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Henrique comanda carreata na Zona Norte de Natal

Candidato ao PMDB caminha ao lado do prefeito Carlos Eduardo Alves

Comemorando os números das pesquisas eleitorais, inclusive do Instituto do PT, que lhe apontam com uma vantagem de 15 pontos sobre Robinson Faria, do PSD, o candidato ao Governo, Henrique Alves, do PMDB, comanda carreata pelas ruas da Zona Norte de Natal, neste domingo.

Hemrique caminha ao lado do prefeito Carlos Eduardo Alves e de outras lideranças.

Rosalba declara o óbvio: não tem candidato ao Governo, pois nenhum candidato quer seu voto

Para o Senado a governadora também revela o que todos já sabiam: vota em Fátima Bezerra

Que situação, como diria certa personagem global.

Depois de ser recusada nos palanques dos candidatos ao Governo do Estado, pois ninguém quer herdar sua rejeição, a governadora do Estado, Rosalba Ciarlini (DEM), declara o que todos já sabiam.

Em conversa com a jornalista Thaisa Galvão, Rosalba disse que não tem candidato ao Governo.

E nem poderia, pois todos os postulantes ao cargo querem Rosalba distância de seus palanques.

Então, naturalmente, ela não tem como ter candidato ao Governo do Estado.

Já para o Senado, a situação é diferente.

Rosalba diz que tem candidato e, mesmo não citando o nome, todos sabem que ela está fazendo campanha – nos bastidores – para Fátima Bezerra, do PT.

Não é a toa que Fátima Bezerra e os companheiros andam silentes sobre o cao administrativo que impera no Estado.

Tão ativo na arte de “grevear” – leia-se fazer greves em períodos eleitorais -, o PT, a CUT e sindicatos como o Sinte, Sindsaúde e outros agregados fazem de conta que nada está acontecendo.

De olho no voto de Rosalba e seus aliados, Fátima Bezerra anda silente sobre a gestão estadual.

 

Mais uma pesquisa confirma liderança de Henrique Alves com 15 pontos

Instituto Seta aponta Fátima na frente para o Senado da República 

A Pesquisa do Instituto Seta, com protocolo RN-00017-2014, que entrevistou 1.700 eleitores no Rio Grande do Norte apresentou teve os números divulgados.

O Instituto Seta trabalha para o PT e apresenta o candidato ao Governo, Henrique Alves, em primeiro lugar, com cerca de 15 pontos de vantagem sobre o principal adversário, Robinson Faria.

Confira os números para o Governo e Senado:

Governo
Henrique Alves (PMDB) – 39,7%
Robinson Faria (PSD) – 24,1%
Robério Paulino (PSOL) – 2,6%
Simone Dutra (PSTU) – 1,4%;
Araken Farias (PSL) – 0,6%.
Brancos e nulos – 20,4%
Não responderam – 11,2%

Senado

Fátima Bezerra (PT) – 31,8%
Wilma de Faria (PSB) – 28,3%
Roberto Ronconi (PSL) – 4,3%
Ana Célia (PSTU) – 1,4%
Lailson Almeida (PSOL) – 0,9%
Brancos e Nulos – 21,8%
Não responderam – 11,5%

Rejeição para Governo

Henrique – 23,6%
Robinson – 18,4%
Robério – 10%
Araken – 8,3%
Simone – 7,2%
Brancos e nulos – 16,6%
Não responderam – 16%

Rejeição para o Senado

Wilma – 25,1%
Fátima – 18%
Ronconi – 11,9%
Ana Célia – 6,2%
Lailson – 6,1%
Brancos e nulos – 17,2%
Não responderam – 15,5%

Boa notícia para servidores da UERN

Justiça manda arquivar processo sobre exoneração de pessoal não concursado

Por: César Alves 

A justiça mandou arquivar o processo que pedia a exoneração dos servidores sem concurso na UERN.

Estes servidores ingressaram na instituição antes de 1994, quando foram efetivados. A ação do MP pela demissão é de 2009.

