Banco Central lança nota de R$ 200, com imagem de lobo-guará

Instituição encomendou 450 milhões da cédula até dezembro

Parte da frente da nota de R$ 200 lançada nesta quarta-feira (2) pelo Banco Central — Foto: Raphael Ribeiro/BC

Verso da nova nota de R$ 200 com a imagem do lobo-guará no verso — Foto: Raphael Ribeiro/BC

Banco Central lançou na tarde desta quarta-feira (2) a nova nota de R$ 200. Após o lançamento, a nota, com imagem de um lobo-guará, entrou em circulação.

Essa é a sétima cédula da família de notas do real. O Banco Central encomendou à Casa da Moeda a produção, até dezembro, de 450 milhões de cédulas do novo valor.

A nota de R$ 200 é a primeira cédula de um novo valor da família do real em 18 anos. A última, a de R$ 20, tinha sido lançada em 2002.

Um ano antes, em 2001, surgiu a nota de R$ 2. Nesse intervalo, houve a “aposentadoria” da nota de R$ 1, em 2005.

Em comum, os lançamentos de cédulas têm um mesmo objetivo: diminuir as transações com dinheiro vivo, economizando com impressão de papel-moeda.

Outro motivo apontado é a necessidade de fazer frente ao pagamento do auxílio emergencial – estimado em mais de R$ 160 bilhões considerando as cinco parcelas aprovadas.

Boa parte dos beneficiários, sobretudo os de menor renda, preferiu sacar o benefício em espécie. Segundo números da Caixa Econômica Federal, mais de 20 milhões de saques foram feitos até esta quarta-feira.

Em Brasília, pessoas fizeram fila na porta da agência do Banco do Brasil que liberou as notas logo após o lançamento anunciado pelo BC (foto abaixo).

Em SP, procuradores da Lava-Jato pedem demissão coletiva

Corruptos trabalham contra a Lava-Jato

SÃO PAULO — Sete integrantes da força-tarefa da Lava Jato em São Paulo pediram desligamento nos trabalhos da operação ao procurador-geral da República, Augusto Aras.

No documento, os procuradores afirmam haver “incompatibilidades insolúveis” com a procuradora natural dos casos da Lava Jato, Viviane de Oliveira Martinez, que assumiu o posto em março e era a chefe dos demais procuradores.

No entanto, os demais membros afirmam que Viviane não quis atuar nos casos da Lava-Jato e deixou a coordenação do grupo sob a tutela da procuradora Janice Ascari, que, na prática, passou a ser a responsável pelas investigações.

Em ofício à PGR, os procuradores afirmam que Viviane teria se omitido de suas atribuições e nunca participou de qualquer audiência judicial da força-tarefa, tampouco de um único despacho com juízes para tratar dos casos e impulsionar o avanço da operação.

Além disso, os membros do MPF sustentam que Viviane passou a adotar o entendimento de que várias das investigações em curso em São Paulo não deveriam tramitar no estado. Para o grupo, a postura da chefe inviabilizou os trabalhos.

Após saídaDallagnol defende diálogo e aproximação entre Lava-Jato e a PGR

Brasil passa de 4 milhões de casos confirmados de Covid-19 e se aproxima de 124 mil mortes

País soma mais de 123 mil mortes

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quarta-feira (2).

O país registrou 1.218 mortes pela Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas, chegando ao total de 123.899 óbitos. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 878 óbitos, uma variação de -10% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Em casos confirmados, já são 4.001.422 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 48.632 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 39.917 por dia, uma variação de +1% em relação aos casos registrados em 14 dias. O número de infectados dobrou em menos de 50 dias. Em 16 de julho, eram 2.014.738 casos confirmados.

No total, 4 estados apresentaram alta de mortes: AM, AP, RO e TO.

