Mais de 20 mil alunos voltam às aulas na Rede Municipal

Prefeita em exercício e secretária de educação visitaram algumas escolas

Esta segunda-feira, 19, foi marcada pelo retorno das atividades das unidades educacionais da Rede Municipal de Ensino. Mais de 20 mil alunos retornaram às salas de aula nas Escolas de Ensino Fundamental, Unidades de Educação Infantil (UEI) e Educação de Jovens e Adultos (EJA).
A secretária Municipal de Educação, Esporte e Lazer, Magali Delfino, e a prefeita em exercício, Nayara Gadelha, visitaram escolas para recepcionar os alunos e alunas. Uma das unidades visitadas foi a Escola Municipal Profa. Niná Ribeiro de Macêdo Rebouças, no bairro Abolição IV.
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O PT PERDE ATÉ EM VOTAÇÃO DE INTETVENÇÃO

ISSO É BOM PARA O BRASIL

POR REINALDO AZEVEDO

Câmara vota decreto sobre intervenção federal na área de segurança pública do Rio. Vitoria maiúscula do governo (Foto Alex Ferreira/Câmara dos Deputados)

O governo do presidente Michel Temer obteve na madrugada desta terça-feira uma vitória maiúscula. Por 340 votos a 72 e uma abstenção, a Câmara aprovou o decreto presidencial que determina a intervenção federal na área de segurança pública do Rio. A votação aconteceu depois de mais de sete horas de debates. O PT, o PSOL e o PCdoB fizeram um forte trabalho de obstrução, mas restaram vencidos. Aliás, a rejeição à proposta estava longe de ser um consenso entre os oposicionistas. Tanto é assim que o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), falando pela minoria, preferiu não encaminhar o voto contrário, liberando as respectivas bancadas.

Nem poderia ser diferente. O PDT, por exemplo, integra o grupo de partidos que faz oposição ao presidente Michel Temer. Conta com 21 deputados. Desse total, 15 estiveram presentes à sessão. E todos cravaram “sim”. Também o PSB, que decidiu se bandear para a oposição, preferiu não dar murro em ponta de faca. O partido tem 32 parlamentares na Câmara. Apareceram para votar 26. Só Janete Capiberibe, do Amapá, disse “não”. Até a Rede, com seus quatro minguados deputados, que costuma se opor a tudo que vem do governo, votou majoritariamente a favor. Só Alessandro Molon, oriundo do PT, disse “não”. Ele saiu do partido, mas o partido não saiu dele. Miro Teixeira, o líder, encaminhou um entusiasmado voto em favor do decreto.

Na oposição, o PHS conta com sete deputados. Todos eles aprovaram o texto. Fora da base, com nove deputados, o PPS deu seis para a intervenção, que contou ainda com 9 dos 16 votos do também oposicionista “Podemos”. Houve um “não”. O PSDB não é oposição, mas também não é mais governo. Nessa matéria, a legenda ficou majoritariamente com o Planalto. Dos seus 46 deputados, 43 compareceram para votar. Apenas João Gualberto, da Bahia, cravou o “não”.

O PMDB contou com uma abstenção —Newton Cardoso Junior (MG) — e um voto contrário: o de Celso Pansera (RJ). Alinharam-se com o governo 46 parlamentares. Ocorre que a bancada conta com 59 membros; logo, 11 não compareceram. É um número considerável, dada a importância da matéria. Dos 33 do DEM, 30 estiveram presentes. Todos disseram “sim”, exceção feita a Rodrigo Maia. Por presidir a Câmara, ele não vota, segundo dispõe o Artigo 17 do Regimento Interno. O parlamentar, no entanto, fez um enfático discurso em favor da aprovação.

Resolveram se opor para valer ao texto o trio de sempre: PT, PCdoB e PSOL. A bancada petista é a segunda maior da Casa, com 57 deputados. Apareceram para votar 49. E todos disseram “não”. O PCdoB deu 8 de seus 11 votos contra o texto. Os outros três se ausentaram. O PSOL, como de hábito, foi o partido que “lacrou”: tem apenas seis membros na Casa, e todos eles se entregaram apaixonadamente à tarefa de tentar derrubar o texto.

Matéria dessa natureza é aprovada por maioria simples — vale dizer: metade mais um dos votos dos presentes à sessão, desde que votem ao menos 50% dos deputados. Assim, a votação só poderia ser realizada com a presença de pelo menos 257 parlamentares; destes, um mínimo de 129 tinham de estar alinhados com o texto. Assim, a proposta do Planalto obteve 211 votos a mais do que o necessário. No Senado, a votação só acontece na presença de pelo menos 41 membros da Casa. De um grupo de 81 senadores, o decreto precisa, portanto, de apenas 21 votos. O PMDB, sozinho, tem uma bancada de 20 parlamentares. A aprovação será ainda mais tranquila.

