Prefeitos do RN com Aécio Neves

Campanha do candidato do PSDB ganha reforço no Rio Grande do Norte

A campanha de Aécio Neves no Rio Grande do Norte ganhou o apoio de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças de quase 50 municípios. O ato de formalização do apoio ocorreu no Hotel Arituba, na manhã desta segunda-feira (20).

Os novos apoiadores do candidato do PSDB à Presidência da República são de diversos partidos.

Representando os chefes de Executivo, o primeiro a discursar no evento foi o prefeito de Lajes e presidente da Federação dos Municípios do RN (Femurn), Benes Leocádio.

“Temos que dar uma resposta ao tratamento desigual e desleal que os municípios estão tendo da atual presidente da República, é hora da população do RN vir a público externar seu sentimento insatisfação e mudança.Aécio presidente é a garantia de mudar essa situação de descaso e abandono a qual foram submetidos os municípios brasileiros”, disse.

O presidente de honra do PSDB no RN, deputado federal eleito Rogério Marinho, disse que o Brasil está cansado “da degradação pública a que tem sido submetido pelo atual governo, com escândalos de corrupção que se sucedem. O PT está mostrando que, na verdade, tem um projeto de poder”.

 

Presenças

Estiveram presentes ao encontro considerado os prefeitos Fernanda Costa (Santa Cruz), Fabiano Teixeira (Serrinha), Lardijane Ciríaco (Santana do Matos), Maria Neide (Maxaranguape), Padre Jocimar (Jardim do Seridó), Benes Leocádio (Lajes), Júnior Rocha (Goianinha), Luiz Antonio (Pedra Preta), Sione Ferreira (São José do Campestre), Maria Aparecida (Ruy Barbosa), Beto (Jundiá).

E mais: José Felipe (Vila Flor), Sérgio Cadó (Pedro Avelino), Edval Bezerra (Georgino Avelino), George Queiroz, (Jucurutu), Novinho (Cerro Corá), Higor Araújo (Lagoa de Velhos), Noeide Sabino (Equador), Laurence Carlos (Almino Afonso), Gutemberg Pereira (São Tomé) e Júnior (Bom Jesus), além de vários vice-prefeitos,  ex-prefeitos e vereadores do Estado.

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Eros Grau, ex-ministro do STF indicado por Lula, assina manifesto pró-Aécio

Advogado afirma que será um “soldado” do tucano se ele for eleito

Ruy Baron/Folhapress

O advogado Eros Grau (foto), ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, assinou um manifesto de apoio à eleição do tucano Aécio Neves à Presidência da República.

Professor aposentado da Faculdade de Direito da USP, Grau tornou-se uma referência para a esquerda no pensamento jurídico após a redemocratização. Ele foi filiado ao Partido Comunista Brasileiro e chegou a ser preso na ditadura. Em junho de 2004, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva o nomeou para uma vaga no Supremo Tribunal Federal.

“É uma coisa muito engraçada. A maioria das pessoas acha que pelo fato de o presidente Lula ter indicado a mim, ao Joaquim Barbosa e ao Cezar Peluso ao Supremo, nós seríamos ligado ao PT. Mas nenhum de nós é. Eu sempre fui ligado ao PSDB e minha origem lá atrás é sabida”, diz Eros.

Aos 74 anos, ele afirma que pretende colaborar com o governo Aécio se o tucano for eleito. “Sem nenhum cargo, porque não tenho idade, mas certamente serei um soldado”, diz. Ele exalta sua proximidade histórica com o senador Aloysio Nunes Ferreira, candidato a vice de Aécio e também ex-militante do Partido Comunista Brasileiro.

O manifesto intitulado “Esquerda democrática com Aécio Neves” foi redigido pelo sociólogo Marco Aurélio Nogueira, professor da Universidade Estadual Paulista, segundo Eros. O texto afirma que os signatários se decepcionaram com o PT no primeiro turno. A campanha petista, diz a carta, “caluniou, difamou e agrediu moralmente a candidatura de Marina Silva” e “atropelou regras procedimentais e parâmetros éticos preciosos para a esquerda e a democracia”.

