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Inter TV exibe especial Chuva de Bala no País de Mossoró neste sábado (6)

Programa especial vai ao ar após o Zorra Total, às 22h45

POR G1/RN

Espetáculo 'Chuva de Bala no País de Mossoró' conta a história de quando Mossoró expulsou Lampião e seu bando da cidade — Foto: Prefeitura Municipal de Mossoró

A Inter TV exibe neste sábado (6) para todo o RN o tradicional espetáculo Chuva de Bala no País de Mossoró que é encenado todos os anos, em junho, na capital do Oeste. A encenação presencial não vai acontecer em 2020 por causa da pandemia do novo coronavírus.

O espetáculo, encenado há quase 20 anos no adro da capela de São Vicente, conta a história da batalha dos mossoroenses com o bando de Lampião. O cangaceiro foi expulso da cidade.

Buscando valorizar os hábitos e a cultura do nosso Estado, a Inter TV vai exibir o especial para todo o RN na íntegra. O programa especial terá ainda entrevistas inéditas dos atores do espetáculo.

A história

Mossoró é conhecida como a terra que expulsou Lampião e seu bando. O espetáculo “Chuva de Bala no país de Mossoró” é uma adaptação do texto original do poeta potiguar e escritor Tarcísio Gurgel, e anualmente os diretores têm a tarefa de contar em uma espécie de musical a resistência dos mossoroenses de como o prefeito Rodolfo Fernandes e mais de 200 moradores impediram que a cidade potiguar, em 13 de junho de 1927, não fosse invadida.

Até hoje a torre da igreja tem as marcas do dia em que “choveu bala” na terra de Santa Luzia. Na tentativa de invadir a cidade do Oeste potiguar, um dos cangaceiros do bando, Jararaca, saiu ferido. Segundo os historiadores, ele foi enterrado vivo no cemitério local.

Após reunião com prefeituras da Grande Natal, governo do RN anuncia novas medidas para aumentar isolamento social

Proibição de circulação em áreas públicas é uma das medidas

O Governo do Rio Grande do Norte se reuniu com prefeitos da Região Metropolitana de Natal e montou uma comissão para definir ações de endurecimento das medidas de isolamento. Proibição de circulação em áreas públicas; fechamento de acesso às praias; controle do trânsito; rondas em bairros e comércio; e formação de barreiras de fiscalização estão entre as medidas que poderão ser adotadas.

A expectativa é de que as novas normas restritivas para aumentar o distanciamento social e conter o avanço da Covid-19 sejam estabelecidas via renovação do decreto estadual na sexta-feira (5), data em que o texto vigente perde a validade.

Patriota 51 reúne pré-candidatos e debate pandemia e democracia

Diretório municipal realizou reunião virtual

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O diretório municipal do Patriota 51, em Mossoró, realizou nesta final de semana uma reunião por videoconferência com pré-candidatos a vereador pela legenda.

Em pauta, análises do cenário pandêmico e democracia.

“Reunimos 15 pré-candidatos ao Legislativo mossoroense, de maneira remota. Foi um encontro produtivo onde discutimos as ações de assistência à população, nesta época de pandemia. Também reafirmamos nosso compromisso irrestrito com a democracia”, explicou o presidente da legenda em Mossoró, Gerson Nóbrega.

Eleições

O Patriota 51 possui 33 pré-candidatos a vereador em Mossoró.

Quanto à majoritária, o partido segue indefinido e promete debater sobre esse assunto mais adiante.

O BRASIL REAL NÃO SE CONFUNDE COM EXTREMISTAS NA RUA

OPINIÃO

POR JOSIAS DE SOUSA

O Brasil real, que ainda preza a sensatez, não está representado nas manifestações de rua mais recentes. Esse pedaço do país sabe que convive com uma pandemia incompatível com aglomerações.

Se vivêssemos um país lógico, nenhuma manifestação deveria ocorrer. Mas elas se repetem há sete finais de semana, com a participação do presidente da República. A novidade do último domingo foi o surgimento de um contraponto.

