Sandra e Larissa Rosado comandam carreata no Santo Antônio

Deputadas realizam mobilização ao lado dos vereadores Izabel Montenegro, Alex Moacir, Lucélio Guilherme e Lairinho Rosado

 

A deputada federal, Sandra Rosado (PSB) e a deputada estadual, Larissa Rosado (PSB) comandam carreata na manhã deste sãbado, no Bairro Bom Jardim.

As deputadas que são candidatas à reeleição caminham ao lado dos vereadores Izabel Montenegro, Alex Moacir, Lucélio Guilherme e Lairinho Rosado.

 

Petrolão: Veja divulga a lista de Paulo Roberto

Já são 42 horas de conversa e pode está apenas no começo

Paulo Roberto conta como funcionava o propinoduto que atuava na Petrobras e dá os nomes

Por Reinaldo Azevedo

Entre 2004 e 2012, Paulo Roberto Costa foi diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras. Ocupou, portanto, esse cargo, em sete dos oito anos do governo Lula e em quase dois do governo Dilma. Ao longo desse tempo, comandou o que pode ser chamado de “Petrolão” — ou o mensalão da Petrobras. As empreiteiras que faziam negócio com a estatal pagavam propina ao esquema e o dinheiro era repassado a políticos. A quais? Paulo Roberto já entregou à Polícia Federal e ao Ministério Público, num acordo de delação premiada, os nomes de três governadores, de um ministro de estado, de um ex-ministro, de seis senadores, de 25 deputados e de um secretário de finanças de um partido. Segundo o engenheiro, Lula sempre soube de tudo. E, até onde se pode perceber por seu depoimento, talvez a presidente Dilma — que era a chefona da área de energia do governo Lula e presidente do Conselho da Petrobras — não vivesse na ignorância. Paulo Roberto diz que a compra da refinaria de Pasadena foi, sim, fraudulenta e serviu para alimentar o esquema.

Paulo Roberto começou a prestar seu depoimento no dia 29 de agosto. Já gravou 42 horas de conversa. E, tudo indica, está apenas no começo. O Ministério Público Federal e o STF acompanham a operação, já que a denúncia envolve uma penca de autoridades com direito a foro especial. O esquema que ele denuncia é gigantesco. Ainda voltaremos muitas vezes a esse tema. Mas notem como é ridícula toda aquela conversa sobre financiamento público de campanha. Ainda que isso existisse, o mecanismo não serviria para impedir que máquinas criminosas se instalassem em estatais. Se o Brasil quer acabar com boa parte da roubalheira, deve começar privatizando as empresas públicas. Quais? Todas!

VEJA teve acesso a parte do depoimento de Paulo Roberto e traz reportagens exclusivas na edição desta semana, com a lista dos nomes citados por Paulo Roberto. Entre eles, estão cabeças coroadas da política brasileira, como o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, que morreu numa acidente aéreo no dia 13 de agosto, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), e Sérgio Cabral, ex-governador do Rio (PMDB). Paulo Roberto acusa ainda Edison Lobão, atual ministro das Minas e Energia, e atinge o coração do Congresso: estão em sua lista os presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

PT, PMDB e PP seriam os três beneficiários do esquema, que teria também como contemplados os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Romero Jucá (PMDB-RR), e os deputados petistas João Pizzolatti (SC) e Candido Vaccarezza (SP), que já havia aparecido como um dos políticos envolvidos com o doleiro Alberto Youssef, que era quem viabilizava as operações de distribuição de dinheiro. Mas há muitos outros, como vocês poderão constatar nas reportagens de VEJA, como Mário Negromonte, ex-ministro das Cidades, do PP da Bahia.

 

Lula e Dilma não quiseram se pronunciar a respeito. Os demais negam envolvimento com Paulo Roberto. Alves, o presidente da Câmara, chega a dizer ao repudiar a acusação: “A Petrobras é petista”. Que o PT estivesse no centro do esquema, isso parece inegável. Um dos nomes da lista feita pelo engenheiro é João Vaccari Neto, o homem que cuida do dinheiro do PT. É secretário de Finanças do partido. Ele é, vejam a ironia da coisa, o substituto de Delúbio Soares. Não é a primeira fez que seu nome frequenta o rol de envolvidos em escândalos.

Paulo Roberto tem noção da gravidade de suas acusações. Tanto é que, quando ainda hesitava em fazer a delação premiada, cravou a frase: “Se eu falar, não vai ter eleição”.

