O desastroso recomeço de Dilma, a presidente consternada

Enquanto ministros oficializavam o estelionato eleitoral, o escândalo da Petrobras se aproxima do Planalto e o ex-presidente Lula fomenta a guerra interna no PT. Mas Dilma só quis se pronunciar sobre a morte de um traficante

Eram 0h31 do último domingo (15h31 de sábado em Brasília) em Jacarta quando o brasileiro Marco Archer foi executado com um tiro no peito. Criado em uma família de classe média alta, ele se tornou um traficante profissional e rodou o mundo até ser preso no país asiático com 13 quilos de cocaína, em 2004. Archer dizia se arrepender apenas de ter sido flagrado por um agente de segurança indonésio. O governo brasileiro tentou evitar a execução até a última hora por meio de cartas, ameaças de rompimento diplomático e um telefonema feito pela presidente Dilma Rousseff ao colega indonésio Joko Widodo na véspera da execução. Nada adiantou.

Um dia antes da morte de Archer, o policial militar Manoel Messias dos Santos havia sido assassinado friamente por traficantes em Penedo (AL) enquanto caminhava pela rua. Poucas horas depois de Marco Archer ter sido executado, a garota Larissa de Carvalho, de 4 anos, perdeu a vida após ser atingida por um tiro quando saía de um restaurante com a mãe, em Bangu (RJ). No dia seguinte, outra criança morreu em circunstâncias semelhantes: Asafe Willian Costa Ibrahim, de 9 anos, vítima de uma bala perdida enquanto brincava na piscina de um clube em Honório Gurgel, na capital fluminense – ele morreu três dias depois.

Na segunda-feira, o surfista profissional Ricardo dos Santos foi baleado em frente à casa de sua família, em Palhoça (SC), após uma discussão corriqueira com um policial fora de serviço.Morreu no dia seguinte. Se a média de 2013 tiver sido mantida, outras 153 pessoas foram assassinadas no Brasil no mesmo dia. Uma a cada dez minutos. Desde que o traficante foi executado na Indonésia, mais de mil vidas foram tiradas prematuramente no país presidido por Dilma. A chefe da nação não se pronunciou sobre nenhuma delas. Tampouco o fizeram seus ministros.

Embora o pedido de clemência em favor do traficante esteja alinhado à tradição da diplomacia brasileira, as expressões usadas por Dilma, que se disse “consternada” e “indignada” com a sentença de morte, fogem do padrão. Ela não afirmou “consternada” ou “indignada” por causa dos bilhões de reais da Petrobras desviados para abastecer partidos que apoiam seu governo, inclusive o PT. Nem demonstra preocupação ao financiar regimes em que o fuzilamento é política oficial – o caso de Cuba, que construiu o Porto de Mariel com recursos brasileiros, é o mais evidente. Dilma, que pediu “diálogo” com os decapitadores do Estado Islâmico, tampouco se pronunciou quando morreram Manoel, Larissa, Asafe e Ricardo. Para um país que registrou 56.153 assassinatos em 2013, é difícil compreender.

O dicionário Aurélio define a expressão “consternado” com o sentido de “prostrado, desalentado, de ânimo abatido”. É uma boa expressão para definir o comportamento de Dilma Rousseff até aqui. A presidente consternada não deu uma entrevista sequer em 2015. Fora o discurso de posse, em 1º de janeiro, Dilma nem mesmo falou em público. A presidente encastelada deixa ainda mais explícita a falta de rumo do governo: janeiro nem mesmo se encerrou e as limitações e contradições de Dilma se tornaram evidentes.

Nas últimas promessas irreais de campanha deram espaço a decisões opostas, especialmente na economia: nomeação de um liberal para o Ministério da Fazenda, alta na conta de luz, aumento no preço da gasolina, elevação de impostos, redução em benefícios trabalhistas, subida na taxa de juros, corte profundo no Orçamento. Toda a cartilha econômica que ela atribuiu aos adversário Aécio Neves e Marina Silva foi cumprida imediatamente.