Os apoiadores extremistas de Jair Bolsonaro, muitos deles defensores do fechamento do Congresso e do Supremo, ganharam a companhia das extremadas torcidas organizadas de times de futebol, que têm entre os seus membros muitos apologistas da violência.

O resultado era previsível. Houve confusão na Avenida Paulista. A polícia interveio com uma chuva de bombas de gás. E o Brasil forneceu a si mesmo e ao mundo as imagens da sua insensatez.

No momento, o país precisa de saúde, estabilidade, emprego e probidade. Nada disso se obtém com desavenças de rua, mas com muito trabalho. Ao priorizar a raiva num instante em que deveria pacificar o país e coordenar a busca de solução para os problemas reais, Bolsonaro corre o risco de estimular nas pessoas a crença de que o presidente não está à altura dos desafios. Se essa crença se consolida, o Brasil que está em casa pode sair às ruas.

Nessa hipótese, Bolsonaro talvez verifique que a ebulição não interessa a ninguém, muito menos ao seu governo. O brasileiro já se mobilizou por muitas causas justas. E obteve sucesso.

Quando roncou pelas eleições diretas, o asfalto derrubou um regime. Depois, colocou para correr dois presidentes da República. Avalizou o esforço anticorrupção da Lava Jato, abrindo as portas da cadeia para a oligarquia política e empresarial corrupta.

Esse ambiente favoreceu a eleição de Bolsonaro. Mas se o presidente não aproveita a oportunidade que recebeu da história, as ruas podem se convencer de que precisam reivindicar alternativas.

Fonte: UOL

Na democracia, não há espaço para desrespeito a atos judiciais, diz Mello

“Recusa de aceitar o comando emergente dos atos sentenciais, sem justa razão, fere o próprio núcleo da separação de poderes”, diz Mello

No duro recado a Jair Bolsonaro e seus seguidores golpistas, Celso de Mello trata da importância do Judiciário e afirma que, no regime democrático, não há espaço para presidentes que se julgam acima da lei e que anunciam que não cumprirão uma decisão judicial da Suprema Corte, como fez Bolsonaro.

“No Estado Democrático de direito, por isso mesmo, não há espaço para o voluntário e arbitrário desrespeito ao cumprimento das decisões judiciais, pois a recusa de aceitar o comando emergente dos atos sentenciais, sem justa razão, fere o próprio núcleo conformador e legitimador da separação de poderes, que traduz postulado essencial inerente à organização do Estado no plano de nosso sistema constitucional, dogma fundamental esse que alguns insistem em ignorar”, diz Mello.

“Não constitui demasia relembrar, neste ponto, que a importância do Poder Judiciário, na estrutura institucional em que se organiza o aparelho de Estado, assume significativo relevo político, histórico e social, pois não há, na história das sociedades políticas, qualquer registro de um Povo que, despojado de juízes e Tribunais independentes, tenha,
ainda assim, conseguido preservar os seus direitos e conservar a sua própria liberdade”, segue o decano do Supremo.

Mello faz duras considerações sobre o comportamento do presidente da República e de seus apoiadores na decisão em que rejeitou o pedido de partidos de oposição para que o celular de Bolsonaro fosse apreendido no curso da investigação sobre a interferência presidencial na Polícia Federal.

Em tempos de aglomerações de aloprados com tochas e neonazistas com bandeiras da Ucrânia, o decano discorre sobre o papel dos juízes: “Em diversos momentos ao longo de minha atuação neste Alto Tribunal, que incumbe aos magistrados e Tribunais, notadamente aos Juízes da Corte Suprema do Brasil, o desempenho dos deveres que lhes são inerentes, entre os quais avultam, por seu inquestionável relevo, o de velar pela integridade dos direitos fundamentais de todas as pessoas, o de repelir condutas governamentais abusivas, o de conferir prevalência à essencial dignidade da pessoa humana, o de neutralizar qualquer ensaio de opressão estatal e o de impedir a captura do Estado e de suas instituições por agentes que desconhecem o significado da supremacia da Constituição e das leis da República”.