Os signatários defendem a manutenção e ampliação do Bolsa Família, do Mais Médicos e do Minha Casa, Minha Vida, programas sociais que se tornaram vitrine da administração petista, e criticam a polarização entre pobres e ricos ao longo da campanha. “Não aceitamos que se aprisione a sociedade num maniqueísmo “povo” x “elite”, que leva os cidadãos a simplificar o que não pode ser simplificado”, diz o manifesto, subscrito por 772 pessoas até a manhã desta 2ª feira (20.out.2014).

Eros Grau foi ministro do Supremo por 6 anos e deixou a Corte em agosto de 2010. Sua decisão de maior impacto político ocorreu no julgamento de uma ação proposta pela Ordem dos Advogados do Brasil que pretendia revogar a Lei da Anistia. O objetivo da ação era abrir caminho para punir criminalmente agentes do Estado envolvidos em torturas e mortes durante o regime militar. Grau era relator da ação, votou pela manutenção da Lei da Anistia e seu entendimento foi acompanhado pela maioria dos ministros, derrubando a iniciativa da OAB.

Fonte: uol.com.br

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Entrevista: ACM Neto

Prefeito de Salvador diz que o PT quer ser proprietário do Nordeste

Entrevista com o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), em Salvador (BA)

Um dos principais aliados do presidenciável Aécio Neves (PSDB) na região Nordeste, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), critica a estratégia petista de disseminar no eleitorado nordestino o “medo” de uma possível vitória do tucano.

Em entrevista à Folha, o neto do senador e governador baiano Antônio Carlos Magalhães (1927-2007) diz que o PT “quer tomar para si a condição de proprietário” do Nordeste.

“Não vamos aceitar”, disse o prefeito, que ainda criticou o governador baiano Jaques Wagner (PT) por relativizar a importância do tema “corrupção” na disputa presidencial:

Folha – Há cerca de 20 dias, o cenário da eleição era outro. O presidente do DEM, José Agripino, defendeu o apoio a Marina Silva no 2º turno. O sr. também disse que apoiaria Marina, caso Aécio não tivesse sucesso. Não acreditavam mais em Aécio?
ACM Neto - A declaração de Agripino foi distorcida. Em nenhum momento ele deixou de ter confiança na ida de Aécio para o segundo turno. Eu também mostrei toda minha confiança. O que disse foi que o mais importante era tirar o PT do poder.
Sempre estive nesse projeto muito menos por expectativa de poder e muito mais por compromisso de vida. Estou há dez anos na oposição e mantive minha coerência. Aécio se preparou para ser presidente e ocupou funções públicas de forma muito honrada. E, com todo o respeito que tenho aos candidatos de oposição que nos lideraram em outras eleições, ele é o mais preparado.

A presidente Dilma teve mais que o dobro de votos de Aécio no Nordeste no 1º turno. Como reverter esse cenário?
Procuramos fazer o esforço máximo. Crescemos em relação a 2010 no primeiro turno e queremos crescer mais no segundo turno. O desempenho de Aécio no Nordeste foi superior ao de Serra em 2010. O fundamental é enfrentar a tática do medo e mostrar que qualquer alinhamento tem que ser programático. Também acho inadmissível a tática do PT de querer dividir o Brasil. E o único capaz de unificar o Brasil é Aécio. Ele, aliás, foi o único candidato que desenhou um plano específico para o Nordeste.
Aécio vai ter um olhar muito especial para o Nordeste. Isso incomoda o PT porque eles querem chamar para si a condição de donos, de proprietários de uma região. E, isso, não vamos aceitar.

O ex-presidente FHC afirmou que o PT se apoia em “setores sobretudo mal informados”. O sr. concorda?
Não acho, de jeito nenhum. Acho que a fala de FHC foi descontextualizada e não vamos aceitar essa injustiça que o PT procurou fazer com o ex-presidente. Refuto qualquer tentativa de dividir regiões e classes sociais. Isso não existe. Tanto é que a gente encontra eleitores do PT nas classes economicamente mais avantajadas e antipetistas nas classes mais pobres. Não acho que seja divisão de classe.

