Enquete do G1 através do Twitter

Quem foi melhor no debate da TV Globo?

DILMA X AÉCIO
O DEBATE NO TWITTER
Compartilhe na rede social sua opinião sobre o último
encontro ao vivo dos candidatos na TV
#DebateNaGlobo
Dilma
Aécio
A reação no Twitter, atualizada a cada 30s
Veja o que estão achando das opiniões
dos presidenciáveis
MANDOU MAL
MANDOU BEM
Para 39%, Dilma está mandando bem
MANDOU MAL
MANDOU BEM
Para 91%, Aécio está mandando bem
Fonte: Twitter

 

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Enquete do Correio Braziliense

Quem venceu o último debate presidenciável?

Registro feito às 2h10

83,66%

16,34%

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Em último programa, Henrique diz que quer ser governador para promover o desenvolvimento do RN

Candidato ao PMDB defende mudanças 

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No último programa de propaganda eleitoral, o candidato do PMDB, Henrique Alves, pediu ao eleitor para comparar os candidatos e escolher a mudança, que irá trazer mais desenvolvimento e melhores condições de vida para os potiguares.

Quero ser governador para cuidar melhor das pessoas, oferecer saúde e educação de qualidade. Vamos colocar a polícia nas ruas para frear essa onda de violência. E realizar as obras de infraestrutura que o estado precisa para tirar o nosso estado dessa estagnação econômica e promover o desenvolvimento para gerar mais empregos, mais renda e mais oportunidades em todas as regiões”, disse Henrique.

O candidato do PMDB agradeceu a atenção e o carinho de tantos potiguares que o receberam durante o período de campanha e nas caminhadas por todo o Estado. “Gostaria de agradecer a oportunidade de conversar com vocês, apresentar nossas propostas e soluções para os problemas do nosso estado”, falou.

Henrique lembrou o seu passado, de 44 anos de vida pública, como deputado federal. “Tenho 44 anos de vida pública. Lutei contra a ditadura militar, participei das diretas já e ajudei escrever a Constituição cidadã que restaurou a democracia em nosso país. São 11 mandatos consecutivos de deputado federal, uma história de lutas e de muito trabalho pelo Rio Grande do Norte e pelo Brasil”, relembrou.

O trabalho como deputado federal, fazendo a ponta entre os municípios potigaures e o Governo Federal, foi destacado por Henrique. “Não há um só município em nosso estado que, em algum momento, não tenha sido beneficiado com recursos para obras ou serviços conseguidos por mim junto ao governo federal. Nunca neguei ajuda a qualquer prefeito ou governador que tenha me procurado em Brasília, mesmo sendo um adversário político, porque na minha cabeça e no meu coração o povo do Rio Grande do Norte sempre esteve e estará em primeiro lugar”, falou.

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Robinson leva a Caravana da Vitória a Macaíba

Candidato ao Governo pelo PSD comanda mobilização nesta sexta-feira

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O candidato ao Governo do Estado, Robinson Faria (PSD), e a senadora eleita Fátima Bezerra (PT), fizeram carreata em Macaíba na noite desta sexta-feira (24) com o prefeito Fernando Cunha e vereadores. A Caravana da Vitória partiu da rua Areia Branca e seguiu até o Centro da cidade.

Acompanhada por milhares de pessoas, a carreata marcou a reta final da campanha de Robinson ao Governo. Durante a disputa no primeiro e segundo turnos, o candidato foi quatro vezes a Macaíba, aumentando a cada dia o número de pessoas que o acompanhavam no arrastão.

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Petistas jogam lixo em protesto na Editora Abril

Exemplares da Veja foram queimados e a entrada da editora foi pichada
Lixo jogado no portão de entrada da Editora Abril / Ernesto Rodrigues/Folhapress

Lixo jogado no portão de entrada da Editora Abril Ernesto Rodrigues/Folhapress Da Redação noticias@band.com.br

Militantes petistas realizaram um protesto na noite desta sexta-feira na entrada da Editora Abril, em São Paulo. O motivo foi se manifestar contra as denúncias da revista Veja, que afirma que Dilma Rousseff e Lula sabiam do esquema de corrupção na Petrobras.

