fls. 61, “que encaminhou a solicitação do então vereador Pio Marinheiro, contendo os nomes das pessoas indicadas (…)”.

Esquema
O juiz José Armando explica na decisão que “encaminhar nomes” significava precisamente incluir tais nomes na folha de pagamento do Estado, a fim de que recebessem Gratificação de Representação em Gabinete sem que ocupassem qualquer cargo, ainda que de provimento em comissão, na Administração Pública Estadual, e sem que tais agraciados sequer precisassem prestar qualquer tipo de serviço à Administração.

A sentença relata como funcionava o esquema criminoso, cujo enredo seguia a seguinte ordem: “Pio Marinheiro, ex-Vereador de Natal, na ânsia de agraciar membros e líderes de Conselhos Comunitários que eram correligionários e cabos eleitorais seus (política de troca de votos por benesses), faz a indicação de tais correligionários a Fernando Freire, vice-governador do Estado do RN, a quem apoiava politicamente”. E continua: Freire, por seu turno, “fazia incluir, sem qualquer respaldo legal (política de troca de apoio político por benesses), os indicados de Pio Marinheiro na folha de pagamento do Estado, forjando vínculos funcionais materialmente inexistentes com o único objetivo de pagar gratificações a tais indicados, como favor prestado ao então vereador”.

No curso da ação penal, o acusado Fernando Freire tomou rumo incerto e ignorado, o que tornou impossível a realização válida de seu interrogatório, levando o magistrado a decretar a sua revelia e a ordenar a sua prisão preventiva, nos termos da decisão acostada às fls. 756/757, estando o ex-governador atualmente foragido.

O juiz fixou o valor do dia-multa em um décimo do salário mínimo vigente em dezembro de 2002. Para Freire, o valor do dia-multa fixado é correspondente a dois salários mínimos, em valores vigentes em dezembro de 2002. O ex-chefe do Executivo foi condenado ao pagamento de metade das custas processuais, as quais devem ser calculadas em momento oportuno.

Francisco José Júnior e Jório Nogueira no Carnaval de Mossoró

Prefeito e presidente da Câmara Municipal prestigiam festa de Momo 

Francisco José Júnior e Jório Nogueira comandam carnaval de Mossoró – Fotos: Valmir Alves

 

O prefeito de Mossoró e presidente da Federação das Prefeituras Municipais do Rio Grande do Norte (FEMURN), Francisco José Júnior e o presidente da Câmara Municipal de Mossoró e da Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte (FECAM), Jório Nogueira, participaram do tradicional desfile das agremiações carnavalestas da cidade.

O desfile ocorreu no Corredor Cultura da avenida Rio Branco, a partir das 20h30 desta sexta-feira, 13, e contou com presenças de vereadores, de secretários municipais e de outros convidados.

 

Jório Nogueira na Rádio Difusora

Presidente da Câmara Municipal de Mossoró e da FECAM no programa J. Nobre no Comando Geral, neste sábado, 14

O presidente da Câmara Municipal de Mossoró e da Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte (FECAM), vereador Jório Nogueira (PSD), é o entrevistado do radialista J. Nobre, em seu programa J. Nobre no Comando Geral, neste sábado de carnaval, 14.

A entrevista de Jório Nogueira será no estúdio da rádio Difusora de Mossoró-RN – AM 1.170khz, no horário das 10h às 11h.

 

De novo Zé? Empreiteiro confirma que pagamento de ‘consultoria’ para Dirceu era propina do petrolão

Preso há três meses, o engenheiro Gerson Almada, presidente da Engevix, disse que a empresa sempre foi obrigada a pagar propina ao ex-ministro

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu,   condenado no processo do mensão, É visto   saindo do Centro de Progressão Penitenciária   (CPP), em Brasília, rumo ao seu trabalho em um escritório de advocacia

Depois da divulgação do depoimento do doleiro Alberto Youssef à Justiça, nesta quinta-feira, o ex-ministro José Dirceu recorreu à sua resposta padrão para negar envolvimento no maior propinoduto da história deste país: há dez anos, desde que o mensalão veio a público, o petista “repudia com veemência” qualquer acusação. Segundo Youssef, Dirceu mantinha uma estreita relação com o empresário Julio Camargo, da Toyo Setal, um dos operadores dos desvios de recursos da Petrobras para o bolso de políticos e partidos. Na “contabilidade ilícita” de Camargo, o dinheiro destinado ao petista aparecia sob a sigla “Bob”, uma possível referência a Bob Marques, seu assessor e carregador de malas há anos. Dirceu não foi o único a reagir prontamente ontem. A advogada Beatriz Catta Preta, que defende Julio Camargo, classificou como “absurdas” as declarações do doleiro.

Em sua edição desta semana, contudo, VEJA mostra que os indícios de que Dirceu se beneficiou do dinheiro desviado da Petrobras não se encontram apenas no depoimento de Youssef. Diz a reportagem O Consultor do Esquema​, de Rodrigo Rangel e Alexandre Hisayasu:

“A presença do ex-ministro no caso Petrobras já tinha sido captada no radar dos investigadores diante de uma estranha coincidência: as empreiteiras envolvidas tinham a JD Consultoria, a empresa de Dirceu, como cliente. Contratos milionários por serviços vagos ou inexistentes. Além das empreiteiras, há cervejarias, fabricante de remédio e até consultorias – sim, o consultor Dirceu, de tão competente que era, recebia pagamentos até de outras empresas com atuação no mesmo ramo que ele. Há casos de clientes que, em um curto espaço de tempo, transferiram 4 milhões de reais para as contas da consultoria de Dirceu. O auge do faturamento foi no ano eleitoral de 2010. O que será que um consultor – advogado que mal exerceu a profissão, político formado sob ideais anacrônicos de Fidel Castro e condenado por corrupção – pode oferecer de tão valioso às maiores empresas brasileiras?