O DEM tinha uma meta de eleger 30 deputados e um governador. Elegeu 22 deputados e nenhum governador. Onde o partido errou nas eleições?
Todos os deputados do partido que disputaram foram reeleitos. E Ronaldo Caiado [DEM-GO] e Davi Alcolumbre [DEM-AP] agora são senadores. Por isso, acho que o partido teve uma estratégia mais corajosa, pensando no médio e no longo prazo. Temos cinco senadores, podendo chegar a seis, se Aécio for eleito, 22 deputados e algumas prefeituras importantes como Salvador e Aracaju. Passada a eleição, vamos fazer um conjunto de debates para refinar a estratégia de futuro do partido.

O futuro passa por uma fusão?
Isso não está em pauta. Não quero nem descartar nem carimbar nenhuma hipótese. Vamos esperar passar a eleição e refletir as alternativas para o partido ganhar força e crescer. Mas estamos tranquilos. Nosso capital é importante, sobretudo pelo valor dos quadros do partido. O partido está unido, coeso e tem grandes quadros.

O governador Jaques Wagner disse que a corrupção é um tema rejeitado pela população. O sr. concorda com ele?
O PT, infelizmente, procurou banalizar o tema corrupção numa tentativa de nivelar todos os políticos por baixo. O governador [Jaques Wagner] certamente é uma das últimas pessoas que têm autoridade para falar sobre corrupção. Seja por sua relação direta com os petistas envolvidos em escândalos recentes, seja pelo fato de ter colocado [o ex-presidente da Petrobras] José Sérgio Gabrielli como um secretário forte de seu governo.
Essa nomeação traz para o governo da Bahia essa conexão com o escândalo da Petrobras, empresa que é o maior patrimônio dos brasileiros, mas que foi tomada de assalto pelo governo petista.

Considera correta essa estratégia de opor as candidaturas no campo ético?
Isso não é uma estratégia, é um fato. Os petistas estão atrás das grades, fruto do mensalão, e agora estão envolvidos com o escândalo da Petrobras. Os fatos mostram quem são os políticos que estão do lado de uma verdadeira mudança, da defesa de um novo momento da política, e aqueles que são o símbolo da corrupção na história recente da política brasileira.

Aécio tem uma trajetória política tradicional. Porque ele representaria um novo momento na política?
Aécio está disposto a fazer reformas e promover mudanças extremamente profundas. Não é mais possível continuar com um tipo de relação do poder Executivo com o Legislativo que foi construída pelo PT na base do toma-lá-dá-cá, da cooptação dos partidos, na base da troca de favores.
Aécio está determinado a promover essa ruptura. Ele vai não só usar toda sua força e capital político para promover uma reforma política, mas estabelecer uma relação com o Legislativo acerca de ideais e propostas. O tipo de relação [com o Congresso] construída pelo PT é a causa dos principais escândalos do governo petista.

Caso eleito, Aécio deve buscar o apoio do PMDB?
O Aécio deve dialogar com todo os partidos e com todos os deputados e senadores que queiram discutir um projeto para o Brasil. A maioria congressual ele terá por um reconhecimento de deputados e senadores do resultado das urnas, do que a sociedade está indicando.
As negociações têm que se dar em torno da pauta que for encaminhada para o Congresso. Tenho a confiança de que, eleito, Aécio vai reunir capital político necessário para ter uma maioria em torno das propostas que são desejadas pela sociedade.

O que o senhor defende como reforma política?
É fundamental rever a quantidade de partidos políticos. Não dá mais para ter essa facilidade para criação de um partido. Sou a favor do fim da reeleição, com mandato de cinco anos e com coincidência de eleições. Eleição de dois em dois anos é um problema.
É preciso acabar com a mercantilização do tempo de TV e reforçar a fidelidade partidária. A reforma tem que fortalecer os partidos.

