Prefeito visita Unidade de Básica de Saúde

Francisco José Júnior inspeciona atendimento na área da saúde ao lado de secretária Leodise Cruz 

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Francisco José Júnior visita Unidades de Saúde de Mossoró – Fotos: Assessoria

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O prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD) cumpriu agenda administrativa na manhã desta terça-feira.

Ele visitou, inicialmente, a Unidade Básica de Saúde Dr. Luís Escolástica Bezerra, no conjunto Santa Delmira.

Ao lado da secretária de Saúde, Leodise Cruz, o prefeito também esteve na Unidade Básica de Saúde Cid Sallem Duarte, no conjunto Abolição IV.

 

Ousadia criminosa

Segundo diretor de empreiteira, cadeia criminosa continua a atuar mesmo depois de deflagrada Operação Lava Jato

Por Reinaldo Azevedo

O que se vai narrar abaixo é uma história de ousadia — e de ousadia criminosa. Sim, meus caros: segundo um dos presos que contou detalhes do esquema de roubalheira incrustado na Petrobras, houve pagamento de propina mesmo depois de deflagrada a Operação Lava Jato. Prestem atenção!

Erton Medeiros Fonseca, da Galvão Engenharia, já admitiu que pagou, sim, propina à quadrilha que atuava na Petrobras. E um dos intermediários da roubalheira, segundo ele, é alguém que entra tardiamente no relato das tramoias, mas que, tudo indica, era muito bem relacionado: Shinko Nakandakari. Segundo Erton, Shinko atuava como operador do esquema de corrução comandado por Renato Duque, o petista que era diretor de Serviços e homem de José Dirceu na Petrobras.

Outro subordinado de Duque, Pedro Barusco, não custa lembrar, já admitiu devolver, calculem vocês!, US$ 97 milhões. Segundo informa o Globo, “os advogados de Fonseca entregaram nesta segunda-feira à Justiça Federal do Paraná várias notas fiscais relativas à propina. Elas foram emitidas a favor da LFSN Consultoria e Engenharia, no valor de R$ 8,863 milhões, e teriam como finalidade pagar a propina a políticos”.

A LFSN Consultoria pertence a Shinko Nakandakari, Luís Fernando Sendai Nakandakari, que seria filho dele, e a Juliana Sendai Nakandakari. O endereço informado à Receita Federal, segundo o Globo, é um apartamento num prédio residencial no bairro do Brooklin, na Zona Sul de São Paulo, que está em nome de Luís Fernando.

Sabem o que impressiona? A ousadia da turma e a aposta na impunidade. Aqueles quase R$ 9 milhões em propina foram pagos entre 2010 e 2014, enquanto o processo do mensalão corria no Judiciário. Só isso? Não! A última nota fiscal é de 25 de junho de 2014, dois meses depois de deflagrada a Operação Lava Jato. Os advogados de Fonseca entregaram nesta segunda à Justiça Federal do Paraná algumas notas fiscais referentes ao propinoduto.

Shinko não é desconhecido da Polícia e da Justiça. Ele é um dos denunciados num processo de improbidade administrativa envolvendo a construtora Talude, que foi contratada pela Infraero para obras no aeroporto de Viracopos, em Campinas. O valor inicial do contrato, assinado em 2000, foi de R$ 13,892 milhões. Seis meses depois da assinatura, foi feito um aditivo de R$ 1,904 milhão. O segundo aditivo, de R$ 1,540 milhão, ocorreu em 2011. Para o Ministério Público Federal, não havia razões para firmar os aditivos, que tornaram a obra mais cara. O caso está na Justiça.

Convenham: ainda que este senhor realmente fosse um prestador de serviços convencional, a sua ficha já não o autorizaria a celebrar contratos com a Petrobras. Mas sabem como é… Os patriotas não dão bola para isso.

Fonte: www.veja.com.br

Secretário vai apresentar diagnóstico da Saúde ao governador eleito e à equipe de transição

Robinson Faria receberá relatório da área de saúde 

Na próxima quarta-feira (26), o secretário de Saúde do Estado, Luiz Roberto Fonseca, vai apresentar o diagnóstico da área para o governador e vice-governador eleitos, Robinson Faria e Fábio Dantas, respectivamente, além da equipe de transição. A reunião será na Escola de Governo, às 17h.

Além do titular da Saúde, a equipe de transição também deverá ter apresentação do RN Sustentável, aguardando apenas a confirmação da data com o representante do projeto. O RN Sustentável é um projeto multisetorial integrado cuja meta é contribuir com o desenvolvimento do Estado através da implementação de ações articuladas, com foco na redução das desigualdades regionais.

E a grana da Petrobras? As formigas comeram!

Dilma não viu com a antecedência desejável um dos piores negócios feitos pela empresa

Por Ricardo Noblat

Há muitas perguntas sobre o escândalo da Petrobras que suplicam por respostas.

