Vaccari diz ter pedido desligamento do Conselho de Administração de Itaipu

Tesoureiro do PT tenta sair de sena 

O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, durante audiência pública na Câmara dos Deputados
O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, afirma ter comunicado na noite desta quinta-feira (30) seu desligamento do Conselho de Administração de Itaipu, durante uma reunião com membros do colegiado.

A usina informou, porém, não ter recebido nenhum pedido oficial até o momento.

Vaccari deu sua versão por meio da assessoria de imprensa do PT. Não detalhou, no entanto, se enviou algum comunicado por escrito para sacramentar a saída.

O Conselho de Itaipu é formado por representantes brasileiros e paraguaios.

A assessoria de imprensa da usina acrescentou que a reunião ordinária do colegiado – com a presença dos integrantes dos dois países – ocorreu hoje de manhã e que, na ocasião, Vaccari não anunciou sua saída.

No dia anterior aos encontros previstos no calendário oficial, os conselheiros do Brasil reúnem-se preliminarmente. Nesse caso, Vaccari teria informado sua decisão aos seu pares brasileiros.

A decisão, anunciada no último dia 23, foi tomada na tentativa de evitar desgastes à campanha da presidente Dilma Rousseff, que vinha sendo alvo constante de ataques dos adversários por conta do episódio na Petrobras.

O tesoureiro é acusado de intermediar negócios entre fundos de pensão de estatais e empresas ligadas ao doleiro Alberto Youssef.

Em depoimento após acorde de delação premiada, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef disseram que Vaccari intermediava os recursos desviados de obras da estatal para o partido.

Deflagrada em março pela Polícia Federal, a Operação Lava Jato descobriu uma ação que movimentou estimados R$ 10 bilhões. Segundo a PF, uma “organização criminosa” atuava dentro da empresa.

Fonte: www.folha.com.br

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Entrevista – Henrique Eduardo Alves

‘Dilma tem dois meses para mudar estilo de governar’

Presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves afirma que a presidente reeleita tem de adotar nova forma de negociação com o Congresso imediatamente e descarta assumir um ministério no ano que vem

Presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves

MÁGOA – O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, derrotado na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte: “O Lula nunca tinha visto o Robinson na vida dele. Se amanhã passar do lado, acho que o Lula nem o reconhece mais” (Pedro França/Agência Senado/VEJA)

Marcela Mattos, de Brasília

Na primeira semana depois das eleições, o Congresso Nacional deu um claro recado à presidente reeleita Dilma Rousseff (PT): derrubou o decreto bolivariano que criava conselhos populares em órgão públicos, convocou ministros e a presidente da Petrobras, Graça Foster, para prestar esclarecimentos em comissões e ensaia desengavetar propostas que causam dor de cabeça ao Planalto, como o chamado Orçamento Impositivo. Para Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara dos Deputados, Dilma precisa saber “conversar e “compartilhar mais” já nos próximos dois meses, quando encerra seu primeiro mandato. “Não pode ser como vinha sendo: o PT escolhendo o que quisesse, principalmente os melhores ministérios, e deixando o resto para os outros. Não pode e não deve ser assim. A presidente Dilma tem dois meses para provar que as coisas não vão ser assim”, afirmou. Depois de onze mandatos na Câmara, Alves foi derrotado na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte e ficará sem mandato em janeiro. Nos últimos dias, seu nome passou a figurar na bolsa de apostas do futuro ministério de Dilma, o que ele descarta. Mas, como reza o anedotário político de Brasília, quando se quer um cargo de ministro, o melhor a fazer é afirmar justamente o contrário – diz a máxima que, a partir daí, seu nome passará ser lembrado constantemente. Leia a entrevista ao site de VEJA.

