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Pauta do dia: Disputa pelo diretório do PMDB em Mossoró

É só no que se fala

Uns tentam desmentir; outros confirmam.

Alguns, tentam desconhecer; outros afirmam reconhcer.

O fato é que a revelada disputa entre os ex-deputado e primos, Carlos Augusto Rosado e Sandra Rosado, pelo diretório do PMDB, de Mossoró é o fato novo da política.

E, tem fato novo com direito a “dossiê” entregue ao ministro Henrique Alves, líder do PMDB no RN.

Só a título de lembrança: a revelação da disputa foi feita no Jornal Difusora, da rádio Difusora de Mossoró, e repercutida aqui na quinta-feira, 7, pelo conceituado e respeitado publicitário Phabiano Santos.

Estrelando

João Marcelino 

POR JOÃO MARCELINO

Caros amigos e amigas,
Fui convidado a participar da 13ª Quadrienal de Praga: Espaço e Design da Performance, a maior exposição mundial, que será realizada de 18 a 28 de Junho de 2015, na capital da República Tcheca, com o Figurino criado para o espetáculo Quintal de Luís, com texto de César Ferrario , com Direção deRogério Ferraz , com o Grupo Estação de Teatro .
A Quadrienal de Praga é o maior evento na sua área no mundo – apresentando trabalhos contemporâneos numa variedade de disciplinas e gêneros do design da performance – figurinos, palco, iluminação, sonoplastia, e arquitetura teatral para dança, ópera, teatro, performances multidiáticas e artes performáticas.
A Quadrienal de Praga é organizada e patrocinada pelo Ministério da Cultura da República Tcheca e realizada pelo Instituto de Artes e Teatro de Praga. Tradicionalmente acontece sob os auspícios do presidente da República Tcheca e com o apoio da UNESCO e do Conselho da Cidade de Praga.
Muito me honra o convite de representar o Brasil, ao lado de outros artistas, nessa grande exposição e saibam que ser escolhido pela curadoria brasileira, é um prêmio não somente para mim, mas para todos os fazedores de teatro do Brasil.
EVOÉ!

(Croquí – João Marcelino.
Ator na foto – Davidson Lacerda.
Foto de Tiago Lima)

Bomba, bomba, bomba…

…notícia política ou policial?

O clima de tensão deve aumentar.

Anote!

Exclusivo: Esquenta a disputa pelo PMDB de Mossoró

Liderança entrega ao ministro Henrique Alves dossiê que detona político de Mossoró 

Tentativa ascensão ao comando do PMDB de Mossoró, por parte de uma liderança local, acaba atingindo filiados do partido.

A guerra pelo PMDB de Mossoró está só no começo.

Aguarde os detalhes dos bastidores desta disputa.

Carnaubais terá eleições, de novo

TRE também agenda eleições para Luiz Gomes

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) aprovou por unanimidade, na sessão realizada na última quinta-feira (07), as Resoluções n.º 08 e 09, que fixa data e aprova as instruções para a realização de novas eleições para os cargos de prefeito e vice-prefeito dos municípios de Carnaubais e Luiz Gomes, respectivamente.

As eleições serão realizadas no próximo dia cinco de julho, estarão aptos a votar os eleitores constantes do cadastro eleitoral em situação regular, com domicílio eleitoral nos respectivos municípios até cento e 151 dias antes da data marcada para as novas eleições.

Poderão concorrer aos cargos de Prefeito e Vice-Prefeito aqueles que tenham domicílio eleitoral no município onde deseja concorrer de, no mínimo, um ano antes da data marcada para as eleições e estejam filiados a partido político pelo mesmo prazo, salvo se o estatuto partidário estabelecer prazo superior.

Aqueles que tiverem dado causa à anulação da Eleição de 7 de outubro de 2012 não poderão participar da nova eleição e somente poderá participar do pleito o partido que, até um ano antes das novas eleições, tenha registrado seu estatuto no TSE e, até a data da convenção, tenha órgão de direção constituído no município e devidamente anotado no TRE-RN.

As convenções partidárias para deliberar sobre formação de coligações e escolha de candidatos a Prefeito e Vice-Prefeito serão realizadas no período de 27 a 31 de maio de 2015 e os candidatos deverão desincompatibilizar-se de cargos geradores de inelegibilidade nas 24 (vinte e quatro) horas seguintes à sua escolha em convenção.

