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Waack vê “covardia” da mídia diante de grupos de pressão nas redes sociais

Artigo

A “Folha” publicou neste domingo (14) um artigo do jornalista William Waack no qual, pela primeira vez, ele comenta o episódio que resultou na rescisão de seu contrato com a Globo. Além de enfatizar que não é racista, ele critica a “covardia” da “mídia tradicional” diante de “grupos organizados no interior das redes sociais”.

Para quem não se lembra, em 8 de novembro, há pouco mais de dois meses, vazou um vídeo, gravado um ano antes, no qual Waack, em Washington, reclama do barulho de uma buzina na rua e diz: “Tá buzinando por quê, seu merda do cacete? Não vou nem falar, porque eu sei quem é… é preto. Coisa de preto!”

Waack assegura que o seu comentário foi “uma piada idiota”, um “gracejo circunstanciado, ainda que infeliz”, mas não configura uma manifestação racista. “Sim, existe racismo no Brasil, ao contrário do que alguns pretendem”, observa, antes de assegurar que está do outro lado desta questão: “Durante toda a minha vida, combati intolerância de qualquer tipo – racial, inclusive –, e minha vida profissional e pessoal é prova disso”.

O argumento principal do artigo é que o episódio que o envolveu seria sintoma de algo maior – uma batalha entre grandes empresas de comunicação, como a Globo, que ele chama de “mídia tradicional”, e “grupos organizados no interior das redes sociais”.

O objetivo destes grupos, segundo Waack, é “contestar o papel até então inquestionável dos grupos de comunicação: guardiães dos ‘fatos objetivos’, da ‘verdade dos fatos’. Na verdade, é a credibilidade desses guardiães que está sob crescente suspeita”, escreve.

Na visão do jornalista, que trabalhou por 21 anos na Globo, “entender esse fenômeno parece estar além da capacidade de empresas da dita ‘mídia tradicional’”, anota.

“Julgam que ceder à gritaria dos grupos organizados ajuda a proteger a própria imagem institucional, ignorando que obtêm o resultado inverso (o interesse comercial inerente a essa preocupação me parece legítimo)”.

E, no ponto mais crítico, observa: “Por falta de visão estratégica ou covardia, ou ambas, tornam-se reféns das redes mobilizadas, parte delas alinhada com o que ‘donos’ de outras agendas políticas definem como ‘correto’.”

Fonte: www.uool.com.br

 

OPINIÃO: PAULO AFONSO LINHARES

“A DESARMONIA DOS PODERES”

POR PAULO AFONSO LINHARES

Um dos elementos que compõem a vida social é o poder. Todavia, o que é isto? São bem simples as definições teóricas desse fenômeno extremamente complexo: o sociólogo Max Weber (1991, p.33) entende que “poder significa toda probabilidade de impor a vontade numa relação social, mesmo contra resistências, seja qual for o fundamento dessa probabilidade”.

Em conceituações mais atuais, poder é entendido como “a relação entre dois sujeitos, dos quais o primeiro obtém do segundo um comportamento que, em caso contrário não ocorreria”, segundo John Dahl, conceito este que parte da negação a exemplo, também, da concepção de Renato Monseff Perissinoto em texto publicado na Revista de Sociologia e Política, nº 20, 2003: “O poder de ‘A’ implica a não liberdade de ‘B’; a liberdade de ‘A’ implica o não poder de ‘B’ ”).

Para Norberto Bobbio (2000, p.221), há uma tricotomização do poder: o poder econômico; o poder ideológico; e o poder político, que traduz de modo mais nítido esse fenômeno, inclusive, por albergar a possibilidade do uso da força e da violência para ser concretizado. Quando compõe a formação do Estado, o poder político é exercido tanto de modo unitário, em que enfeixa várias funções, o que é comum nas autocracias, ou disseminado organicamente em contexto de compartição de competências funcionais – executivas, legislativas e judiciárias – por agentes distintos.

