Aline Couto apresenta proposta para debate sobre transporte coletivo

Audiência pública será realizada quinta-feira

Resultado de imagem para Aline Couto

A Câmara Municipal de Mossoró promoverá debate sobre transporte público no município, quinta-feira (27), às 9h, no plenário da Casa. A audiência pública é proposta pela vereadora Aline Couto (PHS) e discutirá detalhadamente o transporte, com vereadores, especialistas, usuários e população em geral.

A reunião contará ainda com representantes de entidades de classe, autoridades municipais de trânsito, e tratará de problemas e soluções do sistema, partindo da premissa que o crescimento ordenado da cidade passa por transporte público eficiente. A audiência promete bom debate.

Avaliação

O diretor da concessionária do serviço de ônibus em Mossoró (Cidade do Sol), Waldemar Araújo, considera a reunião momento oportuno para fazer balanço de um ano da operação da empresa na cidade. E, a partir dessa avaliação, traçar alternativas para melhor atendimento aos usuários do serviço.

“É importante que a sociedade mossoroense participe dessa audiência pública, pois ela diz respeito a todo o município, e não somente ao passageiro de ônibus. Até porque o transporte público é direito social previsto na Constituição e parte fundamental na mobilidade urbana”, frisa.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

Gil, Bethânia, Ney e mais em música pela demarcação de terras indígenas

Grandes nomes da música brasileira em música especial 

Mosaico com artistas participantes do projeto "Demarcação Já"

Uma seleção com mais de 25 artistas de renome, entre eles Gilberto Gil, Maria Bethânia, Ney Matogrosso, Arnaldo Antunes, Elza Soares, Criolo, Lenine, Zélia Duncan, Zeca Baleiro e Nando Reis, dão voz à música “Demarcação Já”, uma forma de apoio aos direitos indígenas, sobretudo a garantia de seus territórios.

Escrita por Carlos Rennó em parceria com Chico César, a canção integra um projeto do Greenpeace em parceria com as organizações Instituto Socioambiental (ISA) e Bem-Te-Vi Diversidade. Tudo com a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e as produtoras Cinedelia e O2 Filmes. Com mais de 100 versos divididos em 21 partes, a música será lançada nesta segunda-feira com clipe de 15 minutos de duração, do diretor André D´Elia e como parte da Semana de Mobilização Nacional Indígena em Brasília (assista abaixo).

Seu texto engajado traduz de forma poética as principais questões indígena no Brasil, conectando-as com a importância da proteção das florestas, considerada pelo projeto “vital para a sobrevivência física e cultural desses povos”. “A canção parte de um espírito solidário em relação a esses povos, que muitas vezes são tão ignorados por parte da nossa sociedade para expressar as implicações disso para o restante da humanidade e para o mundo”, afirma Rennó. Para Gilberto Gil, “Demarcação já” é um chamamento, “é um grito de luta”, diz ele, que surge no momento em que os direitos indígenas estariam sendo atacados na forma de projetos de lei em tramitação no Congresso e medidas administrativas que propõem dificultar as regras para a demarcação de terras indígenas.

Em tempo: segundo dados do ISA, há no território brasileiro mais de 250 povos indígenas, falantes de mais de 150 línguas diferentes. Ainda segundo dados do instituto, estima-se que na época da chegada dos europeus fossem mais de mil povos, somando entre 2 e 4 milhões de pessoas.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

UERN discute parcerias com o município de Mossoró

Reitor Pedro Fernandes recebe os secretários Aldo Fernandes e Aglair Abreu

A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas sentadas e área interna

O reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), prof. Pedro Fernandes, recebeu nesta segunda-feira (24) os secretários de planejamento e de comunicação do município de Mossoró, Aldo Fernandes e Aglair Abreu, para discutir parcerias entre as instituições.

Durante a audiência, os secretários apresentaram algumas sugestões de áreas em que a parceria entre a prefeitura e a UERN podem ser ampliadas, disponibilizando campo de estudo para vários cursos da instituição. “Existem muitas áreas no município em que os alunos da UERN podem colocar em prática o que estão aprendendo em sala de aula”, explicou o secretário de planejamento de Mossoró, Aldo Fernandes.