O silêncio de Dilma também não foi interrompido no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. A presidente, que se especializou em passar sermões nos países desenvolvidos sempre que discursou diante de líderes globais, agora tem pouco o que apresentar ao planeta. Preferiu comparecer à posse do presidente Evo Morales em seu terceiro mandato à frente do governo boliviano, o que também é emblemático sobre as prioridades do governo.

Parte das escolhas que Dilma fez no início do segundo mandato eram necessárias para a economia, como o corte no Orçamento e a correção no preço dos combustíveis. Mas as medidas consistem exatamente no contrário do que ela afirmou que faria. A guinada veio sem uma explicação ou um pedido de desculpas ou pronunciamento à nação.

A ex-ministra de Minas e Energia de Lula, que desfruta da fama de especialista no setor elétrico, também deve se preocupar com a situação energética do país: o apagão da última segunda-feira devolveu às manchetes a situação de risco na geração de energia. Mesmo com o crescimento pequeno da economia nos últimos anos, a rede está perto do limite e o governo precisou importar energia da Argentina.

Nas escolhas políticas que fez, a presidente conseguiu desagradar a aliados e oposicionistas. Nomeou ministros criticados até mesmo pelo PT, escolheu leigos para áreas-chave e não se constrangeu de apontar figuras envolvidas em casos de corrupção, como George Hilton (Esporte) e Eliseu Padilha (Aviação Civil)

No horizonte próximo, há poucas esperanças para Dilma. A restrição orçamentária e as consequências da operação Lava Jato sobre as empreiteiras devem prejudicar o início de novos empreendimentos e programas durante o ano. Ao mesmo tempo, a sombra do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a acompanha cada vez mais de perto. As críticas feitas pela ex-ministra Marta Suplicy, que atacou frontalmente o governo Dilma em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, são um recado claro do ex-presidente, que pretende voltar nas eleições de 2018 – e já notou que precisa desatrelar sua imagem da de Dilma para evitar danos à sua popularidade. A divisão entre dilmistas e lulistas é outra fonte de problemas para o governo.

As investigações sobre os desvios da Petrobras devem se aproximar do Palácio do Planalto após a confissão, vinda da empreiteira Engevix, de que os recursos desviados serviam para a compra de apoio político no Congresso. Mais uma razão para Dilma ter medo nos próximos 1.437 dias até o fim do mandato.

Fonte: www.veja.com.br

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Fabiano Maia assume presidência da Assembleia de Deus Madureira – Campo Mossoró

Pastor receberá lideranças do Estado e do Brasil em posse marcada para o dia 6 em Mossoró

Pastor Fabiano Maia e sua esposa, a missionária Iris em participação no programa Só Cristo Salva, na rádio Difusora de Mossoró-RN Foto: iPad Skarlack

 

O pastor Fabiano Maia que já comanda a Igreja Assembleia de Deus Madureira – Campo Mossoró, no município de Mossoró e Região, assume a presidência no próximo dia 6.

A solenidade será realizada no auditório do Hotel Vitória Palace, às 19h.

Para sua posse na presidência da AD Madueira – Campo Mossoró – o pastor Fabiano Maia receberá lideranças do Estado e em nível nacional.

Participarão o pastor José Teixeira, presidente da Assembleia de Deus Madudeira no Rio Grande do Norte e José Pedro Teixeira presidente da CADESC no Rio de Janeiro.

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Brena Kelly no programa Só Cristo Salva

Cantora cearense no estúdio da Difusora com os pastores Fabiano Maia e Alselmo Rodrigues e Edson da Elo3Music

Estúdio da rádio Difusora de Mossoró durante o programa Só Cristo Salva – Fotos: iPad Skarlack

 

A cantora Brena Kelly que estará na Festa de Crente, dia 21 de fevereiro no Porcino Park participou do programa Só Cristo Salva, neste domingo, 25.

Ela veio de Fortaleza (CE) participar do programa Só Cristo Salva ao lado de comitiva comandada por Edson Sousa da empresa Elo3Music.

No estúdio da Difusora, também, os pastores Fabiano Maia, da Igreja Assembleia de Deus Madudeira e Anselmo Rodrigues, presidente da AMEM.

