III CFGCMM: Turma Alfa conclui Curso de Formação de Guarda Civil Municipal de Mossoró‏

Guarda Civil Municipal de Mossoró‏ prepara mais 51 agentes 
IMG_20141127_074842974
Aconteceu na manhã desta quinta-feira, 27/11, a conclusão das aulas da turma Alfa do 3° Curso de Formação de Guarda Civil Municipal de Mossoró. Ao todo, foram formados 51 Guardas aptos a exercer a função após serem empossados.
Os Alunos finalizaram o Curso de formação com a prova prática denominada pista de obstáculos, que é composta de pista de rastejo, polichinelo, flexão abdominal, transporte de feridos e concluindo com corda com sino, que após realizarem toda essa ação, o líder da equipe subia em uma corda de aproximadamente 4, 5 metros e tocava o sino, indicando o fim de prova.
Tudo começou por volta das 07hs30min, começando o percurso em frente a Base Integrada Cidadã do bairro Santo Antônio,  onde os Guardas Alunos seguiram com um aquecimento e logo após a corrida mixuruca (3 Km) sentido Estrada da Raiz até a BR / Santa Delmira. Com o apoio do Pelotão de Ação Ambiental dando cobertura ao evento, que por ventura algum candidato necessitasse de ajuda. Além disso, contamos com a presença da viatura da Ronda Ostensiva Municipal auxiliando no percurso.
Esse treinamento foi realizado pelos Instrutores da Guarda Civil Municipal de Mossoró, GCM’s Wilker, Bueno e Almeida, como também tivemos a participação de GCM Amorim, Andrews, Rafaela e outros Agentes.
Tivemos a presença do Comandante da Guarda Civil, Júlio César Fernandes, que parabenizou a todos os concluintes, e afirmou que “o curso de formação foi concluído com êxito e com isso quem ganha é a população mossoroense, que contará com mais Segurança no município”, concluiu.
Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

Festa da TV Cabo Mossoró

TCM comemora 12 anos com exibição de documentário

Milton Marques, diretor-presidente do Grupo TCM

Milton Marques e…

Zilene Medeiros, diretora- presidente do Grupo TCM

…Zilene Marques comandam o sucesso da TCM – Fotos: Assessoria

No próximo sábado, dia 29, a TCM (TV Cabo Mossoró) completa 12 anos de atuação na cidade e capital do Oeste, além do alcance da internet. Para marcar a data, na sexta-feira, 28, a programação do Canal 10 da TCM será dedicada ao aniversário da emissora com reconhecimento aos assinantes e dando ênfase às novidades para o presente e o futuro próximo. A equipe da Central TCM de Produções (CTP), para tanto, preparou um documentário para comemorar essa data. A produção será exibida nos programas da grade e em alguns horários ao longo da programação.

“Realizado o sonho da instalação em Mossoró de uma TV à Cabo, agregamos com o passar do tempo outros serviços como o Canal 10, a internet Connect TCM, Multimídia TCM e chegaremos em 2015 entregando à cidade a Central TCM de Produções. Ano a ano, há uma maior propagação da marca TCM em decorrência da extensão da prestação dos serviços que se consolidam pelo profissionalismo e interação dos nossos colaboradores, assinantes, anunciantes, e internautas navegadores do Portal TCM. É muito gratificante sentir no olhar, no aperto de mão, numa correspondência que estamos bem avaliados. Somos a família TCM, mas nas comemorações dos 12 anos do Sistema de Comunicação quem merece os parabéns é a cidade de Mossoró” avalia Zilene Medeiros, diretora do Grupo TCM.

O documentário foi dirigido pelo jornalista Freire Neto com a direção de fotografia de Leonardo Melo, que também conduziu as imagens ao lado do cinegrafista Adriano Pinheiro. A produção foi conduzida por Kena Adna e Graicy Karen.

“Inovação, vanguardismo e atitude, com respeito e ética. Em 12 anos, a TCM virou referência no mercado local, regional e nacional e segue em frente. Vem muita coisa boa por aí. Curta, assista, compartilhe”, comentou o jornalista Freire Neto, que dirige a Central TCM de Produções.