Em relação a terça (31), RR, CE e PE estavam em queda e, hoje, estão em estabilidade. AM estava em queda e, agora, está com a média de mortes subindo. A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, responsável pelo balanço no estado, afirma que apenas 4 das 158 mortes contabilizadas nesta quarta-feira ocorreram nas últimas 24 horas. O restante se deve a óbitos de meses anteriores que foram reclassificados pela Secretaria Municipal de Saúde de Manaus como óbitos por Covid-19.

RN registra 62.432 casos confirmados e 2.275 mortes por Covid-19

Novo boletim aponta 10 mortes nas últimas 24 horas

O Rio Grande do Norte tem 62.432 casos confirmados e 2.275 mortes por Covid-19 desde o início da pandemia. Os dados foram atualizados nesta quarta-feira (2) pela Secretaria do Estado de Saúde Pública (Sesap). Nas últimas 24 horas, o estado registrou mais 10 mortes em relação ao boletim anterior (veja gráfico acima) e 441 novos casos. Outros 217 óbitos estão sob investigação.

Segundo o atual boletim da Sesap, o Rio Grande do Norte tem ainda 26.338 casos suspeitos e outros 117.668 descartados. O número de confirmados recuperados segue em 37.767. Os casos inconclusivos, que agora são tratados como “Síndrome Gripal não especificada”, são 52.761.

De acordo com a pasta, 245 pessoas estão internadas por causa da Covid-19 no RN, sendo 195 na rede pública e 50 na rede privada. A taxa de ocupação dos leitos críticos (semi-intensivo e UTIs) é de 41,7% na rede pública e de 17% na rede privada.

De acordo com o boletim, 158.210 testes de coronavírus foram realizados no estado, sendo 76.710 RT-PCR (conhecidos também como Swab) e 81.500 sorológicos.

Números do coronavírus no RN

  • 62.432 casos confirmados
  • 2.275 mortes
  • 37.767 confirmados recuperados
  • 26.338 casos suspeitos
  • 117.668 casos descartados
Testes de coronavírus — Foto: Odair Leal/ Secom

Mega-Sena, concurso 2.295: ninguém acerta, e prêmio vai a R$ 95 milhões

Dezenas sorteadas: 28, 06, 41, 26, 35, 13

Concurso 2.295 da Mega-Sena: dezenas sorteadas — Foto: Reprodução

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.295 da Mega-Sena, realizado às 20h desta quarta-feira (2) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 28 – 06 – 41 – 26 – 35 – 13.

  • quina teve 162 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ R$ 33.025,53.
  • quadra teve 9.693 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 788,51.

O próximo sorteio será neste sábado (5). O prêmio é estimado em R$ 95 milhões.

Médico é preso em Mossoró suspeito de fraudar vestibular com venda de vagas em curso de medicina no interior de SP

Prisão faz parte da segunda parte da Operação Aclépsius deflagrada em cinco estado

Delegado João Paulo Tardim, da delegacia seccional de Assis/SP,  esteve em Mossoró para efetuar a prisão  — Foto: Hugo Andrade / Intertv Costa Branca

Delegado João Paulo Tardim, da delegacia seccional de Assis/SP, esteve em Mossoró para efetuar a prisão — Foto: Hugo Andrade / Intertv Costa Branca

Um médico foi preso em Mossoró, região Oeste do Rio Grande do Norte, na manhã desta quarta-feira (2), por suspeita de participação em um esquema de venda de vagas em cursos de medicina. A prisão faz parte da segunda fase da Operação Asclépio, deflagrada pela Polícia Civil de Assis (SP), em 5 Estados. Um homem também foi preso na capital potiguar.

O médico preso em Mossoró tem 27 anos e atua como clínico geral. Ele foi preso enquanto atendia pacientes no Hospital da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC). De acordo com a Polícia Civil, o médico é suspeito de estelionato, associação criminosa e falsificação de documentos públicos.