O prazo para a entrega, em Cartório do requerimento de registro dos candidatos encerrar-se-á às 19 (dezenove) horas do dia 3 de junho de 2015, assegurado o disposto no §4º do art. 11 da Lei nº 9.504/97.

O Juízo Eleitoral providenciará a fixação do edital, em local de costume, no mesmo dia em que receber o pedido, passando a correr prazo para impugnações, nos termos do art. 3º da Lei Complementar nº 64/90.

A partir do dia 03 de junho de 2015 até a diplomação dos eleitos, o Cartório Eleitoral da 47ª e da 42ª Zonas funcionarão diariamente, das 12 às 19 horas, e, em regime de plantão, aos sábados, domingos e feriados, das 14 às 19 horas.

A propaganda eleitoral somente será permitida a partir do dia 04 de junho e, nas hipóteses previstas na legislação, poderá ser feita até a véspera do pleito, sendo regulada, no que couber, pela Resolução TSE 23.370/2011 e pela Lei 9.504/97, inclusive quanto aos prazos processuais.

A diplomação dos eleitos ocorrerá até o dia 31 de julho, devendo o Juízo Eleitoral julgar as contas e publicar a respectiva decisão do candidato eleito até 30 de Julho.

Acordo entre Governo do RN e Sinpol suspende processo da greve de 2013

Robinson Faria se reuniu com cúpula da segurança

O Governo do Rio Grande do Norte e o Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do RN (Sinpol) chegaram a um acordo sobre a suspensão do processo contra o Sindicato referente à decisão judicial de 2013, que cortou o ponto dos servidores que aderiram ao movimento grevista. O entendimento ocorreu na reunião, no início da tarde desta segunda-feira (11), entre o governador Robinson Faria, o procurador-Geral do Estado, José Wilkie, o consultor-Geral do Estado, Eduardo Nobre, a senadora Fátima Bezerra, a secretária de Segurança Pública, Kalina Leite, o delegado Geral da Polícia Civil, Stênio Pimentel e o Diretor-Geral do ITEP, Odair de Souza, e representantes do Sinpol.

A contrapartida do Sindicato será apresentar um cronograma de cumprimento das horas de serviço a serem prestadas pelos cerca de 700 servidores que sofreram suspensão salarial na época. Dessa forma, os salários cortados, serão pagos obedecendo ao calendário apresentado pela Secretaria de Estado do Planejamento e das Finanças (Seplan).

Outros pontos da pauta tratados foram as promoções e mudanças de níveis dos servidores da Polícia Civil, que serão analisadas em um prazo de 10 dias pela Consultoria-Geral do Estado. Além disso, o Estatuto de ITEP foi abordado na reunião, mas um novo encontro entre Governo do Estado, Itep, Sinpol e o Ministério Público será realizado para debater, exclusivamente, esse item com a categoria.

Havia como Lula e Dilma não saberem da lambança na estatal? A resposta é “Não”.

Ou: A questão penal e a questão política 

POR REINALDO AZEVEDO

Como diria o velho marquês, vamos botar um pouco de ordem na orgia, não é mesmo? Os deputados da CPI da Petrobras estão em Curitiba, onde ficam até amanhã, para ouvir alguns dos depoentes. O doleiro Alberto Youssef foi o primeiro a prestar depoimento fora de Brasília. Ele reafirmou a convicção, o que fez desde o primeiro momento, de que o Palácio do Planalto — leiam-se: Lula e Dilma — sempre soube do esquema, ora batizado do “petrolão”. Pois é: vamos ser claros: “Como não saber?”. Só a convicção do doleiro, no entanto, não vai ser o suficiente para que a presidente da República e o ex arquem com o peso penal da lambança. É preciso organizar a narrativa. E, até agora, tanto a Justiça Federal do Paraná como a Procuradoria-Geral da República mais afastam o caso do Planalto do que aproximam.

Desde a primeira hora, pergunto neste blog: “Quem dava o murro na mesa? Quem desempatava as pendengas quando as empreiteiras não se entendiam na divisão do butim?”. Alguém realmente acredita que Paulo Roberto Costa, o próprio Youssef, Renato Duque ou outra figura qualquer chefiassem o esquema? Ora, tenham a santa paciência, não é? Eis aí mais uma razão para descartar a tese de que a Petrobras, coitadinha!, era só vítima de empreiteiros maus.