A entrada da editora foi pichada. Exemplares da revista foram queimados pelos petistas na avenida Nações Unidas, em Pinheiros.

Uma grande quantidade de lixo também foi jogada na porta da editora.

Dilma afirmou que a Veja faz campanha para Aécio Neves (PSDB) e que processará a publicação em todas as instâncias.

Aécio, por sua vez, pediu mais investigações sobre a denúncia.

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Para internautas do UOL Aécio venceu o debate

Confira dados de votação com registro da 01h30

Por: UOL.COM.BR
Na sua opinião, quem venceu o último debate antes do segundo turno da eleição presidencial?

A disputa entre Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) terminará neste final de semana, quando o país saberá quem vai ser o presidente para os próximos quatro anos. A ‘TV Globo’ realizou nesta sexta-feira (24) o último debate antes do segundo turno.

  • 83,05%

  • 16,95%

60.795 votos

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Petrobras Youssef: “O Planalto sabia de de tudo!” Delegado: “Quem do Planalto?” Youssef: “Lula e Dilma”

O doleiro Alberto Youssef afirma em depoimento à Polícia Federal que o ex e a atual presidente da República não só conheciam como também usavam o esquema de corrupção na Petrobras

EM VÍDEO - As declarações de Youssef sobre Lula e Dilma foram prestadas na presença de um delegado, um procurador da República e do advogado

EM VÍDEO – As declarações de Youssef sobre Lula e Dilma foram prestadas na presença de um delegado, um procurador da República e do advogado (Ilustração Lézio Jr./VEJA)

A Carta ao Leitor desta edição termina com uma observação altamente relevante a respeito do dever jornalístico de publicar a reportagem a seguir às vésperas da votação em segundo turno das eleições presidenciais: “Basta imaginar a temeridade que seria não publicá-la para avaliar a gravidade e a necessidade do cumprimento desse dever”. VEJA não publica reportagens com a intenção de diminuir ou aumentar as chances de vitória desse ou daquele candidato. VEJApublica fatos com o objetivo de aumentar o grau de informação de seus leitores sobre eventos relevantes, que, como se sabe, não escolhem o momento para acontecer. Os episódios narrados nesta reportagem foram relatados por seu autor, o doleiro Alberto Youssef, e anexados a seu processo de delação premiada. Cedo ou tarde os depoimentos de Youssef virão a público em seu trajeto na Justiça rumo ao Supremo Tribunal Federal (STF), foro adequado para o julgamento de parlamentares e autoridades citados por ele e contra os quais garantiu às autoridades ter provas. Só então se poderá ter certeza jurídica de que as pessoas acusadas são ou não culpadas.

Na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef entrou na sala de interrogatórios da Polícia Federal em Curitiba para prestar mais um depoimento em seu processo de delação premiada. Como faz desde o dia 29 de setembro, sentou-se ao lado de seu advogado, colocou os braços sobre a mesa, olhou para a câmera posicionada à sua frente e se pôs à disposição das autoridades para contar tudo o que fez, viu e ouviu enquanto comandou um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar 10 bilhões de reais. A temporada na cadeia produziu mudanças profundas em Youssef. Encarcerado des­de março, o doleiro está bem mais magro, tem o rosto pálido, a cabeça raspada e não cultiva mais a barba. O estado de espírito também é outro. Antes afeito às sombras e ao silêncio, Youssef mostra desassombro para denunciar, apontar e distribuir responsabilidades na camarilha que assaltou durante quase uma década os cofres da Petrobras. Com a autoridade de quem atuava como o banco clandestino do esquema, ele adicionou novos personagens à trama criminosa, que agora atinge o topo da República.