Fonte: www.folha.com.br

 

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“Os pauferrenses já decidiram que Robinson será o governador”, destaca prefeito Fabrício Torquato

Candidato ao Governo pelo PSD cumpriu agenda em Pau dos Ferros neste domingos 

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Uma das principais cidades do Oeste – Pau dos Ferros – recebeu neste domingo (19) a Caravana da Vitória. Uma multidão vestida de vermelho tomou conta da Avenida Independência seguindo com o candidato ao Governo do Estado, Robinson Faria (PSD) na Avenida Independência a até o Largo do Queiroz onde foi feito comício.

A mobilização foi coordenada pelo prefeito Fabrício Torquato (DEM) que declarou oficialmente o seu apoio a Robinson que por sua vez, agradeceu aos pauferrenses os 5.972 votos que representam 47,75% dos votos válidos e ao prefeito, pelo apoio.

No primeiro turno o prefeito apoiou o candidato adversário e no palanque, explicou as razões de sua mudança dizendo que a população mostrou o que queria quando deu maioria de votos a Robinson Faria no primeiro turno. “Fazer uma campanha constrangido? Não. Pau dos Ferros quer isso, um prefeito antenado com a população, que seja sensível aos pleitos que a população tem. E os pauferrenses já decidiram que Robinson será o governador”, afirmou.

“Nós somos pessoas livres, quero que todo mundo converse com sua família, peça o voto em Robinson que mostrou que tem apoio do povo. Mostre aos seus vizinhos que o candidato que fez um acordo lá em Brasília não vai ganhar e este aqui, que escutou a voz das ruas será o nosso governador. Robinson, foi a sua confiava e determinação que o trouxe até aqui”, disse o prefeito Fabrício Torquato.

Neste domingo, Robinson também esteve em Portalegre e em Francisco Dantas com o deputado federal Fábio Faria (PSD), deputado federal eleito Betinho Rosado Segundo (PP), deputado estadual eleito Galeno Torquato (PSD), o prefeito de Severiano Melo, Dagoberto Bessa (PSD), ex-prefeitos, vereadores e lideranças da região.

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Henrique ganha apoios para aumentar votação no Seridó

Candidato ao Governo pelo PMDB cumpriu agenda no Seridó no domingo 

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Durante a passagem da Caravana 15 neste domingo (19) pela região do Seridó, os candidatos ao governo Henrique Alves (PMDB) e vice João Maia (PR), receberam adesões ao seu projeto de governar o Rio Grande do Norte. A primeira delas foi em Jardim do Seridó, quando o ex-prefeito Dr. Edimar Medeiros reuniu amigos e familiares e abriu as portas de sua casa para receber a caravana. A outra foi em Parelhas, quando o ex-vereador e empresário Romildo Azevedo (Formiga Preta) anunciou em praça pública o apoio a Henrique.

“Voto em Henrique porque sei que é o melhor para a região do Seridó. Voto em Henrique porque tenho certeza que terá ao seu lado um vice competente como João Maia, que vai lhe ajudar a trazer as obras que o Seridó tanto precisa”, disse o médico Edimar Medeiros, ex-prefeito de Jardim do Seridó. No município, Henrique também conta com o apoio do prefeito Jocimar Dantas.

O anúncio de Formiga Preta foi feito em praça pública na passagem da caravana por Parelhas. Ele leva consigo o apoio da sua filha Romisélia, a vereadora mais votada nas últimas eleições. “Eu não votei em você no primeiro turno Henrique, mas agora, além de votar, eu vou trabalhar. E pode ter certeza, a partir de agora vamos, eu por um lado e Dr. Antônio por outro, andar de casa em casa aqui em Parelhas, e fique certo de que daremos uma linda vitória a você e a João Maia no dia 26”.

No município de Acari, o prefeito Isaías Cabral lembrou que o momento em que o Rio Grande do Norte vive exige representantes com capacidade para recuperar o Estado e fez um desafio: “Por onde se passa nesse Estado, há benefícios de Henrique. Agora, eu desafio que se mostrem benefícios do vice-governador de Rosalba. Não vamos deixar o erro acontecer de novo, pois todo mundo vai pagar o preço”, discursou.