Além de apontar para o futuro do Grupo, o vídeo apresenta depoimentos de assinantes que convivem com a TCM desde o início. O documentário também poderá ser assistido em tempo real pelo portaltcm.com.br onde ficará ainda disponível pela conta do youtube.

“A TCM é prestadora de serviço à medida que gera imagens locais, permitindo que os mossoroenses se vejam cada vez mais e melhor, através do CANAL 10; é produtora de conhecimentos no momento em que oferece a seus assinantes mais de 140 canais, também em HD, levando a todos uma grande contribuição dos mais variados saberes das diferentes culturas e civilizações espalhadas por todo mundo; é agente de progresso social, econômico e artístico quando através de um bom serviço de internet banda larga, oportuniza interligar Mossoró aos mais longínquos territórios nacional e estrangeiro. Nesta data festiva, quero agradecer a todos os assinantes, funcionários, colaboradores, autoridades locais e patrocinadores pela enorme contribuição que, em conjunto, todos prestam a Mossoró e a região. Parabéns TCM, por seus 12 anos”, finaliza Milton Marques Medeiros, presidente-diretor do Grupo TCM.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

Há um déficit de Dilma na transição econômica

Dilma sumiu?!

Por Josias de Souza

Agora é oficial: reeleita, Dilma Rousseff aplicará algumas das medidas impopulares que acusava o rival Aécio Neves de tramar. No primeiro contato da nova equipe econômica com os repórteres, esclareceu-se que o governo abandonará a criatividade contábil, priorizará o equilíbrio fiscal e deixará de torcer o nariz dos empresários que quiserem fazer parcerias com o Estado. Foi um recomeço alvissareiro. Mas há na cenografia da transição um déficit de Dilma Rousseff.

Durante a campanha eleitoral, Dilma teve um surto de loquacidade. Falou pelos cotovelos. Dizia-se que ela própria anunciaria, numa breve aparição, a chegada de Joaquim Levy e de Nelson Barbosa. Mas a presidente não deu as caras. Pena. Após passar a campanha dizendo que seu governo era Flamengo, seria bom se explicasse por que foi buscar seu auxiliar econômico na arquibancada do Vasco.

Nas suas primeiras manifestações sob refletores, Levy e Barbosa tocaram violino para o mercado. Num instante em que o governo guerreia no Congresso para tapar artificialmente o rombo de 2014, o novo titular da Fazenda disse, já na primeira frase, que restabelecerá o superávit primário nas contas públicas. Deu os percentuais: economia de 1,2% do PIB em 2015, 2% em 2016 e 2017.

Além de mostrar a ponta da tesoura, Levy informou que molhará a camisa pela elevação das taxas de poupança e investimento do país. Foi ecoado por Barbosa, que anunciou a prioridade às parcerias com o setor privado. E quanto aos programas sociais? Levy e Barbosa responderam o óbvio: para que os programas continuem fluindo, a economia precisa estar em ordem. Pode haver diminuição no ritmo de expansão dos programas, não recuos.

Mantido no BC, Alexandre Tombini declarou, sem floreios, que a devolução das contas públicas aos trilhos do rigor fiscal ajudará no seu esforço para trazer a inflação para os arredores do centro da meta oficial, que é de 4,5%. Nada daquele lero-lero de que a carestia roçando o teto dos 6,5% é sinônimo de cumprimento da meta.

Encenada com uma semana de atraso, a cenografia da guinada só foi tisnada pela ausência de Dilma. Numa hora dessas, não fica bem a presidente se trancar no seu silêncio frio, que pos vezes passa a ideia de hostilidade ou indiferença. No amor ou no governo, nada é pior do que a indiferença.