Comparsa de Youssef na pilhagem da maior empresa brasileira, o ex-diretor Paulo Roberto Costa já declarara aos policiais e procuradores que nos governos do PT a estatal foi usada para financiar as campanhas do partido e comprar a fidelidade de legendas aliadas. Parte da lista de corrompidos já veio a público. Faltava clarear o lado dos corruptores. Na ter­ça-feira, Youssef apre­sentou o pon­­to até agora mais “estarrecedor” — para usar uma expressão cara à pre­sidente Dilma Rous­seff — de sua delação premiada. Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:

— O Planalto sabia de tudo!

— Mas quem no Planalto? — perguntou o delegado.

— Lula e Dilma — respondeu o doleiro.

Para conseguir os benefícios de um acordo de delação premiada, o criminoso atrai para si o ônus da prova. É de seu interesse, portanto, que não falsifique os fatos. Essa é a regra que Yous­sef aceitou. O doleiro não apresentou — e nem lhe foram pedidas — provas do que disse. Por enquanto, nesta fase do processo, o que mais interessa aos delegados é ter certeza de que o de­poente atuou diretamente ou pelo menos presenciou ilegalidades. Ou seja, querem estar certos de que não lidam com um fabulador ou alguém interessado apenas em ganhar tempo for­necendo pistas falsas e fazendo acu­sações ao léu. Youssef está se saindo bem e, a exemplo do que se passou com Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras, tudo indica que seu processo de delação premiada será homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na semana passada, ele aumentou de cerca de trinta para cinquenta o número de políticos e autoridades que se valiam da corrupção na Petrobras para financiar suas campanhas eleitorais. Aos investigadores, Youssef detalhou seu papel de caixa do esquema, sua rotina de visitas aos gabinetes poderosos no Executivo e no Legislativo para tratar, em bom português, das operações de lavagem de dinheiro sujo obtido em transações tenebrosas na estatal. Cabia a ele expatriar e trazer de volta o dinheiro quando os envolvidos precisassem.

Uma vez feito o acordo, Youssef terá de entregar o que prometeu na fa­se atual da investigação. Ele já con­tou que pagava em nome do PT mesadas de 100 000 a 150 000 reais a ­parlamentares aliados ao partido no Congresso. Citou nominalmente a ex-mi­nistra da Casa Civil Gleisi Hoff­mann, a quem ele teria repassado 1 mi­lhão de reais em 2010. Youssef disse que o dinheiro foi entregue em um shopping de Curitiba. A senadora ne­gou ter sido beneficiada.

Entre as muitas outras histórias consideradas convincentes pelos investigadores e que ajudam a determinar a alta posição do doleiro no esquema — e, consequentemente, sua relevância pa­ra a investigação —, estão lembranças de discussões telefônicas entre Lula e o ex-deputado José Janene, à época líder do PP, sobre a nomeação de operadores do partido para cargos estratégicos do governo. Youssef relatou um episódio ocorrido, segundo ele, no fim do governo Lula. De acordo com o doleiro, ele foi convocado pelo então presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, para acalmar uma empresa de publicidade que ameaçava explodir o esquema de corrupção na estatal. A empresa quei­xa­va-­se de que, depois de pagar de forma antecipada a propina aos políticos, tive­ra seu contrato rescindido. Homem da confiança de Lula, Gabrielli, segundo o doleiro, determinou a Youssef que captasse 1 milhão de reais entre as empreiteiras que participavam do petrolão a fim de comprar o silêncio da empresa de publicidade. E assim foi feito.

Gabrielli poderia ter realizado toda essa manobra sem que Lula soubesse? O fato de ter ocorrido no governo Dilma é uma prova de que ela estava conivente com as lambanças da turma da estatal? Obviamente, não se pode condenar Lula e Dilma com base apenas nessa narrativa. Não é disso que se trata. Youssef simplesmente convenceu os investigadores de que tem condições de obter provas do que afirmou a respeito de a operação não poder ter existido sem o conhecimento de Lula e Dilma — seja pelos valores envolvidos, seja pelo contato constante de Paulo Roberto Costa com ambos, seja pelas operações de câmbio que fazia em favor de aliados do PT e de tesoureiros do partido, seja, principalmente, pelo fato de que altos cargos da Petrobras envolvidos no esquema mudavam de dono a partir de ordens do Planalto.