E por que falou? A interlocutores, ele diz que não quer acabar como Marcos Valério, que ficará por muitos anos na cadeia, enquanto os chefões políticos do mensalão já se preparam para viver dias felizes fora do xadrez. O homem também está muito magoado com a presidente Dilma. Até agora, ele não fez nenhuma acusação direta à candidata do PT à reeleição — Lula não escapou —, mas deixa claro que ela foi, sim, politicamente beneficiada pelo propinoduto, que mantinha feliz a base aliada.

Qual vai ser o desdobramento político disso? Vamos ver. Uma coisa é certa: as revelações de Paulo Roberto atingem em cheio as duas candidatas que lideram a disputa pela Presidência da República: Dilma, por razões óbvias, e Marina, por razões menos óbvias, mas ainda assim evidentes. Ela é a atual candidata do PSB à Presidência. Confirmadas as acusações de Paulo Roberto, é de se supor que o esquema ajudou a financiar as ambições políticas de Campos, de que ela se tornou a herdeira.

A situação de Dilma, obviamente, é mais grave: afinal, ela era a czarina do setor energético, ao qual pertence a Petrobras. Presidia também o seu conselho. Deu um empregão para Nestor Cerveró, o homem que ajudou a viabilizar a compra de Pasadena, que Paulo Roberto agora diz ter sido fraudulenta. O chefão das finanças de seu partido é um dos implicados no esquema.

Paulo Roberto ainda está preso. Ele se comprometeu a abrir mão dos bens que acumulou em razão do esquema fraudulento e a pagar uma multa. As pessoas que atuam na investigação têm agora de confrontar suas informações com outras provas colhidas, com o objetivo de verificar se suas informações são procedentes. Se forem e se ele realmente ajudar a desbaratar um esquema de falcatruas bilionárias, pode ser até ganhar a liberdade.

A República treme.

Prefeito participa de evento de pára-quedismo

Francisco José  Júnior faz voo e salta de pára-quedas 

O prefeito Francisco José Júnior iniciou o dia participando do I Festival de Páraquequismo de Mossor´.

Detalhes em instante.

 

 

Eduardo Jorge concederá entrevista em área ao lado do rio Mossoró

Candidato a presidente conversará com populares durante desfile cívico-militar do dia 7

O candidato a presidente da República, Eduardo Jorge (PV), cumpre agenda em Mossoró, domingo, 7.

Por volta das 7h30, ele seguirá do Hotel Thermas para a avenida Alberto Maranhão, onde haverá o desfile cívico-militar de 7 de setembro.

Depois de cumprimentar popular na área ao lado do desfile, Eduardo Jorge se deslocará para a Cobal onde visitará feirantes.

Depois ele visitará a Feira Orgânica e depois fará uma visita a um Projeto de Arborização onde aproveitará para fazer o plantio de uma árvore nativa.

No local ele concederá entrevista coletiva e depois fará visita ao prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD).

Em Mossoró, a agenda de Eduardo Jorge está sendo organizada pelo secretário municipal João Gentil.

Sandra e Larissa são recebidas por moradores do bairro Paredões

Deputadas e candidatas à reeleição participam de reunião na residência de Aline Couto

Sandra e Larissa participam de reunião com amigos no bairro Paredões – Fotos: iPad skarlack

A deputada federal, Sandra Rosado (PSB) e a deputada estadual, Larissa Rosado (PSB), candidatas à reeleição, reservaram a noite desta sexta-feira, 5, para reunião com amigos.

As duas parlamentares foram recebidas pela suplente de vereador, Aline Couto, no bairro Paredões.

Durante o encerramento da reunião a deputada Sandra Rosado tratou dos problemas na área de saúde e revelou que em virtude da suspensão de atividades da Casa de Saúde Dix-sept Rosado, na área de pediatria no Hospital da Mulher uma casa está sendo dividida por duas mulheres.

Diante das dificuldades ela revelou que uma criança teria vindo a óbito no Hospital da Mulher nesta quarta-feira, 4.

A deputada disse que a direção da Casa de Saúde Dix-sept Rosado já foi autorizada a comandar a retomada das atividades mas que para isso é necessário os repasses devidos ao hospital.

Prefeito comanda caminhada com Fábio Faria

Francisco José Júnior cumpre agenda no Papoco ao lado do seu candidato a deputado federal

Prefeito Francisco José Júnior e Fábio Faria fazem caminhada no bairro Papoco – Fotos: iPad Skarlack

O prefeito de Mossoró, Francisco José Jùnior (PSD) comanda caminhada na noite desta sexta-feira, 5, pelas ruas do bairro Papoco.

Está em companhia do deputado federal e candidato à reeleição, Fábio Faria (PSD).