É certo que Dilma não morre de amores pela ortodoxia personificada por Joaquim Levy. Mas já que a presidente optou por retirá-lo da diretoria do Bradesco, seria bom que ao menos mantivesse as aparências. No regime democrático, a autoridade tem que falar. Tem que dar satisfação. Quando a autoridade faz o oposto do que disse que faria, as explicações tornam-se imperiosas.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

Em 1º discurso, Joaquim Levy fala tudo que o mercado quer ouvir

Ministro recém-nomeado acena para previsibilidade e transparência das contas públicas, além de cravar a meta de superávit

Novos Ministros são anunciados como equipe econômica do governo brasileiro, durante conferência da imprensa nesta quinta-feira (27), no Palácio do Planalto, em Brasília

Em discurso após sua nomeação oficial ao comando do ministério da Fazenda, Joaquim Levy parecia estar lendo o conteúdo do que seria uma atualização da “carta ao povo brasileiro”. A jornalistas, ele falou tudo o que o mercado gostaria de ouvir e afastou temores sobre uma possível continuidade da atual política econômica, repetindo o que fez o ex-presidente Lula, em 2002, às vésperas das eleições, num intento de conter a saída de investidores do país. Levy acenou com uma mudança drástica na condução da política fiscal, afirmando que haverá mais transparência e previsibilidade — exatamente as duas palavras que ficaram longe do léxico do primeiro governo Dilma. O novo ministro chegou até mesmo a traçar a meta de superávit primário para o ano que vem, em 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB). O número é factível, segundo ele, se os ajustes necessários forem levados adiante. Tal meta corresponde à economia que o governo deve fazer para pagar os juros da dívida.

A política fiscal foi o primeiro e principal ponto abordado pelo ministro, já que é o maior alvo de críticas da atual gestão petista. “O objetivo imediato do governo, da Fazenda, é estabelecer uma meta de superávit primário para os três próximos anos que seja compatível com a estabilização e o declínio da dívida bruta em relação ao porcentual do PIB, considerando o nível de reservas estável”, disse. Em seguida, o futuro ministro cravou a perspectiva de superávit para 2015 e afirmou os objetivos para 2016 e 2017, de 2% do PIB. “Alcançar essas metas é fundamental para um aumento da confiança e criará bases para a retomada do crescimento da economia e da evolução dos avanços sociais”, disse Levy, ressaltando que essa confiança é a “mola” para impulsionar o crescimento do país.

Segundo o novo ministro, a Fazenda refirma o compromisso com a “transparência das ações”, que inclui a divulgação de dados, especialmente das contas fiscais. “Temos a convicção de que a redução de incertezas sobre os objetivos do setor público sempre é um ingrediente importante para a tomada de risco por parte de empresas, trabalhadores e famílias, especialmente nas decisões de aumento de investimento, capital físico e humano”, explicou.

Questionado sobre a velocidade com que o ajuste fiscal será implementado a partir do ano que vem, o futuro ministro não quis se comprometer com prazos. “Não temos pressa para fazer um pacote relâmpago”, disse. “Algumas coisas que vêm sendo discutidas, como diminuir despesas, isso pode ter seu curso, mas não temos nenhuma medida imediata para anunciar. Essa não é uma reunião de surpresas. É apenas uma apresentação”, afirmou.

Levy afirmou que, primeiro, será preciso conhecer o desfecho da mudança do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que será votada na próxima semana, para avaliar os caminhos para a excecução dos ajustes. Ele reconhece que será preciso avaliar as atuais condições econômicas, levando em conta as consquências das medidas que já foram tomadas pelo governo. E que só assim será possível perseguir as metas propostas.

O ministro se esquivou quando questionado sobre o nível de autonomia que a presidente Dilma lhe dará. Afirmou que “o objetivo é claro e os meios, conhecidos”, e que “há um grau suficiente de entendimento de equipe” para implementar as medidas necessárias. Sobre a possibildiade de assumir a presidência do conselho de administração da Petrobras, assim como seu antecessor, Guido Mantega, Levy disse que seria preicipitado se manifestar sobre o tema.