No modelo sistematizado genialmente pelo Barão de Montesquieu, o poder político do Estado se aloja de em três esferas – executivo, legislativo e judiciário -, são autônomos (jamais soberanos!), porém, devem funcionar harmonicamente, o que implica distribuição de competências, cooperação e controles mútuos, como elementos de legitimação e efetividade. Ressalte-se que cada Estado tem, na sua constituição, um desenho peculiar desses poderes-funções em que a distribuição de competências e atribuições seja balanceada, justo para evitar que um deles possa sobrepor-se aos outros.

Na prática, todavia, é quase inevitável a ocorrência de eventos que traduzem quebras da harmonia entre poderes, o que exige a atuação de mecanismos institucionais políticos-normativos capazes de impor as correções necessárias ao funcionamento normal do aparelho de Estado. É bem certo, aliás, que muitas vezes o desbalanceamento entre poderes pode residir na origem constitucional, o que é mais grave e difícil de ser superado.

A hipertrofia de um poder, caracterizada por excessivo acúmulo de competências, é um fenômeno que leva a crises institucionais que, tornadas insuperáveis pela incapacidade de atuação desses mecanismos políticos-normativos, pode desagregar toda a estrutura estatal e propiciar indesejáveis efeitos, sendo o mais grave aquele que descamba em rompimento da ordem constitucional, em especial quando o conflito se localiza no núcleo central do poder federativo, que é a União Federal. Nas unidades federadas, sobretudo naquelas de segundo grau, – os Estados-Membros e o Distrito Federal -, à míngua de decisão política o conflito entre poderes poderá ser composto pela via pretoriana, principalmente quando a solução é dada por órgão judicante de esfera federativa superior.

Com efeito, um dos conflitos entre poderes que mais ocorrem no Brasil, no âmbito dos Estados-Membros e Distrito Federal, decorre da inobservância da regra do artigo 168 da Constituição Federal, pelo Poder Executivo (“Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias, compreendidos os créditos suplementares e especiais, destinados aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública, ser-lhes-ão entregues até o dia 20 de cada mês, em duodécimos, na forma da lei complementar a que se refere o art. 165, § 9º.”), principalmente, nesta quadra da vida político-institucional brasileira em que se tem presente uma das maiores crises fiscais da história republicana e que literalmente devastou as finanças de alguns Estados-Membros e Municípios brasileiros, a exemplo do Estado do Rio Grande do Norte.

Nos últimos quatro anos, no período que abrange o final do governo Rosalba Ciarlini e, até agora, o governo Robinson Faria, o Rio Grande do Norte, a despeito da manutenção do ritmo positivo na arrecadação tributária própria, teve perdas severas na receita do Fundo de Participação dos Estado (FPE). Isso, certamente aliado a erros de gestão nesses governos, resultou em graves desarranjos financeiros que tem impedindo ao governo Robinson Faria e cumprir o básico do mais básico na gestão administrativa estadual nas áreas da educação, saúde, segurança, além de outras, inclusive, com a inadimplência tocante às remunerações de seus servidores ativos, inativos e pensionistas, com atrasos que já beiram três meses. Ainda, ressalte-se que o Executivo estadual, a partir de 2012, passou literalmente a ‘torrar’ o patrimônio do Fundo Financeiro do regime próprio de previdência dos servidores estaduais geridos por sua autarquia, o IPERN, em valores que ultrapassam os 800 milhões de reais, no pagamento de folhas de seus servidores.

Curiosamente, o governo do Rio Grande do Norte manteve, até meados do segundo trimestre de 2017, as entregas do recursos correspondentes às dotações orçamentárias, compreendidos os créditos suplementares e especiais, destinados aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, do Ministério Público e da Defensoria Pública, no prazo e na forma duodecimal previstos no citado artigo 168, da Constituição. Por haver razoável acúmulo de sobras financeiras do exercício financeiro anterior(2016) no Judiciário, Legislativo e Ministério Público, o Executivo resolveu não fazer os repasses duodecimais a partir de abril de 2017, já que esses recursos deveriam retornar ao caixa do Tesouro estadual ou ser objeto de compensação nas parcelas do exercício seguinte.