“A gente identificou que ele esteve na cidade de Assis, participou do certame, fez a prova no local de um candidato e, através de confrontos de inteligência policial e principalmente de confrontos de impressões datiloscópicas (digitais) no momento da prova, além de comprovação de fotografia nos dados cadastrais do médico aqui de Mossoró com os do candidato de Assis, a gente comprovou que se tratava dessa fraude”, confirmou o delegado João Paulo Tardim, da delegacia seccional de Assis, que esteve em Mossoró para realizar a prisão.

O médico foi encaminhado a Cadeia Pública de Mossoró, onde aguardará o término da prisão temporária que é de 5 dias, podendo ser prorrogada por mais 5.

A outra prisão no Rio Grande do Norte aconteceu em Natal. O homem é apontado pela Polícia Civil como um dos responsáveis por arquitetar o esquema de disponibilização de terceiros para prestar a prova no lugar dos candidatos reais.

“Através de documentos públicos falsos, eles (pilotos) faziam a inscrição. Se passando por um candidato com o documento falso, ele prestava a prova. Essas pessoas tinham um certo conhecimento, uma facilidade na aprovação, alguns deles já atuavam na medicina ou então estavam terminando o curso de medicina. Eles garantiam a aprovação e recebiam o pagamento. Tudo isso era gerenciado pelo chefe desse esquema que residia em Natal”, explica o delegado.

Ao todo, a Polícia Civil cumpre 22 mandados de busca e 12 de prisão temporária em São Paulo, Ceará, Paraíba, Minas Gerais e Rio Grande do Norte.

Fonte; G1/RN

Plano prevê retomada das aulas presenciais com 30% dos alunos e rodízio de turmas no RN

Documento foi entregue ao governo do estado ao comitê científico criado durante a pandeia

Sala de aula vazia — Foto: Julio Cavalheiro

Um plano elaborado pela Secretaria Estadual de Educação em parceria com outras 15 entidades prevê volta às aulas no Rio Grande do Norte com cerca de 30% de alunos nas escolas, esquema de rodízio nas turmas e ensino híbrido (presencial e à distância). O documento, que contem diretrizes para a retomada em todas as redes de ensino, foi entregue pelo governo ao comitê científico do estado, que irá avaliá-lo.

Apesar de apresentar as diretrizes que deverão ser adotadas pelas escolas no estado, o documento não aponta uma data para a retomada. A definição do calendário deverá ser feita pelo governo do estado, somente após o parecer favorável do comitê científico. O grupo tem reunião nesta quarta-feira (2).

O documento tem mais de 80 páginas e prevê uma retomada baseada em 4 fases. Veja os principais pontos de cada uma delas:

  • Fase 1: Já em andamento
    – constituição de comitês e comissões para elaboração de Plano de Retomada Gradual
    – diagnóstico das unidade de ensino, com avaliação das condições de pessoal, profissionais e estudantes em grupos de risco, comorbidades, casos de Covid-19 na família; etc.
  • Fase 2: Até 10 dias após a publicação dos Planos de Retomada e protocolos da Fase 1
    – retorno gradual dos servidores, com a organização de estratégias de formação e de capacitação de profissionais da educação
    – acolhimento socioemocional das equipes, com previsão de teletrabalho para profissionais que fazem parte dos grupos de risco.
  • Fase 3: Primeira semana após autorização do Governo do Estado
    – Retorno gradual dos estudantes, com medidas de acolhimento, orientação e a assistência às famílias
  • Fase 4: Planejamento continuado das atividades pedagógicas e construção de estratégias para identificação, acompanhamento e reinserção de estudantes não retornaram à escola.

Entre as diretrizes para as escolas, o documento aponta que a retomada às aulas deve ser de forma gradual e com rodízio. Para isso, a sugestão é que o percentual a ser estabelecido seja em média de 30% dos estudantes, de funcionários terceirizados e pessoal de apoio adequado para o funcionamento da unidade escolar.