Para o reitor Pedro Fernandes a ampliação da parceria entre UERN e Prefeitura de Mossoró é uma grande oportunidade para o município, para a instituição e principalmente para os estudantes da UERN. “O município quer a colaboração da UERN, ao mesmo tempo em que dispõe de um amplo campo de estudo para os nossos estudantes. A oportunidade está sendo dada e toda parceria que traga benefícios para a instituição e para os nossos alunos, será bem vinda”, avaliou Pedro Fernandes.

 

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

LIVE ANTENADO: ROSALBA CIARLINI REASSUME

PREFEITA DE MOSSORÓ FALA DE AGENDA EM BRASÍLIA E ANUNCIA UMA SÉRIE DE INVESTIMENTOS NA SAÚDE

A prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, reassumiu o comando da municipalidade, nesta segunda-feira, 24, depois de cumprir agenda em Brasília.

Em entrevista exclusiva, Rosalba fala dos contatos mantidos com os ministros da Cultura e da Agricultura e anuncia vários investimentos na área da saúde pública.

Confira na Live Antenado:

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

Delatora da Lava Jato: discuti caixa dois pessoalmente com Dilma

Mônica Moura disse que reunião com a ex-presidente ocorreu no Palácio do Planalto

Dilma Rousseff, presidente cassada

A marqueteira Mônica Moura, delatora da Operação Lava Jato, afirmou nesta segunda-feira em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que tratou pessoalmente com a ex-presidente Dilma Rousseff de repasses para a campanha da petista por meio de caixa dois. As revelações de Mônica, casada com o marqueteiro e também delator João Santana, foram feitas em depoimento por videoconferência ao ministro Herman Benjamin, relator do processo que pode levar à cassação da chapa Dilma-Temer, reeleita em 2014.

De acordo com Mônica, a reunião em que ela e Dilma trataram de caixa dois ocorreu por volta de maio de 2014 no Palácio do Planalto, em Brasília. Na versão apresentada pela publicitária, os contatos com o PMDB e com o então candidato a vice, Michel Temer, se resumiam a preparações para os programas de TV. Ao ministro Herman Benjamim, ela disse que não conversou sobre valores não contabilizados com Temer.

Na campanha de Dilma Rousseff à reeleição, Mônica Moura afirmou que, na primeira conversa com Dilma, ficou acertado que detalhes sobre pagamentos não contabilizados ficariam sob responsabilidade do ex-ministro Guido Mantega, que atuaria como operador do caixa paralelo de campanha.

Conforme revelou VEJA, desde que começou a negociar uma delação premiada na Operação Lava Jato, João Santana e Mônica Moura se dispuseram a comprovar que a presidente cassada autorizou, ela mesma, as operações de caixa dois de sua campanha. As revelações jogam por terra uma versão mais amena de que Dilma apenas sabia do que acontecia nos bastidores das finanças eleitorais. Segundo a marqueteira afirmou ao ministro Herman Benjamin, a própria Dilma deu aval para que o caixa clandestino funcionasse. Ao ministro do TSE, a delatora ainda garantiu que Dilma sabia dos pagamentos realizados no exterior por meio de repasses da Odebrecht e afirmou que, numa das conversas, demonstrou preocupação com a segurança e vulnerabilidade dos pagamentos fora do Brasil.

Na última semana, João Santana já havia detalhado ao juiz Sergio Moro a participação da Odebrecht como financiadora ilegal de campanhas eleitorais e dito que o ex-ministro Antonio Palocci indicou a empreiteira como uma espécie de caixa complementar da campanha. Segundo Santana, restos a pagar do caixa dois da campanha de Dilma em 2010 foram quitados pela Odebrecht em 2011 por meio de repasses à offshore Shellbill, na Suíça. Em 2011, foram pagos 10 milhões de dólares no exterior, não só relativos à campanha de Dilma, mas também à do ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez, além de adiantamentos para as campanhas municipais de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo e de Patrus Ananias à prefeitura de Belo Horizonte.