Em 2017, o orçamento do Estado do Rio Grande do Norte foi estimado em R$ 12 bilhões e 320 milhões. A frustração de receitas, sobretudo, aquelas oriundas do Fundo de Participação dos Estados ultrapassou os R$ 400 milhões. Segundo o Portal da Transparência, houve um fluxo de recursos do Poder Executivo para o Poder Judiciário (R$ 608.804.951,55), Poder Legislativo (R$ 273.565.170,10), Ministério Público (R$ 254.886.589,04), Tribunal de Contas (R$ 60.348.211,39) e Defensoria Pública (R$ 20.726.641,22), num total de R$. 1.218.331.563,30, o equivalente a mais de 10% do orçamento de 2017!

Apesar disso, o Executivo potiguar resolveu fazer uma “compensação” a seu modo, das sobras financeiras dos repasses duodecimais de 2016. Como reza dito popular, “aí é que o bicho pega”! Ora, atraso de remunerações de servidores ativos, inativos e pensionistas, na esfera do Governo estadual, mesmo o chorado dinheirinho do “velhinhos sem saúde e viúvas sem porvir”, pouco importou até agora.

O não repasse dessas parcelas duodecimais aos Poderes e órgãos autônomos, contudo, tem causado enormes abalos institucionais, sobretudo, com a ‘judicialização’ pelo Ministério Público de demanda (um mandado de segurança), que liminarmente foi acolhida pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte determinando o pagamento dessas parcelas vencidas e vincendas, sob pena de pesadas multas aplicáveis às pessoas do governador e de secretários estaduais. Complicou. Faltou diálogo em moldes republicanos. Seria exigir demais?

(RE) TWITTANDO

OPINIÃO

Bom dia, Amados! Começam a anunciar o “calote” de bilhões, que Venezuela, Moçambique e Angola darão no BNDES! Não é calote. O dinheiro foi para não voltar! Aproveitaram a falta de transparência de ditaduras para maquiar o desvio de recursos públicos. Lavagem Internacional!

NESSE MUNDO COLORIDO DA ESQUERDA. – HOMEM JOGA EM TIME FEMININO. – HOMEM GANHA PRÊMIO DE CANTORA DO ANO. – ADULTO FICA PELADO EM FRENTE A CRIANÇA. – HITLER É DE DIREITA. – ESTÁ TUDO BEM NA VENEZUELA.

NOBLAT NA VEJA: O CAPO E AMEAÇA PETISTA

JORNALISTA DEIXA O JORNAL O GLOBO E ESTREIA FAZENDO UMA PERGUNTA SOBRE LULA

Lula é um ótimo ator. Mas seu talento será capaz de convencer os desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região de que é inocente?

POR RICARDO NOBLAT

Ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva - 06/06/2016

Na Chicago da época da Lei Seca, Al Capone corrompe, controla e corrói a cidade da forma que ele deseja por meio de sua atividade rentável do comércio ilegal de bebidas alcoólicas e venda de proteção. Eliot Ness é um agente federal que chega na cidade com a missão de acabar com as atividades ilegais.

O trecho acima, que copiei da sinopse do filme “Os Intocáveis”, drama policial norte-americano de 1987, dirigido por Brian De Palma e escrito por David Mamet, bem que podia ser adaptado para narrar a história de Lula e dos governos petistas no Brasil e o esforço do juiz Sérgio Moro e da equipe da Operação Lava Jato para combater a corrupção e prender os criminosos que montaram uma organização criminosa que dominou a estrutura do Estado por 13 anos.

Na ficção, o final da trama todos conhecem. No Brasil real, o veredicto pode ser conhecido no próximo dia 24 de janeiro, quando o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva enfrentará o julgamento em segunda instância do chamado processo do tríplex do Guarujá. Em julho do ano passado, ele foi condenado pelo juiz Sergio Moro a nove anos e meio de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Assim como Robert De Niro, Lula é um ótimo ator. Mas seu talento será capaz de convencer os desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região de que é inocente?

O PT está em franca campanha nas ruas para tentar desmoralizar os integrantes da Operação Lava Jato e influenciar o julgamento. Prometem grandes mobilizações, com artistas nacionais e internacionais, em defesa da absolvição de Lula.

