Category Archives: Artigos

EMPRESARIADO E PESQUISA

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

EMPRESARIADO

Em setores importantes do empresariado, no mínimo, estranhamento quanto à atitude considerada intempestiva do deputado Allyson Bezerra.
Entendem que, na tentativa de impedir divulgação de pesquisa encomenda pela ACIM, o noviço parlamentar coloca a instituição sob inaceitável desconfiança, sob maldosa suspeição.
Parecendo baratinado, o candidato a prefeito tem sido contumaz no cometimento de erros, todos, do ponto de vista da tarimba política, primários, com a circunstância agravante de se pretender de si mesmo, ao agredir, gratuitamente, a Associação Comercial e Industrial de Mossoró.
DILIGÊNCIA 
As redes sociais, num ponto específico, não têm sido adequadamente utilizadas, na presente disputa municipal.
As campanhas, sem exceção, em cochilo imperdoável, deixaram de montar estrutura profissional para transmitir, ao vivo, as movimentações, mas ainda não é muito tarde.
Se não fora a diligência do antenado Carlos Skarlack, eu, que gosto de permanecer em casa, por exemplo, não teria como ficar ligado.
DUPLA
Lalauzinho de Lalau e Ubiratan Saldanha dão show como animadores da campanha da Força do Povo.
Eles se atraem e atraem. Estilos diferentes formando conjunto harmônico.

 

 

GIVANILDO SILVA: “A ELEIÇÃO EM MOSSORÓ, TECNICAMENTE, ESTÁ DECIDIDA”

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

Givanildo Silva é radialista-jornalista-advogado

DEFINIDO

A eleição em Mossoró, tecnicamente, está definida.E o nome que encontra-se na frente, à medida que certos detalhes afloram, verifica-se que, na verdade, nunca sofreu ameaça de temporal.Apesar dos ruídos forjados, através, principalmente, de pesquisas tendenciosas, a lógica foi sempre a mesma, semelhante à ordem estabelecida na capital do Estado.

FESTANÇA
Depois de mostrar os dados mais recentes da sucessão em Mossoró ao amigo Mangabeira, cientista político que mora na Paraíba, a minha segunda pátria, ele disse: “Essa senhora tem tudo, tem todos os motivos para fazer, na reta final da campanha, uma grande festa, em demonstração reiterada de afeto à sua cidade”.

PRA CIMA

A partir de hoje, o marketing de Rosalba está pra cima, como ainda não tinha sido.
Reflexo de tempo bom, livre de nebulosidade.

SILÊNCIO 

No meu bom bairro Pintos, consigo ouvir o barulho do silêncio.
E tem sido, quase sempre, assim, na presente campanha.
AUSÊNCIA  
Nesta campanha, tenho notado a ausência do professor Crispiniano Neto.
Por que será que as grandes inteligências são sempre colocadas em segundo plano? Ou por que será que amedrontam tanto?

FONO…

A deputada Isolda tem boa aparência.
No entanto, necessita da ajuda de fonoaudiólogo para ficar mais interessante.

ESPAÇO DO GIVVA

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

MAIOR

No sábado (31), a candidata Rosalba Ciarlini fez grande movimentação, em área do S. Manoel.
Observadores dizem ter sido o maior evento da presente campanha eleitoral, em Mossoró.

CALENDÁRIO

CALENDÁRIO ELEITORAL
!2 de novembro (quinta-feira) é o ultimo dia para a divulgação da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.
Último dia para propaganda política mediante reuniões públicas ou promoção de comícios e utilização de aparelhagem de sonorização fixa, entre 08 e 24h, com exceção do comício de encerramento da campanha, que poderá ser prorrogado por mais 2 horas.
Último dia, também, para a realização de debate no rádio e na televisão, admitida sua extensão até as sete horas do dia 13 de novembro de 2020.
Fonte: TSE

NATAL

ÁLVARO DIAS CRESCE MAIS DE DEZ PONTOS
Fonte: Tribuna do Norte
Em Natal, na segunda rodada da pesquisa Perfil/Tribuna do Norte, o candidato à reeleição, prefeito Álvaro Dias (PSDB), ampliou, em 10,62 pontos percentuais, o índice de intenção de votos, na sondagem estimulada.
No levantamento, Álvaro Dias vai para 44,21%. Na consulta anterior, feita pelo mesmo instituto, divulgada no dia 18 de outubro, ele tinha 33,59 por cento.

“Paz e bens”, Rêgo Barros. Mas valeu pelo desabafo

General ataca Bolsonaro sem precisar citar o nome do presidente

“Paz e bens”, Rêgo Barros. Mas valeu pelo desabafo

(Brasília – DF, 15/07/2019) Briefing do Porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros. Foto: José Dias/PR

O artigo do general Otávio do Rêgo Barros no Correio Braziliense é um dos assuntos principais nas redes sociais. O ex-porta-voz do presidente de Jair Bolsonaro deixou um pouco a devoção a São Francisco de Assis de lado, recuou até a Roma Antiga e partiu para cima do ex-chefe, sem citar o seu nome, numa sutileza de gladiador.