A mais óbvia: é possível que Dilma ignorasse o mar de lama capaz de afogar a empresa que ela sempre controlou desde o primeiro governo do presidente Lula?

Pois antes de suceder José Dirceu na chefia da Casa Civil, Dilma foi ministra das Minas e Energia. Presidiu o Conselho de Administração da Petrobras entre 2003 e 2010.

Nada de relevante se faz na Petrobras sem autorização prévia do Conselho.

Ao deixar o Conselho em março de 2010 para concorrer à presidência da República, Dilma comentou que se sentia feliz pelo que fizera.

“É um orgulho passar pelo Conselho de Administração da Petrobras, e maior ainda presidi-lo”, disse. “Você tem uma nova visão do Brasil. Vê a riqueza do Brasil”.

De fato, ela viu. O que não viu, como diria mais tarde, foi por culpa dos outros. Elas é inocente. Completamente.

Não viu com a antecedência desejável um dos piores negócios feitos pela Petrobras – a compra da refinaria Pasadena, nos Estados Unidos.

Ela pertencia à empresa belga Astra Oil, que a comprara em 2005 por US$ 42,5 milhões.

Um ano depois, a Petrobras pagou US$ 360 milhões. E só por 50% da refinaria. Três anos depois, pagou mais US$ 639 milhões pelos outros 50%. Demais, não?

Os jornais belgas celebraram a venda da Pasadena à Petrobras como o negócio do século. Para a Astra Oil, é claro.

Dilma alegou no ano passado que se baseara em “informações incompletas” e em um parecer técnico “falho” para aprovar a compra da primeira metade da refinaria.

E nós com isso?

O Procurador Geral da República aceitou a alegação e culpou a diretoria da Petrobras pelo mau negócio. O Tribunal de Contas da União (TCU) também livrou a cara de Dilma.

Foi Lula quem disse que Dilma era melhor gestora do que ele. Imagine!

No dia 29 de setembro de 2009, segundo a edição mais recente da revista VEJA, Paulo Roberto Costa, então diretor de Abastecimento da Petrobras, informou a Dilma por e-mail que o TCU havia recomendado ao Congresso a paralisação das obras das refinarias Abreu e Lima, em Pernambuco, e Getúlio Vargas, no Paraná, e de um terminal petrolífero no Espírito Santo.

Esquisito comportamento, o de Paulo Roberto. Por que se dirigiu a Dilma se era subordinado a José Sérgio Gabrielle, presidente da Petrobras?

No dia seguinte, Dilma reclamou de público da determinação do TCU de paralisar obras do governo federal: “É impossível a paralisação. Os custos são grandes”. Lula deu-lhe razão.

Quase quatro meses depois, Lula vetou uma decisão do Congresso que suspendia a execução de quatro obras da Petrobras salpicadas de fortes indícios de corrupção apontados pelo TCU.

Em momento algum, Lula falou em corrupção. Ao justificar seu veto, preferiu se referir vagamente a “pendências”, informa o jornal O Estado de S. Paulo.

O veto acabou mantido pelo Congresso de folgada e bovina maioria governista.

Graças à decisão de Lula, a Petrobras injetou mais de R$ 13 bilhões nas refinarias de Abreu e Lima e Getúlio Vargas, e em complexos petroquímicos do Rio de Janeiro e de Barra do Riacho, no Espírito Santo.

As quatro obras foram superfaturadas. A de Abreu e Lima começou custando R$ 2 bilhões. Está por R$ 20 bilhões.

Nos governos de Lula e Dilma, a Petrobras virou o maior cliente das empreiteiras cujos donos e principais executivos acabaram presos há 10 dias.

Por sinal, Lula viaja pelo mundo à custa das empreiteiras e na condição de lobista delas.

O TCU calcula que a Petrobras nos últimos quatro anos fechou negócios no valor de R$ 70 bilhões. Desse total, cerca de 60% não dependeram de licitação. De nenhuma licitação. A lei permite que a Petrobras proceda assim.

Um negócio no Espírito Santo, por exemplo, rendeu à empreiteira Mendes Júnior o adicional de R$ 65 milhões pagos pela Petrobras por causa da saúva-preta, uma espécie de formiga em extinção cuja descoberta teria atrasado a obra em 15 dias.

Fonte: Blog do Noblat 

A fragilidade do Governo Rosalba

Colunista do Jornal de Hoje comenta

Por Vicente Serejo

RAZÕES – I

O governo Rosalba Ciarlini até para se defender revela sua fragilidade com a falta de planejamento que deve ter sido a razão da gestão que chega ao final atrasando salários da folha de pessoal e desaprovada.

ALIÁS – II

Não precisa cair na inutilidade dos argumentos dos tecnocratas que servem a todos os governos e, por isso, sem distância crítica para avaliar. Basta comparar com economias semelhantes aqui no Nordeste.