Como o senhor viu o apoio de Lula ao seu adversário Robinson Faria (PSD) na disputa ao governo do Rio Grande do Norte? Eu fui surpreendido. O Lula nunca tinha visto o Robinson na vida. Esqueceram de avisar que o Robinson que ele apoiou neste ano é o mesmo contra quem ele gravou em 2010. Se amanhã passar ao lado, acho que o Lula nem o reconhece mais. Enquanto eu era líder do PMDB, sempre que havia uma votação importante, o Lula me chamava para conversar e para negociar. Agora, ele grava uma entrevista em um formato de bate-papo elogiando o Robinson, dizendo que ele vai mudar o Rio Grande do Norte. Isso foi decisivo para a derrota, foram muitas inserções ao longo de vários dias.

O senhor chegou a procurar o PT pedindo que as gravações não se repetissem no segundo turno? Eu procurei o Michel Temer, que na hora telefonou para o Lula pedindo para que não gravasse mais. Tudo bem que a chapa do Robinson estava com o PT para o Senado, mas no plano nacional eu estava com a Dilma. Depois que pedi para pararem, foi quando usaram as propagandas desbragadamente. O Lula não deve ter feito nenhum gesto para pararem de usar. O Temer também procurou o Rui Falcão, mas não adiantou. Ficou uma coisa muito constrangedora. O Lula ia lá toda hora e classificava o outro candidato como a mudança. Mas sou eu que o conheço, eu que o ajudei, que fui o seu parceiro.

Então como fica a relação entre o PT e o senhor depois destas eleições? A Dilma teve outro comportamento. Eu disse que ela poderia ir lá no Estado que todos estaríamos ao lado dela. Mas também disse que ia entender se ela achasse melhor não ir, e ela realmente não foi. Não tenho nada a reclamar dela. Mas, com o Lula, eu vou fazer o quê? Tem de ter maturidade e experiência para virar essa página. Eu reconheço que a participação dele foi muito importante para o resultado eleitoral. Mas, com ressentimentos, ficamos menores. E eu não quero ficar menor com isso.

A derrubada do decreto de Dilma foi um troco ao PT? Essa afirmativa é desinformação ou má-fé. Essa matéria aguardava votação há três meses. Eu decidi pautá-la, fiz um pronunciamento defendendo que o decreto era inconstitucional, tentei diversas vezes que o Aloizio Mercadante o retirasse e apresentasse um projeto de lei com urgência. O que nós queríamos era tirar a vinculação dos conselhos à Presidência da República. Toda votação que se abria, a oposição começava a obstruir enquanto não pautasse o decreto. Na hora que deu para ser votado, a obstrução do PT não teve efeito. Se já era meu desejo que ele fosse votado e derrubado e a pressão estava grande, não teve como ser diferente. A Câmara ia ficar em um impasse sem votar nada? Mas isso não tem nada a ver com situação nenhuma. Eu já falei com a Dilma, dei parabéns pela eleição, e ela sequer tocou neste assunto. A presidente ainda disse que na próxima semana, quando voltar de viagem, gostaria de falar comigo porque ia precisar muito da minha ajuda.

O que o senhor acha que tem de mudar na relação entre Executivo e Legislativo no novo governo? A Dilma nunca foi parlamentar e nunca passou nesta Casa, como todos os outros presidentes passaram e sabem das tensões que temos aqui, da necessidade de dar respostas. Ela exerceu uma função gerencial e se tornou presidente da República. Eu acho que ela precisa conversar mais. Quando convencer, muito bem. Quando não, que seja convencida. Acho que ela vai partir para isso, para um modelo diferente do primeiro mandato. Até porque antes ela tinha um contexto eleitoral muito favorável, mas agora não, está dividido. E aqui, pelo radicalismo da campanha, é um prato cheio para o Aécio, porque as coisas vão se tornar ainda mais radicais. Mais do que nunca vai exigir a colaboração do PMDB e ela própria vai ter de conversar mais com o setor produtivo, com representantes empresariais, com o setor sindical e com parlamentares.

Este ano foi marcado por tensões entre a bancada do PMDB e o Planalto. O que o Michel Temer disse sobre o novo governo depois da reeleição? Nada. Mas agora a situação é outra. Fora da janela do Palácio do Planalto há um país dividido. E tem haver muito cuidado para que amanhã não haja uma crise. É preciso calçar a sandália da humildade. A Dilma, na reta final das eleições, quando precisou da ajuda do Nordeste, recorreu ao Lula. Até então quase não se via o Lula participar das eleições, ele estava mais focado na disputa de São Paulo. A Dilma tem de compartilhar mais, de participar mais. Não pode ser como vinha sendo, o PT escolhendo o que quisesse, principalmente os melhores ministérios, e deixando o resto para os outros. Não pode e não deve ser assim. A Dilma tem dois meses para provar que as coisas não vão ser assim.