Vou destacar boa parte:

Os líderes atuais, após alcançarem suas vitórias nos coliseus eleitorais, são tragados pelos comentários babosos dos que o cercam ou pelas demonstrações alucinadas de seguidores de ocasião. É doloroso perceber que os projetos apresentados nas campanhas eleitorais, com vistas a convencer-nos a depositar nosso voto nas urnas eletrônicas, são meras peças publicitárias, talhadas para aquele momento. Valem tanto quanto uma nota de sete reais.

E mais:

Tão logo o mandato se inicia, aqueles planos são paulatinamente esquecidos diante das dificuldades políticas por implementá-los ou mesmo por outros mesquinhos interesses. Os assessores leais — escravos modernos — que sussurram os conselhos de humildade e bom senso aos eleitos chegam a ficar roucos. Alguns deixam de ser respeitados. Outros, abandonados ao longo do caminho, feridos pelas intrigas palacianas. O restante, por sobrevivência, assume uma confortável mudez. São esses, seguidores subservientes que não praticam, por interesses pessoais, a discordância leal.

Entendam a discordância leal, um conceito vigente em forças armadas profissionais, como a ação verbal bem pensada e bem-intencionada, às vezes contrária aos pensamentos em voga, para ajudar um líder a cumprir sua missão com sucesso.

E ainda:

A autoridade muito rapidamente incorpora a crença de ter sido alçada ao olimpo por decisão divina, razão pela qual não precisa e não quer escutar as vaias. Não aceita ser contradita. Basta-se a si mesmo. Sua audição seletiva acolhe apenas as palmas. A soberba lhe cai como veste. Vê-se sempre como o vencedor na batalha de Zama, nunca como o derrotado na batalha de Canas. Infelizmente, o poder inebria, corrompe e destrói!

E por fim:

As demais instituições dessa república — parte da tríade do poder — precisarão, então, blindar-se contra os atos indecorosos, desalinhados dos interesses da sociedade, que advirão como decisões do “imperador imortal”. Deverão ser firmes, não recuar diante de pressões. A imprensa, sempre ela, deverá fortalecer-se na ética para o cumprimento de seu papel de informar, esclarecendo à população os pontos de fragilidade e os de potencialidade nos atos do César.

A população, como árbitro supremo da atividade política, será obrigada a demarcar um rio Rubicão cuja ilegal transposição por um governante piromaníaco será rigorosamente punida pela sociedade. Por fim, assumindo o papel de escravo romano, ela deverá sussurrar aos ouvidos dos políticos que lhes mereceram seu voto: — “Lembra-te da próxima eleição!”

Em junho de 2019, durante o exercício da sua função de porta-voz, Rêgo Barros foi preterido pelo Exército e não ganhou a quarta estrela que lhe daria uma cadeira no Alto Comando da força. Reserva nele. Foi uma forma de o Exército mandar recado de desagrado a Jair Bolsonaro e os generais palacianos. Há cerca de um mês e meio atrás, Rêgo Barros levou o tranco final: foi chutado do Palácio do Planalto, torpedeado por Carlos Bolsonaro e o seu gabinete do ódio. O artigo é troco cheio de razões. Rêgo Barros foi um “escravo moderno abandonado ao longo do caminho, ferido pela intrigas palacianas”, para usar as suas próprias palavras. É no que dá a servidão voluntária, moderna ou não.

Para falar de Bolsonaro, o general Rêgo Barros faz referência a batalhas das Guerras Púnicas, Zama e Canas, entre Roma e Cartago. Roma ganhou a primeira batalha; Cartago ganhou a segunda. O general diz que Bolsonaro “vê-se sempre como o vencedor na batalha de Zama, nunca como o derrotado na batalha de Canas”. A imagem é erudita, mas um pouco infeliz, porque, ao final de todas as refregas, Roma destruiu Cartago. Não foi muito melhor a referência ao Rubicão: “A população, como árbitro supremo da atividade política, será obrigada a demarcar um rio Rubicão cuja ilegal transposição por um governante piromaníaco será rigorosamente punida pela sociedade”. Júlio César lançou a própria sorte, atravessou o Rubicão e veio, viu e venceu em Roma. Traçar Rubicão não serve para muita coisa, portanto.

A erudição do artigo não deixa de ser bacana, mas a realidade é que, se Rêgo Barros exprime também um desgosto político mais abrangente entre os fardados da ativa e da reserva, nada mudará na atitude da Forças Armadas em relação ao governo, ao contrário do que podem imaginar alguns. Além de obedientes à Constituição, como deve ser, os militares vêm sendo muito beneficiados por Bolsonaro. Foram poupados na reforma da Previdência — receberão salário integral ao se aposentar, sem idade mínima obrigatória e contribuição máxima de 10,5% ao INSS, contra o teto de 11,68% na iniciativa privada — e ganharam um bônus de 26,5 bilhões de reais. A “discordância leal” tem um preço.