Planejamento — O pronunciamento de Nelson Barbosa, novo ministro do Planejamento, foi mais breve e, de certa forma, laudatório ao atual governo. O economista dedicou boa parte de seu discurso para fazer afagos à presidente Dilma Rousseff e à antecessora Miriam Belchior. E não poupou agradecimentos pela indicação à pasta. “Muito obrigado, presidente. Esteja certa de que dedicarei toda a minha energia e meu esforço para honrar sua confiança e contribuir para o desenvolvimento do nosso país”, disse Barbosa. O ex-secretário-executivo da Fazenda também disse ser uma “grande honra” suceder Miriam Belchior, “amiga de longa data que com sua liderança conduziu o Ministério de forma exitosa nesse período do governo”.

Barbosa prometeu trabalhar em conjunto com os demais membros da equipe econômica para fazer um controle rigoroso da inflação e manter a estabilidade fiscal e a geração de empregos no país. Para ele, o desafio mais imediato é a adequação da proposta orçamentária do próximo ano ao novo cenário macroeconômico e ao objetivo de elevação do superávit primário citado por Levy.

O novo ministro informou ainda que vai assumir a coordenação dos Programas de Investimento do Governo Federal e que vai buscar desenvolver e ampliar nos próximos anos as parcerias público-privadas e as fontes alternativas de financiamento público e privado de longo prazo. “Gostaria de destacar que trabalharei especialmente em iniciativas para aumentar a taxa de investimento e a produtividade da nossa economia, de modo a possibilitar o crescimento mais rápido da renda per capita com estabilidade monetária”, disse.

Fonte: www.veja.com.br

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

Coordenação da intervenção foi deselegante com Leodise Cruz

Secretária de Saúde foi “escanteada” por chefia da intervenção

Durante entrevista coletiva Leodise Cruz teve que procurar um local para se acomodar, pois a coordenação da Dix-sept Rosado tentou ignorar a secretária de Saúde – Fotos: iPad Skarlack

No mínimo deselegante a forma como o comando da Casa de Saúde Dix-sept Rosado tratou a secretária de Saúde, Leodise Cruz.

Ora, se como uma das novas gestoras informou, é por obra e graça da ação da Prefeitura de Mossoró, através do prefeito Francisco José Júnior e, consequentemente, por intermédio da Secretaria de Saúde, que tem como titular Leodise Cruz, que foram alcançados alguns avanços, então, não justifica a forma como a secretária de Saúde foi tratada.

Não sei como funciona esse trabalho de intervenção, porém, quando convocaram uma entrevista coletiva para falar sobre a Casa de Saúde Diz-sept Rosado, teriam que ter tido um mínimo de respeito para com a secretária que estava no local.

Inclusive, perguntas que poderiam ter sido esclarecidas por Leodise, ficaram sem resposta pois a mesma foi deixada em um canto de sala.

Achei estranho logo ao chegar ao hospital e ver a secretária na parte externa, nquanto os interventores estavam no interior do hospital.

Se não sabe receber convidados, então, que a coordenação da intervenção contrate uma assessoria.

Nossa solidariedade secretária Leodise Cruz.

 

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

UTI Neonatal da Casa de Saúde Dix-sept Rosado reabrirá em dezembro

Interventores pedem colaboração de empresários de Mossoró 

Interventores da Casa de Saúde Dix-sept Rosado falam sobre situação da unidade – Fotos: iPad Skarlack

A UTI Neonatal da Casa de Saúde Dix-sept Rosado irá reabrir até o final de dezembro.

O anúncio foi feito na tarde desta quinta-feira, 27, durante entrevista coletiva concedida pelos interventores da unidade.

Como avanço foi anunciado que a unidade que começou a funcionar com 30 leitos, a partir da intervenção em 1º de outubro, já está funcionando com 60 leitos.

Em instantes, entrevista com o prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior, que participou da entrevista.

 

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

Câmara Cultural tem mais uma edição

Wanderlânia Lima é uma das convidadas da Câmara Municipal de Mossoró 

Wanderlânia Lima ministrou conferência na Câmara Municipal de Mossoró – Fotos: iPad Skarlack

Discussão sobre patrimônio cultural e legislação municipal abre programação da Câmara Cultural

O patrimônio cultural de Mossoró e a legislação municipal será o tema da primeira sessão plenária da Câmara Cultural, que será realizada nesta quinta-feira (27), a partir das 10 horas, no plenário da Câmara Municipal de Mossoró.