Qual o caminho natural para a presidência da Câmara? Antes uma aliança entre o PT e o PMDB era importante porque juntava muitos votos e quase conseguia maioria. Era um rodízio que se impunha por serem as duas grandes bancadas da Casa. Agora mudou a configuração e essas duas legendas não fazem 140 votos. O fato de elas se entenderem não é nenhuma garantia de que farão o presidente da Casa. Deve-se buscar o candidato que reflete o sentimento da Casa, da independência, que procure angariar apoio tanto da base quanto da oposição. Há, hoje, um PMDB que não votou em Dilma. Nessa configuração confusa e muito dividida, acho que o discurso vencedor vai ser de quem falar pelo Parlamento. Eu acho inevitável que o PMDB procure a todos, oposição e governo, e caracterize o discurso de Parlamento.

Há hoje um nome alternativo ao Eduardo Cunha? Não. Ele é a indicação da bancada. O Eduardo tem credibilidade, é respeitado pelos parceiros, pelos adversários e cumpre acordos. É um nome muito forte.

O senhor está na Câmara há 44 anos. Está preparado para não viver mais essa rotina?Preparadíssimo. Eu passei a minha vida inteira morando em hotel sozinho, passava dois ou três dias com a família e viajava. Imagine o que é pegar um avião toda terça e quinta ao longo de todo esse tempo. Agora eu estou preocupado com a minha qualidade de vida. Eu tenho uma empresa de comunicação e vou ficar no comando do PMDB do meu Estado. Continuo na política. Mas quero ter mais qualidade de vida, fazendo o que eu gosto.

E a possibilidade de assumir algum ministério? Muitos querem que eu fique em Brasília. Há pressão nesse sentido pela experiência que eu tenho aqui. Eu poderia ficar fazendo um meio de campo entre o Michel Temer e o Eduardo Cunha. Mas a indicação que eu tenho agora é ter uma qualidade de vida melhor.

Então o senhor descarta tornar-se ministro? Descarto. Qualquer ministério. Ministério é pior, porque a gente tem de estar aqui de segunda a sexta. A política sacrifica muito a família. Eu tenho dois filhos que quase não vejo. A gente começa a ver que o tempo está passando e está perdendo algumas oportunidades. Então há coisas que vêm pelo bem. Eu tenho um jornal, uma TV e vou ter participação política, mas vivendo com mais estabilidade.

Quem poderia ser capaz de fazer esse meio campo e melhorar o diálogo com o Parlamento? O Jaques Wagner, ex-governador da Bahia, é uma boa pessoa. Ele é experiente, competente, malandro. Eu acho que ele vai para Relações Institucionais. A Dilma não pode mais correr riscos. O país está dividido.

Fonte: www.veja.com.br

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Servidores da Câmara devem preencher censo até o dia 10.11

Presidente da Câmara Municipal fala sobre Censo dos servidores da Casa

VereadorFranciscoCarlos 

Servidores efetivos, comissionados, assessores parlamentares e vereadores da Câmara Municipal de Mossoró deverão preencher até o dia 10 de novembro, junto à presidência da Casa, o censo dos servidores do Poder Legislativo.
De acordo com o presidente da Câmara, vereador Francisco Carlos, o censo é uma recomendação dos órgãos de controle e possibilita ao gestor informações necessárias para orientar decisões administrativas de ordem técnica e financeira. Ele ressalta a importância da ferramenta para a transparência administrativa. “O censo é uma questão de transparência que assegura que os serviços estejam sendo prestados de forma correta pelas pessoas designadas para tal, possibilitando eventuais correções na administração pública”, afirmou o presidente.
Para o preenchimento do censo, o servidor deve apresentar documentação pessoal e anexar a cópia da última declaração de imposto de renda.