Youssef tem prova de que Lula e Dilma soubessem? A prova material, a assinatura, não. Mas o conjunto das circunstâncias, não é?, parece ser bastante forte. O Código de Processo Penal é de 1941, e lá está, no Artigo 239, devidamente prevista a chamada prova indiciária. Leio:
“Artigo 239 – Considera-se indício a circunstância conhecida e provada, que, tendo relação com o fato, autorize, por indução, concluir-se a existência de outra ou outras circunstâncias.”

Assim, é bobagem essa história de que só um documento assinado pode condenar alguém. Até porque os bandidos profissionais, quando incrustados no serviço público, procuram evitar os atos de ofício. Afinal, são bandidos, não idiotas.

Os deputados da CPI quiseram saber como Youssef havia formado a sua convicção. Ele deu um exemplo muito eloquente. Num dado momento, entre 2011 e 2012, na gestão Dilma, houve um racha no comando do PP, e era preciso saber com quem, afinal de contas, se devia tratar da propina regularmente paga ao partido. Youssef era, no mais das vezes, a fonte pagadora aos larápios dessa legenda, em coordenação com Paulo Roberto Costa.

Segundo o doleiro, foi preciso acionar o Palácio do Planalto, interlocução que teria sido feita por Costa: “O doutor Paulo deixou claro que quem iria indicar o interlocutor era o Planalto”, declarou Youssef. E quais os nomes dos interlocutores nessa conversa? Ele foi claro: Ideli Salvatti e Gilberto Carvalho, que eram, respectivamente, ministros das Relações Institucionais e da Secretaria-Geral da Presidência.  Pois é… Digamos que tenha acontecido: alguém acredita que é o tipo de coisa que se tenha dado sem o conhecimento de Dilma?

Youssef forneceu outro elemento: em 2010, o esquema fez uma doação para o caixa dois da campanha de Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao Senado. O dinheiro teria sido repassado a pedido de Paulo Bernardo, então ministro do Planejamento de Lula e titular da Comunicação no primeiro mandato de Dilma. Em junho de 2011, com a queda de Antonio Palocci, a presidente leva Gleisi para ser nada menos do que a chefe da Casa Civil.

Olhem cá, meus caros… Não será na pena deste escriba que vocês lerão a defesa da condenação sem provas em matéria penal. É preciso investigar direito para encontrá-las. Mas nem o melhor trabalho é garantia absoluta de que se chega lá. Já a questão do impeachment, por crime de responsabilidade, é, sim, matéria essencialmente política. E ISSO, DE MODO NENHUM, QUER DIZER “ARBITRÁRIA”.

Alguém é realmente estúpido o bastante para considerar que Paulo Roberto Costa e Alberto Yousseff decidiam, por conta própria, com quem negociavam no PP — e, eventualmente, no PT (já que esse partido tinha outro guichê: o de Renato Duque) —, a quem davam e a quem não davam dinheiro, com que campanha iriam contribuir ou não?

Uma das falhas terríveis da apuração da Lava Jato, até agora, observem, é não ter nem sequer tocado no Poder Executivo. Há um inquérito contra Antonio Palocci, mas referente à sua função de captador de recursos para a campanha de Dilma. Há outro para investigar Edson Lobão, mas também circunscrito à sua paróquia eleitoral.

Eis um aspecto que alguns, como posso dizer?, simplórios ainda não perceberam. Há dois grandes grupos de investigados: num, estão empreiteiros e operadores como Youssef; no outro, parlamentares. Em ambos, sob os auspícios da Procuradoria-Geral da República, poupa-se o Poder Executivo. A primeira turma fica sob os cuidados de Sergio Moro; a outra, do STF. E o Poder Executivo vai se esgueirando na sombra, numa investigação que produz muito calor, mas, até agora, pouca luz sobre o essencial.

Ainda bem que a população brasileira está concluindo o que a Procuradoria-Geral da República não conseguiu concluir até agora nem concluirá: a safadeza é política e serve principalmente ao partido que está no poder: o PT. É evidente que, sem um comando central para pôr ordem na bagunça, o petrolão não teria existido nem se sustentado por tanto tempo.

Na área penal, é, sim, preciso perguntar e responder: “Há a prova de que Lula e Dilma sabiam?”, sempre levando em conta que existem as provas indiciárias para levar o juiz a decidir de forma segura. Na área política, a pergunta é outra: “Havia como Lula e Dilma não saberem?”. A resposta me parece óbvia.