“Todos [no PT] sabiam [do caixa dois]. Os tesoureiros, os coordenadores de campanha. Era dito que os financiadores não querem fazer dessa maneira, ‘não temos como fabricar dinheiro’, ‘existe uma cultura’, existe uma doutrina de senso comum que o caixa dois existe dessa maneira”, relatou João Santana a Sergio Moro na semana passada.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

ROMBO DO GOVERNO FRANCISCO JOSÉ JÚNIOR NA PREVI FOI DE R$ 31 MILHÕES

ELVIRO REBOUÇAS DETALHES ROMBO ENCONTRO NA PREVI

O débito deixado pela gestão Francisco José Júnior, para com a PREVI foi de R$ 31 milhões.

É o que contabiliza o presidente da instituição, economista Elviro Rebouças, nesta terceira e última parte de entrevista ao blog.

Confira:

 

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

Covarde e desleal, esquerdista Boff deixa Lula e rola em si mesmo

Depois de Paulo Henrique Amorim, chegou a vez do face mais visível da Escatologia da Libertação chutar seu aliado histórico. Que monumento moral!

POR REINALDO AZEVEDO

Boff, com o PT no peito, na campanha de Dilma em 2014. Em 2017, quando acordou certa manhã, ele havia se transformado num inseto monstruoso (Reprodução/Reprodução)

É… Nada como viver tempos interessantes. Dia desses, Paulo Henrique Amorim resolveu abandonar o barco de Lula. Escrevi a respeito. Agora, outro notório esquerdista, que há muito vive à sombra do petismo, faz a mesma coisa: Leonardo Boff, o ex-frei do que chamo “Escatologia da Libertação”. Já volto a ele. Quero antes fazer algumas considerações gerais.

Coragem e lealdade
Já escrevi e reitero que há duas qualidades que admiro independentemente de conteúdo ou postulações: coragem e lealdade. Não posso pensar em nada mais asqueroso do que seus respectivos contrários: covardia e traição. Ainda que eu repudie a causa deste corajoso ou daquele; ainda que eu possa achar que o beneficiado pelo amigo leal não vale o esforço, aplaudirei sempre as duas virtudes, mesmo que combata seus protagonistas. Só vale a pena viver assim. E, por óbvio, quero-me e sou corajoso e leal. A leitura de “A Ilíada” explica com mais riqueza o que vai aqui. Se um dia tiverem tempo, leiam-na.

Ao fazer essa lembrança, relevo que trato de virtudes antigas, que não têm marca ideológica. Até porque a esquerda pode ser notavelmente traiçoeira e covarde em nome da “causa”. Há rica literatura, muito especialmente a política, a respeito. E a direita pode praticar as duas coisas em nome do “pragmatismo”, já que costuma ter pouca imaginação para utopias.

“Causa” e “pragmatismo” são, pois, vestes que os pusilânimes e os vigaristas envergam sob o pretexto de cuidar da coisa pública. Cedo ou tarde, os fatos os aguardam. Se cedo, melhor: talvez haja tempo para aprender alguma coisa. Se tarde, nada a fazer. A terra há de comer mais um infeliz.

Vamos a Boff.

Este senhor, certa feita, escreveu um artigo com um ataque violento contra mim. Por quê? Quando morreu o arquiteto Oscar Niemeyer, escrevi, citando Millôr sobre um seu amigo do “Pasquim”, que o artista era “metade gênio e metade idiota”. Eu admirava — e admiro  — seu trabalho; acho algumas de suas soluções admiráveis; a leveza que o concreto armado assume em sua prancheta não tem paralelo. Mas pensava o que pensava em política. O homem morreu stalinista!

Boff ficou revoltado. Este senhor pio, religioso, generoso, decidiu me chamar de “besouro rola-bosta”, expressão que a esgotosfera esquerdista repetiu até se fartar. Hoje em dia, conheço também a esgotosfera de extrema direita. São iguais em tudo. Até na venalidade. Aquela tinha seus financiadores secretos. Esta também.