Em uma das paradas Fábio Faria declarou que o pleito de outubro representa a vitória do candidato Robinson Faria, ao Governo do Estado e a caminhada para a reeleição do prefeito Francisco José Júnior, em 2016.

Francisco Carlos lista dezenas de obras realizadas por Fafá quando foi prefeita de Mossoró

Vereador comanda caminhada com militância de Fafá Rosado e Leonardo Nogueira no bairro Ilha de Santa Luzia 

No bairro Ilha de Santa Luzia Francisco Carlos relata dezenas de realizações de Fafá Rosado quando foi prefeita de Mossoró – Fotos: iPad Skarlack

A candidata a deputado federal, ex-prefeita de Mossoró, Fafá Rosado (PMDB) e o deputado estadual e candidato à reeleição, Leonardo Nogueira (DEM) permanecem em Natal, acompanhando o tratamento de uma de suas filhas que foi hospitalizada no início de semana.

E nesta sexta-feira, 5, coube ao vereador Francisco Carlos (PV), a missão de comandar a movimentação de sua de Fafá e Leonardo.

A caminhada foi iniciada no final da tarde e percorre várias ruas.

Em uma das paradas Francisco Carlos disse que poderia listar dezenas de obras que foram realizadas por Fafá Rosado quando foi prefeita de Mossoró.

E de improviso citou obras nas áreas de saúde, educação, na zona rural e no perímetro urbano.

Por isso, afirmou que Fafá e Leonardo estão preparados para honrar os votos dos mossoroenses e dos eleitores do Estado.

Na revista VEJA desta semana

Exclusivo: Paulo Roberto Costa começa a revelar nomes dos beneficiários do esquema de corrupção da Petrobras

Preso em março pela Polícia Federal, sob a acusação de participar de um mega esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa aceitou recentemente os termos de um acordo de delação premiada – e começou a falar.

No prédio da PF em Curitiba, ele vem sendo interrogado por delegados e procuradores. Os depoimentos são registrados em vídeo — na metade da semana passada, já havia pelo menos 42 horas de gravação. Paulo Roberto acusa uma verdadeira constelação de participar do esquema de corrupção. Aos investigadores, ele disse que três governadores, seis senadores, um ministro de Estado e pelo menos 25 deputados federais embolsaram ou tiraram proveito de parte do dinheiro roubado dos cofres da estatal.

Ele esmiúça, além disso, a lógica que predominava na assinatura dos contratos bilionários da Petrobras – admitindo, pela primeira vez, que as empreiteiras contratadas pela companhia tinham, obrigatoriamente, que contribuir para um caixa paralelo cujo destino final eram partidos e políticos de diferentes partidos da base aliada do governo. Conheça, nesta edição de VEJA,  detalhes dos depoimentos que podem jogar o governo no centro de um escândalo de corrupção de proporções semelhantes às do mensalão.

Conheça nesta edição de VEJA os nomes dos políticos mencionados por Paulo Roberto Costa e outros detalhes do depoimento.

Fonte: www.veja.com.br

Bomba!

Revista Veja revela esquema de propinas na Petrobrás

O final de semana promete ser agitado na política do Brasil.

A revista Veja vai jogar farinha no ventilador de senadores, deputados federais e até ministro de Dilma.

 

Pesquisa Jornal de Hoje/Perfil: Henrique e Wilma na frente

Pesquisa do Jornal de Hoje divulgada nesta sexta-feira, 5, aponta Henrique com 16 pontos de vantagem sobre Robinson Faria

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Se a eleição para presidente, governador e senador, pelo Rio Grande do Norte, especialmente em Natal, fosse hoje, Marina Silva (PSB) iria para o segundo turno com Dilma Rousseff (PT), Wilma de Faria (PSB) seria eleita senadora da República e Henrique Alves (PMDB), governador do Estado. É o que revela a mais nova pesquisa de intenção de voto do Instituto Perfil. Realizada nos dias 1º e 2 de setembro, o levantamento foi contratado por O Jornal de Hoje e ouviu mil eleitores somente na capital. Metodologia, amostragem e dados da pesquisa estão disponíveis no Tribunal Regional Eleitoral sob o registro 18/2014 e, no Tribunal Superior Eleitoral, pelo número 529/2014.

Na pesquisa estimulada para o Senado, Wilma derrota sua principal adversária, Fátima Bezerra (PT). Se a eleição fosse hoje, na capital, a vice-prefeita teria 32,3% das intenções de voto. Em segundo lugar, a petista teria 31,8%. O terceiro colocado, Roberto Ronconi (PSL), teria 2,4%. Professor Laílson (PSOL) viria em quarto, com 1,6%. Ele seria seguido por Ana Célia (PSTU), com 0,9%. Brancos e nulos somaram 17,4%. Indecisos, 12,6%.