Fonte: www.veja.com.br

Reitor convida DCE para informar sobre negociações salariais com o governo

Pedro Fernandes realiza reunião com representações da UERN

O reitor Pedro Fernandes fechou na manhã desta segunda-feira, 11, o cronograma de reuniões com representantes dos segmentos acadêmicos sobre a campanha salarial 2015. Assim como fez com a Associação dos Docentes (ADUERN) e Sindicato dos Técnicos Administrativos (SINTAUERN), o reitor convidou a presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) Lidiane Samara, para repassar as informações sobre as negociações com o governo do Estado.

” Logo que terminou a nossa audiência com o governador Robinson Faria na semana passada, ligamos para os presidentes da ADUERN e SINTAUERN. Agora estamos aqui com a representação dos estudantes porque consideramos essencial o envolvimento de toda comunidade acadêmica”, afirmou o reitor, confirmando nova audiência com o governador ainda nesta semana.

A presidente do DCE garantiu que os estudantes querem participar de todas a discussões na UERN, adiantando que a ADUERN e SINTAUERN já fizeram convite à entidade para acompanhar a campanha salarial. Os encontros servirão para debater outras pautas do movimento estudantil.

” Temos um indicativo de luta pela UERN. Não temos um indicativo de greve”, diferenciou, assegurando que a campanha salarial será um dos principais pontos de pauta no XI Congresso dos Estudantes da UERN que será realizado de 14 a 16 próximos, no Campus Central. O tema será debatido na mesa redonda que tratará da estrutura organizacional da Universidade, logo depois da abertura do evento que terá posição da senadora Fátima Bezerra sobre o tema central: “UERN AFIRMATIVA: agora mais do que nunca!. ” Vamos ter representantes de todos os Centros Acadêmicos e Campi”, afirma, destacando a legitimidade da discussão a respeito do atual momento vivido na UERN com a campanha salarial.

Participaram da reunião com o DCE, o vice-reitor Aldo Gondim, pró-reitores e assessores da administração.

AGECOM/UERN

Henrique Alves comanda reunião do PMDB

Partido começa a tratar das eleições 2016 

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O presidente do diretório regional do PMDB-RN, ministro Henrique Eduardo Alves, reuniu a executiva estadual do partido, na manhã desta segunda-feira (11), em Natal, para iniciar as conversas sobre as eleições municipais de 2016. O encontro foi na sede estadual do PMDB.

Na reunião com as lideranças do PMDB do Rio Grande do Norte, principalmente os deputados, Henrique Alves pediu um relato sobre a situação partidária nos municípios onde cada deputado atua diretamente junto às lideranças municipais e aos eleitores.

Os deputados vão detalhar como se encontra o PMDB em cada região; perspectivas, dificuldades e possíveis apoios ou alianças futuras. As informações ainda serão consolidadas para decisões coletivas que serão tomadas futuramente, lembrou Henrique Alves. Um encontro estadual do partido está previsto para 10 de agosto.

Henrique Alves ressaltou, ainda, o caráter democrático do partido para preparar as eleições municipais com planejamento e ouvindo as bases do PMDB. “Primeiro vamos fazer esse diagnóstico e a consolidação ou alterações dos atuais diretórios municipais e comissões provisórias quando for o caso. Somente depois pensaremos em nomes para a disputa de 2016”, concluiu.

Participaram do encontro, entre outras lideranças, o senador Garibaldi Filho, o deputado federal Walter Alves, os deputados estaduais, Nélter Queiroz, Álvaro dias, Gustavo Fernandes e Hermano Morais, além do ex-senador Geraldo Melo

Polícia Federal começa intimar ex-diretores da Casa de Saúde Dix-sept Rosado

Clima é de tensão entre ex-diretores e ex-ocupantes de cargos diretivos da APAMIM

A Polícia Federal começa a intimar os ex-diretores e ex-chefes de repartições da Casa de Saúde Dix-sept Rosado.

As intimações já foram iniciadas pela PF, conforme envolvidos na investigação.

De acordo com informações colhidas por este blog, o clima é de tensão, especialmente, entre pessoas que ocuparam cargos auxiliares na Casa de Dix-sept Rosado.

Aguarde, mais detalhes.