Os policiais estão impressionados com a fartura de detalhes narrados por Youssef com base, por enquanto, em sua memória. “O Vaccari está enterrado”, comentou um dos interrogadores, referindo-se ao que o do­leiro já narrou sobre sua parceria com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto. O doleiro se comprometeu a mostrar documentos que comprovam pelo menos dois pagamentos a Vaccari. O dinheiro, desviado dos cofres da Petrobras, teria sido repassado a partir de transações simuladas entre clientes do banco clandestino de Youssef e uma empresa de fachada criada por Vaccari. O doleiro preso disse que as provas desses e de outros pagamentos estão guardadas em um arquivo com mais de 10 000 notas fiscais que serão apresentadas por ele como evidências. Nesse tesouro do crime organizado, segundo Youssef, está a prova de uma das revelações mais extraordinárias prometidas por ele, sobre a qual já falou aos investigadores: o número das contas secretas do PT que ele operava em nome do partido em paraísos fiscais. Youssef se comprometeu a ajudar a PF a localizar as datas e os valores das operações que teria feito por instrução da cúpula do PT.

Depois da homologação da de­lação premiada, que parece assegurada pelo que ele disse até a semana passada, Youssef terá de apresentar à Justiça mais do que versões de episódios públicos envolvendo a presidente. Pela posição-chave de Youssef no esquema, os investigadores estão con­fiantes em que ele produzirá as provas necessárias para a investigação prosseguir. Na semana que vem, Alberto Youssef terá a oportunidade de relatar um episódio ocorrido em março deste ano, poucos dias antes de ser preso. Youssef dirá que um integrante da ­coor­­denação da campanha presidencial do PT que ele conhecia pelo nome de “Felipe” lhe telefonou para marcar um encontro pessoal e adiantou o assunto: repatriar 20 milhões de reais que seriam usados na cam­panha presidencial de Dilma Rous­seff. Depois de verificar a origem do telefonema, Youssef marcou o encontro que nunca se concretizou por ele ter se tornado hóspede da Polícia Federal em Curitiba. Procurados, os defensores do doleiro não quiseram comentar as revelações de Youssef, justificando que o processo corre em segredo de Justiça. Pelo que já contou e pelo que promete ainda entregar aos investigadores, Youssef está materializando sua amea­ça velada feita dias atrás de que iria “chocar o país”.

DINHEIRO PARA O PT 

Lula Marques/Folhapress/VEJA

Alberto Youssef também voltou a detalhar os negócios que mantinha com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, homem forte da campanha de Dilma e conselheiro da Itaipu Binacional. Além de tratar dos interesses partidários com o dirigente petista, o doleiro confi rmou aos investigadores ter feito pelo menos duas grandes transferências de recursos a Vaccari. O dinheiro, de acordo com o relato, foi repassado a partir de uma simulação de negócios entre grandes companhias e uma empresa-fantasma registrada em nome de laranjas mas criada pelo próprio Vaccari para ocultar as operações. Ele nega

 

ENTREGA NO SHOPPING

Sérgio Lima/Folhapress/VEJA

Alberto Youssef confirmou aos investigadores o que disse o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o dinheiro desviado da estatal para a campanha da exministra da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao Senado, em 2010. Segundo ele, o repasse dos recursos para a senadora petista, no valor de 1 milhão de reais, foi executado em quatro parcelas. As entregas de dinheiro foram feitas em um shopping center no centro de Curitiba. Intermediários enviados por ambos entregaram e receberam os pacotes. Em nota, a senadora disse que não recebeu nenhuma doação de campanha nem conhece Paulo Roberto Costa ou Alberto Youssef