A decisão saiu nesta sexta, 29.

Marina começa a ignorar mandamentos claros da Bíblia

POLÍTICA

Marina retira do programa de governo apoio a casamento civil gay

Isabel Braga, O Globo

A campanha de Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República, divulgou neste sábado nota retirando o apoio à aprovação de projetos e emendas constitucionais que garantem o casamento civil gay e à articulação, no Congresso, para a votação do projeto que criminaliza a homofobia. O texto original, divulgado ontem, defendia o apoio a propostas “em defesa do casamento civil igualitário” e a aprovação de projetos de lei e emendas constitucionais que garantissem o direito a esse tipo de casamento na Constituição Federal e no Código Civil.

Na nova versão sobre o ponto do programa LGBT, o programa não defende mudanças legais e traz apenas uma linha sobre o tópico, defendendo apenas a garantia “de direitos oriundos da união civil entre pessoas do mesmo sexo” – que já foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal. Além disso, o novo texto não faz menção à aprovação da PLC 122/06, que criminaliza a homofobia. O texto divulgada ontem, defendia articulação no Legislativo da votação do PLC 122/06, que torna crime a discriminação baseada em orientação sexual e na identidade de gênero, equiparando-o aos crimes de discriminação em razão de cor, etnia, nacionalidade e religião.

Fonte: O Globo

Prefeito Francisco José Júnior comanda mibilização política em Mossoró

Carreata com Robinson Faria e Fátima Bezerra percorre várias ruas de M

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Carretada comandada por Francisco José Júnior conta com presença de Robinson e Fátima – Fotos: Assessoria

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Os caravaneiros da liberdade, liderados pelos candidatos ao Governo Robinson Faria (PSD) e ao Senado Fátima Bezerra (PT), saíram em carreata pelas ruas e avenidas de Mossoró na noite deste sábado (30).

Por mais de quatro horas a atividade de campanha da coligação Liderados Pelo Povo foi acompanhada pela militância e, por onde passou, foi agregando mais apoio popular.

No comício, Fátima destacou: “Eleita Senadora irei continuar na luta para que seja instalada em Mossoró mais uma unidade do IFRN. O compromisso está mantido”.

A senadora de Lula e Dilma também se comprometeu em trabalhar pelo hospital universitário no município.

Fonte: Assessoria

 

Setembro Chegou. A Novidade? A Tsunami Marina

Elviro Rebouças 

Elviro

Elviro Rebouças é economista e empresário

A sucessão presidencial corria lenta, e sem entusiasmo, com o jovem ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, neto de Miguel Arraes, alcançando modestos 9 a 10% de intenção de votos, e estando fadado a uma terceira colocação, sendo dúvida, apenas, se na sua agregação aos demais candidatos, acima dele o outro neto, o do saudoso ex-presidente Tancredo, Senador mineiro Aécio Neves, haveria um segundo turno da eleição, já que a presidente Dilma Rouseff ostentava números até então olímpicos ao pleito. Eduardo parecia conformando com a sua performance, ele que era pouco conhecido nas regiões Sul, Centro-Oeste e Norte, faria uma pregação no horário eleitoral, tentando melhorou a visibilidade e se credenciar a futuras jornadas políticas. No 13 de agosto de 2014 fatídico, e o mês de agosto no Brasil tem muito a ver com tragédias políticas (o suicídio de Getúlio, a renúncia de Jânio, a brutal morte de Juscelino), ao morrer no desastre em Santos-SP., o promissor , notável e pranteado Eduardo Campos fazia lembrar uma velha máxima de que “Morrem uns, para dar vida a outros”. Estava catapultada a figura até então coadjuvante da ex-seringueira, ex-vereadora de Rio Branco, ex-deputada estadual e ex-senadora da república pelo Estado do Acre, e ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula, versão feminina franciscana, de Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima, 56 anos de idade, defensora intransigente das causas ambientais, que havia tentando fundar, sem sucesso, um partido político, a Rede, que disputara em 2010 a presidência da república, pelo PV, obtendo surpreendentes 19,33 % dos votos válidos no primeiro turno, contando com a confiança de mais de 19 milhões de brasileiros. Ela que, na sua simplicidade, havia aceito a indicação de companheira de chapa do pernambucano.