As escolas também deverão “considerar a alternância, semanal ou quinzenal dos estudantes, sua redistribuição por horários, dias, turmas, ano/série, etapas e modalidades, o fluxo dos tempos escolares como entrada, saída, intervalo, merenda e os usos dos espaços pedagógicos das escolas”.

Também deverão ser indicadas estratégias pedagógicas para reposição das aulas do período excepcional e transitório de atividades não presenciais ou de outros eventos. A escola terá que assegurar a reorganização curricular, o cumprimento do calendário escolar e das 800 horas regulamentares para o Ensino Fundamental e as 1000 horas anuais para o Ensino Médio, bem como o cumprimento de pelos menos 75% da carga horária prevista nos cursos das escolas em regime de Tempo Integral.

“Além de possibilitar que estudantes sigam interagindo de forma presencial e não presencial, o ensino/aprendizagem no formato híbrido vem colaborar para que o calendário escolar 2020 seja efetivado nas escolas e que a carga horária definida pelos documentos orientadores seja cumprida”, aponta o documento entregue pelo governo do estado.

Conforme o protocolo, as escolas deverão dedicar “especial atenção” aos concluintes do 9° ano do Ensino Fundamental, da 3ª série do Ensino Médio, para recuperação e reposição das aulas e dos objetos de conhecimento, “para submeterem-se a exames que lhes garantam o certificado de conclusão, de modo a não serem prejudicados em relação aos seus objetivos futuros de ingresso no mundo de trabalho ou de acesso ao Ensino Superior”.

Após incluir Covid-19 em lista de doenças do trabalho, Ministério da Saúde volta atrás

STF havia enquadrado caso de contaminação de trabalhadores por coronavírus como doença ocupacional

Durou um dia a inclusão da Covid-19 dentro da Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho (LDRT), pelo Ministério da Saúde. A medida estava em uma portaria publicada na terça-feira (1º) — que foi invalidada por outra portaria, publicada nesta quarta (2).

Na portaria de terça-feira, a Covid-19, doença causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, aparecia classificada como pertencente ao grupo “Doenças Relacionadas ao Trabalho com respectivos Agentes e/ou Fatores de Risco”, devido à possível exposição ao vírus em atividades de trabalho.

Sem essa classificação, volta a valer o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). Em abril, a Corte já havia definido que os casos de contaminação de trabalhadores pelo novo coronavírus poderiam ser enquadrados como doença ocupacional. No entanto, esse reconhecimento não é automático. O funcionário precisa passar por perícia no INSS e comprovar que adquiriu a doença no trabalho.

Se a portaria estivesse em vigor, ao pedir afastamento ao INSS, o médico poderia considerar que se tratava de doença do trabalho, sem necessidade de prova. E caberia, então, à empresa, provar o contrário.

Doença ocupacional é aquela adquirida ou desencadeada em função da realização de atividades cotidianas no trabalho. Entre as mais comuns, por exemplo, estão a Lesão Por Esforço Repetitivo (LER), lombalgias, hérnias, doenças de audição e visão e até psicológicas, como a depressão e a ansiedade.

Insegurança

Para Ricardo Calcini, professor de direito do trabalho da pós-graduação da FMU e especialista nas relações trabalhistas e sindicais, a revogação da portaria demonstra que o assunto ainda não está definido e, portanto, acaba trazendo maior insegurança para trabalhadores e empresários.

“Na prática, ao não incluir a Covid-19 na Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho (LDRT), isso dificultará que o INSS, voluntariamente, conceda o benefício previdenciário por auxílio-doença acidentário, salvo se houver decisão administrativa ou judicial em sentido contrário”, opina.

 

Plenário aprova 23 vagas na Câmara de Mossoró

O Poder Legislativo votou mudança em primeiro turno

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Sessão desta terça-feira (1) aprovou emenda, em primeiro turno Foto: Edilberto Barros

A Câmara Municipal de Mossoró aprovou hoje (1º), em primeiro turno, ampliação de 21 para 23 vagas na Casa. Por unanimidade, o plenário foi favorável emenda à Lei Orgânica do Município (01/2020), que adéqua a composição do Legislativo à nova faixa populacional de Mossoró.