Ao fim e ao cabo, vai ficar tudo na base do “paz e bens”, Rêgo Barros. Mas valeu pelo desabafo. Quem sabe um candidato de oposição use o seu artigo na campanha de 2022, num contexto mais desfavorável ao “governante piromaníaco”. Pode ajudar um pouco.

 

DEBATE TCM: ROSALBA ARRASA E ADVERSÁRIOS TERÃO NOITE EM CLARO

PEDIRAM A PREFEITA NO DEBATE E FORAM DESMONTADOS

POR CARLOS SKARLACK

ROSALBA, ARRASA…
Os adversários e seus militantes que passaram o dia cobrando que a prefeita e candidata à reeleição, Rosalba Ciarlini saísse do hospital, onde passou 24 horas em observação médica, e participasse do Debate TCM, devem ter uma noite em claro.
E, aqui, eu avisei, alertei que seria melhor deixar “a mulher” em paz.
Rosalba foi ao debate e, até onde acompanhei, ela desmontou, humilhou, arrasou, arrebentou, destroçou, desossou Alyson, Cláudia e Isolda.
Que povo para gostar de tomar lamborada de saia…

GIVANILDO SILVA: “CALMA, GENTE! “

PRESTE ATENÇÃO

POR GIVANILDO SILVA

PREGO BATIDO…

Calma, gente! Preste atenção!
Um candidato que tem dianteira de 10.9 a 13.9 pontos, a pouco mais de vinte dias do escrutínio, muito dificilmente, não ganhará a eleição.
A menos que haja uma hecatombe, como o processo, tecnicamente, já atingiu o platô, o que poderá acontecer, a partir de agora, são minúsculas oscilações, se distribuindo de maneira linear.
…PONTA VIRADA 
Na eleição de Mossoró, um ponto equivale a 1.759 votos.
1O.9 pontos são 19.173 votos.
13.9 pontos são 24.450 votos.

O POVO DE MOSSORÓ QUER AVANÇO

POPULAÇÃO ENTENDE QUE MUDAR, NÃO SIGNIFICA NECESSARIAMENTE, MELHORAR

POR GIVANILDO SILVA

Givanildo Silva é jornalista-radialista-advogado

ELEIÇÕES 2020 – O VOTO 

Em Mossoró, a palavra avançar está na boca de dois terços da população.

Que entendem que mudar, não necessariamente, significa melhorar.

PALAVRA BANALIZADA

A palavra mudança, tão banalizada, perdeu a força gravitacional, virando simples clichê, chavão, lugar-comum.

Aliás, no Brasil nos últimos 35 anos, os políticos que fizeram as maiores promessas de transformação foram, realmente, os que mais mudaram o país, só que para pior, adulterando-o, deturpando-o, deformando-o.

O CONJUNTO DA OBRA DE ROSALBA

A VOZ DA EXPERIÊNCIA
POR GIVANILDO SILVA
O conjunto da obra da prefeita Rosalba Ciarlini é espetacular.
É tanto que o discurso dela fica fácil, pois, em todos os bairros, e, praticamente, cada rua tem a sua marca, de reconhecido trabalho prestado à cidade.
Na presente campanha, Rosalba é a voz da experiência, pela espotaneidade com que fala e pela segurança que transmite, que passa.

ESPAÇO DO GIVVA: “O ERRO DE CLÁUDIA REGINA”

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

Givanildo Silva é radialista-jornalista-advogado

Na minha opinião, que não tem valor algum, pois se tivesse, já teria enricado, a doutora Cláudia Regina precipitou a sua volta.
22 seria o tempo ajustado, o que não a impediria de apoiar um dos candidatos à eleição municipal.
Ademais, é dona de juventude e logo adiante é 24, quando, sem Rosalba, a porteira vai estar escancarada, mas pode ter queimado a bala de prata.

ESPAÇO DO GIVVA: “O DISCURSO DA DEPUTADA ISOLDA PRECISA MELHORAR”

OPINIÃO

POR GIVANILDO SILVA

O discurso da deputada Isolda (PT) precisa melhorar, pois encontra-se completamente desajustado, impertinente.
Até agora, pelo menos, chulo, sem educação, indelicado, grosseiro, rude, desprovido do mínimo de refinamento.
Carregada de tanta vulgaridade, certamente, a candidata à Prefeitura continua apostando no extremismo da esquerda, enquanto Mossoró, há mais de trinta anos, tem rechaçado, nas pelejas municipais majoritárias, todo tipo de doutrina radical.