Na pesquisa espontânea, quando o eleitor entrevistado não é confrontado com a lista de candidatos, destaque-se a grande quantidade de indecisos. Em Natal, nada menos que 38,5% dos eleitores disseram não ter candidato ainda. Fátima vem em seguida com Wilma, com 21,9% e 21,4%, respectivamente. Brancos e nulos também se destacam, com 16,1%. Ronconi tem 1,1%, outros 0,6%, Professor Laílson 0,2% e Ana Célia 0,2%.

REJEIÇÃO

Na medição de rejeição, os candidatos menos conhecidos continuam sendo os menos rejeitados, situação inversamente proporcional aos postulantes mais famosos, que são, geralmente, mais rejeitados. Para o Senado, o menos rejeitado é o Professor Laílson, com 3,2%. Ele é seguido de Roberto Ronconi, com 8,4%. Não sabe e sem resposta somou 8,6% e Ana Célia 9,1%. Na sequencia, aparecem: Fátima, não rejeita nenhum, rejeita todos e Wilma de Faria, com 13,9%, 16%, 17,5% e 23,3%, respectivamente.

Em Natal, Marina alcança Dilma e ameaça liderança da petista

Na disputa presidencial em Natal, a candidata do PSB, Marina Silva, cresceu o suficiente para desbancar Aécio Neves (PSDB) e ir para o segundo turno com a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT). Se a eleição fosse hoje, Marina, o grande fenômeno eleitoral deste pleito, teria 28,2% dos votos. Dilma seria um pouco mais votada, com 31,1%. Brancos somariam 16,3% e indecisos, 13,9%. Só então apareceria Aécio, com 8,9%. Na sequencia, viriam Pastor Everaldo (0,8%), Eymael (0,3%), Zé Maria (0,2%), Luciana Genro (0,1%), Levy Fidelix (0,1%), Eduardo Jorge (0,1%), Rui Pimenta (0%) e Mauro Iasi (0%)

Dilma Rousseff é a mais rejeitada na disputa presidencial. Não votam nela de jeito nenhum 27,8% dos natalenses. ‘Rejeita todos’ vem em seguida, com 14,1% das escolhas. ‘Não rejeita nenhum’ aparece na sequencia, com 13,5% da preferência. Marina tem 12,8% de rejeição. Aécio Neves, 9,7%. Não sabe/sem resposta soma 7,4%. Após, vem Pastor Everaldo (5,4%), Levy Fidelix (2,6%), Zé Maria (2%), Rui Pimenta (1,3%), Luciana Genro (1,1%), Eymael (0,9%), Eduardo Jorge (0,8%) e Mauro Iasi (0,6%).

Henrique vence Robinson, mas número de indecisos é grande

Para o Governo, se a eleição fosse hoje, em Natal, o candidato do PMDB, Henrique Eduardo Alves, venceria a disputa, de acordo com o Instituto Perfil. Chama a atenção, porém, a grande quantidade de eleitores indecisos na capital, constatada na sondagem espontânea.

Segundo os números da estimulada, Henrique venceria a eleição com 36,47% dos votos. Robinson Faria, do PSD, teria 20,3%. Robério Paulino, do PSOL, viria em terceiro, com 3,3%. Simone Dutra, do PSTU, teria 1,5% e Araken Farias, do PSL, 1,1%. Brancos e nulos, pela estimulada, somaram 21, 2%. E, indecisos, 16,2%.

Na pesquisa espontânea, nada menos que quatro, em cada dez natalenses, ainda não definiram em quem votarão para governador do Estado. De acordo com o levantamento, 41,8% dos eleitores da capital ainda não têm candidato a governador. Contudo, se a eleição fosse hoje, Henrique seria eleito governador do Estado, com 25,8%. Robinson teria 12,5%, Paulino 1,6%, Simone 0,6% e Araken 0,3%. Branco/Nulo somou 16,9% e outros nomes 0,5%.

REJEIÇÃO

No quesito rejeição, o caso concreto confirma a regra. Os mais conhecidos são mais rejeitados. O atual presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves, é o mais rejeitado, com 21,9%. ‘Rejeita todos’ aparece em seguida, com 18,4%. ‘Não rejeita nenhum’ vem como terceiro item, com 15,7%. Robinson Faria é rejeitado por 13,4% dos eleitores. Araken, por 9,7%. Não sabe/Sem resposta contabilizaram 8,6%. Simone é rejeitada por 7,6% e Paulino por 4,7%.

Fonte: Jornal de Hoje