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Lançamento

Música nova Rihanna tem participação de Paul McCartney e Kaney West

Paul McCartney, Rihanna e Kanye West, na capa do single ‘FourFiveSeconds'

A inusitada parceria de Rihanna, Kanye West e Paul McCartney já está disponível para download no iTunes, loja virtual da Apple. O lançamento da canção FourFiveSeconds foi divulgado no site de Rihanna, que tem um link direto para compra da faixa. Com violão acústico marcante e vocais apurados, a canção está prevista para fazer parte do próximo disco de West, que no início de janeiro lançou outra parceria com McCartney, na música Only One.

Segundo o produtor americano Ty Dolla $ign, que vazou a colaboração do trio no início do mês, um videoclipe de FourFiveSeconds pode ser esperado. “A faixa vai ser lançada em breve. Ouvi dizer que eles gravaram o vídeo recentemente. Eu não sei qual o título da música, mas sei que ela é alucinante, então fiquem de olho”, disse Ty ao site da revista Billboard.

 

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UERN oferece 249 vagas não-iniciais nos cursos de graduação para o ano letivo de 2015

Confira edição 

A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PROEG/UERN) publica Edital de Vagas Não-Iniciais nos Cursos de Graduação da UERN referentes ao 1º e 2º semestres letivos de 2015, bem como os critérios para o preenchimento dessas vagas.

Serão ofertadas 249 vagas nos Cursos de Graduação da UERN, nas modalidades de Transferência Interna, Transferência Externa e Retorno.

A inscrição no Processo Seletivo de Vagas Não-Iniciais (PSVNI), será realizada no período de 26 a 30 de janeiro de 2015, na secretaria das Faculdades (Campus Central) e na Secretaria dos Campi Avançados, à qual o Curso pertença.

O resultado final do processo de seleção e classificação para preenchimento das vagas não
iniciais será divulgado no dia 04 de março de 2015.

Clique abaixo e veja:

EDITAL

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Josué Moreira é o novo presidente do PSDC

Meta do novo presidente é preparar o partido para as eleições municipais 

Josué Moreira II

O Partido Social Democrata Cristão(PSDC) tem novo dirigente em Mossoró.
Assume a presidência da sigla o professor Josué de Oliveira Moreira que foi candidato a prefeito de Mossoró nos dois últimos pleitos.
Ele assume substituição a José Reginaldo Sales de Oliveira.
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Partidos: Nova Solução Para Velhos Problemas?

“Houvesse vontade política de fortalecer as estruturas partidária, bastaria a imposição de cláusulas de barreira…” 

Por Paulo Afonso Linhares

Paulo-Afonso-Linhares

Paulo Afonso Linhares é jurista, secretário municipal e diretor da Rádio e do Portal Difusora de Mossoró-RN

 

O Amazonas jamais seria o rio-mar que é não fossem tantos afluentes que lhe engrossam o enorme caudal rumo ao Oceano Atlântico; divorciado dos tantos afluentes não passaria o grande Amazonas de um fiozinho d’água que jamais percorreria os 6.992 Km entre a nascente, na encosta do Nevado Mismi, na Cordilheira dos Andes, no Peru, até chegar a sua foz, com 300 km de largura, no grande Delta do Amazonas, entre os estados do Amapá e do Pará. A imagem desse colosso da natureza vem à mente quando se faz um paralelo entre o fenômeno hidrológico da formação de um rio com as trajetórias de determinadas instituições políticas, cuja fragilidade está na razão direta de sua pulverização.

A pulverização dos Municípios brasileiros – atualmente são 5.570 municípios em todo território nacional, com enormes disparidades quanto ao tamanho territorial e à densidade populacional – não deixa de ser certamente a principal causa de enfraquecimento das instituições políticas do poder local. Sobretudo, não se pode afastar a ideia de que o Município representa uma unidade político-econômica dotada de autonomia e de governo próprio, principalmente com o status conferido pelos constituintes de 1988 que, num crasso e lastimável erro, o incluíram no rol dos entes federativos, pois, a “união indissolúvel” referida no art. 1º, caput, da Constituição Federal, deveria ser apenas dos Estados e Distrito Federal. Municípios formam os Estados federados e, por isto, não podem a estes ser equiparados, na esteira do pensamento de José Afonso da Silva que defende vigorosamente que o constituinte originário se equivocou quando inseriu o Município do rol dos entes federativos, porquanto não se concebe essas unidade de poder local como parte da Federação, porém, seria mero ente político-administrativo, algo como uma extensão dos Estados-membros.