A caravana do domingo seguiu ainda pelos municípios de Florânia, João Câmara e Touros. Neste último, o deputado estadual reeleito Ezequiel Ferreira destacou a importância de Henrique ser eleito governador. “É hora do Rio Grande do Norte decidi quem é o melhor para ser o governador. Apoio Henrique pela sua capacidade e experiência. Nosso Estado precisa de um governador com acesso à Brasília, independente de quem seja o presidente da República”, discursou Ezequiel Ferreira.

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PSDC confirma apoio ao candidato Robinson Faria

Ato do PSDB foi realizado em Natal nesta segunda-feira 

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O candidato ao Governo do Estado, Robinson Faria (PSD) recebeu o apoio do PSDC.

Foi em ato realizado em Natal, nesta segunda-feira, 20.

 

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MP dará parecer sobre projeto que visa reaparelhar o Ciosp de Mossoró

OAB de Mossoró continua atuando em defesa de melhorias na área de segurança

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Paulo Cesário, presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB/Mossoró, em reunião com a juíza Welma Menezes, do Juizado Especial Criminal da Comarca de Mossoró – Foto: Assessoria

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseção de Mossoró, continua buscando alternativas para promover o reaparelhamento do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOSP) de Mossoró, que é uma central de atendimento de emergência que comporta vários municípios da região. A ideia da OAB/Mossoró é utilizar as multas pecuniárias (condenações em dinheiro) para investir na central de atendimento. Na sexta-feira (17) passada, ficou definido que o Ministério Público Estadual seria consultado sobre a ideia. Se concordar, o projeto será aplicado.

A reunião ocorrida na sexta-feira passada foi entre o advogado Paulo Cesário Lucena Targino, presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB/Mossoró, e a juíza Welma Maria Ferreira de Menezes, que está à frente do Juizado Especial Criminal da Comarca de Mossoró. Ela foi apresentada à ideia da OAB e concordou. De acordo com a magistrada, o projeto poderá ser aplicado após parecer do Ministério Público Estadual, que será consultado sobre a legalidade do uso das multas pecuniárias em benefício Centro Integrado de Operações de Segurança Pública.

A resposta da juíza poderá por fim a uma luta que a OAB/Mossoró vem travando há vários meses. O projeto foi idealizado pela Comissão de Segurança Pública, mas tem encontrado dificuldades devido à burocracia que envolve a administração pública. O projeto já havia sido apresentado ao juiz Cláudio Mendes Júnior, da 3ª Vara Criminal de Mossoró. Ele concordou e submeteu a ideia à Corregedoria do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ/RN), órgão superior. O desembargador Vivaldo Pinheiro posicionou-se favoravelmente, negando que existisse qualquer impedimento.

Com o sinal verde do Poder Judiciário, faltava apenas a liberação do secretário de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), Eliézer Girão Monteiro Filho. A OAB/Mossoró tentou, por diversas vezes, obter respostas do Executivo Estadual, mas não obteve sucesso. “A gente havia apresentado o projeto ao outro secretário (Aldair da Rocha), mas nem ele e nem este outro (Girão), nos deram retorno e por isso estamos tentando essa outra via. Caso o Ministério Público sinalize positivamente, o projeto será implementado”, comenta o advogado Paulo Cesário.

CENTRAL DE COMANDO

O Ciops funciona como uma base de comando das instituições ligadas à segurança pública. Através do telefone 190, os chamados são recebidos e direcionados para os órgãos responsáveis. Com uma única ligação, é possível que uma vítima acione diversos tipos de serviços, simultaneamente, como Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Civil, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Guarda Civil, Polícia Rodoviária Estadual, entre outras instituições. A falta de estrutura adequada para o Ciosp compromete o serviço prestado a toda coletividade.

IMAGEM: Paulo Cesário, presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB/Mossoró, em reunião com a juíza Welma Menezes, do Juizado Especial Criminal da Comarca de Mossoró

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Prefeito participa do cadastro biométrico

Francisco José Júnior destaca importância do cadastro biométrico realizado pela Prefeitura de Mossoró 

Prefeito Francisco José Júnior participa do cadastro biométrico – Fotos e vídeo: iPad Skarlack

Foi iniciado nesta segunda-feira, 20, seguindo até o 21 de novembro deste ano, das 8h até às 18h, na Estação das Artes o cadastramento biométrico.