Caso condenado, ameaçam promover um festival de protestos, e porque não dizer badernas, pelo país em defesa de seu capo.

No enredo policial americano, de nada adiantou o esforço do mafioso para pulverizar a equipe que lhe investigava. Mais crimes foram cometidos, mas o cerco contra a quadrilha se fechava.

É certo que a propina do tríplex do Guarujá talvez seja um dos menores crimes que Lula tenha cometido. Mas em Os Intocáveis, Capone foi parar atrás das grades não pelos assassinatos, pela venda ilegal de bebidas e outra série de delitos que cometeu. Foi condenado por sonegação fiscal.

Na trama cinematográfica, o astro da máfia de Chicago caiu.

Aqui, aos 24 dias deste mês, teremos mais um capítulo decisivo no meio de uma constelação de crimes praticados contra o povo brasileiro. Que venha o julgamento!

Fonte: www.veja.com.br

 

 

‘Guerrilheiro petista’ convoca até crianças para baderna em Porto Alegre

O criminoso José Rainha é um exemplo de como atuam o PT e seus esbirros e puxadinhos

O bandido José Rainha, líder da Frente Nacional de Luta Campo e Cidade — ligada ao MST –, que foi condenado por uma Vara Federal a 31 anos e 5 meses de prisão pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e extorsão; sentença que atualmente apela em liberdade, gravou um vídeo corroborando o convite à baderna em Porto Alegre, dia 24.

“Estamos em janeiro e venho convocar todos, os militantes, os coordenadores, homem, mulher e criança, para o nosso grande janeiro quente.”

Em seguida, ele fala em “fechamento de estradas e ocupações”.

Esse é apenas um exemplo de como, sob o comando de Lula, o PT e seus esbirros – PSOL, PC do B, PSB, REDE – e puxadinhhos – CUT, MST -, estão agindo na tentativa de intimidar a Justiça e, assim, impedir que seu líder seja condenado, de novo, e preso.

Todavia, porém, entretanto, no entanto, esse é o jus sperniandi – o direito de espeernear da petralhada.

O que o povo honrado do Brasil espera é que no dia 24, os baderneiros sejam contidos nas ruas e Lula, seja condenado e mandado, finalmente, para a cadeia. 

Simples, assim!

Réu cenográfico, Lula quer usar TRF como palco

Lugar da bandido é na cadeia 

POR JOSIAS DE SOUZA

Lula carrega sobre os ombros nove denúncias criminais. Seis já viraram ações penais. Uma deu origem à sentença em que Sérgio Moro o condenou a uma cana de nove anos e meio. O grande volume de encrencas judiciais fez de Lula um réu cenográfico. Ele não presta depoimentos, dá espetáculos. Não se explica, desconversa. Não se defende, ataca. Em 24 de Janeiro, o TRF-4 pode tocar fogo no teatro de Lula. Ao farejar o cheiro de queimado, o réu tenta uma derradeira encenação. Pede para ser ouvido pelos desembargadores que o julgarão.

A encrenca será destrinchada na 8ª Turma do TRF-4. Integam-na três desembargadores: João Pedro Gebran Neto (relator), Leandro Paulsen (revisor) e Victor Laus. Não há no script espaço para manifestação de Lula. Vão ao microfone seus advogados. Entretanto, a julgar pela petição dos seus defensores, o pajé do PT não tem muito a dizer. Sua coreografia, por repetitiva, tornou-se manjada.

Os advogados alegam que Sergio Moro violou “as garantias fundamentais” de Lula ao transformar seu interrogatório numa “verdadeira inquisição”. Nessa versão, o juiz da Lava Jato impediu a “livre manifestação” de Lula, cerceando “o exercício de sua autodefesa”. Ignorando o fato de que a coisa toda foi filmada, os doutores sustentam que as perguntas de Moro tiveram “o nítido intento de constranger e intimidar” o réu.