O município, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atingiu 300.618 habitantes. Com isso, conquistou o direito a 23 vagas na Câmara, conforme o artigo 29 da Constituição Federal. As 21 vagas eram baseadas na população até 2019: 297.378 habitantes.

A Carta Magna de 1988 estabelece 21 vagas para municípios entre 160 mil e 300 mil habitantes e 23 cadeiras nas cidades de mais de 300 mil até 450 habitantes – atual perfil de Mossoró. O IBGE divulgou oficialmente a nova estimativa populacional de Mossoró, quinta-feira (27).

Procedimento

A segunda votação da emenda à Lei Orgânica está prevista para próximo dia 14. Entre os primeiro e segundo turnos de votação, há necessidade de dez dias de interstício. Concluída até o prazo final para as convenções partidárias (dia 16), a mudança valerá para a eleição de 2020.

Ou seja, no pleito de 15 de novembro, o eleitor mossoroense elegerá 23 parlamentares, que assumirão o mandato na Câmara em 1º de janeiro de 2021. Após a segunda votação, a emenda será imediatamente enviada para publicação no Jornal Oficial de Mossoró (JOM).

Mais representatividade

A presidente da Câmara, Izabel Montenegro (MDB), reiterou não haverá aumento de despesa. Os parâmetros legais do duodécimo, segundo ela, continuam o mesmo. Lembrou quando da redução de 21 para 13 vagas na Casa (2004-2012). O repasse à Câmara continuou o mesmo.

A vereadora considera positivo o aumento de vagas. “Conferirá mais representatividade à população de Mossoró, é interessante para os partidos políticos. Ninguém sabe quem serão os eleitos em 15 de novembro, mas sabemos que a cidade terá mais representantes”, comenta.

Sem aumento de custo

Para o vereador Alex Moacir (PP), líder da situação, o ajuste da lei orgânica é obrigação da Câmara. “O município não gastará um centavo a mais para ter mais dois vereadores e, de quebra, ampliará a representatividade popular na Câmara Municipal”, pondera.

Vereador de oposição, Genilson Alves (Pros) ressaltou que a mudança dará mais oportunidades, e citou seu exemplo. “Quando disputei a eleição para 13 vagas, não fui eleito. Consegui na eleição seguinte, com 21 cadeiras. Quanto mais fiscais do povo na Câmara, melhor”, observa.

 

Com 1.166 mortes por Covid-19 em 24h, Brasil passa de 122 mil

País soma 122.681 mil mortes

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta terça-feira (1º).

O país registrou 1.166 mortes pela Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas, chegando ao total de 122.681 óbitos. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 859 óbitos, uma variação de -13% em relação aos dados registrados em 14 dias. Essa foi a média mais baixa desde o dia 20 de maio, quando a média móvel foi de 804 novas mortes confirmadas por dia e superou a de segunda-feira (31), que foi de 866 mortes.

Em casos confirmados, já são 3.952.790 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia, 41.889 desses confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 39.802 por dia, uma variação de -4% em relação aos casos registrados em 14 dias.

No total, 3 estados apresentaram alta de mortes: AP, RO e TO.

Brasil, 1º de setembro

  • Total de mortes: 122.681
  • Registro de mortes em 24 horas: 1.166
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 859 por dia (variação em 14 dias: -13%)
  • Total de casos confirmados: 3.952.790
  • Registro de casos confirmados em 24 horas: 41.889
  • Média de novos casos nos últimos 7 dias: 39.802 por dia (variação em 14 dias: -4%)

(Antes do balanço das 20h, o consórcio divulgou dois boletins parciais, às 8h, com 121.560 mortes e 3.911.463 casos; e às 13h, com 121.727