Passada a comoção nacional do desaparecimento do jovem Eduardo Campos, e procedida a substituição deste na chapa do PSB por Marina Silva (Presidente) e o gaúcho Beto Albuquerque (Vice), todas as pesquisas publicadas, ou aquelas procedidas para consumo interno dos variados partidos, convergem milimetricamente. Marina Silva está bem próximo de Dilma, ultrapassando, com sobras, a Aécio Neves, isto a menos de 40 dias das eleições. Pelas pesquisas, na verificação do resultado de um já bastante certo segundo turno, a candidata Marina Silva se sobrepõe à presidente atual, vencendo-a entre seis a oito pontos de diferença, embora ainda esteja aparecendo em segundo lugar nas pesquisas hoje para o primeiro turno, com sangria torrencial para o candidato do PSDB e perdas incontroladas para a candidata do PT. A entrada em cena da candidata Marina Silva com ares de favorita tornou a campanha eleitoral mais aberta e franca por parte dela e do candidato do PSDB Aécio Neves. É natural, os dois disputam o mesmo espaço, isto é, a possibilidade de derrotar a presidente Dilma no segundo turno. O próprio Eduardo Campos achava que quem fosse ao segundo turno contra a presidente venceria as eleições, diante do clamor da sociedade por mudanças. Chegou até mesmo a imaginar um segundo turno entre PSB e PSDB, candidatos de perfis semelhantes que chegaram a vislumbrar uma parceria. Cenário que ficou impossível com a chegada em cena de Marina Silva, uma oposicionista de outro calibre, que exasperou a disputa. Aécio foi o mais atingido pelo surgimento de uma candidatura nova na área da oposição, pois está tendo que mudar o ritmo de sua campanha em plena corrida. Com Campos na disputa, teria tempo para apresentar-se ao eleitor, pois o adversário também teria que se apresentar. Agora, ao mesmo tempo em que se torna mais conhecido, vai subindo o tom para entrar na disputa com uma candidata que foi poupada em toda a primeira parte da campanha e chegou a ela já com índices vigorosos. A presidente Dilma não pode fazer mais do que tentar convencer o eleitorado de que o país não está tão ruim quanto seus adversários dizem. O problema dela, e por isso tem tido um sucesso relativo, é que os eleitores-espectadores sabem o dia a dia que vivem, e não é um filmete publicitário que vai mudar suas opiniões. Fora Marina Silva, essa verdadeira tsunami (furacão), mas isto não é novidade para você que vem acompanhando sempre as minhas modestas análises econômicas, meu caro leitor, é saber que o Brasil entrou em recessão técnica, com um PIB – Produto Interno Bruto – encolhendo 0,6 % no segundo trimestre deste ano, em relação ao primeiro trimestre, e caindo 0,9% em relação ao segundo trimestre do ano de 2013, agora pela própria confirmação oficial do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. É péssimo para todos nós. O que dirá o governo central?

Lançamento de livro de Herval Sampaio

Juiz lança obra sobre bastidores de eleições em Mossoró

Convidados prestigiam lançamento de livro do juiz Herval Sampaio – Fotos: iPad Skarlack

A Quenga E O Vereador

Paulo Afonso Linhares

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Paulo Afonso Linhares é jurista, secretário municipal e diretor da Rádio e Portal Difusora