Ou seja: Lula pede para falar porque deseja encenar no TRF um ato que poderia ser chamado de “mais do mesmo.” Considerando-se que o petismo já alardeia que os juízes são “golpistas” e que “eleição sem Lula é fraude”, o grande líder do PT vai a Porto Alegre para jogar um jogo que considera jogado. A encenação do lado de dentro do tribunal seria apenas parte de um espetáculo maior.

Terminado o julgamento, o eventual condenado desfilaria seu figurino de mártir defronte da plateia de devotos que o aguardará do lado de fora. Já se pode ouvir o discurso da vítima ao fundo: “Se tem uma coisa de que me orgulho é que não tem, nesse país, uma viva alma mais honesta do que eu”, dirá Lula, para delírio dos seus fieis. ”Fui condenado sem provas. Desafio os delegados, o Moro, o Dallagnol e os desembargadores a apresentarem uma prova de que recebi um centavo!”

Lula vive uma experiência paradoxal: com os pés no palanque, sua voz rouca estala de autoridade moral. Nas Varas Federais e nos tribunais, o que Lula chama de reputação é a soma de incontáveis ilegalidades desacompanhadas de argumentos capazes de rebatê-las. Ocorre uma incongruência. Lula acha que é uma coisa. Sua reputação, entretanto, já virou outra coisa.

Em respeito ao passado remoto de Lula, muita gente observa o personagem em chamas, mas evita gritar incêndio dentro do teatro. O problema é que encenações como a que Lula, seus advogados e o petismo desejam protagonizar no TRF-4 mostram que, às vezes, torna-se inevitável gritar teatro dentro do incêndio.

Fonte: Blog do Josias

 

Roberto Freire espinafra Lula, Dilma e o PT

“O engodo praticado pelos governos Lula e Dilma”, escreve o líder do PPS

O deputado federal e presidente do PPS, Roberto Freire, desmontou a propaganda lulista em comentário para a Folha de S. Paulo:

“Além de todo o desmantelo moral e da estrondosa incompetência que marcaram os 13 anos de governos lulopetistas, não se pode desprezar o efeito deletério da máquina de propaganda enganosa, da mentira, da manipulação da realidade para a construção de narrativas falaciosas que pretendiam enganar o povo e vender a ideia de que o país avançava como ‘nunca antes’ em sua história.

Os dados da Síntese de Indicadores Sociais (SIS 2017), levantamento divulgado pelo IBGE com base em uma análise estrutural dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, desnudam mais um engodo praticado pelos governos de Lula e Dilma — o de que o PT mudou efetivamente a realidade dos brasileiros mais pobres. Nada mais falso (…).

Fui uma voz quase isolada —inclusive dentro do meu próprio partido— a criticar a falácia de que o Bolsa Família e os demais programas assistencialistas do governo lulopetista seriam capazes de transformar a realidade.

Eu afirmava, na época do auge da popularidade de Lula, que aquilo nada tinha a ver com uma política social verdadeiramente progressista e de esquerda. Ao contrário: o programa reforçava o coronelismo tradicionalmente arraigado em várias regiões do Brasil mais profundo, além de funcionar como escandaloso instrumento eleitoral (…).

Os dados apresentados pelo IBGE reforçam o quanto os brasileiros foram enganados por aqueles que tomaram o Estado de assalto para perpetrar seus crimes contra o erário e os estelionatos eleitorais que lhes proporcionaram sucessivas vitórias nas urnas.

Não há mais espaço para a trapaça ou o discurso vazio e populista que tanto mal fez ao país. Depois de tanta mentira, a realidade bateu à porta e destruiu o castelo de cartas erigido por Lula e sustentado por Dilma e pelo PT por alguns anos. A sociedade brasileira não se deixará enganar novamente.”

CÂMARA MUNICIPAL DE MOSSORÓ EMITE NOTA SOBRE VERBA INDENIZATÓRIA

PAGAMENTO DO TERÇO DE FÉRIAS AOS VEREADORES TAMBÉM É ESCLARECIDO

 

Mantendo sua gestão transparente sobre os atos da Casa, a presidente da Câmara Municipal de Mossoró, vereadora Izabel Montenegro, esclarece sobre verba indenizatória e o terço de férias aos vereadores.