EXEMPLO – III

Não há, nem de longe, na Paraíba, por exemplo, uma crise que se compare ao desmonte que se observa no Rio Grande do Norte. Nem mesmo no Piauí. E é impossível comparar com a pujança dos cearenses.

DESAFIO – IV

Se o novo governo não implantar no Estado um gerenciamento, a partir de metas e de uma nova visão moderna de planejamento, cairá outra vez na mesmice que levou a gestão atual a seu grande naufrágio.

AINDA – V

O planejamento de governo que se faz no Estado é o mesmo há trinta anos. Com uma falta crônica de consciência crítica e transparência, o que mantém o reinado dos tecnocratas e as suas idéias bolorentas.

Fonte: www.jornaldehoje.com.br

Vacinação antirrábica tem continuidade

Animais poderãos ser vacinados até sexta-feira no município de Mossoró

A Secretaria Municipal de Saúde, através do Centro de Controle de Zoonoses, divulgou nesta segunda-feira, 24, um balanço da vacinação antirrábica, que teve o ultimo Dia D neste sábado, 22, com uma procura bastante positiva, segundo informações do Centro.

Conforme informou o CCZ, foram imunizados até a manhã desta segunda-feira, 18.252 cães e 7.785 gatos, registrando um percentual de 62%. A diretora do Cetro de Zoonoses, Karla Cartaxo, informa que a vacinação segue até a próxima sexta-feira, 28. “Quem ainda não levou seu animal para ser imunizado deve procurar o CCZ, localizado no Centro Administrativo Alcides Belo, no horário de 7h:30 as 11:30”, disse.

A meta do Município neste ano é vacinar 33.233 animais, sendo 23.231 cães e 10.152 gatos. Na campanha deste ano foi firmada uma parceria entre a Secretaria de Saúde e a DNA, o que tem tornado possível um alcance maior da campanha com a participação dos voluntários da ONG.

ACIM entrega comendas dia 14 de dezembro

José Messias Filho da eletromesa será um dos agraciados 

Messias 1

No dia 14 de dezembro, no teatro Dix-Huit Rosado em Mossoró, a ACIM vai realizar em conjunto com a Federação do Comércio, o Sindivarejo Mossoró e CDL Mossoró, a entrega de comendas concedidas aos empresários que mais se destacaram nas suas atividades em Mossoró no ano de 2014.

Um dos laureados será o empresário José Messias Filho, da Eletromesa.

A empresa genuinamente mossoroense é conhecida nacionalmente por ter desenvolvido as chaves eletrônicas “soft start”, equipamento que concorre diretamente com as grandes empresas multinacionais.

Por seu espírito empreendedor e criatividade, José Messias foi um dos escolhidos pela ACIM para ser agraciado com o mérito Industrial Dix-Neuf Rosado.

CDL comemora 50 anos nesta quinta

Entidade lojista promove encontro no Garbos Recepções

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL) promoverá evento comemorativo dos seus 50 anos. Será na próxima quinta-feira (27).

Segundo comunicado da entidade, haverá um jantar dançante a partir das 20 horas, no Garbos Recepções.

À ocasião, também vai acontecer o lançamento de um livro comemorativo.

A Harmony Orquestra Baile será a atração musical da noite

Empreiteiro diz que pagou R$ 8,8 mi em propina

Defesa do diretor da Galvão Engenharia, Erton Medeiros Fonseca, anexou ao inquérito notas fiscais de pagamento de propina a um emissário de Renato Duque, ex-gerente de Serviços da Petrobras

Laryssa Borges, de Brasília

Por Laryssa Borges, de Brasília

Preso na sétima fase da Operação Lava Jato, o diretor da Divisão de Engenharia Industrial da empresa Galvão Engenharia, Erton Medeiros Fonseca, afirmou à Justiça que a empreiteira pagou 8,8 milhões de reais, de 2010 a 2014, em propina para um emissário da diretoria de Serviços da Petrobras, comandada por Renato Duque, indicado pelo PT para o cargo.

A defesa de Erton Fonseca enviou notas fiscais e tabelas que, segundo o empreiteiro, comprovam a cobrança e o pagamento de propina. Ele afirma que “a Galvão Engenharia foi impingida a pagar à empresa LFSN Consultoria Engenharia entre os anos de 2010 e 2014, por determinação de Shinko Nakandakari”. O último repasse, segundo os comprovantes anexados pela empreiteira ao inquérito, são de junho deste ano, quando a Lava Jato já havia sido deflagrada.

Nas notas fiscais da LSFN Consultoria Engenharia, a empresa chega a discriminar os impostos supostamente pagos sobre o valor total da propina. Para dar ares de veracidade, a empresa cita legislações tributárias para simular o recolhimento, por exemplo, de Imposto de Renda. O valor líquido dos comprovantes seria de 8,317 milhões de reais.