A resposta vem justamente de um dois contratantes. O engenheiro Gerson Almada, presidente da Engevix, uma das empreiteiras envolvidas com os desvios na Petrobras está presos há três meses. A pessoas próximas, ele disse que a empresa sempre foi obrigada a pagar propina ao ex-ministro José Dirceu, em troca dos contratos que a empreiteira firmou com a Petrobras e também para garantir a influência do ex-ministro para os contratos futuros.

A Engevix é uma das construtoras que figura na lista de clientes da JD Consultoria. Almada confirmou a esses interlocutores que as “consultorias” eram uma forma de lavar o dinheiro da propina paga ao petista.”

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Outros destaques de VEJA desta semana

Paulo Roberto Costa diz que não foi único diretor a receber propina

Principal delator do petrolão depôs nesta sexta-feira como testemunha de acusação em processo contra Nestor Cerveró

Paulo Roberto Costa, delator do petrolão

Principal delator do escândalo do petrolão, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse nesta sexta-feira, em depoimento ao juiz federal Sergio Moro, que os partidos políticos que indicaram dirigentes para a estatal “sempre” exigiam benefícios financeiros em troca de apoio. As declarações do ex-diretor detalham o funcionamento do esquema de cobrança de propina e desvio de recursos em contratos na petroleira – e até o momento já apontaram que PT, PMDB e PP embolsaram dinheiro sujo do propinoduto.

Em acordo de delação premiada, Paulo Roberto Costa citou como beneficiário da propina o deputado cassado Pedro Corrêa (PP-PE). Ele foi condenado no julgamento do mensalão por ter recebido dinheiro em troca de apoio político do PP ao governo Lula. No escândalo do petrolão, o ex-parlamentar embolsou 5,3 milhões de reais em propina para despesas de campanha em 2010. Embora o PP seja apontado como um dos principais partidos que atuavam no esquema de corrupção na Petrobras, o alto valor da propina paga ao ex-congressista chamou atenção do próprio Costa. “[Era] um repasse extraordinário pois não era comum que um único parlamentar do PP recebesse uma quantia dessa monta do caixa de propinas do PP”, disse o ex-diretor.​

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Como testemunha de acusação, Costa voltou a afirmar que a distribuição de dinheiro envolveu contratos controversos, como a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, e beneficiou não só a diretoria de Abastecimento, mas também outros integrantes na cúpula da companhia. Em acordo de delação premiada, Costa já havia indicado que o ex-diretor da Área Internacional Nestor Cerveró, autoridades ligadas ao PMDB e o operador do partido no escândalo do petrolão, Fernando Baiano, podem ter embolsado até 30 milhões de dólares em propina na compra de Pasadena. “Nenhum partido dá apoio político só pelos belos olhos daquela pessoa ou pela sua capacidade técnica. Sempre tem que ter uma coisa em troca. Na diretoria Internacional, que tinha apoio do PMDB e do PT, comentava-se que esses partidos teriam benefícios. Pelos comentários que se faziam internamente [Cerveró também recebia propina]”, disse. “Se eu recebi, outros diretores possivelmente também receberam. Por que só eu receberia?”, completou ele.” As pessoas sabiam o que estava acontecendo e comentavam  que tinham alguns partidos [cobrando propina]. Não se chega a diretor da Petrobras sem apoio político”.

No caso da refinaria de Pasadena, o próprio Costa recebeu 1,5 milhão de dólares em propina de Fernando Baiano “para não criar entraves ou empecilhos”. A compra da unidade de refino no Texas é considerada um dos negócios mais mal sucedidos da história da Petrobras e provocou prejuízo de 792 milhões de dólares aos cofres da estatal, segundo cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU).

Paulo Roberto Costa disse que recebeu propina também da empreiteira Andrade Gutierrez. Em seu acordo de delação premiada, o ex-diretor já havia confirmado que a Andrade Gutierrez, que integrava o Clube do Bilhão, pagou propina para o PMDB após ter sido cobrada por Baiano. “Grande parte [dos pagamentos de propina] foi feita em contas no exterior e valores menores no Brasil”, afirmou o ex-dirigente, que viajou ao paraíso fiscal de Liechtenstein acompanhado de Fernando Baiano para, no Vilartes Bank, discutir mecanismos para receber propina de 3 milhões de dólares sem deixar rastros. “Quando ele fez remessas para o exterior, eu estive com ele uma vez em Liechtenstein, em um banco, onde me apresentou pessoas do Vilartes Bank”, relatou.

Em depoimento ao juiz Sergio Moro, Paulo Roberto Costa voltou a confirmar os porcentuais de propina exigidos pelas diretorias da Petrobras: 1% para a diretoria de Refino e Abastecimento, 2% para a de Serviços, controlada pelo ex-diretor Renato Duque, indicado ao cargo pelo ex-ministro mensaleiro José Dirceu.

Fonte: www.veja.com.br