Contudo, a questão crucial dos Municípios brasileiros não é essa definição de sua natureza de ente federativo ou não, mesmo porque o constituinte de 1988, certo ou errado, resolveu a questão: o Município é sim ente federativo, circunstância esta reconhecida pelo constitucionalista Paulo Bonavides quando ressalta que “[…] Não conhecemos uma única forma de união federativa contemporânea onde o princípio da autonomia municipal tenha alcançado grau de caracterização política e jurídica tão alto e expressivo quanto aquele que consta da definição constitucional do novo modelo implantado no País com a Carta de 1988”. O maior problema é mesmo a fragilidade dos Municípios diante da enorme pulverização dos recursos a eles destinados, ademais das dificuldades de exercer com plenitude as prerrogativas de auto-governo e auto-organização, por carência de meios e recursos, as quais podem ser superadas com soluções politicamente criativas, como é o caso dos convênios intermunicipais: um Município de per si talvez não possa desenvolver e executar certas ações administrativas, porém, associado a outros, de preferência seu vizinhos, pode consegui-lo e em benefício de todos os Municípios conveniados.

Essa ideia de associação de esforços para atingir objetivos comuns pode ser empregada, também, ao partido político que, na atual feição jurídico-institucional é “pessoa jurídica de direito privado, destina-se a assegurar, no interesse do regime democrático, a autenticidade do sistema representativo e a defender os direitos fundamentais definidos na Constituição Federal”, conforme definição contida do art. 1º, da Lei nº 9.096, de 19 de setembro de 1995. É como houve uma enorme pulverização de partidos políticos neste país, sob a égide da ordem constitucional vigente. Com efeito, atualmente existem 32 partidos políticos no Brasil e mais um cujo registro aguarda decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Uma enorme “sopa de letrinhas” difícil de ser digerida pelo comum dos cidadãos.

Entretanto, essa postura associativista preconizada no art. 17 da vigente Carta Política tem favorecido enormemente a criação de partidos políticos sem maior marcação ideológica e sem representatividade social: alguns são apenas expressões da esperteza (no sentido de “velhaco”) de seus fundadores que neles veem um “meio de vida”; uma sigla partidária como espaço para negociatas e vis trapaças, sem falar no rico “dinheirinho” do Fundo Partidário (os partidos receberam, no ano 2014, os R$ 286,2 milhões destinados ao Fundo Partidário), que terminam por irrigar os bolsos desse espertalhões.

Houvesse vontade política de fortalecer as estruturas partidária, bastaria a imposição de cláusulas de barreira que, na definição do Senado Federal a “também conhecida como cláusula de exclusão ou cláusula de desempenho, é uma norma que impede ou restringe o funcionamento parlamentar ao partido que não alcançar determinado percentual de votos” (disponível em: <http://bit.ly/1L5hnXz> acesso em 19 jan 2015). Aprovada pelo Congresso em 1995, para ter validade nas eleições de 2006, a cláusula de barreira foi tida como inconstitucional pela unanimidade dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), sob o argumento de que prejudicaria os pequenos partidos. Aliás, a norma aprovada estabelecia que os partidos com menos de 5% dos votos nacionais não teriam direito a representação partidária, nem poderiam indicar titulares para as comissões das duas Casas do Congresso, incluindo CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito). Igualmente não teriam direito à liderança ou cargos nas mesas diretoras na Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Ademais dessas restrições, não fariam jus aos recursos do Fundo Partidário e teriam com tempo restrito de propaganda eleitoral em rede nacional de rádio e de TV. Esse óbice da inconstitucionalidade poderia ser contornado com a Reforma Política tão esperada, porquanto essa cláusula de exclusão passaria a ser radicada no próprio texto da vigente Constituição.