Nakandakari é apontado como o responsável por recolher os recursos ilegais cobrados das empresas interessadas em participar de obras envolvendo a Petrobras. De acordo com as investigações, ele se apresentava como emissário da diretoria de Serviços da Petrobras, comandada por Duque.

Leia também: As contas bancárias dos integrantes do clube do bilhão
Empreiteiras investigadas dominam obras públicas no Brasil

O braço direito de Renato Duque na diretoria da estatal, Pedro Barusco, ex-gerente de Serviços, assinou um acordo de delação premiada, confessou que participava ativamente da cobrança de propina na petroleira e se propôs a devolver quase 100 milhões de dólares – a maior cifra a ser devolvida até o momento pelos investigados da Lava Jato.

A apresentação de documentos pela Galvão Engenharia é uma tentativa da defesa de afirmar que está colaborando com as investigações e que, por isso, a prisão de Erton Fonseca não seria mais necessária.

Segundo a versão do representante da empreiteira, havia “efetiva ameaça de retaliação” e uma pressão de “maneira arbitrária, ameaçadora e ilegal” para que os pagamentos dos valores fossem realizados. Em sua manifestação à Justiça Federal do Paraná, o dirigente se propõe a participar de uma acareação com o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e com o doleiro Alberto Youssef para comprovar suas informações. Costa e Youssef são os principais delatores do esquema bilionário de desvio de recursos públicos e fraude em licitações envolvendo a estatal do petróleo. Ambos aceitaram fazer acordos de delação premiada em troca de benefícios judiciais.

Em novos documentos encaminhados à Justiça nesta segunda-feira, a Galvão Engenharia ainda apresenta registros de que não teria participado de determinadas obras, indicando que a participação em empreendimentos estava condicionada ao pagamento de propina. Em um dos casos, o de contratação de tubovias para o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), a empresa diz ter vencido o certame, mas depois foi inabilitada pela Petrobras por “inexequibilidade da obra”. O caso foi analisado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que afirmou que “a comissão de licitação, sem motivo fundamentado, deixou de acolher proposta que traria economia à Petrobras da ordem de 163 milhões de reais”.

Indicado pelo PP à diretoria de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa é um dos pivôs do esquema de lavagem de dinheiro. Ao lado do doleiro Alberto Youssef, montou um esquema de desvio de recursos da estatal para enriquecimento próprio e para abastecer o bolso de políticos e partidos da base aliada. Isso era feito com a assinatura de contratos fictícios, simulando a prestação de serviços entre empresas de fachada e as empreiteiras envolvidas, sempre com a finalidade de dar aparência legítima ao dinheiro desviado. Foi preso em março de 2014 e solto três meses depois, por ordem do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal. Em junho, contudo, voltou para a cadeia por esconder da Justiça que possuía 23 milhões de dólares depositados em bancos suíços. Optou por selar acordo de delação premiada com a Justiça e, em depoimento, arrastou para o centro do escândalo três governadores, um ministro, seis senadores, 25 deputados federais e três partidos políticos (PT, PMDB e PP). Ao desvendar as engrenagens do petrolão, revelou um cartel de grandes empreiteiras que escolhia as obras, decidia quem as executaria e fixava os preços. As empreiteiras superfaturavam os custos e repassavam até 3% do valor dos contratos para os “agentes políticos”. Revelou também os nomes dos operadores dos partidos no esquema, entre eles o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, responsável por receber e administrar o dinheiro desviado da Petrobras para a sigla. Depois de homologado o acordo de delação pelo STF, passou a cumprir prisão domiciliar.

Negócio estranho do governo Rosalba

Secretário de Rosalba anuncia contratação de empresa para auditoria na folha de pessoal do Estado

Sandice.

Este é o único termo que encontro para definir um ato da gestão Rosalba Ciarlini.

Ora, nesta segunda-feira, leio na imprensa que dois secretários de Rosalba comandaram uma ato com pompas e circunstâncias para firmar um contrato com uma empresa.

Até aí tudo normal, embora o governo Rosalba já tenha encerrado.

Pois bem.

E sabe do que se trata o contrato?

Leia o que destaca matéria oficial

– O secretário de Estado do Planejamento e das Finanças e coordenador do Projeto RN Sustentável,Obery Rodrigues, e a secretária de Estado da Administração e dos Recursos Humanos, Suely Pimentel, participaram da reunião para negociação da minuta contratual com a empresa Deloitte, vencedora do certame licitatório, e que a partir de janeiro inicia os trabalhos de auditoria da folha de pagamento do Estado.

Rosalba que teve quatro anos para realizar essa auditoria, agora, com o governo já encerrando, contrata uma auditoria?

Deve ser brincadeira de quem não tem mais o que fazer e quer apenas aparecer na mídia.