O homem que me brindou com associação tão poética escreve agora um escreve um post  em que entrega Lula e o PT às cobras — sim!, claro, os demais partidos, o PSDB em particular, apanham muito, ainda que de forma oblíqua. Já explico.

Espancando um tanto a língua, o que não lhe é estranho, Boff manda ver:
“Enganam-se aqueles que eu, pelo fato de defender as políticas sociais que beneficiaram milhões de excluídos, realizadas pelos dois governos anteriores, do PT e de seus aliados, tenha defendido o partido. A mim não interessa o partido mas a causa dos empobrecidos que constituem o eixo fundamental da Teologia da Libertação, a opção pelos pobres contra a pobreza e pela justiça social, causa essa tão decididamente assumida pelo Papa Francisco.”

Reproduzindo um texto imbecil
Na sequência, Boff reproduz, em sinal de endosso, um artigo da jornalista de esquerda Carla Jiménez, publicada na edição online para o Brasil do jornal “El País”. O texto dela é de uma ruindade assombrosa. Entre outras razões porque mistura alhos com bugalhos. Leiam isto, por exemplo:
“[políticos] Garantiram suas aposentadorias com dinheiro desviado e agora acreditam ter legitimidade para decidir o destino da velhice de todos os brasileiros que fizeram o verdadeiro papel de palhaços neste teatro.”

Demagogia barata e intelectualmente vigarista. A Previdência estaria quebrada ainda que ninguém houvesse roubado um centavo.

Num outro momento, diz esta senhora:
“Tem até o ex-relator do impeachment no Senado, Antonio Anastasia — que discursava indignado sobre o crime das pedaladas fiscais de Dilma Rousseff no ano passado — e que agora terá de provar que não é criminoso, apesar da acusação de que teria recebido caixa 2 de baciada da Odebrecht.”

Em primeiro lugar, ela inventou que existe a acusação de que Anastasia recebeu caixa dois “de baciada”. Candidamente — nota-se que a escriba é, digamos, modesta —, ela parece achar muito justo que alguém tenha de “provar que não é criminoso”… É o que acontecia na Espanha do franquismo, né? As pessoas tinham de provar que eram inocentes. O órgão acusador não precisava evidenciar a culpa. Bons tempos, não é, Carla?

No ápice, desculpem-me a expressão dura, da delinquência intelectual, diz a tal:
“Elite criminosa. O que é a pedalada fiscal hoje, se não cosquinhas perto da monstruosidade que o topo da pirâmide política e econômica promove no Brasil.?”

Ora, o crime das pedaladas independe da roubalheira institucionalizada. E foi igualmente cometido. Qual é a sugestão? Que Dilma permanecesse no cargo já que o país é esculhambado?

E, claro!, a doutora em Brasil tem uma receita para resolver a crise:
“Saiam todos, por favor. Vocês são maus exemplos a seguir.”

Não foi o que fez a Espanha. Resolveu enterrar os cadáveres do franquismo e ressuscitar, ora vejam, as varizes azuis da monarquia. E não é que a transição deu certo? Ainda bem que Carla não tinha como opinar. Seu texto é de um jacobinismo ginasiano. Duvido que algo tão ruim saia nas páginas do El País espanhol. Mas sabem como é… Devem pensar: “Para brasileiros, está bom demais”.

Lula
E Carla Jiménez desce o sarrafo em Lula, com o endosso de Boff. Num trecho de esquerdismo pedestre, escreve:
“Lula, por outro lado, mais do que os crimes a que responde, feriu de golpe a esquerda no Brasil. Ajudou a segregá-la, a estigmatizar suas bandeiras sociais e contribuiu diretamente para o crescimento do que há de pior na direita brasileira. Se embebedou com o poder. Arvorou-se da defesa dos pobres como álibi para deixar tudo correr solto e deixou-se cegar. Martelou o discurso de ricos contra pobres, mas tinha seu bilionário de estimação. Nada contra essa amizade. Mas com que moral vai falar com seus eleitores?”