Para o bem do Rio de Janeiro.

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Senado analisa nesta terça decreto de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro

Texto foi aprovado pela Câmara Federal por 340 votos a 72

Senado se reúne nesta terça-feira (20) para votar o decreto de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. O início das votações no plenário está previsto para as 16h, segundo a agenda do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE).

A intervenção já está em vigor desde a última sexta-feira (16), quando o decreto foi assinado pelo presidente da República, Michel Temer. No entanto, para continuar valendo, tem que ser aprovado pelo Congresso Nacional.

Nesta madrugada, a Câmara aprovou a intervenção por 340 votos a 72(houve uma abstenção), mas o tema ainda precisa ser analisado pelos senadores.

Para ser aprovado no Senado, o decreto precisa do voto favorável da maioria simples dos senadores, desde que estejam presentes na sessão pelo menos 41 dos 81 parlamentares.

Rito

Em entrevista a jornalistas na última sexta, Eunício disse que o tema seria analisado com “urgência” pelo Senado. Ou seja, o decreto será levado diretamente ao plenário da Casa, sem passar por comissões.

Antes da votação, caberá a Eunício designar um relator para fazer um parecer oral sobre a intervenção.

Eunício já antecipou que escolherá um relator favorável à medida e que não necessariamente será um senador do Rio de Janeiro. Na Câmara, a relatora foi uma deputada fluminense: Laura Carneiro (PMDB-RJ).

Feito o relatório, cinco senadores favoráveis à intervenção e cinco contrários poderão se inscrever para falar sobre o assunto por 10 minutos cada um. Depois disso, será realizada a votação.

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Fábio Faria descarta renúncia do governador

Robinson Faria cumprirá mandato até o fim 

Do deputado federal Fábio Faria (PSD), em entrevista na 98FM, sobre possibilidade do pai-governador Robinson Faria (PSD) vir a renunciar ao cargo para se candidatar a um mandato legislativo.

“Possibilidade zero”.

Fábio afirmou que Robinson vai até o fim do mandato.

Sobre candidatura à reeleição, ainda não tem nenhuma definição.

Para Fábio, Robinson quer terminar o mandato para mostrar o que ainda pode fazer pelo Estado.

E caso não se sinta em condição de disputar reeleição, seguirá sem mandato, porém, com certeza de dever cumprido no que se refere ao seu governo.

Fonte: Blog de Thaisa Galvão

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Bolsonaro avança no RN

Apoiadores realizam encontros

Os apoiadores da candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência do País realizaram mobilização nos municípios de Areia Branca e Baraúna, na região Oeste Potiguar. Os encontros serviram para reforçar às propostas defendidas pelo presidenciável.

No sábado (17), em Areia Branca, a movimentação aconteceu na residência do Sargento Kennedy, que reuniu os apoiadores para uma palestra que contou com a participação do general Elieser Girão Monteiro (secretário de Segurança de Mossoró), do brigadeiro Carlos Eduardo, do dr. Daniel Sampaio, do capitão Gondin e do Jaufran Siqueira, do canal “Expresso Nacional”, no Youtube.

Os palestrantes defenderam as propostas e ideias do Bolsonaro, como a questão da valorização da família, a defesa do voto impresso, contra a ideologia de gênero nas escolas e a política com mais transparência, ética e sem corrupção.

No domingo (18), em Baraúna, a mobilização aconteceu na praça matriz da cidade, com um adesivaço de carros e carreata que percorreu várias ruas e avenidas, encerrando às margens da rodovia RN-015, na Comunidade da Primavera, onde foi inaugurado o outdoor do deputado.

O grupo segue articulando as agendas por todo o Estado. No próximo dia 24, haverá encontro com os apoiadores do município de Brejinho e inauguração do outdoor de Bolsonaro em Nísia Floresta.

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Secretaria de Educação abre Semana Pedagógica em Serra do Mel

Primeira-dama e secretária de Educação Milane Azevedo destaca importância de evento

POR ACLEXCIVAN SOARES

Professores, coordenadores, gestores escolares da rede municipal de ensino, autoridades municipais e representantes da sociedade civil organizada de Serra do Mel participaram nesta segunda-feira, 19, da abertura da Semana Pedagógica Municipal que visa preparar os profissionais da área para o primeiro semestre do ano letivo.

A Secretária de Educação, primeira-dama Milane Azevedo relatou que a Semana tem como objetivo trazer e tornar uma educação mais sólida e inovadora para Serra do Mel. “Para isso, é preciso pensar nas parcerias também, e assim proporcionar aos educadores a chances de agregar conhecimento e valorização para sua área de atuação”, enfatizou a secretária.