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O fiasco da ofensiva contra verdades reveladas por VEJA ampliou a epidemia de insônia causada pela devassa do Petrolão

Colunista da Veja comenta tentativa de se desmentir depoimento em que doleiro cita Dilma e Lula

Por: Augusto Nunes

Auxiliados pela inépcia de repórteres que só conferem a hora da sessão na academia e pela preguiça de redatores que só conferem a data da consulta com o geriatra, colunistas estatizados tentaram desmentir a notícia divulgada por VEJA neste 24 de outubro: Lula e Dilma sabiam das maracutaias bilionárias engendradas nos porões da Petrobras. Os textos publicados por Reinaldo Azevedo no começo da tarde e porRicardo Setti no início da noite desta quinta-feira provam  que não há uma única e escassa frase equivocada na reportagem de capa que tornou pública a explosiva revelação feita pelo doleiro Alberto Youssef.

Para aflição dos figurões enrascados no Petrolão e dos comparsas disfarçados de jornalistas, a lama que transbordou da estatal transformada em usina de negociatas já chegou ao Palácio do Planalto. Em troca dos benefícios da delação premiada, o que Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef já contaram bastou para assombrar o país. Mas é só o prólogo da história de horror: está longe do fim o tsunami de revelações produzido pela dupla de depoentes, que se tornará ainda mais assustador depois da entrada em cena de mais bandidos prontos para abrir o bico.

Concluída a coleta de provas e informações, a nação conhecerá os detalhes do maior e mais escabroso escândalo político-policial registrado desde o Descobrimento. Concebida para financiar a perpetuação do PT no poder, a organização criminosa montada por diretores corruptos nomeados por Lula e mantidos por Dilma logo incorporou senadores, deputados, ministros de Estado, dirigentes partidários e empresários ─ além de chefes de governo. Nunca se roubou tanto e com tamanha desfaçatez. Um bilhão de dólares virou unidade monetária para a medição do produto do roubo. Algumas propinas superaram os ganhos anuais de superexecutivo americano. Comparado ao Petrolão, o Mensalão acabará reduzido a gatunagem de amador.

É compreensível que Lula e os Altos Companheiros estejam tão inquietos. O chefe supremo da seita sabe que, para voltar a sentar-se na cadeira de presidente, terá de contornar o banco dos réus. Desta vez será bem mais complicado fingir que nunca soube de nada. Não há como repassar, por exemplo, a paternidade da refinaria Abreu e Lima, parida pelo ex-presidente e Hugo Chávez. Deveria custar 2 bilhões de dólares. Já passou de 20, inteiramente herdados pela Petrobras depois do calote aplicado pelo parceiro.

Tantos anos depois daquele que enriqueceu com a rapidez de pistoleiro de faroeste, Lula criou um filhote que engole dinheiro com a velocidade da luz. O pai diz que o primeiro é um fenômeno. Os fatos informam que o segundo é um caso de polícia capaz de transformar qualquer culpado em fortíssimo candidato à cadeia.

Fonte: www.veja.com.br

 

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Dia de Finados terá ruas interditadas por Prefeitura de Mossoró

Secretaria de Mobilidade Urbana e Trânsito anuncia vias que serão interditadas 


A Secretaria de Mobilidade Urbana e Trânsito irá interditar algumas vias no entorno do Cemitério São Sebastião, no Centro, neste domingo, dia 2, a partir das 5h da manhã até o final da tarde. Devido ao grande fluxo de pessoas que irão visitar o cemitério, as ruas Melo Franco e Juvenal Lamartine serão interditadas no trecho próximo ao movimento.

A partir das 16h a Avenida Rio Branco também será interditada nas imediações do Corredor Cultural, devido o projeto Viva a Rio Branco.