Todos os servidores efetivos e comissionados devem passar pelo processo de cadastramento.

Por dia, serão distribuídas 500 fichas para o atendimento, que será realizado por ordem de chegada.

O prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior participou do cadastramento, às 10h, desta segunda-feira, quando destacou a importância do cadastro.

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O debate entre Aécio e Dilma não teve pancadaria…

 …mas isso não quer dizer que a petista não tenha espancado a verdade

O debate entre os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) rendeu uma média de 13 pontos no Ibope, o que é muito bom para o horário. O encontro, desta feita, foi um pouco mais frio do que o das outras vezes, embora não tenha deixado de ser tenso. A menos que eu tenha perdido, não se ouviu a palavra “mentira”, ainda que os dois candidatos tenham concordado em discordar sobre todos os assuntos. Mais uma vez, Dilma quis falar de um Brasil que já passou, citando números conforme lhe dava na telha, e Aécio, de um país que pode ser. Assim, de novo, ela investiu na política do medo, e ele, na da esperança de dias melhores. Dilma repetiu a relação absurda estabelecida no debate da Jovem Pan-UOL-SBT: afirmou que o país só conseguiria chegar a uma inflação de 3% com um choque de juros e triplicando o desemprego. É espantoso que uma presidente da República trate de assunto tão sério com tamanha ligeireza. Dá para entender por que os mercados entram em pânico se acham que sua situação eleitoral melhora? Mais: se, no sábado, ela admitiu que houve roubalheira na Petrobras, no domingo, já ensaiou um recuo. Basta rever o embate para que se constate que essa não é uma leitura que manifesta boa vontade com ele e má vontade com ela.

Um debate, a rigor, para ser sério, tem de contar com honestidade intelectual. A fala final de Dilma foi, de fato, a síntese de suas intervenções: segundo ela, estão em confronto dois modelos: um que teria proporcionado “avanços e conquistas” (o seu), e outro que teria condenado o povo ao desemprego e ao arrocho salarial” (o da oposição). Resumir os oito anos de governo FHC a esses dois termos nem errado chega a ser; é apenas estúpido.

Pela enésima vez foi preciso ouvir Dilma a afirmar que o governo FHC proibiu a criação de escolas técnicas: falso! Que apenas 11 foram construídas na gestão tucana. Falso. Que seus adversários tentaram privatizar a Petrobras. Falso. Que eles pretendem cortar direitos trabalhistas. Falso. Que são contra a participação dos bancos públicos na economia. Falso. O problema do PT na propaganda e no debate é responder a um adversário que o partido inventou, que não existe.

Petrobras
O debate deste domingo serviu para evidenciar como é realmente sensível o caso Petrobras. Se, no sábado, ela admitiu que houve desvios na Petrobras, no debate deste domingo, já foi mais ambígua, falando que há apenas “indícios de desvios”. Uau! Só os “indícios” que foram parar no bolso de Paulo Roberto Costa somam admitidos R$ 70 milhões. João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, é apontado por Costa e Alberto Youssef como um dos chefões do esquema. O partido ficaria com 2% de todos os grandes contratos. O tucano quis saber se Dilma confia em Vaccari, já que o homem é até conselheiro de Itaipu. Ela não respondeu.

Dilma apelou, mais uma vez, ao Mapa da Violência para afirmar que, em Minas, o número de homicídios cresceu mais 50% na gestão de Aécio. E ainda pediu que ele fosse ver a tabela. Eu fui. Ele governou o Estado entre janeiro de 2003 e março de 2010 — logo, os números que lhe dizem respeito são aqueles desse período. Vejam as tabelas abaixo, que trazem os mortos por 100 mil habitantes dos Estados brasileiros e das capitais.