Notem que, nos políticos “de direita”, muito grave é o roubo do dinheiro público. No caso de Lula, um esquerdista, não! Seu maior pecado foi “ferir de golpe (?) a esquerda do Brasil” (…), contribuindo “diretamente para o crescimento do que há de pior na direta brasileira”. Num momento de uma parvoíce ímpar, escreve: “[Lula] Martelou o discurso de ricos contra pobres, mas tinha seu bilionário de estimação. Nada contra essa amizade. Mas com que moral vai falar com seus eleitores?”. Não é que Carla ache errado o discurso dos “ricos contra os pobres”. Parece que disso ela gosta. Ela só não aprova que o chefão petista o faça tendo um amigo bilionário…

Carla não deve ter noção de quão ruim é. Não por acaso, o Boff gostou…

A jornalista do El País só está praticando seu, como direi?, “hedge” com o espírito da Lava Jato. Ao agir assim, tenta fazer com que seu conhecido alinhamento com as esquerdas não se confunda com eventual desprestígio à força-tarefa. E ela percebeu também que, hoje, alinhar-se fanaticamente com os procuradores faz bem às esquerdas. Afinal, eles deram a esta senhora a oportunidade de escrever um texto que iguala todos os citados na operação, sejam ladrões ou não. Daí que ela peça que todos saiam.

De volta ao Boff
Boff reproduziu o texto porque concordou. Ele também está procurando se livrar da herança petista. O homem santo já ligou os radares de sua sofisticada moral em busca de outro salvador da pátria. E ele o faz quando Lula está numa pior, convenham.

Esse é o cara que me chamou de besouro rola-bosta. Ainda que eu fosse, uma coisa é certa: jamais rolaria na matéria de que são feitos os Boffs da vida. Eu seria um besouro muito exigente. Vá lá o estrume… Mas nunca a covardia e a deslealdade.

Que estão abaixo da bosta!

Fonte: www.veja.com.br

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

Juninho Alves participa de culto evangélico na Assembleia de Deus

Prefeito de Caraúbas é convidado do pastor Éverton 

Na noite deste domingo 23, o prefeito Juninho Alves, acompanhado da primeira dama Denise Cavalcante Alves, participou de um culto evangélico na Assembleia de Deus, no Centro de Caraúbas. O evento evangélico foi a convite do pastor Éverton e do co-pastor Paulo Sérvulo, como forma de agradecer a Deus pelas bênçãos recebidas.
De acordo com o prefeito Juninho Alves, a sua ida à Assembleia de Deus, para ouvir a mensagem do Senhor, serve de revigoramento espiritual para as atividades do dia a dia, não só na área trabalhista, como também no campo pessoal.
“Me sinto muito honrado em participar de um evento de tamanha magnitude, como é um culto da Assembleia de Deus. Alimenta a minha alma e revigora o meu espírito em ouvir a mensagem do Senhor. Tenho uma grande estima pelos evangélicos e acredito que a mensagem de amor, paz, respeito, só faz bem a sociedade”, explicou Juninho Alves.
Após a pregação do Pastor Éverton, o prefeito Juninho Alves falou aos presentes e agradeceu a acolhida dos evangélicos e o convite para participar do culto.
Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

Palocci oscila entre delatar e delatar Lula

Mas alguns petistas ainda sonham que Lula seja poupado

Segundo a Folha de S. Paulo, Antonio Palocci “tem oscilado em relação a Lula”.

O que isso quer dizer?

“Embora tenha preservado o ex-presidente em seu depoimento ao juiz Sergio Moro, na semana passada, ele já estaria convencido de que dificilmente fechará uma delação premida sem envolver diretamente o ex-presidente”.

Antonio Palocci, portanto, oscila entre delatar Lula e delatar Lula.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

ESPAÇO DO GIVVA

REFLEXÃO 

POR GIVANILDO SILVA

Giva grande

Leve uma vida simples, porém de maneira extraordinária.

As missões admiráveis o são, exatamente, pela sua excepcionalidade, pela especialidade.

Na busca da essência humana, caminho espinhoso, mas o grande achado. Digno de ser reconhecido, eternamente lembrado.

Que a solidariedade não se faça somente na hora do doloroso infausto. Seja, para sempre, a graça ainda não completamente revelada.

Fonte: Facebook

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+