Enquanto essa reforma não vem há outros modos de fortalecer os partidos políticos, a exemplo da iniciativa do Partido Socialista Brasileiro-PSB, Partido Popular Socialista-PPS, Partido Verde-PV e o Solidariedade-SDD, que estão na oposição ao governo Dilma e que pretendem atuar em conjunto, como se um só partido fossem, ou como definem seus líderes “uma federação de partidos”, com estatuto próprio e atuação unificada em todo o país. Pode funcionar bem. Não há impedimento legal para que isto ocorra. Que isto sirva para fortalecer os partidos políticos. E torná-los partícipes do processo de formulação das grandes linhas da política brasileira, papel que jamais desempenharam.

Agora é torcer para que essa experiência pioneira possa dar bons resultados. Para isso acontecer é preciso que muitos dos atuais paradigmas sejam quebrados. E que o fortalecimento dos partidos possa banir muitos dos vícios arraigados da velha política brasileira. A criação de mecanismos políticos do porte dessa “federação” de partidos agora tentada, poderá ser um grande passo, se for bem sucedida nas eleições municipais de 2016, quando sabidamente prevalecerão a interesses municipais na formação das alianças políticas, quase sempre diferenciados das alianças regionais e mais ainda das nacionais. O mais difícil será quando militantes de dois ou mais partidos da tal “federação” (cuja denominação ainda sequer foi anunciada) quiserem levar adiante candidaturas individuais do PSB, PV, PPS ou SDD. Ora, se as decisões partidárias em regras são olvidadas por seus militantes, imagine-se as oriundas de um movimento político informal. Aliás, Num país sem tradição de fidelidade partidária, essa experiência aponta para um grande desafio a ser superado. Uma arriscada aposta que, espera-se, vença a democracia brasileira.

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Sobre o transporte de passageiros em Mossoró

Uma verdade que coloca por terra a versão de taxitas de Tibau

O movimento que os taxistas de Tibau estão fazendo em relação  ao cumprimento da legislação em Mossoró no que diz respeito ao transporte de passageiros merece que seja entendido melhor.

A maior inverdade que está sendo dita é que o prefeito de Mossoró está perseguindo os taxistas de Tibau impedindo que eles entrem em Mossoró com seus passageiros.

Isso nunca existiu. Todos os taxistas de Tibau e de outros municípios podem entrar em Mossoró com seus passageiros a hora que bem entenderem, livremente, sem nenhuma obstrução.

O que está acontecendo é que a Prefeitura quer cumprir a lei. A legislação municipal diz que os taxistas de outros municípios devem descarregar seus passageiros em pontos determinados da cidade.

O que está ocorrendo é que esses taxistas chegam na cidade e após deixarem seus passageiros passam o dia fazendo corridas na área urbana, concorrendo de forma ilegal com os taxistas de Mossoró que são licenciados para tal.

Existe um levantamento feito revelando que mais de 50% das corridas de táxi feitas  entre 6h e 18h na área urbana de Mossoró é feita por táxis de outras cidades que ficam circulando na cidade enquanto esperam a hora de ir embora.

O que a Prefeitura quer é que os taxistas de fora tragam seus passageiros nos pontos específicos e depois retornem para suas cidades de origem. O taxista de Mossoró, devidamente licenciado, é quem está legitimamente autorizado a fazer as corridas em Mossoró.

Fique claro que não há nenhuma proibição de nenhum táxi de outro município entrar em Mossoró, o que se está tentando é cumprir a lei. Apenas isso. Sem perseguição a ninguém. Apenas sendo justo com o taxista de Mossoró.

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No ar: Cantora Brena Kelly ao vivo no programa Só Cristo Salva

Participe e concorra a CD´s da cantora cearense, neste domingo, na rádio Difusora das 13h às 15h

Brena Kelly I

Neste domingo, 25, no programa Só Cristo Salva, na rádio Difusora, de Mossoró-RN, AM 1.170khz, das 13h às 15h, presença da cantora Brena Kelly, de Fortaleza-CE.

Participe e ganhe CD de Brena Kelly que estará na Festa de Crente, no Porcino Park Center, dia 21 de fevereiro, ao lado de Ton Carfi e Som & Louvor sob a produção Edson Sousa da Elo3Music. Acesse www.difusoramossoro.com.br

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Imagem!

Menina Fati trabalha em lixão em Acra, Gana

Renée C. Byer/BBC

Imagem: Folha de São Paulo

 

 

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