Mapa da Violência - Minas

Mapa da Violência - capitais

Os homicídios no Estado entre 2003 e 2009 tiveram um crescimento de 14%, não de mais de 50%, e os da capital caíram 13,7%. Agora olhem este outro quadro:

Mapa da Violência Minas - ranking

Minas tem a segunda maior população do Brasil, mas está em 23º lugar no ranking dos Estados em que há mais mortes. Vejam lá o que se deu na Bahia do petista Jaques Wagner: ele chegou ao poder com 23,5 mortos por 100 mil, e a taxa saltou para 41,9 em 2002, um crescimento de 78,2%. Que tal analisar o Piauí? Os petistas pegaram o Estado com taxa de homicídios de 10,2; em 2012, era de 17,2, com aumento de 58,2%. A tragédia da incompetência petista na área se repetiu em Sergipe: os petistas assumem em 2007 com taxa de 29,7, e esta se elevou para 41,8 dez anos depois, com crescimento de 40,7%. Mas o PT se comporta como professor de segurança pública. Se deixar, eles dão aula até para São Paulo, que hoje tem a menor taxa do país.

O debate deste domingo não teve pancadaria, mas isso não quer dizer que a verdade não tenha sido sebveramente espancada.

Fonte: www.veja.com.br

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Como foi o Debate da Record?

Em debate morno, Dilma evita grandes erros, mas mente do começo ao fim

Por: Rodrigo Constantin/Veja.com.br

O debate da Record foi bem mais morno, sem muita faísca, talvez porque o marqueteiro do PT tenha percebido que o tom agressivo de Dilma estava jogando contra. Não teve um claro vencedor também, pois Dilma conseguiu disseminar mentiras sem maiores refutações. E como mentiu a presidente! Aécio realmente precisa ter muito sangue frio para suportar aquele show.

Dilma começou levantando uma bola para Aécio: falou de empreendedorismo e estímulo para pequenos e médios negócios. O PT quer mesmo competir nisso com os tucanos? Será que o pequeno empresário prefere Mantega ou Arminio? Como anda a carga tributária durante o governo Dilma? Subiu! Simplificou alguma coisa? Não! O PT é amigo do pequeno negócio? Ninguém acredita nisso. Dilma como aliada dos empresários que não gozam de privilégios do BNDES não cola…

A presidente acha Aécio pessimista e disse que a economia não vai crescer 0,3% como “ele” afirma. Isso mesmo: vai crescer ZERO! Nada! Crescimento NULO! E isso é realismo, não pessimismo. Quem prevê esse nível de “crescimento” é o FMI e os principais analistas consultados pelo próprio Banco Central. Pessimismo?

A petista tentou puxar o tema das leis trabalhistas para colar em Aécio a imagem de inimigo dos trabalhadores. Se flexibilizar leis trabalhistas fosse sinônimo de tirar direitos e conquistas dos trabalhadores, a Escandinávia seria um inferno para eles. Suécia e Dinamarca têm menos “conquistas legais”, mas condições bem melhores de vida para os trabalhadores.

Aécio esfregou na cara de Dilma que a inflação é só brasileira (e venezuelana e argentina), mas no Chile está tudo sob controle de verdade, e com muito mais crescimento, ao contrário do que ocorre por aqui. Para ter 3% de inflação não é preciso aumentar desemprego coisa alguma, como alega Dilma. Isso é mais um mito do PT. Nossa inflação maior não trouxe crescimento algum, e o desemprego já começou a subir. E olha que tem muita gente ganhando para não procurar emprego…

A candidata Dilma teve a cara de pau de afirmar que o Plano Real foi feito no governo Itamar, ignorando quem era o ministro responsável. Isso mesmo: FHC! E o PT de Dilma votou contra. Queria congelamento de preços, o que julga adequado até hoje para combater a alta de preços, assim como trocar carne por ovo…

O tema da corrupção na Petrobras voltou à tona. Aécio perguntou se Dilma confia no tesoureiro do PT, Vaccari, apontado pelo delator Paulo Roberto Costa, o “Paulinho” para Lula, de coordenar o repasse dos desvios para o partido. Ele ocupa cargo em Itaipu, indicado por Dilma. Dilma não respondeu. Mas tentou citar o falecido Sérgio Guerra, do PSDB, que teria, segundo o delator ainda, recebido propina para impedir a CPI da estatal. Dilma não percebeu que, com isso, vai contra seu próprio governo, que oferece propina para impedir investigações?