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TCE aponta superfaturamento em obra do governo Rosalba Ciarlini

Superfaturamento de R$ 6,53 milhões é descoberto em contratos do DER com o Arena

ROSALBA CIARLINI-MISSA

O Pleno do Tribunal de Contas do Estado (TCE) votou na última quinta-feira (30) pela concessão de medida cautelar determinando ao gestor do Departamento de Estradas de Rodagens do Rio Grande do Norte (DER/RN) a suspensão imediata dos pagamentos às empresas Consórcio 2NC e A Geradora Aluguel de Máquinas S/A, no limite monetário de até R$ 5.349.452,32 e R$ 1.290.020,53, respectivamente, até o julgamento definitivo da matéria.

O voto do Conselheiro relator Carlos Thompson Costa Fernandes foi acompanhado pelos Conselheiros Adélia Sales, Renato Costa Dias, Francisco Potiguar e Gilberto Jales.

A decisão do conselheiro Carlos Thompson, em caráter liminar, atendeu ao pedido do Ministério Público de Contas e do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte para inspeção “na execução dos contratos oriundos dos Regimes Diferenciados de Contratação nº 001, 002 e 003/2014, promovidos pelo DER/RN para instalação de estruturas temporárias para a Copa do Mundo FIFA 2014”.

Alegam os requerentes que, para a contratação das estruturas temporárias da Copa do Mundo FIFA 2014 em Natal, o Estado do Rio Grande do Norte, por meio do DER/RN, teria incorrido em várias irregularidades. Inicialmente, o conselheiro submeteu ao Plenário da Corte de Contas, para fins de ratificação, decisão monocrática anterior que determinou busca e apreensão de documentos no DER/RN, devidamente cumprida.

Ao analisar a documentação apreendida, o corpo técnico do TCE constatou irregularidades formais e materiais, entre elas, superfaturamento de preços de cerca de R$ 5.349.452,32 em benefício da empresa Consórcio 2NC; cerca de R$ 1.290.020,53 em favor da empresa A Geradora Aluguel de Máquinas S/A.

Além disso, ficou constatado execução parcial e inexecução de itens do pacto, visto que dos 40 equipamentos de raio-x foram identificados apenas 29; dos 7.000m² de piso plástico em rolo foram identificados apenas 3.000m², enquanto que as bases de concreto para apoio de catracas, raio-x e M&B, além de postes, sequer foram executados.

Na sessão, sustentaram oralmente o Procurador-Geral do Ministério Público de Contas (MPJTCE), Luciano Ramos e o advogado do Consórcio, Luiz Walter Coelho.

O Ministério Público de Contas (MPC), seguindo sugestão do Corpo Técnico, opinou pela suspensão cautelar dos pagamentos pendentes limitados a tais valores por contrato.

Como alternativa à retenção dos pagamentos, o MPC foi favorável ao acolhimento do pedido do Consórcio 2NC no sentido de que lhe seja oportunizada a prestação de garantia no montante integral do possível superfaturamento/sobrepreço.

Já o advogado, representando as empresas, entre elas, o Consórcio 2NC, sustentou que o preço do serviço contratado não contempla qualquer excesso, sobrepreço ou superfaturamento.

Disse que o valor do suposto superfaturamento representa 20% do seu crédito de R$ 18.345.200,00, o que não justificaria o bloqueio de todo esse montante. Por fim, pugnou pela não suspensão dos pagamentos, com ou sem prestação de garantia ou, ao menos, que seja limitada ao suposto superfaturamento.

De igual modo, a empresa A Geradora Aluguel de Máquinas S/A também sustentou a inexistência de superfaturamento. No entanto, o argumento do advogado não foi convincente aos Conselheiros do TCE.

No voto, o conselheiro Relator mostrou que diferente do que advoga a empresa Consórcio 2NC, a locação de um equipamento de raio-x em Salvador/RN pela SECOPA/BA custou R$ 9.740,64. Em Natal/RN saltou para R$ 32.000,00, pelo mesmo equipamento.

Enfim, o indicativo é de preço irreal, superestimado, fato este que motivou, inclusive, por parte do Corpo Técnico, a sugestão do aumento do valor do superfaturamento de responsabilidade do Consórcio.

Carlos Thompson disse ainda que o Contrato de Empreitada 003/2014 – DER/RN, que tem o Consórcio 2NC como parte contratada, ao menos em análise preliminar, afronta o princípio da economicidade, encontrando-se eivado de nódoas de superfaturamento.