Ela destacou ainda que está surgindo um novo tempo e um novo olhar na educação municipal, onde se visa uma educação de qualidade, excelência e de oportunidades. “Temos que trabalhar com foco na melhoria da qualidade da aprendizagem dos alunos, com respeito e ética pela dignidade humana”, destacou.

Para a secretária municipal de educação, também é preciso trabalhar com excelência para consolidar uma prática de gestão integrada entre professores, estudantes, pais e sociedade, “pois a educação é um dos maiores valores de um ser humano e nós não podemos abandonar esse foco. Eu sou professora e sei como o ensino pode transformar a vida de uma pessoa”, observou Milane Azevedo.

A Semana Pedagógica traz como tema: Repensar Pedagógico: Uma prática de resultados significativos, e prossegue até a sexta-feira, 23, com uma diversificada programação.

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Jorge confirma candidatura à ALERN e defende conceito de “novo” na política

Empresário concedeu entrevista ao jornalista Edilson Damasceno, do Portal Defato.com, e destacou pensamento sobre seu novo projeto eleitoral para 2018

POR EDILSON DAMASCENO

Depois de concorrer à vice-prefeito de Mossoró nas eleições de 2016, encabeçando chapa com o empresário Tião Couto, o empresário Jorge do Rosário (PR) já tem um novo desafio eleitoral pela frente: vai disputar uma vaga de deputado estadual no pleito deste ano pelo PR. Em entrevista ao Jornal/Portal Defato.com, ele felou sobre o seu novo projeto político-eleitoral.
O Blog destaca alguns trechos da entrevista. (Por Edilson Damasceno).
O senhor saiu de uma campanha municipal recentemente, e já está vislumbrando outro pleito. O que o motivou a ter interesse pela Assembleia Legislativa?
Quando você sai de uma eleição, como foi a de 2016, com quase 52 mil votos, você entende que aquilo que você defendeu como projeto ganhou o apoio de muitas outras pessoas, e isso cria uma responsabilidade. Ao mesmo tempo, a gente escuta as pessoas dizendo que o sonho não deve morrer. A decisão de dar prosseguimento ao projeto político com uma pré-candidatura a deputado estadual não se fundamenta em desejo pessoal ou mera expectativa de poder, mas no sentimento de seguir adiante com uma proposta de trabalho que acredito possa ajudar as pessoas que vivem no nosso estado.
O SENHOR acha que existe espaço para novos nomes em Mossoró, em termos de representatividade na Assembleia?
MOSSORÓ se sentiu muito há quatro anos, quando não elegeu nenhum deputado estadual. Quer queira, quer não, na hora de brigar pelas verbas de investimento, na hora de repartir o orçamento estadual com as emendas, na hora de lutar para um determinado benefício que está chegando, é necessário que a cidade e a região tenham deputados que as representem. Sendo assim, penso que a cidade perdeu muito sem essa representação e penso que chegou o momento de essa história ter um novo capítulo com gente nova para agregar ideias novas, com uma nova energia e com o objetivo de fazer diferente, representantes que sirvam ao povo e não se sirvam do povo.
MOSSORÓ está ressabiada com novos nomes, já que um dos deputados estaduais que obteve votação significativa na cidade não fez jus aos votos que obteve. O senhor não teme ser hostilizado?
O NOVO pelo simples fato de ser novo não quer dizer nada. O novo que defendemos é representado por pessoas que tenham uma história de vida honrada, coerência com seus ideais e demonstre conhecimento da situação do estado e aponte caminhos para a retomada do desenvolvimento. O novo que gere credibilidade.
 O SENHOR é um homem bem estabilizado. O que o levou a se interessar pela política?
A DECISÃO de ter uma participação política mais ativa foi tomada em cima de um projeto que representava mudança, uma ruptura com o modelo de gestão pública ineficiente e muitas vezes desonesta. Essa motivação não passa por vaidade pessoal ou projeto de poder. Trata-se de um desejo de contribuir com algumas ideias e suas implementações, é claro, se essa for a vontade do eleitor. Penso que posso contribuir. Caberá ao eleitor decidir se me outorga ou não o mandato para executar esses projetos.
EXISTE espaço para o tipo de política que o senhor pensa desenvolver?
SIM. Existe. O que precisamos é fechar os espaços para a política feita por pessoas que roubam o dinheiro público, os que ganham com a corrupção, o poder nas mãos de pessoas sem escrúpulos. E na medida em que esses vão perdendo espaço, chegou a hora de incluir pessoas com passado limpo, com coerência, com histórico de honradez e com conhecimento e experiência para apresentar soluções novas e eficazes para os problemas que vivenciamos, como falta de oportunidades, aumento da violência, derrocada da economia.
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As 17 favelas do general

No Rio de Janeiro os criminosos podem ser derrotados

Os campos de batalha do Rio de Janeiro já foram mapeados e o interventor sabe exatamente o que tem de fazer.