Outra coisa que tem chamado a atenção nesses debates: o Goebbels que fala por meio de Dilma é o sujeito mais repetitivo do mundo! Martela essa ladainha de que havia impunidade antes e que agora a diferença é que os corruptos vão presos. E o pior é que tem gente alienada que acredita!

Uma vez mais, Dilma pensa que o Brasil é Cuba, e que cabe ao presidente “mandar investigar”. Aécio soube demarcar bem a diferença entre quem acredita nas instituições republicanas e quem se julga uma espécie de ditadora do país. O DNA autoritário está em todo o PT, camarada de Fidel Castro.

Por falar nele, Dilma insinuou que Aécio não disse ainda o que pensa sobre o programa Mais Médicos. Aécio já deixou claro o que pensa sobre ele sim: não tratar com privilégios os cubanos escravos ou milicianos importados para cá para financiar a ditadura de Fidel. Aqueles que Dilma acha que cuidam dos pacientes com mais “carinho”, enquanto ela vai se tratar no Sírio Libanês com médicos brasileiros…

Nos intervalos, um golpe de mestre do PSDB: mostrar a própria Dilma tecendo vários elogios à gestão de Aécio Neves no governo de Minas Gerais. O PT é assim mesmo: adota um discurso para cada ocasião, e esquece tudo aquilo que disse antes.

De volta ao tema da Petrobras, Aécio lembrou que todos aqueles trabalhadores que investiram via FGTS na estatal perderam muito dinheiro, cerca de metade de tudo aquilo que colocaram. Dilma fugiu dos fatos. Disse que a estatal não perdeu valor, que isso era “terrorismo” do tucano. Ora, quem diz que ela perdeu valor não é Aécio, mas os milhões de investidores do Brasil e do mundo que, voluntariamente, compram e vendem suas ações no mercado.

Sobre segurança pública, faltou Aécio lembrar que o PT de Dilma é conivente com os traficantes internacionais que trazem drogas para cá, pois são seus sócios no Foro de São Paulo. O PT sempre foi negligente com as Farc, por exemplo. Dilma, por outro lado, cita sempre a Copa para falar de segurança. Já sabemos a solução para a violência: ter Copa todo mês no Brasil…

Excelente foi a tirada de Aécio ao falar diretamente aos funcionários de carreira dos bancos públicos. O PT vem tentando espalhar que os tucanos seriam prejudiciais aos empregados dessas instituições. O alvo, na verdade, são os malandros políticos que aparelham essas estatais, não aqueles que realmente trabalham nelas e entraram por concurso.

Dilma falou do Pronatec novamente e levantou a bola para Aécio: hoje mesmo o programa foi alvo de denúncias da CGU, por má administração e estatísticas infladas. Assim é o PT, divulgando as “maravilhas” de programas que, na prática, acumulam problemas atrás de problemas…

Por fim, Dilma ultrapassou qualquer limite de mentiras ao declarar várias obras inacabadas como concluídas. O metrô do Rio foi um exemplo. Moro na “cidade maravilhosa”, e o metrô não está nem perto de conclusão. Como a presidente pode mentir tanto assim na maior cara lavada? Ainda disse que a ligação entre Brasil e a Amazônia estava pronta. Um momento: Amazônia não fica no Brasil?

No geral, para quem tem mais apreço pelos fatos, Dilma se saiu mal. Mas para os mais leigos, que costumam cair nessas mentiras repetidas mil vezes, a presidente conseguiu evitar maior constrangimento. Aécio terá que se esforçar mais no debate da TV Globo para desconstruir as falácias da presidente. As mentiras precisam ser esfregadas em sua cara com mais rigor.

Talvez o tucano tenha ficado intimidado com a enorme pressão da imprensa, que o colocou em pé de igualdade como responsável pelas baixarias. Como se elas não tivessem partido do lado de lá, mestre em descer o nível dos debates.

Fonte: www.veja.com.br

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