Dentro da programação, o professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Potiguar, e a concluinte do curso, Wanderlânia Lima, proferem palestra sobre a temática patrimônio cultural de Mossoró. Também a Professora Andréa Virgínio Freire Costa, do IFRN, irá proferir palestra com o tema “Preservação do Centro Histórico de Mossoró”. A discussão é aberta ao público em geral.

A programação da Câmara Cultural prossegue na sexta-feira (28), com a manifestação cultural “Alma Negra”, que envolve dança, música, artes visuais e literatura, em um grande espetáculo em via pública, em frente à sede da Câmara Municipal.

O projeto Câmara Cultural foi criado a partir de um projeto de resolução de autoria do vereador Flávio Tácito. O projeto teve algumas edições realizadas no plenário da Câmara e tinha sido suspenso, sendo retomado no mês de outubro pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Francisco Carlos em uma nova dimensão, levando o espetáculo para a rua em frente à sede do Legislativo, ao mesmo tempo em que promove discussões sobre a arte e a cultura de Mossoró. Na edição passada, a Câmara Cultural resultou na aprovação de diversos projetos de lei voltados para a Cultura, alguns dos quais seguem processo de regulamentação e implementação.

Programação – Manifestação Cultural “Alma Negra”
Artistas: Conceição Andrade, Edy Lemos, Goreth Alves, Marília Cardinalle, Netinho, Priscila Soares, Xavier Araújo, Dayane Nunes, Tony Silva, Grupo de Dança Diocecena e Companhia Gesto de Dança”.

Literatura: Noite de Autógrafos do escritor Geraldo Maia do Nascimento, autor do livro “Mossoró na Trilha da História”.

Artes Visuais: Elemento Fotografia. temática Cultura Negra e Arquitetura Histórica de Mossoró. Expositores: Jackson Angel e Coletivo Monxorós Fototribo.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

O que é estelionato eleitoral

E o que Dilma tem a ver com isso?

Por Ricardo Noblat

Veja o vídeo:

 

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

Dilma sugere trocar Garibaldi por Henrique no Ministério da Previdência

Presidente da República sugere ao PMDB Henrique Alves para a Previdência

IMG_2984.PNG

Por Simone Iglesias

BRASÍLIA – Para desfazer a crise criada com o PMDB ao convidar a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) para ministra da Agricultura sem conversar com o partido, a presidente Dilma Rousseff sinalizou que poderá indicar o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para a Esplanada. Em conversa nos últimos dias com o vice-presidente Michel Temer e com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), Dilma sugeriu nomear Alves para o Ministério da Previdência, no lugar de Garibaldi Alves, primo dele, que retomará o mandato de senador.

Ao ouvir dos peemedebistas a justificativa de que a Agricultura, que será assumida por Kátia Abreu, sempre foi uma pasta cuja indicação passava pela bancada do partido da Câmara, a presidente sugeriu a troca: dar aos deputados a Previdência, anteriormente indicada pelos senadores. A equação, no entanto, não é tão simples de resolver, porque os deputados concordam com a nomeação de Alves, mas para o Ministério da Integração Nacional. A Previdência é historicamente considerada um “abacaxi”, já que as medidas mais importantes dos ministros da pasta são geralmente cortes impopulares de benefícios.

Ao sinalizar que dará a Henrique Alves uma vaga na Esplanada, Dilma contraria o que vinha dizendo aos seus auxiliares logo após as eleições: que não faria um Ministério de derrotados nas disputas estaduais. Mas ela já indicou o senador Armando Monteiro (PTB), que perdeu o governo de Pernambuco, para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Henrique Alves foi derrotado no Rio Grande do Norte. Mais dois senadores peemedebistas que perderam eleições para o governo nos seus estados trabalham para garantir um espaço no Ministério: o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (AM), e o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE).