E desse modo, merece ter parte de seus pagamentos suspensos, no montante indicando na última informação técnica, e não o todo, como inicialmente alvitrara a Comissão. Ele entendeu que não se mostra razoável suspender todos os pagamentos se a acusação de superfaturamento atinge apenas parcela deles.

“Sendo assim, cristalina é a fumaça do bom direito a justificar a suspensão parcial dos pagamentos até total apuração da regularidade e legitimidade das despesas públicas em questão.” Ele justifica a suspensão de parte dos pagamentos ante a probabilidade de dano ao erário estadual. O Relator determinou ainda ao DER/RN, por meio do seu dirigente, abster-se de realizar pagamentos das despesas públicas sem que seja por meio de ordem bancária ou cheque nominal e sem registro no SIAF, sob pena de multa no valor de R$ 1.000,00 por cada ato ilegítimo. Votou, ainda, pelo indeferimento do pedido de oferta de garantia formulado pelo Consórcio 2NC.

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Robinson almoça com Francisco José Júnior e Fábio Dantas

Em pauta equipe de transição e formação de secretariado 

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O governador eleito, Robinson Faria (PSD) almoçou nesta sexta-feura, 31, com o prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD).

Também participou do almoço, o vice-governador eleito, Fábio Dantas.

Em pauta questões como formação da equipe de transição a ser indicada por Robinson e definição de nomes para o secretariado municipal.

Fábio Dantas foi indicado por Robinson, nesta sexta-feira, para a coordenação da comissão de transição que será anunciada na segunda-feira.

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Governador eleito participa de homenagens no Tribunal de Contas do Estado

Robinson Faria é convidado pelo presidente do Tribunal de Contas da União

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A transparência e os investimentos feitos pelo Governo do Estado foram comentados pelo presidente do presidente do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes durante solenidade nesta sexta-feira (31) em Natal. O presidente do TCU recebeu a Medalha do Mérito Governador Dinarte Mariz, homenagem do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN).

Durante seu discurso, Augusto convidou o governador eleito Robinson Faria (PSD) a conhecer os relatórios da gestão pública em todo o Brasil no próximo dia 17 de novembro em Brasília. Além de Robinson, os governadores eleitos na eleição deste ano devem participar do curso que terá encaminhamento de como deve ser o relacionamento entre o Governo e órgãos fiscalizadores, garantindo mais transparência na atividade pública.

A reunião com os governadores será feita pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) onde será apresentada a realidade do Brasil nas áreas da educação, saúde, segurança. “Vamos levar os desafios da administração pública do Rio Grande do Norte, principalmente em relação a investimentos na segurança e saúde”, destacou Robinson.

O governador eleito reafirmou seu compromisso com a meritocracia e o diálogo na administração do Rio Grande do Norte.

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Francisco Carlos comanda reunião com servidores da Câmara Municipal

Presidente da Câmara debate a Lei Orgânica

O presidente da Câmara Municipal de Mossoró, vereador Francisco Carlos (PV) comandou reunião com servidores da Casa, quando foi tratada a Lei Orgânica do Município.

Aguarde os detalhes do encontro ocorrido na manhã desta sexta-feira.

 

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Robinson e Francisco José Júnior com Dilma

Kassab articula audiência para a próxima quarta-feira em Brasília

Por: Thaisa Galvão

Será pelas mãos do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que o governador eleito Robinson Faria vai ter sua primeira audiência com a presidente reeleita Dilma Rousseff (PT).

A audiência articulada por Kassab está marcada para quarta-feira às 10 horas, no Palácio do Planalto, e reunirá no gabinete da presidente a cúpula do PSD no Rio Grande do Norte: Robinson, o prefeito de Mossoró Francisco José Júnior, o deputado federal Fábio Faria, os estaduais José Dias, Galeno Torquato e Disson Lisboa.

Senadora eleita pelo PT aliado do PSD, a deputada federal Fátima Bezerra também integrará a comitiva pessedista.

Fonte: www.thaisagalvao.com.br

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