 

ELE TAMBÉM SABIA

Sérgio Lima/Folhapress/VEJA

Durante o segundo mandato de Lula, o doleiro contou que foi chamado pelo presidente da Petrobras, José sergio Gabrielli, para tratar de um assunto que preocupava o Planalto. Uma das empresas com contratos de publicidade na estatal ameaçava revelar o esquema de cobrança de pedágio. Motivo: depois de pagar propina antecipadamente, a empresa teve seu contrato rescindido. Ameaçado pelo proprietário, Gabrielli pediu ao doleiro que captasse 1 milhão de reais com as empreiteiras do esquema e devolvesse a quantia à empresa de publicidade. Gabrielli não quis se pronunciar

 

CONTAS SECRETAS NO EXTERIOR

VEJA

Desde que Duda Mendonça, o marqueteiro da campanha de Lula em 2002, admitiu na CPI dos Correios ter recebido pagamentos de campanha no exterior (10 milhões de dólares), pairam sobre o partido suspeitas concretas da existência de dinheiro escondido em paraísos fi scais. Para os interrogadores de Alberto Youssef, no entanto, essas dúvidas estão começando a se transformar em certeza. O doleiro não apenas confi rmou a existência das contas do PT no exterior como se diz capaz de ajudar a identifi cá-las, fornecendo detalhes de operações realizadas, o número e a localização de algumas delas.

 

UM PERSONAGEM AINDA OCULTO

VEJA

O doleiro narrou a um interlocutor que seu esquema criminoso por pouco não atuou na campanha presidencial deste ano. Nos primeiros dias de março, Youssef recebeu a ligação de um homem, identifi cado por ele apenas como “Felipe”, integrante da cúpula de campanha do PT. Ele queria os serviços de Youssef para repatriar 20 milhões de reais que seriam usados no caixa eleitoral. Youssef disse que chegou a marcar uma segunda conversa para tratar da operação, mas o negócio não foi adiante porque ele foi preso dias depois. Esse trecho ainda não foi formalizado às autoridades.

 

O círculo vai fechando

 

Crédito: Broglio/AP/VEJA

ATÉ A MÁFIA FALOU – Tommaso Buscetta, o primeiro mafi oso a fazer delação premiada. Na Sicília, seu sobrenome virou xingamento

​Quem delata pode mentir?

Alexandre Hisayasu

A delação premiada tem uma regra de ouro: quem a pleiteia não pode mentir. Se, em qualquer momento, fi car provado que o delator não contou a verdade, os benefícios que recebeu como parte do acordo, como a liberdade provisória, são imediatamente suspensos e ele fica sujeito a ter sua pena de prisão aumentada em até quatro anos.

Para ter validade, a delação premiada precisa ser combinada com o Ministério Público e homologada pela Justiça. O doleiro Alberto Youssef assinou o acordo com o MP no fi m de setembro. Desde então, vem dando depoimentos diários aos procuradores que investigam o caso Petrobras. Se suas informações forem consideradas relevantes e consistentes, a Justiça – nesse caso, o Supremo Tribunal Federal, já que o doleiro mencionou políticos – homologará o acordo e Youssef será posto em liberdade, como já ocorreu com outro delator envolvido no mesmo caso, Paulo Roberto Costa. O ex-diretor da Petrobras deu detalhes ao Ministério Público e à Polícia Federal sobre o funcionamento do esquema milionário de pagamento de propinas que funcionava na estatal e benefi ciava políticos de partidos da base aliada do governo. Ele já deixou a cadeia e aguarda o julgamento em liberdade. O doleiro continua preso.

Até o ano passado, a lei brasileira previa que o delator só poderia usufruir os benefícios do acordo de delação ao fi m do processo com o qual havia colaborado – e se o juiz assim decidisse. Ou seja, apenas depois que aqueles que ele tivesse incriminado fossem julgados é que a Justiça resolveria se o delator mereceria ganhar a liberdade. Desde agosto de 2013, no entanto, esses benefícios passaram a valer imediatamente depois da homologação do acordo. “Foi uma forma de estimular a prática. Você deixa de punir o peixe pequeno para pegar o grande”, diz o promotor Arthur Lemos Júnior, que participou da elaboração da nova lei.