Os esclarecimentos foram prestados através de nota divulgada nesta quarta-feira, 3. Confira:

Nota

Em respeito a transparência dos seus atos e para o devido conhecimento da população, a Câmara Municipal de Mossoró vem esclarecer sobre questionamentos feitos em alguns órgãos de mídia quanto a legislação aprovada nesta Casa criando a verba indenizatória e legalizando o pagamento do terço de férias aos vereadores.

1. A verba indenizatória seguiu os mesmos moldes do que hoje é feito no Senado, na Câmara dos Deputados e nas Assembleias Legislativas, procedimento esse aprovado pelos Tribunais de Contas, uma vez que constitui o direito de ressarcimento às despesas não cobertas para o desempenho do mandato parlamentar.

2. Diferente da antiga verba de gabinete, extinta nessa Casa, onde o vereador se transformava em ordenador de despesa, no processo indenizatório só há ressarcimento se houver despesa regulamentada em lei não coberta de outra forma pelo Legislativo.

3. Há uma posição anunciada pela Mesa Diretora aos demais vereadores de que, embora aprovada, a verba indenizatória só será utilizada no caso de haver recursos disponíveis no orçamento próprio da Câmara e mediante consulta prévia sobre os procedimentos ao TCE/RN.

4. Com relação ao pagamento do terço de férias aos vereadores, a medida está em consonância com decisão do STF que reconheceu o direito ao pagamento de férias e décimo terceiro salário aos ocupantes de cargos públicos. Para tal, o STF entendeu que o ocupante de cargo público está no exercício de uma função desempenhando um trabalho como qualquer outro trabalhador e atribuiu às Câmaras Municipais a prerrogativa de regulamentar o benefício aos parlamentares, através de projeto de lei específico.

5. O MAIS IMPORTANTE é informar ao público que embora com a possibilidade de uso da verba indenizatória ou com o pagamento do terço de férias, a Câmara Municipal não utilizará um centavo a mais do que a sua dotação orçamentária atual prevista em lei, adequando-se as novas despesas dentro deste limite, não acarretando tais medidas em nenhum acréscimo ao erário.

Atenciosamente,
Izabel Montenegro
Presidente da Câmara Municipal de Mossoró

PARA ALGUNS CRISTÃOS QUE VIVEM BRIGANDO POR LULA E O PT

PRESIDENTE DO PT ELOGIA ARTIGO EM QUE PETISTA ATACA JESUS CRISTO

Muito facilmente se observa certos cristãos, inclusive evangélicos, defendendo e até brigando nas redes sociais por Lula e pelo PT.

Uma informação para estes hereges.

Um petista que não citarei seu nome escreveu um artigo na Folha de São Paulo em que ataca Jesus Cristo e sua doutrina.

Coisa de ateu, de petralha, de vagabundo, de pilantra, de calhorda.

E, sabe quem foi para as redes sociais parabenizar e elogiar o artigo?

A presidente do PT nacional, senadora – que evito citar seu nome – acusada de receber dinheiro roubado para sua companha como propina.

Só lembrando que nas planilhas de delatores a presidente do PT aparece como “A Amante”….

O VELHO APACHE ANTENADO OPINA

SE PAULO MALUF TIVESSE PERSPECTIVA DE PODER FUTURO NINGUÉM O PRENDERIA 

Da série Stand Up Político-judicial.

Somente agora que o deputado federal Paulo Maluf apresenta dificuldades até para se locomover aparecem dois ou três “valentões” da Justiça para o mandar para a cadeia.

Alguém aí tem alguma dúvida de que, se Maluf ainda tivesse alguma perspectiva de poder futuro, ninguém o prenderia?

Querem um exemplo?

O líder do PT, Lula, segundo a Procuradoria Geral da República, comandou uma Organização Criminosa (ORCRIM) porém, continua a atacar a Polícia Federal, o Ministério Público e a própria Justiça.

Claro, como o Lula aparece liderando as pesquisas eleitorais para a presidência da República, ninguém manda prender o chefão da ORCRIM.