O senador Márcio Bittar (MDB), um dos vice-líderes do governo no Congresso, voltou a fazer críticas ao presidente e sua equipe de articulação. Ele afirmou a O Antagonista: “Nesta semana, senti o Congresso bastante moroso, desanimado, com má vontade. Ao que me parece, o governo terá um preço a pagar com essa estratégia de permanecer, o tempo inteiro, numa posição beligerante, de guerra, com todo mundo, não só com o Congresso.” O governo, segundo Bittar, “não tem trabalhado”, salvo em assuntos que interessam diretamente ao presidente. “Hoje o governo só se concentra em aprovar Eduardo Bolsonaro”, exemplificou ele, que votará a favor de uma eventual indicação do filho de Jair para a embaixada brasileira nos Estados Unidos. “Se a reforma tributária não for aprovada até o fim do ano, eu imputarei isso à essa estratégia do governo, sem foco, sem estratégia. O Congresso, hoje, tolera o Executivo, muitas vezes porque não tem outra alternativa. Mas não há nenhuma boa vontade. O Congresso está empurrando com a barriga essa relação.”

Governo Bolsonaro não consegue viver longe de confusões

O senador Márcio Bittar (MDB), um dos vice-líderes do governo no Congresso, voltou a fazer críticas ao presidente e sua equipe de articulação.

Ele afirmou a O Antagonista:

“Nesta semana, senti o Congresso bastante moroso, desanimado, com má vontade. Ao que me parece, o governo terá um preço a pagar com essa estratégia de permanecer, o tempo inteiro, numa posição beligerante, de guerra, com todo mundo, não só com o Congresso.”

O governo, segundo Bittar, “não tem trabalhado”, salvo em assuntos que interessam diretamente ao presidente.

“Hoje o governo só se concentra em aprovar Eduardo Bolsonaro”, exemplificou ele, que votará a favor de uma eventual indicação do filho de Jair para a embaixada brasileira nos Estados Unidos.

“Se a reforma tributária não for aprovada até o fim do ano, eu imputarei isso à essa estratégia do governo, sem foco, sem estratégia. O Congresso, hoje, tolera o Executivo, muitas vezes porque não tem outra alternativa. Mas não há nenhuma boa vontade. O Congresso está empurrando com a barriga essa relação.”

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