Quebrou a calmaria paroquial mossoroense a notícia que o vereador Jório Nogueira, em veemente pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, teria afirmado que os alunos da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte não ”faziam sequer um ‘o’ com uma quenga”. Claro, essa é uma expressão bem típica da falar sertanejo, desta região potiguar, na qual o “o” é apenas aquela inocente quarta vogal do alfabeto e “quenga”, bem, não é o que as pessoas gostariam que fosse, pois há “quengas” e “quengas”, mas, a referida no polêmico discurso daquele edil  é apenas aquela banda do endocarpo lenhoso do fruto do coqueiro (Cocos nucifera), de formato arredondado e muito utilizada como recipiente (em algumas localidades substitui as xícaras e canecas) para servir bebidas diversas, de água a cachaça, enfim, uma vasilha feita com a metade de um coco. Que também serve para traçar um círculo, fazer um “o”.  A outra acepção de quenga, bem chula e com muitos “os” a considerar, é prostituta, garota de programa, periguete e por ai vai…

Claro, alunos, ex-alunos e professores da UERN assomaram às trincheiras das redes sociais para protestar contra as invectivas do vereador Jório Nogueira. A retaliação foi grande, de tuíte a fuxibuque. Interessante é que têm assentos na Câmara Municipal de Mossoró vários edis egressos dos cursos universitários da UERN, inclusive o seu presidente que, aliás, é docente dessa instituição. O atual prefeito de Mossoró, Francisco José Lima da Silveira Júnior, e o vice-prefeito, professor Luiz Carlos de Mendonça Martins, são egressos, também, da UERN. Brios feridos à parte, tudo não passou de mais uma trovejante e ciberespacial Batalha de Itararé, aquela que nunca houve.

A UERN não precisa dar explicações acerca da capacidade ou não de seus alunos fazerem um singelo “o” que seja. Em mais de quatro décadas de existência, essa notável instituição que é  fruto da ousadia da gente mossoroense, tem sido um dos mais notáveis pilares do desenvolvimento regional não apenas com abrangência no Rio Grande do Norte, mas, também no vale jaguaribano e no sertão da Paraíba. É injusto e absurdo negar a enorme contribuição da UERN. Sem mais nem menos ela é reflexo da estrutura social e econômica desta região do semiárido nordestino, nem tão melhor ou pior que outras instituições similares da mesma região. Aliás, desde o surgimento da vetusta Università di Bologna, na Itália, fundada em 1088, que essas instituições são marcadas pelos motivos que justificam as suas criações, sempre com profundas imbricações culturais, econômicas, políticas e sociais.

Com 87 cursos de graduação, entre bacharelados e licenciaturas, 15 cursos de especialização, 7 mestrados e 2 cursos de pós-graduação interinstitucional (um mestrado e um doutorado), a UERN está anos-luz à frente do singelo dilema de fazer um “o” com uma quenga. Outro aspecto relevante é tocante à qualidade técnica e profissional de seus egressos. E os exemplos são diversos: o Curso de Direito do campus de Mossoró está entre os cem melhores cursos jurídicos do país, a tirar pelo selo que lhe conferiu o Conselho Federal da OAB. Aliás, é muito alto o índice de aprovação de egressos da UERN no exame da OAB e em concursos públicos na área jurídica. Esse perfil se repete noutras áreas do ensino e pesquisa da Instituição. O episódio aqui comentado, por desagradável que possa ter sido, tem um lado positivo: trouxe à baila uma discussão sobre o papel atual da UERN, nos contextos social, econômico, cultural e político desta região. Em especial, neste momento em que se realizarão eleições em diversos níveis, inclusive para escolha do novo governador deste Estado, que assumirá em primeiro de janeiro de 2015, também, na condição de chanceler da UERN.

Ressalte-se que, diante da repercussão dessa querela, o vereador Jório Nogueira, em recente entrevista à Rádio Difusora de Mossoró, negou ter feito aquela afirmação; teria sido tudo um mal-entendido, pelo qual pediu desculpas à comunidade acadêmica da UERN. Meno male! Episódio esclarecido, caso encerrado. E a brava UERN segue em frente, por vezes até aos trancos e barrancos, mas, sempre, liber vi spiritus!

 

Herval Sampaio lança novo livro

Solenidade aconteceu no Hotel Garbos

O juiz Herval Sampaio foi prestigiado no lançamento de novo livro, na noite desta

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