CELSO DE MELLO ADVERTE BOLSONARO DE FORMA CONTUNDENTE

CONFIRA ÍNTEGRA DE DECISÃO

Este blog informou nesta madrugada de terça-feira (1 º), trechos da decisão histórica de Celso de Mello, que faz uma das mais duras advertências já transmitidas por um ministro do Supremo a um presidente da República na história recente do país.

Leia a íntegra: Pet 8.813-DF (Decisão)

O recado de Celso de Mello aos aloprados que querem fechar o STF

Ministro do STF se posiciona com firmeza

Além das duras advertências a Jair Bolsonaro, a decisão de Celso de Mello separa espaço importante aos aloprados bolsonaristas que defendem o fechamento do STF.

“É preciso sempre relembrar, em repulsa aos que ignoram a altíssima função constitucional do Supremo Tribunal Federal e que insistem em desconhecê-la, que a condição de guarda da Constituição da República foi outorgada a esta Corte Suprema pela própria Assembleia Nacional Constituinte, que lhe conferiu a gravíssima responsabilidade de exercer, em tema de interpretação de nossa Carta Política, o monopólio da última palavra”, diz Mello.

“E tal rememoração se faz necessária para que jamais se repitam comportamentos inconstitucionais de anteriores Presidentes da República, que ousaram descumprir decisões emanadas desta Corte Suprema”, segue o decano.

“Como havemos de tolerar que, sob a república federativa, e no regime presidencial, em que tão nítida e acentuada é a separação dos poderes, se restabeleça a inconstitucional intrusão do Poder Executivo nas funções do Judiciário?”, registra Mello, citando a obra “Do Poder Judiciário” (1915), do ministro Pedro Lessa.

Novo decreto prorroga suspensão de aulas e atividades coletivas até 06 de julho

Decreto foi publicado no Jornal Oficial do Município

A Prefeitura de Mossoró publica hoje, 01, novo decreto que suspende a realização de aulas e atividades coletivas, conforme estipuladas no decreto 5.623, de 17 de março de 2020. Com o novo documento, os eventos e programações com reunião de público estão suspensos até o dia 06 de julho.

De acordo com o texto, as atividades se referem às realizadas nos equipamentos da Secretaria Municipal de Cultura, incluindo o Teatro Municipal Dix-huit Rosado, o Museu Lauro da Escóssia, o auditório da Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte, a Escola de Artes; as atividades esportivas, inclusive as realizadas ao ar livre, tais como Projeto Viva Rio Branco; as atividades do Parque Municipal Maurício de Oliveira; as aulas na rede municipal de ensino, nas escolas e nas unidades de educação infantil e as atividades que reúnam idosos e crianças com menos de 7 (sete) anos de idade.

O decreto será publicado no Jornal Oficial de Mossoró.

Mortes por Covid-19 no Brasil dobram em 16 dias, chegando a 30 mil

Primeiras 15 mil mortes aconteceram em 15 dias no Brasil

O número de mortes por complicações da Covid-19 no Brasil dobrou em pouco mais de duas semanas e nesta segunda-feira (1º) chegou a 30.046. É o que diz o levantamento exclusivo do G1 feito com as informações das secretarias estaduais de saúde.

Desde que a primeira morte foi registrada, em 17 de março, o Brasil levou dois meses para somar 15.662 mortes, em 16 de maio. Depois disso o salto que faz dobrar o número de vítimas ocorreu em aproximadamente uma quinzena.

Com esta contagem, o Brasil se junta a outros três países que ultrapassaram a triste marca dos 30 mil mortos. Está ao lado da Itália –que já foi o epicentro da doença na Europa–, do Reino Unido com uma das taxas de morte mais aceleradas do mundo e dos Estados Unidos que contam mais de 100 mil baixas.

Morte por coronavírus no mundo — Foto: Guilherme Luiz Pinheiro/G1

Morte por coronavírus no mundo — Foto: Guilherme Luiz Pinheiro/G1