Mais famoso – e prolífero – delator da história recente, o mafi oso Tommaso Buscetta levou à cadeia cerca de 300 comparsas. Preso no Brasil em 1983, fechou acordo com a Justiça italiana e foi peça-chave na Operação Mãos Limpas, responsável pelo desmonte da máfi a siciliana. Depois disso, conseguiu proteção para ele e a família e viveu livre nos Estados Unidos até sua morte, em 2000.

Fonte: www.veja.com.br

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O ibope recorde do debate

Confira os números da TV Globo durante o debate

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Por: Lauro Jardim

O esperado debate da Globo neste segundo turno está rendendo, como era de se esperar, à emissora uma audiência recorde nesta temporada de confrontos.

No primeiro bloco, a Globo registra 31 pontos na Grande São Paulo, de acordo com dados prévios do Ibope. (A Record cravou oito pontos e o SBT, seis). É mais audiência que os debates  de segundo turnoda Record, SBT e Band somados.

No segundo  e terceiro blocos, os números não mudaram.

Na média, o programa registrou trinta pontos. (No horário, Record alcançou  sete  pontos e o SBT, seis.

Foi também uma audiência superior ao alcançado no debate do primeiro turno (leia mais aqui ). Em 2010, o confronto na Globo entre José Serra e Dilma no segundo turno obteve 23 pontos de audiência na Grande São Paulo.

Fonte: www.veja.com.br

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Exclusivo: Entrevista com o juiz Herval Sampaio

Confira nesta sábado, às 12h aqui 

Desembargadora, procurador, juízes e promotores visitam Herval Sampaio – Fotos: Ana Clarisse

O juiz Herval Sampaio Júnior concede sua primeira entrevista depois do acidente que sofreu, há alguns dias.

Confira neste sábado, 25, aqui no blog, como está sua recuperação.

E, também, o pensamento do magistrado sobre as eleições deste domingo, 26.

Aguarde.

 

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Governo Rosalba falha no abastecimento de água em Pau dos Ferros

Pau dos Ferros: abastecimento de água é interrompido

O funcionamento regular da adutora de engate rápido de Pau dos Ferros está comprometido por problemas na adutora do Alto Oeste. A consequência é que houve interrupção no abastecimento de água proveniente do município de Apodi para a população de Pau dos Ferros. Para tratar do assunto, a 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Pau dos Ferros reuniu-se com os representantes da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern), esta semana.

Na reunião, o gerente regional da Caern em Pau dos Ferros, Djalma Viana Neres, e o engenheiro civil da companhia, Anderson Araújo de Sousa, informaram que a adutora de engate rápido teve o funcionamento interrompido por causa de problemas como vazamento na adutora do Alto Oeste. Os profissionais contaram que estão sendo realizados novos testes na adutora, para que a de engate rápido de Pau dos Ferros volte a funcionar normalmente.

Desde que começou a ser operada para o abastecimento de água potável para Pau dos Ferros, a adutora de engate rápido tem sofrido repetidas interrupções do serviço. De acordo com a Caern, na terça-feira passada (21), inclusive, a adutora do Alto Oeste apresentou mais dois vazamentos, o que resultou na paralisação da adutora de engate rápido, de modo que a população voltou a ser abastecida com água da própria Barragem de Pau dos Ferros.

Na reunião, a 1ª Promotoria de Justiça de Pau dos Ferros apurou que a construção da adutora do Alto Oeste foi de responsabilidade da empresa EIT e que haveria um desgaste precoce em algumas tubulações de fibra instaladas nesta adutora, além de um possível apoio inadequado da tubulação sobre o solo.

MPRN

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