Em conversa entre Dilma e Temer, ficou acertado que, em princípio, o PMDB terá seis ministérios: três indicados pelos senadores, e outros três indicados pela bancada da Câmara ou pela direção do partido. Dilma conseguiu de Renan Calheiros o acordo de que Kátia Abreu, que vinha sendo considerada cota pessoal da presidente, seja uma indicação dos peemedebistas do Senado. Dilma deixou claro a Renan que a nomeação de Kátia para a Agricultura é “muito importante” para ela e que, apesar das reações contrárias que surgiram após o vazamento da indicação, não deverá mudar de ideia.

— Depois de perceber a confusão que criou convidando Kátia para a Agricultura, a presidente propôs a troca desse ministério passar a ser uma indicação do Senado, e a Previdência, com Henrique, da Câmara — contou um peemedebista da cúpula.

Com Garibaldi e Edison Lobão (Minas e Energia) fora da Esplanada, o partido definirá se Vinicius Lages — indicado por Renan — permanece no Turismo, ou se emplaca Braga ou Eunício na pasta.

— Estou voltando, porque ninguém se perde no caminho de volta — disse ontem Garibaldi, ao circular pelo Senado.

MINAS E ENERGIA

Braga vem trabalhando para substituir Lobão no Ministério de Minas e Energia, mas não é tarefa fácil. Desde que estourou o escândalo da Petrobras, Dilma quer manter a pasta sob seu estrito comando. Uma das ideias é indicar para a área seu ex-chefe de gabinete Giles Azevedo, que atualmente coordena a transição do governo. Dilma, no entanto, tem dificuldade em nomear seus auxiliares mais diretos para postos de comando. Prefere mantê-los em assessorias especiais, como acontece com Giles desde que veio com ela de Porto Alegre para Brasília, em 2003. Segundo interlocutores da presidente, Braga pode ter chance porque sempre teve uma boa relação com ela desde que substituiu Romero Jucá (PMDB-RR) na liderança do governo no Senado.

Se Dilma tirar o Ministério de Minas e Energia do PMDB, o partido brigará para aumentar sua participação, já que a pasta é considerada uma das mais importantes da Esplanada, pois comanda Petrobras, Itaipu e todo o setor elétrico.

— Se ela tirar esse ministério do PMDB, terá que compensar com outros, porque ele tem mais poder que a maioria — disse um dirigente.
Quanto a Eunício, ele gostaria de ser indicado para o Ministério da Integração Nacional, pasta na qual Henrique Alves também tem interesse. Na cota do vice-presidente Michel Temer, Moreira Franco deverá permanecer na Aviação Civil. Uma eventual indicação de Henrique Alves para ministro tem o apoio de maioria expressiva dos deputados.

Fonte:O Globo

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+

Presidente nomeia comissão para escolha do vereador do ano

Vereador do ano ano será escolhido no dia 10 de dezembro 

vereador francisco carlos (2)
O Plenário da Câmara Municipal de Mossoró escolheu, por sorteio, os membros da comissão que irá escolher o vereador que irá receber o Troféu Vereadora Niná de Macêdo Rebouças.

Segundo a resolução que o instituiu, a escolha é feito a partir de representantes da imprensa que cobre as atividades da Câmara Municipal, entidades representantes da sociedade organizada, servidores efetivos da Câmara e lideranças comunitárias.

Pelo sorteio, foram escolhidos o Complexo Resistência de Comunicação, a Rádio Difusora, o Blog de Carlos Skarkack e o Blog de Gutemberg Moura.

Também foi feito sorteio em plenário das entidades representativas da sociedade, sendo escolhidas a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) e Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

Os servidores efetivos serão apontados pelo Sindicato dos Servidores da Câmara Municipal de Mossoró e o líder comunitário será apontado pelas lideranças que participaram da Tribuna Popular.

A escolha será feita na última sessão do ano, realizada no dia 10 de dezembro.

Email this to someoneShare on FacebookTweet about this on TwitterPin on PinterestShare on Google+