Leia a reportagem de O Globo:

“Debruçado sobre o mapa do estado, o responsável pela intervenção federal na segurança pública fluminense, general Walter Braga Netto, já sabe onde sua tropa terá as missões mais difíceis. Entre as 763 favelas do estado (que somam 1,3 milhão de moradores), 17 merecem atenção especial. Alguns complexos são disputados por até quatro facções criminosas, incluindo milícias, como é o caso da Maré — região considerada um ponto estratégico para a circulação de drogas e armas por ficar às margens das linhas Amarela e Vermelha e da Avenida Brasil, além da Baía de Guanabara.

Os frequentes confrontos na Maré fazem com que ela seja um permanente barril de pólvora. Cidade de Deus, Rocinha e Complexo do Alemão também vivem sob tensão constante. Principais entrepostos de drogas do estado, são comunidades que estão sempre na mira de facções ou de operações policiais.”

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(RE)TWITTANDO

OPINIÃO

A inflação no governo Dilma era de 9,28%, agora estamos com 2,46%. Os juros caíram 6 pontos percentuais. A produção de veículos cresceu em 50%, a safra grãos em 31%. A balança comercial cresceu 144%. E aí, petralhas? Com a Dilma era melhor?

O exército do MST é tão real quanto a honestidade de Lula, a honradez de Dilma, a seriedade de Gleisi Hoffmann e a valentia de Zé Dirceu

Depois da campanha da Fraternidade, a CNBB deve lançar uma cartilha sobre reforma da Previdência. O documento está sendo organizado por um bispo ligado a Frei Betto e Patrus Ananias. A CNBB há algum tempo tenta doutrinar seus fiéis com a cartilha esquerdista. Isso é pecado!

Uma pesquisa de opinião pública, feita hoje no Rio de Janeiro, iria medir o grau de aprovação do carioca para a Intervenção na Segurança Pública. Daqui de longe admito um chute: a aprovação ficará acima de 80%.

A quadrilha lulopetista que arrasou o Rio!

Mídia NINJA e esquerda inconformadas. Temer merece apelido de Vampirão. O maior carrasco da esquerda do de todos os tempos deixou os vermelhos anêmicos na UTI da história

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Concursos: 10 órgãos abrem as inscrições nesta segunda para 1,1 mil vagas

Os cargos são em todos os níveis de escolaridade

elo menos 10 órgãos abrem nesta segunda-feira (19) as inscrições de concursos públicos para 1,1 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 11.434,19.

Veja as informações de cada concurso abaixo:

Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. (Amazul)

  • Inscrições até 20/03/18
  • 20 vagas
  • Salários de até R$ 7.114,22
  • Cargo de engenheiro nuclear
  • Vagas para São Paulo
  • Veja o edital

Câmara Municipal de Alto Jequitibá (MG)

  • Inscrições até 22/03/18
  • 3 vagas
  • Salários de até R$ 1.200,00
  • Cargos de nível fundamental e médio
  • Veja o edital

Prefeitura de Anori (AM)

  • Inscrições até 23/02/18
  • 188 vagas
  • Salários até R$ 5.000,00
  • Cargos de nível fundamental, médio e superior
  • Veja o edital

Prefeitura de Corinto (MG)

  • Inscrições até 20/03/18
  • 134 vagas
  • Salários de até R$ 2.401,30
  • Cargos de nível fundamental, médio e superiorCorintoMinas Gerais
  • Veja o edital

Prefeitura de Iranduba (AM)

  • Inscrições até 21/02/18
  • 259 vagas
  • Salário de R$ 1.357,20
  • Cargos de professores
  • Veja o edital

Prefeitura de Nova Roma (GO)

  • Inscrições até 14/03/18
  • 98 vagas
  • Salários de até R$ 5.039,19
  • Cargos de nível fundamental, médio e superior
  • Veja o edital

Prefeitura de Pompéu (MG)

  • Inscrições até 20/03/18
  • 87 vagas
  • Salários de até R$ 4.767,47
  • Cargos de nível alfabetizado, fundamental, médio e superior
  • Veja o edital

Prefeitura de Santa Maria do Pará (PA)

  • Inscrições até 18/03/18
  • 203 vagas
  • Salários de até R$ 2.144,14
  • Cargos de nível fundamental, médio e superior
  • Veja o edital

Serviço de Assistência Médica de Francisco Morato (SP)

  • Inscrições até 23/03/18
  • 46 vagas
  • Salários de até R$ 11.434,19
  • Cargos de nível fundamental, médio e superior
  • Veja o edital

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

  • Inscrições até 12/03/18
  • 61 vagas
  • Salários de até R$ 4.180,66
  • Cargos de nível fundamental, médio e superior
  • Veja o edital
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